Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Eugênio Castro-RS
Em conformidade com a Lei Orgânica Municipal, sobre a Câmara Municipal, analisar a sentença abaixo:
A Câmara Municipal de Vereadores reunir-se-á em sessões ordinárias, extraordinárias, secretas, solenes e especiais, conforme dispuser seu Regimento Interno (1ª parte). A Câmara Municipal de Vereadores reunir-se-á, independente de convocação, na primeira segunda-feira útil do mês de março, após o término do recesso, funcionando ordinariamente até 20 de dezembro (2ª parte).
A sentença está:
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Eugênio Castro-RS
Em conformidade com a Lei Orgânica Municipal, a Administração Municipal compreende:
I. Administração direta: entidades dotadas de personalidade jurídica própria.
II. Administração indireta: Secretarias ou órgãos equivalentes.
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Eugênio Castro-RS
De acordo com a Lei Orgânica Municipal, serão objetos, ainda de deliberação da Câmara de Vereadores na forma do Regimento Interno:
I. Pedidos de Providências e de Informação.
II. Autorizações.
III. Carta Orientativa.
Está(ão) CORRETO(S):
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Eugênio Castro-RS
Em conformidade com a Constituição Federal, em relação à fiscalização do Município, assinalar a alternativa CORRETA:
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- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Direto
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAposto
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAdjunto Adverbial
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesVocativo
Código Morse: quem inventou e como funciona o sistema
Você conhece esta mensagem, embora não a identifique imediatamente. É a mais famosa em código Morse: SOS, um pedido de socorro. O que talvez você não saiba é que esse sistema que revolucionou a comunicação surgiu depois que um pintor e político americano se frustrou com um mensageiro e um bilhete de papel.
Seu nome era Samuel Finley Breese Morse. Ele nasceu em Massachusetts, em 1791, e, aos vinte anos, mudou-se para a Inglaterra com a missão de aprender os segredos da pintura. Quando voltou aos Estados Unidos, em 1815, percorreu a costa leste do país pintando retratos até se tornar um artista reconhecido.
Dez anos depois, ele morava em New Haven com seus filhos e sua esposa grávida, quando recebeu uma encomenda: pintar o retrato do marquês de Lafayette, então considerado um herói da revolução francesa e da guerra de independência dos EUA. Para isso, teria de ir imediatamente para Washington (a 440 quilômetros dali). Ele topou – e deixou esposa em casa, prestes parir.
Quando Morse já estava hospedado em Washington, uma semana depois, um mensageiro chegou ao seu encontro, avisando-o de que sua esposa havia entrado em trabalho de parto e não estava bem. O pintor resolveu voltar – mas você deve imaginar que tal viagem cavalo demorava um bocado. Não deu tempo: ela morreu antes.
Depois que sua esposa morreu, Morse fez o retrato de Lafayette, virou professor universitário de arte em Nova York, concorreu prefeitura da cidade e inventou o telégrafo, para enfim possibilitar a comunicação a distância – e, quem sabe, evitar histórias trágicas como a dele.
Em 1838, Morse e Vail criaram o sistema para representar letras do alfabeto e números – incluindo espaços para separar as letras, palavras e frases. Em 1843, Morse obteve apoio financeiro do Congresso americano para a construção da primeira linha telegráfica no país, de Baltimore Washington (uma distância de 60 quilômetros). Ele enviou a primeira mensagem no ano seguinte: “What hath God wrought” (“O que Deus fez”, em tradução livre), uma frase do livro Números da Bíblia.
Com o tempo, as linhas telegráficas se ampliaram nos Estados Unidos e na Europa. Para transmitir textos em outros idiomas, que não o inglês, criou-se o código Morse internacional, em 1851. Este usava traços de comprimentos constantes em vez de variáveis e incluiu sinais diacríticos, por exemplo.
(Fonte: Superinteressante - adaptado.)
Na frase “Dez anos depois, ele morava em New Haven com seus filhos e sua esposa grávida.”, o termo sublinhado cumpre a função sintática de:
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Código Morse: quem inventou e como funciona o sistema
Você conhece esta mensagem, embora não a identifique imediatamente. É a mais famosa em código Morse: SOS, um pedido de socorro. O que talvez você não saiba é que esse sistema que revolucionou a comunicação surgiu depois que um pintor e político americano se frustrou com um mensageiro e um bilhete de papel.
Seu nome era Samuel Finley Breese Morse. Ele nasceu em Massachusetts, em 1791, e, aos vinte anos, mudou-se para a Inglaterra com a missão de aprender os segredos da pintura. Quando voltou aos Estados Unidos, em 1815, percorreu a costa leste do país pintando retratos até se tornar um artista reconhecido.
Dez anos depois, ele morava em New Haven com seus filhos e sua esposa grávida, quando recebeu uma encomenda: pintar o retrato do marquês de Lafayette, então considerado um herói da revolução francesa e da guerra de independência dos EUA. Para isso, teria de ir imediatamente para Washington (a 440 quilômetros dali). Ele topou – e deixou esposa em casa, prestes parir.
Quando Morse já estava hospedado em Washington, uma semana depois, um mensageiro chegou ao seu encontro, avisando-o de que sua esposa havia entrado em trabalho de parto e não estava bem. O pintor resolveu voltar – mas você deve imaginar que tal viagem cavalo demorava um bocado. Não deu tempo: ela morreu antes.
Depois que sua esposa morreu, Morse fez o retrato de Lafayette, virou professor universitário de arte em Nova York, concorreu prefeitura da cidade e inventou o telégrafo, para enfim possibilitar a comunicação a distância – e, quem sabe, evitar histórias trágicas como a dele.
Em 1838, Morse e Vail criaram o sistema para representar letras do alfabeto e números – incluindo espaços para separar as letras, palavras e frases. Em 1843, Morse obteve apoio financeiro do Congresso americano para a construção da primeira linha telegráfica no país, de Baltimore Washington (uma distância de 60 quilômetros). Ele enviou a primeira mensagem no ano seguinte: “What hath God wrought” (“O que Deus fez”, em tradução livre), uma frase do livro Números da Bíblia.
Com o tempo, as linhas telegráficas se ampliaram nos Estados Unidos e na Europa. Para transmitir textos em outros idiomas, que não o inglês, criou-se o código Morse internacional, em 1851. Este usava traços de comprimentos constantes em vez de variáveis e incluiu sinais diacríticos, por exemplo.
(Fonte: Superinteressante - adaptado.)
Em relação à classificação das orações extraídas do texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) A oração “embora não a identifique imediatamente” exerce função de oração subordinada concessiva em relação à oração “Você conhece esta mensagem” (primeiro parágrafo).
(_) Há uma relação de coordenação do tipo sindética entre a oração “Ele nasceu em Massachusetts, em 1791” e a oração “aos vinte anos, mudou-se para a Inglaterra com a missão de aprender os segredos da pintura” (segundo parágrafo).
(_) A oração sublinhada em “Para transmitir textos em outros idiomas, que não o inglês, criou-se o código Morse internacional em 1851” (último parágrafo), classifica-se como uma oração subordinada adjetiva.
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Código Morse: quem inventou e como funciona o sistema
Você conhece esta mensagem, embora não a identifique imediatamente. É a mais famosa em código Morse: SOS, um pedido de socorro. O que talvez você não saiba é que esse sistema que revolucionou a comunicação surgiu depois que um pintor e político americano se frustrou com um mensageiro e um bilhete de papel.
Seu nome era Samuel Finley Breese Morse. Ele nasceu em Massachusetts, em 1791, e, aos vinte anos, mudou-se para a Inglaterra com a missão de aprender os segredos da pintura. Quando voltou aos Estados Unidos, em 1815, percorreu a costa leste do país pintando retratos até se tornar um artista reconhecido.
Dez anos depois, ele morava em New Haven com seus filhos e sua esposa grávida, quando recebeu uma encomenda: pintar o retrato do marquês de Lafayette, então considerado um herói da revolução francesa e da guerra de independência dos EUA. Para isso, teria de ir imediatamente para Washington (a 440 quilômetros dali). Ele topou – e deixou esposa em casa, prestes parir.
Quando Morse já estava hospedado em Washington, uma semana depois, um mensageiro chegou ao seu encontro, avisando-o de que sua esposa havia entrado em trabalho de parto e não estava bem. O pintor resolveu voltar – mas você deve imaginar que tal viagem cavalo demorava um bocado. Não deu tempo: ela morreu antes.
Depois que sua esposa morreu, Morse fez o retrato de Lafayette, virou professor universitário de arte em Nova York, concorreu prefeitura da cidade e inventou o telégrafo, para enfim possibilitar a comunicação a distância – e, quem sabe, evitar histórias trágicas como a dele.
Em 1838, Morse e Vail criaram o sistema para representar letras do alfabeto e números – incluindo espaços para separar as letras, palavras e frases. Em 1843, Morse obteve apoio financeiro do Congresso americano para a construção da primeira linha telegráfica no país, de Baltimore Washington (uma distância de 60 quilômetros). Ele enviou a primeira mensagem no ano seguinte: “What hath God wrought” (“O que Deus fez”, em tradução livre), uma frase do livro Números da Bíblia.
Com o tempo, as linhas telegráficas se ampliaram nos Estados Unidos e na Europa. Para transmitir textos em outros idiomas, que não o inglês, criou-se o código Morse internacional, em 1851. Este usava traços de comprimentos constantes em vez de variáveis e incluiu sinais diacríticos, por exemplo.
(Fonte: Superinteressante - adaptado.)
Considerando-se o texto, na frase “Este usava traços de comprimentos constantes em vez de variáveis e incluiu sinais diacríticos, por exemplo.”, a expressão sublinhada indica que os sinais incluídos eram de:
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Em relação à mudança de paradigma em educação, Weil in MARINHO retrata algumas diferenças básicas entre o antigo e o novo paradigma, que nesse caso é denominado de holístico. Em relação à educação em uma perspectiva holística, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) É o encontro do convencional e o não convencional; é a descoberta da natureza da natureza, da vida, da consciência da consciência.
(_) Evidencia a educação ligada à informação, voltada para a formação do intelecto e à valorização da memória.
(_) Propõe um modelo inovador, oposto à lógica tradicional da educação, voltada para uma prática científica e técnica.
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Segundo FONSECA, Wallon é um dos autores europeus mais estudados e analisados na atualidade. Em relação às suas ideias, assinalar a alternativa CORRETA:
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Considerando-se as teorias educacionais, de acordo com CAMILLO e MEDEIROS, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
A mediação, conceito central de sua obra, é a intervenção de um elemento intermediário em uma relação; logo, para , existem dois elementos mediadores: os instrumentos e os signos. Ambos oferecem suporte para a ação do homem no mundo.
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