Foram encontradas 35 questões.
Leia o poema a seguir.
Discreta e formosíssima Maria,
Enquanto estamos vendo a qualquer hora
Em tuas faces a rosada Aurora,
Em teus olhos e boca o Sol e o dia,
Enquanto com gentil descortesia
O ar, que fresco Adônis te namora,
Te espalha a rica trança voadora
Quando vem passear-te pela fria,
Goza, goza da flor da mocidade,
Que o tempo trata a toda ligeireza,
E imprime em toda a flor sua pisada.
Oh não aguardes, que a madura idade,
Te converta essa flor, essa beleza,
Em terra, em cinza, em pó, em sombra, em nada.
MATOS, Gregório de. 1º Soneto a Maria dos Povos (319). Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000119.p df. Acesso em: 15 mai. 2024.
Em quais estrofes é possível notar a manifestação da função conativa da linguagem?
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I - são poderes do município, independentes e harmônicos entre si, o legislativo e executivo.
II - são símbolos do município o brasão, a bandeira, as armas e o hino, representativos de sua cultura e história.
III - constituem bens do município todas as coisas móveis e imóveis, direitos e ações que a qualquer título lhe pertençam.
Estão corretas as afirmativas:
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Disciplina: TI - Ciência de Dados e BI
Banca: DECORP
Orgão: Pref. Feijó-AC
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Dado que α é a soma dos elementos do par ordenado composto unicamente por números inteiros pertencentes a uma das soluções do sistema {(2x + y)² = 4 3x − y = 2 , é verdadeiro que o valor da expressão α2 - 2α + 4α/5, é:
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Analise os pares de palavras em letras maiúsculas no trecho abaixo. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta tais vocábulos corretamente escritos, segundo a ortografia oficial da língua portuguesa.
“Amei muito essa moça, chamava-se Ângela. Quando eu estava decidido a casar-me com ela, quando após das longas noites perdidas ao relento a EXPREITAR/ESPREITAR-lhe da sombra um ASCENO/ACENO, um adeus, uma flor, quando após tanto desejo e tanta esperança eu sorvi-lhe o primeiro beijo, tive de partir da Espanha para Dinamarca onde me chamava meu pai.
Foi uma noite de soluços e lágrimas, de choros e de esperanças, de beijos e promessas, de amor, de voluptuosidade no presente e de sonhos no futuro... Parti. Dois anos depois foi que voltei. Quando entrei na casa de meu pai, ele estava MORIBUNDO/MORIMUNDO; ajoelhou-se no seu leito e agradeceu a Deus ainda ver-me, pôs as mãos na minha cabeça, banhou-me a fronte de lágrimas — eram as últimas — depois deixou-se cair, pôs as mãos no peito, e com os olhos em mim MURMUROU/MUMUROU: Deus!
A voz sufocou-se-lhe na garganta: todos choravam.
Eu também chorava, mas era de saudades de Ângela...
[...]” AZEVEDO, Álvares de. Noite na taverna. Disponível em: https://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/noite nataverna.pdf. Acesso em: 14 mai. 2024.
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