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2913333 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS

Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil

Por Stephanie Kim Abe

Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.

Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).

Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB),a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.

Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.

No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:

“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho eremuneração adequadas. É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.

(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-

historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as vozes do verbo aos exemplos.

Coluna 1

1. Reflexiva.

2. Ativa.

3. Passiva analítica.

4. Passiva pronominal.

Coluna 2

( ) Os pais educam os filhos.

( ) A insatisfação dos professores também é causada pelos salários indignos.

( ) O professor sacrificou-se para terminar seu mestrado.

( ) Organizou-se um campeonato na escola.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2913332 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Esteio-RS

Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil

Por Stephanie Kim Abe

Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.

Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).

Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB),a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.

Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.

No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:

“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho eremuneração adequadas. É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.

(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-

historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com as regras de acentuação dos hiatos, a palavra “país”, presente no texto, é acentuada. Nesse sentido, assinale a alternativa INCORRETA, com base nas demais regras de acentuação vigentes.

 

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2913331 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil

Por Stephanie Kim Abe

Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.

Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).

Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB),a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.

Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.

No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:

“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho eremuneração adequadas. É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.

(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-

historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).

A letra “x” pode representar os seguintes fonemas: /ch/, /z/, /s/, /cs/, e /ss/. Com base nessa informação, assinale a alternativa que apresenta a grafia INCORRETA de uso da letra “x”.

 

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2913330 Ano: 2022
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Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil

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Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.

Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).

Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB),a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.

Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.

No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:

“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho eremuneração adequadas. É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.

(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-

historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra “nível”, retirada do texto, tem o plural trocando o -L final por -is: níveis. A partir dessa informação, assinale a alternativa cujo o plural esteja grafado corretamente.

 

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2913329 Ano: 2022
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Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil

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Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.

Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).

Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB),a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.

Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.

No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:

“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho eremuneração adequadas. É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.

(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-

historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).

No texto, temos a palavra “população”, que é o coletivo de pessoas de uma região. Considerando essa informação, assinale a alternativa que apresenta relação INCORRETA no que se refere a substantivo coletivo.

 

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2913327 Ano: 2022
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Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil

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Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.

Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).

Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB),a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.

Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.

No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:

“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho eremuneração adequadas. É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.

(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-

historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).

O texto apresenta a seguinte afirmativa: “Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável”. Com base nessa informação, assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo para a palavra sublinhada.

 

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2913326 Ano: 2022
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Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.

Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).

Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB),a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.

Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.

No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:

“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho eremuneração adequadas. É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.

(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-

historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).

No texto temos: “Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores”. Este tipo de construção é uma figura de linguagem denominada:

 

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2913325 Ano: 2022
Disciplina: Português
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Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil

Por Stephanie Kim Abe

Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.

Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).

Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB),a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.

Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.

No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:

“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho eremuneração adequadas. É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.

(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-

historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) É necessário avaliar a história da formação do país, e não somente os últimos anos, para compreender por que pouco foi avançado.

( ) O Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021 foi realizado pela Editora Moderna e pelo “Todos pela Educação”.

( ) Das quatro metas do PNE (Lei nº 13.005/2014) que tratam sobre a formação e a valorização dos professores, somente uma foi cumprida.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.

Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).

Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB),a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.

Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.

No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:

“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho eremuneração adequadas. É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.

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Analise as assertivas abaixo sobre o texto:

I. Salários dignos, planos de carreira estruturados, formação adequada e reconhecimento social da importância do papel do corpo docente, esses são os fatores de valorização para os professores e professoras.

II. Para que o salário dos professores se aproximasse do dos demais profissionais com curso superior, nos últimos anos, foram determinantes as políticas públicas, leis de piso salarial, diretrizes curriculares e bases da educação.

III. Fatores recorrentes na história da educação no Brasil são a falta de professores habilitados, dificuldade de oferta de formação sólida e falta de recursos para remuneração adequada.

Quais estão corretas?

 

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Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.

Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).

Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB),a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.

Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.

No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:

“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho eremuneração adequadas. É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.

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Em português, há dois processos gerais para a formação de palavras: derivação e composição. A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta o processo de formação da palavra “desigualdade”, presento no texto.

Questão Anulada

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