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Foram encontradas 80 questões.

1935384 Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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Leia as matérias jornalísticas abaixo:

“Enquanto o mundo se apressa para planejar uma recuperação pós-pandemia, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) vê esse momento de pandemia como uma oportunidade de chamar a atenção para a necessidade de nos reconstruirmos melhor. Os riscos enfrentados por ignorarmos as ameaças de destruição ambiental devem ser entendidos e endereçados com proteções e políticas ambientais. O Dia da Terra é um lembrete oportuno para abraçarmos os empregos verdes, estimularmos a economia sustentável, tomarmos medidas urgentes para nos proteger do aquecimento global e garantirmos futuros dignos e saudáveis.”

(Texto adaptado. Fonte: https://nacoesunidas.org/)

“Desde 1972, a Organização das Nações Unidas (ONU) e diversas outras entidades promovem ações de conscientização no Dia Mundial do Meio Ambiente. O tema escolhido para marcar a data em 2020 é a biodiversidade. O GDF, por meio da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), órgãos vinculados e outras áreas de sua esfera, segue com foco nessas iniciativas, mesmo em tempos mais complicados.

(Texto adaptado. Fonte: https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/).

Nesse contexto, assinale a alternativa que corresponde ao Dia da Terra e ao Dia Mundial do Meio Ambiente, respectivamente.

 

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1935375 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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O consumismo nunca foi tão cafona

Um micro-organismo colocou por terra, em algumas semanas, uma sequência genética capitalista, forjada em anos de lavagem cerebral. Você precisa disso! Não dá pra viver sem aquilo! Compre! Compre mais! O livro se conhece pela capa! A veste faz o monge! Eu mesma – devo reconhecer e confessar – sou bastante consumista. Já fui mais, é verdade. Houve uma época na qual comprar era mesmo uma compulsão.

Certa vez, saí de casa para trabalhar, num mês de março qualquer. Fazia quase 30 graus logo cedo. Vesti uma calça leve, calcei sandálias e uma bluzinha de seda. Na hora do almoço, o tempo virou bruscamente. Então, pensei: “Já que vou sair pra almoçar, passo no shopping e compro um casaquinho!”. A ideia em si não era ruim, nem absurda, posto que realmente estava frio. Naquele dia, eu tinha curso à noite e só voltaria pra casa depois das dez da noite. Acontece que, em vez de comprar um inocente casaquinho, voltei do almoço com três botas novas, dois pares de meia e quatro casacos. Detalhe: em vez de almoçar, engoli dois pães de queijo com um café duplo.

Eu precisava de tudo o que comprei? Claro que não! Comprei porque estava na liquidação? Também não! As vitrines estavam começando a ser abastecidas com a nova coleção outono/inverno. Usei tudo o que comprei? Pior que não! Uma das botas que comprei machucava o dedinho. Um dos casacos pinicava e o outro tinha uma gola irritante que apertava o pescoço. Eu tinha dinheiro sobrando, então? Não! Paguei tudo no cartão de crédito, cuja fatura já beirava a estratosfera. comprei tanta coisa, então? era economicamente burra! Minha mente funcionava no seguinte modo: eu me ferro tanto nesse trabalho, sofro tanto pra ganhar esse salário que mereço ter tudo que eu quiser! Eu mereço! Eu mereço! Eu mereço! Mereço o quê? Gastar meu dinheirinho suado com pilhas e mais pilhas de coisas inúteis? Encher o mundo de lixo? Abarrotar meus armários e gavetas com roupas, sapatos, bolsas e acessórios e não usar nem a metade? Servir de escrava da engrenagem do mundo neoliberal que repete sem parar o mantra: compre, compre, compre?

Bem, o fato verdadeiro é que o tal trabalho que me garantia dinheiro pra essa esbórnia consumista acabou por me adoecer. Pedi demissão e minha renda caiu pela metade. Fazendo faxina nos armários, um dia eu contei 117 pares de sapato! Não, eu não me orgulho disso! Na verdade, eu morro de vergonha. Fiquei com 15 pares, o que ainda é bastante, e doei o restante pra ser vendido num bazar assistencial. A partir daí, comecei a me curar. Adotei a prática de que, pra entrar algo novo, tem de sair algo velho. Então, quando vejo que não há nada em minhas posses que eu queira descartar, não compro. Simples assim! Comecei a ser capaz de me perguntar: “eu preciso mesmo disso?”. E mais importante: aprendi a responder honestamente a esta pergunta. E, finalmente, depois de muita terapia, aprendi a reconhecer quando o impulso da compra é apenas uma estratégia estúpida para tampar um buraco emocional.

Da próxima vez que você estiver sendo abduzido(a) pelo site de compra da grife, da promoção irrecusável, da negociação a qualquer custo que sempre vai caber no seu bolso, desculpe-me, de coração mesmo, mas procure usar esse dinheiro pra ajudar quem não tem nada, quem passa fome, quem mora em zonas vulneráveis onde falta água, luz, esgoto... Falta tudo. Compre aí uma carga de papel higiênico, álcool gel, máscara e doe, né? Não vai depositar tudo aí na sua casa, certo? Compre uns respiradores e mande entregar em hospitais carentes de tudo. Deixe de ser cafona! A moda agora é ser minimalista, não produzir lixo, não jogar comida fora, respeitar a natureza, deixar a pele, as unhas e os cabelos respirarem. Até porque, caso você adoeça, não vai ser esse monte de tralha chique acumulada aí na sua casa que vai lhe salvar! Pense nisso! Porque pensar também voltou a ser chique!

(Disponível em https://www.contioutra.com/o-consumismo-nunca-foi-tao-cafona - texto adaptado especialmente para esta prova).

É correto afirmar que o advérbio “bruscamente” tem por sinônimo:

 

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1935131 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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Quando o mundo de fora passa a existir dentro de nós

Quero falar de sentimentos contraditórios, até porque talvez todos os sentimentos tragam em si lados opositores. Particularmente, nunca fui uma pessoa cem por cento caseira, ou obsecada em passar o tempo fora do lar. Sempre precisei de um certo equilíbrio entre ficar no meu cantinho e explorar o mundo exterior. Contraditório? Provavelmente. E, nestes tempos de voltar para o casulo em período integral, o que mais tenho feito – além de aspirar e esfregar cantos até então desconhecidos da minha casa –, tenho refletido bastante. Lembrei-me de uma ocasião em que, por um motivo de doença, tive de ficar em casa por dez dias, sem sair mesmo.Fui acometida por uma crise de labirintite, causada por uma bactéria do mar que se alojou no meu ouvido direito. Ficar quieta, naquela situação, não era uma escolha, era uma imposição do meu corpo que havia perdido o eixo de equilíbrio. Ficar em pé, ou mesmo mover a cabeça, eram um enorme desafio, posto que qualquer movimento me dava a sensação de estar em um barquinho numa tempestade em alto-mar. Vendo-me sem escolha, aquietei-me. Nada de ler, ou desenhar, ou pintar, ou bordar, ou fazer crochê. Tive de me contentar em ouvir música ou notícias pelo rádio; aprendi a relembrar histórias reais ou fictícias e conjurar filmes inteiros em minha imaginação; aprendi a meditar; fazia listas mentais de palavras em ordem alfabética; redecorava cômodos dentro da minha cabeça.

Aprendi com uma experiência bastante didática, a partir da qual compreendi o quanto somos vulneráveis e temos pouco controle sobre o que pode entrar em nossos corpos, sem nenhum tipo de convite. Bem, passados os dez dias, tenho viva na memória a sensação impactante que foi sair de casa pela primeira vez. Tudo parecia muito diferente, como se eu tivesse dormido por anos. Achei o mundo lá fora excessivamente ruidoso, iluminado e agressivo. Lembro-me de ter sentido até um desconforto físico, uma mistura de falta de ar com taquicardia. Precisei de tempo para me readaptar ao ritmo externo, depois de tanto tempo voltada para dentro de mim.Enquanto eu funcionava em câmera lenta, o mundo parecia acelerado por demais. Aos poucos,no entanto, o estranhamento foi passando. O mundo não se alterou por minha causa, mas eu tive de reaprender a me encaixar no seu ritmo.

Hoje, penso no quanto as nossas experiências pré-gressas são valiosos instrumentos de validação da nossa passagem por este mundo. Penso no quanto as memórias de momentos vividos são importantes para evocar a presença de pessoas queridas. Reflito sobre a importância dos espaços e dos tempos experiencia dos ou negligenciados na correria dos dias, congelados naquele tempo em que nunca havíamos ouvido falar de Covid-19. Hoje, além de querer falar de sentimentos contraditórios, quero também lhe contar que tenho visto, aqui da minha janela – real e virtual –, que o mundo está se transformando lá fora enquanto nos recolhemos. Quero lhe falar que tenho visto gente prestar sua ajuda a pessoas estranhas, distantes, desconhecidas.Também tenho visto gente que, endurecida em suas crenças cristalizadas, recusa-se a ver que o mundo exige de nós uma mudança de paradigmas. O planeta, saturado de nós, está nos dando a oportunidade de ressignificarmos nossa relação com o outro, com o espaço que ocupamos, com o que é essencial, com a nossa missão no mundo, com a nossa vulnerabilidade, com o dinheiro-papel (a popular grana), com o tempo, com a vida e o fim dela.

O mundo não será mais o mesmo depois dessa pandemia. Nós também não seremos mais os mesmos. E eu torço para que, quando tudo tiver passado, possamos dizer: “eu fiz a minha parte, entendi que é preciso que me recolha, que eu lute pela vida dos meus irmãos aqui na terra. Eu compreendi que, se cada um renunciar que em excesso, não há deter nenhum de nós sentindo fome, frio ou medo”. Em minha imaginação e em meu peito, eu conjuro uma humanidade que aprendeu – ainda que tenha sido de modo forçado – que não existe o outro. Somos todos um único organismo vivo. Quando um de nós perece, seja por falta de recursos materiais ou por irresponsabilidade, um pedacinho de nós desaparece junto com ele.

(Disponível em: https://www.contioutra.com/quando-o-mundo-de-fora-passa-a-existir-dentro-de-nos/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A flexão correta, respectivamente, de “alto-mar” e “dinheiro-papel” no plural é:

 

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1935014 Ano: 2020
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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O licenciamento do órgão ambiental prévio é elemento obrigatório para “construção, instalação, ampliação, reforma, recuperação, alteração, operação e desativação de estabelecimentos, obras e atividades utilizadoras de recursos ambientais ou consideradas efetivas ou potencialmente poluidoras, bem como capazes, sob qualquer forma, de causar degradação ambiental”. A Lei Municipal nº 4.467/2017, que dispõe sobre a Política Ambiental de Frederico Westphalen, define algumas licenças ambientais que serão expedidas nessas situações, cujas siglas estão dispostas nas alternativas abaixo, NÃO sendo uma delas a sigla da alternativa:

 

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1934995 Ano: 2020
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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Conforme o Decreto Federal nº 6.514/2008, o cometimento de nova infração ambiental pelo mesmo infrator implica: aplicação da multa em triplo, no caso de cometimento da mesma infração, ou, aplicação da multa em dobro, no caso de cometimento de infração distinta, quando ocorrido no período de quantos anos, contados da lavratura de auto de infração anterior devidamente confirmado no julgamento?

 

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1934920 Ano: 2020
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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Durante uma manifestação nas ruas do Município, um brasileiro naturalizado, originalmente nascido no Leste Europeu, balançava bandeiras e expunha seu posicionamento político. Durante o ato, o brasileiro naturalizado fora hostilizado por brasileiros natos que afirmavam que ele não poderia se manifestar, pois havia uma lei que proibia que nascidos no estrangeiro fizessem isso. Percebendo a confusão que acontecia e que embaraçava a passagem de pedestres pelos manifestantes na região do ato, um Agente de Trânsito interveio e tomou ciência dos acontecimentos. Conhecedor dos direitos fundamentais constitucionais dos cidadãos brasileiros, o Agente solucionou a situação e viabilizou o fluxo de pedestres pelo local. A partir da concepção dos Direitos e Garantias Fundamentais, qual das alternativas abaixo apresenta o argumento correto dado pelo Agente de Trânsito?

 

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1934899 Ano: 2020
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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De acordo com a Lei Federal nº 9.795/1999, os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade é definido como:

 

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1934826 Ano: 2020
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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Durante uma cavalgada tradicional, cavaleiros se reuniram em uma região central do Município, onde amarraram seus animais nos postes, árvores, grades e portas do local, embaraçando o trânsito completamente. Atendendo ao chamado de motoristas e pedestres que passaram pelo local, os Agentes de Trânsito verificaram que os cavaleiros estavam infringindo as regras de trânsito constantes no Código de Posturas do Município de Frederico Westphalen. A multa imposta, considerando exclusivamente as regras constantes na Lei Municipal nº 691/1976, corresponde a qual dos valores elencados nas alternativas abaixo?

 

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1934784 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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Um tanque de armazenamento de resíduos sólidos perigosos a granel tem forma de um cilindro reto com diâmetro da base de 14 m e volume de 4.500 m3. A altura desse tanque é de aproximadamente:

 

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1934711 Ano: 2020
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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Continuando na temática da Lei Federal nº 9.795/1999, a educação ambiental pode ser realizada de várias maneiras. Uma delas é a prática do ecoturismo. No escopo da Política Nacional de Educação Ambiental, o ecoturismo é considerado uma prática de educação:

 

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