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Foram encontradas 80 questões.

1933126 Ano: 2020
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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De acordo com a Lei Municipal nº 3.928/2013, a estrutura organizacional básica da SEMMA compreende, além do Secretário de Meio Ambiente, um nível de assessoramento composto por quantas divisões?

 

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1932928 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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Uma caixa com 900 testes de kits de reagentes para identificar metais pesados na água tem preço de venda, em março, de R$ 850,00. O preço dessa caixa, após um aumento de 15% em maio e de um posterior aumento de 8% em julho, é de:

 

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1932766 Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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Em 13 de abril de 2020, o cantor e compositor foi encontrado morto em casa, na Gávea, no Rio de Janeiro. De acordo com a assessoria de imprensa do músico, ele teve um infarto agudo do miocárdio e morreu. O artista tinha 72 anos e era ex-integrante do grupo Novos Baianos, composto por Baby do Brasil, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor, Dadi e Luiz Galvão, entre outros. Em 1975, ele iniciou a sua carreira solo com um álbum homônimo e não parou mais, tornando-se um dos nomes mais celebrados do país com canções como “Sintonia”, “Desabafo e Desafio” e “Pombo Correio”.

(Fontes: g1.globo.com e tenhomaisdiscosqueamigos.com)

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

 

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1932656 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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Quando o mundo de fora passa a existir dentro de nós

Quero falar de sentimentos contraditórios, até porque talvez todos os sentimentos tragam em si lados opositores. Particularmente, nunca fui uma pessoa cem por cento caseira, ou obsecada em passar o tempo fora do lar. Sempre precisei de um certo equilíbrio entre ficar no meu cantinho e explorar o mundo exterior. Contraditório? Provavelmente. E, nestes tempos de voltar para o casulo em período integral, o que mais tenho feito – além de aspirar e esfregar cantos até então desconhecidos da minha casa –, tenho refletido bastante. Lembrei-me de uma ocasião em que, por um motivo de doença, tive de ficar em casa por dez dias, sem sair mesmo.Fui acometida por uma crise de labirintite, causada por uma bactéria do mar que se alojou no meu ouvido direito. Ficar quieta, naquela situação, não era uma escolha, era uma imposição do meu corpo que havia perdido o eixo de equilíbrio. Ficar em pé, ou mesmo mover a cabeça, eram um enorme desafio, posto que qualquer movimento me dava a sensação de estar em um barquinho numa tempestade em alto-mar. Vendo-me sem escolha, aquietei-me. Nada de ler, ou desenhar, ou pintar, ou bordar, ou fazer crochê. Tive de me contentar em ouvir música ou notícias pelo rádio; aprendi a relembrar histórias reais ou fictícias e conjurar filmes inteiros em minha imaginação; aprendi a meditar; fazia listas mentais de palavras em ordem alfabética; redecorava cômodos dentro da minha cabeça.

Aprendi com uma experiência bastante didática, a partir da qual compreendi o quanto somos vulneráveis e temos pouco controle sobre o que pode entrar em nossos corpos, sem nenhum tipo de convite. Bem, passados os dez dias, tenho viva na memória a sensação impactante que foi sair de casa pela primeira vez. Tudo parecia muito diferente, como se eu tivesse dormido por anos. Achei o mundo lá fora excessivamente ruidoso, iluminado e agressivo. Lembro-me de ter sentido até um desconforto físico, uma mistura de falta de ar com taquicardia. Precisei de tempo para me readaptar ao ritmo externo, depois de tanto tempo voltada para dentro de mim.Enquanto eu funcionava em câmera lenta, o mundo parecia acelerado por demais. Aos poucos,no entanto, o estranhamento foi passando. O mundo não se alterou por minha causa, mas eu tive de reaprender a me encaixar no seu ritmo.

Hoje, penso no quanto as nossas experiências pré-gressas são valiosos instrumentos de validação da nossa passagem por este mundo. Penso no quanto as memórias de momentos vividos são importantes para evocar a presença de pessoas queridas. Reflito sobre a importância dos espaços e dos tempos experiencia dos ou negligenciados na correria dos dias, congelados naquele tempo em que nunca havíamos ouvido falar de Covid-19. Hoje, além de querer falar de sentimentos contraditórios, quero também lhe contar que tenho visto, aqui da minha janela – real e virtual –, que o mundo está se transformando lá fora enquanto nos recolhemos. Quero lhe falar que tenho visto gente prestar sua ajuda a pessoas estranhas, distantes, desconhecidas.Também tenho visto gente que, endurecida em suas crenças cristalizadas, recusa-se a ver que o mundo exige de nós uma mudança de paradigmas. O planeta, saturado de nós, está nos dando a oportunidade de ressignificarmos nossa relação com o outro, com o espaço que ocupamos, com o que é essencial, com a nossa missão no mundo, com a nossa vulnerabilidade, com o dinheiro-papel (a popular grana), com o tempo, com a vida e o fim dela.

O mundo não será mais o mesmo depois dessa pandemia. Nós também não seremos mais os mesmos. E eu torço para que, quando tudo tiver passado, possamos dizer: “eu fiz a minha parte, entendi que é preciso que me recolha, que eu lute pela vida dos meus irmãos aqui na terra. Eu compreendi que, se cada um renunciar que em excesso, não há deter nenhum de nós sentindo fome, frio ou medo”. Em minha imaginação e em meu peito, eu conjuro uma humanidade que aprendeu – ainda que tenha sido de modo forçado – que não existe o outro. Somos todos um único organismo vivo. Quando um de nós perece, seja por falta de recursos materiais ou por irresponsabilidade, um pedacinho de nós desaparece junto com ele.

(Disponível em: https://www.contioutra.com/quando-o-mundo-de-fora-passa-a-existir-dentro-de-nos/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Os travessões destacados no texto foram usados para isolar palavras que a autora quis realçar ou enfatizar, no caso “real e virtual”. Além disso, esse sinal de pontuação é utilizado para:

I. Separar palavras compostas.

II. Demarcar mudança de interlocutor nos diálogos.

III. Indicar suspensão ou interrupção do pensamento.

Quais estão corretas?

 

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1932631 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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O valor da multa por estacionamento em local proibido é de R$ 160,00, e o valor da multa por avançar em sinal vermelho é de R$ 265,00. No mês de março do corrente ano, foram emitidas, para essas duas infrações, um total de 53 multas, gerando uma arrecadação no valor de R$ 11.735,00. Assim, o número de multas por estacionar em local proibido e por avançar em sinal vermelho são de, respectivamente:

 

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1932609 Ano: 2020
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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De acordo com o Decreto Federal nº 6.514/2008, considera-se infração administrativa ambiental toda ação ou omissão que viole as regras jurídicas de uso, gozo, promoção, proteção e recuperação do meio ambiente. As infrações administrativas são punidas com as seguintes sanções, EXCETO:

 

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1932543 Ano: 2020
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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Um Agente de Trânsito era notoriamente conhecido por utilizar o veículo de trabalho, que é patrimônio do Município, para ir até locais com cachoeiras durante o fim de semana, levando sua família e amigos. Após reiteradas denúncias, que gerou um processo administrativo, verificou-se que o Agente de Trânsito realizou o ato de improbidade administrativa de usar, em proveito próprio, bens, rendas, verbas ou valores integrantes do acervo patrimonial do Município. Considerando a letra da Lei Federal nº 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa), o ato acima descrito é um dos atos de improbidade que:

 

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1932483 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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Quando o mundo de fora passa a existir dentro de nós

Quero falar de sentimentos contraditórios, até porque talvez todos os sentimentos tragam em si lados opositores. Particularmente, nunca fui uma pessoa cem por cento caseira, ou obsecada em passar o tempo fora do lar. Sempre precisei de um certo equilíbrio entre ficar no meu cantinho e explorar o mundo exterior. Contraditório? Provavelmente. E, nestes tempos de voltar para o casulo em período integral, o que mais tenho feito – além de aspirar e esfregar cantos até então desconhecidos da minha casa –, tenho refletido bastante. Lembrei-me de uma ocasião em que, por um motivo de doença, tive de ficar em casa por dez dias, sem sair mesmo.Fui acometida por uma crise de labirintite, causada por uma bactéria do mar que se alojou no meu ouvido direito. Ficar quieta, naquela situação, não era uma escolha, era uma imposição do meu corpo que havia perdido o eixo de equilíbrio. Ficar em pé, ou mesmo mover a cabeça, eram um enorme desafio, posto que qualquer movimento me dava a sensação de estar em um barquinho numa tempestade em alto-mar. Vendo-me sem escolha, aquietei-me. Nada de ler, ou desenhar, ou pintar, ou bordar, ou fazer crochê. Tive de me contentar em ouvir música ou notícias pelo rádio; aprendi a relembrar histórias reais ou fictícias e conjurar filmes inteiros em minha imaginação; aprendi a meditar; fazia listas mentais de palavras em ordem alfabética; redecorava cômodos dentro da minha cabeça.

Aprendi com uma experiência bastante didática, a partir da qual compreendi o quanto somos vulneráveis e temos pouco controle sobre o que pode entrar em nossos corpos, sem nenhum tipo de convite. Bem, passados os dez dias, tenho viva na memória a sensação impactante que foi sair de casa pela primeira vez. Tudo parecia muito diferente, como se eu tivesse dormido por anos. Achei o mundo lá fora excessivamente ruidoso, iluminado e agressivo. Lembro-me de ter sentido até um desconforto físico, uma mistura de falta de ar com taquicardia. Precisei de tempo para me readaptar ao ritmo externo, depois de tanto tempo voltada para dentro de mim.Enquanto eu funcionava em câmera lenta, o mundo parecia acelerado por demais. Aos poucos,no entanto, o estranhamento foi passando. O mundo não se alterou por minha causa, mas eu tive de reaprender a me encaixar no seu ritmo.

Hoje, penso no quanto as nossas experiências pré-gressas são valiosos instrumentos de validação da nossa passagem por este mundo. Penso no quanto as memórias de momentos vividos são importantes para evocar a presença de pessoas queridas. Reflito sobre a importância dos espaços e dos tempos experiencia dos ou negligenciados na correria dos dias, congelados naquele tempo em que nunca havíamos ouvido falar de Covid-19. Hoje, além de querer falar de sentimentos contraditórios, quero também lhe contar que tenho visto, aqui da minha janela – real e virtual –, que o mundo está se transformando lá fora enquanto nos recolhemos. Quero lhe falar que tenho visto gente prestar sua ajuda a pessoas estranhas, distantes, desconhecidas.Também tenho visto gente que, endurecida em suas crenças cristalizadas, recusa-se a ver que o mundo exige de nós uma mudança de paradigmas. O planeta, saturado de nós, está nos dando a oportunidade de ressignificarmos nossa relação com o outro, com o espaço que ocupamos, com o que é essencial, com a nossa missão no mundo, com a nossa vulnerabilidade, com o dinheiro-papel (a popular grana), com o tempo, com a vida e o fim dela.

O mundo não será mais o mesmo depois dessa pandemia. Nós também não seremos mais os mesmos. E eu torço para que, quando tudo tiver passado, possamos dizer: “eu fiz a minha parte, entendi que é preciso que me recolha, que eu lute pela vida dos meus irmãos aqui na terra. Eu compreendi que, se cada um renunciar que em excesso, não há deter nenhum de nós sentindo fome, frio ou medo”. Em minha imaginação e em meu peito, eu conjuro uma humanidade que aprendeu – ainda que tenha sido de modo forçado – que não existe o outro. Somos todos um único organismo vivo. Quando um de nós perece, seja por falta de recursos materiais ou por irresponsabilidade, um pedacinho de nós desaparece junto com ele.

(Disponível em: https://www.contioutra.com/quando-o-mundo-de-fora-passa-a-existir-dentro-de-nos/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Da oração “Aprendi com uma experiência bastante didática”, o sujeito é:

 

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1932445 Ano: 2020
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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Considere o universo dos bairros de um determinado município da região leste do estado e os tipos de resíduos sólidos recolhidos nesses bairros.

Enunciado 2697081-1

A região sombreada na figura representa a verdade da sentença aberta:

 

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1932351 Ano: 2020
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Frederico Westphalen-RS
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De acordo com a Política Ambiental do município, qual o nome dado ao ato administrativo emitido com limite temporal e específico, mediante o qual o Órgão Ambiental Municipal estabelece as condições de realização ou operação de empreendimentos, atividades, pesquisas e serviços de caráter temporário ou para execução de obras que não caracterizem instalações permanentes e obras emergenciais de interesse público, transporte de resíduos perigosos ou, ainda, para avaliar a eficiência das medidas adotadas pelo empreendimento ou atividade?

 

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