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2362654 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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O ENEM E A ÁFRICA

Não há livro didático(a), prova de vestibular ou resposta correta do Enem que não atribua a miséria e os conflitos internos da África a um fator principal: a partilha do continente pelos impérios europeus. A Conferência de Berlim, entre 1884 e 1885, teria criado fronteiras artificiais “sem respeitar a antiga organização tribal e a distribuição geográfica das etnias no continente”, como diz um exame de vestibular. Essas fronteiras acabariam acotovelando no mesmo território diversas nações e grupos étnicos, fazendo o caos imperar na África. Quem não concordar com isso não passa no vestibular. No Enem de 2005, uma das respostas corretas para uma pergunta sobre as principais causas dos problemas do continente era: “as fronteiras artificiais(a), criadas no contexto do colonialismo, após os processos de independência, fizeram da África um continente marcado por guerras civis, golpes de estado e conflitos étnicos e religiosos”.

Esse raciocínio(c) é o cerne da teoria externalista, que atribui todos os problemas da África a causas externas. Além de empastelar fronteiras(c), os países europeus teriam sabotado o continente ao saquear suas riquezas, como marfim, diamante e ouro. Um dos primeiros livros a criar essa culpa coletiva foi Imperialismo: um Estudo, escrito pelo inglês J. A. Hobson em 1902. Com um pé no antissemitismo, o autor retrata o imperialismo europeu como uma grande conspiração de banqueiros judeus como os Rothschild, além de investidores e fabricantes de armas a quem interessava manter os africanos(b) na miséria. Ainda hoje essa tese é repetida, sem o toque antissemita. O diplomata Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU, disse durante um discurso que “os recursos minerais da África, em vez de serem explorados em benefício do povo, têm sido tão mal- administrados e saqueados que agora são a fonte de nossa miséria”.

[...] É incrível(d) que uma teoria tão frágil e generalista(d) tenha durado tanto – provavelmente isso acontece porque ela serve para alimentar a condescendência de quem toma os africanos como “bons selvagens” e tenta isentá-los de qualquer responsabilidade por seus problemas. Na África, o costume de atribuir a miséria e as guerras aos europeus já está obsoleto – e isso há algumas décadas. “No começo dos anos 80, os africanos(b) estavam fartos da ladainha do colonialismo/imperialismo e da recusa de seus líderes a assumir a culpa por seu próprio fracasso”, escreveu o economista George Ayittey, de Gana.

NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do mundo. São Paulo: Leya, 2013, p. 277, 278 e 280.

Em qual opção os dois termos exercem a mesma função morfossintática?

 

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2362653 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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O ENEM E A ÁFRICA

Não há livro didático, prova de vestibular ou resposta correta do Enem que não atribua a miséria e os conflitos internos da África a um fator principal: a partilha do continente pelos impérios europeus. A Conferência de Berlim, entre 1884 e 1885, teria criado fronteiras artificiais “sem respeitar a antiga organização tribal e a distribuição geográfica das etnias no continente”, como diz um exame de vestibular. Essas fronteiras acabariam acotovelando no mesmo território diversas nações e grupos étnicos, fazendo o caos imperar na África. Quem não concordar com isso não passa no vestibular. No Enem de 2005, uma das respostas corretas para uma pergunta sobre as principais causas dos problemas do continente era: “as fronteiras artificiais, criadas no contexto do colonialismo, após os processos de independência, fizeram da África um continente marcado por guerras civis, golpes de estado e conflitos étnicos e religiosos”.

Esse raciocínio é o cerne da teoria externalista, que atribui todos os problemas da África a causas externas. Além de empastelar fronteiras, os países europeus teriam sabotado o continente ao saquear suas riquezas, como marfim, diamante e ouro. Um dos primeiros livros a criar essa culpa coletiva foi Imperialismo: um Estudo, escrito pelo inglês J. A. Hobson em 1902. Com um pé no antissemitismo, o autor retrata o imperialismo europeu como uma grande conspiração de banqueiros judeus como os Rothschild, além de investidores e fabricantes de armas a quem interessava manter os africanos na miséria. Ainda hoje essa tese é repetida, sem o toque antissemita. O diplomata Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU, disse durante um discurso que “os recursos minerais da África, em vez de serem explorados em benefício do povo, têm sido tão mal-administrados e saqueados que agora são a fonte de nossa miséria”.

[...] É incrível que uma teoria tão frágil e generalista tenha durado tanto – provavelmente isso acontece porque ela serve para alimentar a condescendência de quem toma os africanos como “bons selvagens” e tenta isentá-los de qualquer responsabilidade por seus problemas. Na África, o costume de atribuir a miséria e as guerras aos europeus já está obsoleto – e isso há algumas décadas. “No começo dos anos 80, os africanos estavam fartos da ladainha do colonialismo/imperialismo e da recusa de seus líderes a assumir a culpa por seu próprio fracasso”, escreveu o economista George Ayittey, de Gana.

NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do mundo. São Paulo: Leya, 2013, p. 277, 278 e 280.

O autor empregou os verbos criar [“teria criado”] e sabotar [“teriam sabotado”] no futuro do pretérito composto do indicativo, com o intuito de:

 

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2362652 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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O ENEM E A ÁFRICA

Não há livro didático, prova de vestibular ou resposta correta do Enem que não atribua a miséria e os conflitos internos da África a um fator principal: a partilha do continente pelos impérios europeus. A Conferência de Berlim, entre 1884 e 1885, teria criado fronteiras artificiais “sem respeitar a antiga organização tribal e a distribuição geográfica das etnias no continente”, como diz um exame de vestibular. Essas fronteiras acabariam acotovelando no mesmo território diversas nações e grupos étnicos, fazendo o caos imperar na África. Quem não concordar com isso não passa no vestibular. No Enem de 2005, uma das respostas corretas para uma pergunta sobre as principais causas dos problemas do continente era: “as fronteiras artificiais, criadas no contexto do colonialismo, após os processos de independência, fizeram da África um continente marcado por guerras civis, golpes de estado e conflitos étnicos e religiosos”.

Esse raciocínio é o cerne da teoria externalista, que atribui todos os problemas da África a causas externas. Além de empastelar fronteiras, os países europeus teriam sabotado o continente ao saquear suas riquezas, como marfim, diamante e ouro. Um dos primeiros livros a criar essa culpa coletiva foi Imperialismo: um Estudo, escrito pelo inglês J. A. Hobson em 1902. Com um pé no antissemitismo, o autor retrata o imperialismo europeu como uma grande conspiração de banqueiros judeus como os Rothschild, além de investidores e fabricantes de armas a quem interessava manter os africanos na miséria. Ainda hoje essa tese é repetida, sem o toque antissemita. O diplomata Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU, disse durante um discurso que “os recursos minerais da África, em vez de serem explorados em benefício do povo, têm sido tão mal-administrados e saqueados que agora são a fonte de nossa miséria”.

[...] É incrível que uma teoria tão frágil e generalista tenha durado tanto – provavelmente isso acontece porque ela serve para alimentar a condescendência de quem toma os africanos como “bons selvagens” e tenta isentá-los de qualquer responsabilidade por seus problemas. Na África, o costume de atribuir a miséria e as guerras aos europeus já está obsoleto – e isso há algumas décadas. “No começo dos anos 80, os africanos estavam fartos da ladainha do colonialismo/imperialismo e da recusa de seus líderes a assumir a culpa por seu próprio fracasso”, escreveu o economista George Ayittey, de Gana.

NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do mundo. São Paulo: Leya, 2013, p. 277, 278 e 280.

De acordo com o conteúdo do texto em estudo, O ENEM E A ÁFRICA, qual asserção corresponde ao teor do aludido texto?

 

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2362651 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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O ENEM E A ÁFRICA

Não há livro didático, prova de vestibular ou resposta correta do Enem que não atribua a miséria e os conflitos internos da África a um fator principal: a partilha do continente pelos impérios europeus. A Conferência de Berlim, entre 1884 e 1885, teria criado fronteiras artificiais “sem respeitar a antiga organização tribal e a distribuição geográfica das etnias no continente”, como diz um exame de vestibular. Essas fronteiras acabariam acotovelando no mesmo território diversas nações e grupos étnicos, fazendo o caos imperar na África. Quem não concordar com isso não passa no vestibular. No Enem de 2005, uma das respostas corretas para uma pergunta sobre as principais causas dos problemas do continente era: “as fronteiras artificiais, criadas no contexto do colonialismo, após os processos de independência, fizeram da África um continente marcado por guerras civis, golpes de estado e conflitos étnicos e religiosos”.

Esse raciocínio é o cerne da teoria externalista, que atribui todos os problemas da África a causas externas. Além de empastelar fronteiras, os países europeus teriam sabotado o continente ao saquear suas riquezas, como marfim, diamante e ouro. Um dos primeiros livros a criar essa culpa coletiva foi Imperialismo: um Estudo, escrito pelo inglês J. A. Hobson em 1902. Com um pé no antissemitismo, o autor retrata o imperialismo europeu como uma grande conspiração de banqueiros judeus como os Rothschild, além de investidores e fabricantes de armas a quem interessava manter os africanos na miséria. Ainda hoje essa tese é repetida, sem o toque antissemita. O diplomata Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU, disse durante um discurso que “os recursos minerais da África, em vez de serem explorados em benefício do povo, têm sido tão mal-administrados e saqueados que agora são a fonte de nossa miséria”.

[...] É incrível que uma teoria tão frágil e generalista tenha durado tanto – provavelmente isso acontece porque ela serve para alimentar a condescendência de quem toma os africanos como “bons selvagens” e tenta isentá-los de qualquer responsabilidade por seus problemas. Na África, o costume de atribuir a miséria e as guerras aos europeus já está obsoleto – e isso há algumas décadas. “No começo dos anos 80, os africanos estavam fartos da ladainha do colonialismo/imperialismo e da recusa de seus líderes a assumir a culpa por seu próprio fracasso”, escreveu o economista George Ayittey, de Gana.

NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do mundo. São Paulo: Leya, 2013, p. 277, 278 e 280.

O texto em análise – O ENEM E A ÁFRICA – enquadra-se na tipologia de base dissertativo-argumentativa. Assinale a alternativa que NÃO constitui uma característica dessa tipologia textual.

 

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2362650 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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O ENEM E A ÁFRICA

Não há livro didático, prova de vestibular ou resposta correta do Enem que não atribua a miséria e os conflitos internos da África a um fator principal: a partilha do continente pelos impérios europeus. A Conferência de Berlim, entre 1884 e 1885, teria criado fronteiras artificiais “sem respeitar a antiga organização tribal e a distribuição geográfica das etnias no continente”, como diz um exame de vestibular. Essas fronteiras acabariam acotovelando no mesmo território diversas nações e grupos étnicos, fazendo o caos imperar na África. Quem não concordar com isso não passa no vestibular. No Enem de 2005, uma das respostas corretas para uma pergunta sobre as principais causas dos problemas do continente era: “as fronteiras artificiais, criadas no contexto do colonialismo, após os processos de independência, fizeram da África um continente marcado por guerras civis, golpes de estado e conflitos étnicos e religiosos”.

Esse raciocínio é o cerne da teoria externalista, que atribui todos os problemas da África a causas externas. Além de empastelar fronteiras, os países europeus teriam sabotado o continente ao saquear suas riquezas, como marfim, diamante e ouro. Um dos primeiros livros a criar essa culpa coletiva foi Imperialismo: um Estudo, escrito pelo inglês J. A. Hobson em 1902. Com um pé no antissemitismo, o autor retrata o imperialismo europeu como uma grande conspiração de banqueiros judeus como os Rothschild, além de investidores e fabricantes de armas a quem interessava manter os africanos na miséria. Ainda hoje essa tese é repetida, sem o toque antissemita. O diplomata Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU, disse durante um discurso que “os recursos minerais da África, em vez de serem explorados em benefício do povo, têm sido tão mal-administrados e saqueados que agora são a fonte de nossa miséria”.

[...] É incrível que uma teoria tão frágil e generalista tenha durado tanto – provavelmente isso acontece porque ela serve para alimentar a condescendência de quem toma os africanos como “bons selvagens” e tenta isentá-los de qualquer responsabilidade por seus problemas. Na África, o costume de atribuir a miséria e as guerras aos europeus já está obsoleto – e isso há algumas décadas. “No começo dos anos 80, os africanos estavam fartos da ladainha do colonialismo/imperialismo e da recusa de seus líderes a assumir a culpa por seu próprio fracasso”, escreveu o economista George Ayittey, de Gana.

NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do mundo. São Paulo: Leya, 2013, p. 277, 278 e 280.

Em “a fonte de nossa miséria", um trecho da citação de Kofi Annan, compatriota de George Ayittey, o pronome possessivo é um elemento anafórico. Em tal condição, esse termo retoma:

 

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2362649 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
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Não há livro didático, prova de vestibular ou resposta correta do Enem que não atribua a miséria e os conflitos internos da África a um fator principal: a partilha do continente pelos impérios europeus. A Conferência de Berlim, entre 1884 e 1885, teria criado fronteiras artificiais “sem respeitar a antiga organização tribal e a distribuição geográfica das etnias no continente”, como diz um exame de vestibular. Essas fronteiras acabariam acotovelando no mesmo território diversas nações e grupos étnicos, fazendo o caos imperar na África. Quem não concordar com isso não passa no vestibular. No Enem de 2005, uma das respostas corretas para uma pergunta sobre as principais causas dos problemas do continente era: “as fronteiras artificiais, criadas no contexto do colonialismo, após os processos de independência, fizeram da África um continente marcado por guerras civis, golpes de estado e conflitos étnicos e religiosos”.

Esse raciocínio é o cerne da teoria externalista, que atribui todos os problemas da África a causas externas. Além de empastelar fronteiras, os países europeus teriam sabotado o continente ao saquear suas riquezas, como marfim, diamante e ouro. Um dos primeiros livros a criar essa culpa coletiva foi Imperialismo: um Estudo, escrito pelo inglês J. A. Hobson em 1902. Com um pé no antissemitismo, o autor retrata o imperialismo europeu como uma grande conspiração de banqueiros judeus como os Rothschild, além de investidores e fabricantes de armas a quem interessava manter os africanos na miséria. Ainda hoje essa tese é repetida, sem o toque antissemita. O diplomata Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU, disse durante um discurso que “os recursos minerais da África, em vez de serem explorados em benefício do povo, têm sido tão mal-administrados e saqueados que agora são a fonte de nossa miséria”.

[...] É incrível que uma teoria tão frágil e generalista tenha durado tanto – provavelmente isso acontece porque ela serve para alimentar a condescendência de quem toma os africanos como “bons selvagens” e tenta isentá-los de qualquer responsabilidade por seus problemas. Na África, o costume de atribuir a miséria e as guerras aos europeus já está obsoleto – e isso há algumas décadas. “No começo dos anos 80, os africanos estavam fartos da ladainha do colonialismo/imperialismo e da recusa de seus líderes a assumir a culpa por seu próprio fracasso”, escreveu o economista George Ayittey, de Gana.

NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do mundo. São Paulo: Leya, 2013, p. 277, 278 e 280.

Com base nas regras atinentes à ortografia oficial, ao se transformar os dois adjetivos deste grupo nominal “conflitos étnicos e religiosos” em um adjetivo composto, obtém-se qual reescritura?

 

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2362648 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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O ENEM E A ÁFRICA

Não há livro didático, prova de vestibular ou resposta correta do Enem que não atribua a miséria e os conflitos internos da África a um fator principal: a partilha do continente pelos impérios europeus. A Conferência de Berlim, entre 1884 e 1885, teria criado fronteiras artificiais “sem respeitar a antiga organização tribal e a distribuição geográfica das etnias no continente”, como diz um exame de vestibular. Essas fronteiras acabariam acotovelando no mesmo território diversas nações e grupos étnicos, fazendo o caos imperar na África. Quem não concordar com isso não passa no vestibular. No Enem de 2005, uma das respostas corretas para uma pergunta sobre as principais causas dos problemas do continente era: “as fronteiras artificiais, criadas no contexto do colonialismo, após os processos de independência, fizeram da África um continente marcado por guerras civis, golpes de estado e conflitos étnicos e religiosos”.

Esse raciocínio é o cerne da teoria externalista, que atribui todos os problemas da África a causas externas. Além de empastelar fronteiras, os países europeus teriam sabotado o continente ao saquear suas riquezas, como marfim, diamante e ouro. Um dos primeiros livros a criar essa culpa coletiva foi Imperialismo: um Estudo, escrito pelo inglês J. A. Hobson em 1902. Com um pé no antissemitismo, o autor retrata o imperialismo europeu como uma grande conspiração de banqueiros judeus como os Rothschild, além de investidores e fabricantes de armas a quem interessava manter os africanos na miséria. Ainda hoje essa tese é repetida, sem o toque antissemita. O diplomata Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU, disse durante um discurso que “os recursos minerais da África, em vez de serem explorados em benefício do povo, têm sido tão mal-administrados e saqueados que agora são a fonte de nossa miséria”.

[...] É incrível que uma teoria tão frágil e generalista tenha durado tanto – provavelmente isso acontece porque ela serve para alimentar a condescendência de quem toma os africanos como “bons selvagens” e tenta isentá-los de qualquer responsabilidade por seus problemas. Na África, o costume de atribuir a miséria e as guerras aos europeus já está obsoleto – e isso há algumas décadas. “No começo dos anos 80, os africanos estavam fartos da ladainha do colonialismo/imperialismo e da recusa de seus líderes a assumir a culpa por seu próprio fracasso”, escreveu o economista George Ayittey, de Gana.

NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do mundo. São Paulo: Leya, 2013, p. 277, 278 e 280.

No tocante aos mecanismos de coesão textual, considerando-se este excerto “fizeram da África um continente marcado por guerras civis”, é correto afirmar que:

 

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2014243 Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Sobre a morte e o processo de morrer, é FALSO afirmar:

 

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1985817 Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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De acordo com a Resolução do COFEN nº 358/2009, o seu art. 1º diz: o Processo de Enfermagem deve ser realizado, de modo deliberado e sistemático, em todos os ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem. De acordo com essa informação e resolução descrita, é correto afirmar que:

 

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1985816 Ano: 2020
Disciplina: Enfermagem
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Os modelos de assistência no Brasil se destacaram com a atuação de Wanda de Aguiar Horta com a difusão da teoria das Necessidades Humanas Básicas, de Maslow, e, a partir daí, operacionalizou o Processo de Enfermagem. Em constante atualização, o Comitê de Desenvolvimento de Diagnósticos da NANDA-I aprovou novos diagnósticos (2018-2020). Marque a alternativa que contém novos diagnósticos.

 

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