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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
No tocante à Responsabilidade civil do Município de Fortaleza, é CORRETO afirmar que:
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
À luz das prescrições estabelecidas pela Lei nº 9.784, de 1999, nos processos administrativos serão observados, dentre outros, os critérios de:
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
No atinente à intervenção nos Municípios, assinale a opção CORRETA.
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Assinale a assertiva correta de acordo com a Lei Orgânica da Procuradoria do Município de Fortaleza, inserindo-se na competência da aludida instituição.
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
A respeito dos direitos e deveres individuais e coletivos, assinale a opção CORRETA.
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
No concernente às competências constitucionais dos Municípios, assinale o item CORRETO.
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
No tocante ao quesito classificação das Constituições; quanto à origem, a doutrina classifica as Constituições em promulgadas e outorgadas. As promulgadas derivam dos trabalhos de uma Assembleia Nacional Constituinte composta de representantes do povo, eleitos com a finalidade de sua elaboração; ao passo que as outorgadas são elaboradas e estabelecidas sem a participação popular, por intermédio da imposição do poder da época.
Assinale a opção CORRETA no que concerne às Constituições brasileiras classificadas como promulgadas.
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O ENEM E A ÁFRICA
Não há livro didático, prova de vestibular ou resposta correta do Enem que não atribua a miséria e os conflitos internos da África a um fator principal: a partilha do continente pelos impérios europeus. A Conferência de Berlim, entre 1884 e 1885, teria criado fronteiras artificiais “sem respeitar a antiga organização tribal e a distribuição geográfica das etnias no continente”, como diz um exame de vestibular. Essas fronteiras acabariam acotovelando no mesmo território diversas nações e grupos étnicos, fazendo o caos imperar na África. Quem não concordar com isso não passa no vestibular. No Enem de 2005, uma das respostas corretas para uma pergunta sobre as principais causas dos problemas do continente era: “as fronteiras artificiais, criadas no contexto do colonialismo, após os processos de independência, fizeram da África um continente marcado por guerras civis, golpes de estado e conflitos étnicos e religiosos”.
Esse raciocínio é o cerne da teoria externalista, que atribui todos os problemas da África a causas externas. Além de empastelar fronteiras, os países europeus teriam sabotado o continente ao saquear suas riquezas, como marfim, diamante e ouro. Um dos primeiros livros a criar essa culpa coletiva foi Imperialismo: um Estudo, escrito pelo inglês J. A. Hobson em 1902. Com um pé no antissemitismo, o autor retrata o imperialismo europeu como uma grande conspiração de banqueiros judeus como os Rothschild, além de investidores e fabricantes de armas a quem interessava manter os africanos na miséria. Ainda hoje essa tese é repetida, sem o toque antissemita. O diplomata Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU, disse durante um discurso que “os recursos minerais da África, em vez de serem explorados em benefício do povo, têm sido tão mal-administrados e saqueados que agora são a fonte de nossa miséria”.
[...] É incrível que uma teoria tão frágil e generalista tenha durado tanto – provavelmente isso acontece porque ela serve para alimentar a condescendência de quem toma os africanos como “bons selvagens” e tenta isentá-los de qualquer responsabilidade por seus problemas. Na África, o costume de atribuir a miséria e as guerras aos europeus já está obsoleto – e isso há algumas décadas. “No começo dos anos 80, os africanos estavam fartos da ladainha do colonialismo/imperialismo e da recusa de seus líderes a assumir a culpa por seu próprio fracasso”, escreveu o economista George Ayittey, de Gana.
NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do mundo. São Paulo: Leya, 2013, p. 277, 278 e 280.
A partir do processo de verbalização, o termo “a partilha do continente pelos impérios europeus” pode ser transformado em um período simples. Qual período constitui tal transformação, reescritura, mantendo-se o mesmo significado do sintagma nominal?
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O ENEM E A ÁFRICA
Não há livro didático, prova de vestibular ou resposta correta do Enem que não atribua a miséria e os conflitos internos da África a um fator principal(a): a partilha do continente pelos impérios europeus. A Conferência de Berlim, entre 1884 e 1885, teria criado fronteiras artificiais “sem respeitar a antiga organização tribal e a distribuição geográfica das etnias no continente”, como diz um exame de vestibular. Essas fronteiras acabariam acotovelando no mesmo território diversas nações e grupos étnicos, fazendo o caos imperar na África. Quem não concordar com isso não passa no vestibular. No Enem de 2005, uma das respostas corretas para uma pergunta sobre as principais causas dos problemas do continente era: “as fronteiras artificiais, criadas no contexto do colonialismo, após os processos de independência, fizeram da África um continente marcado por guerras civis, golpes de estado e conflitos étnicos e religiosos”.
Esse raciocínio é o cerne da teoria externalista, que atribui todos os problemas da África a causas externas(b). Além de empastelar fronteiras, os países europeus teriam sabotado o continente ao saquear suas riquezas, como marfim, diamante e ouro. Um dos primeiros livros a criar essa culpa coletiva(d) foi Imperialismo: um Estudo, escrito pelo inglês J. A. Hobson em 1902. Com um pé no antissemitismo, o autor retrata o imperialismo europeu como uma grande conspiração de banqueiros judeus como os Rothschild, além de investidores e fabricantes de armas a quem interessava manter os africanos na miséria(c). Ainda hoje essa tese é repetida, sem o toque antissemita. O diplomata Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU, disse durante um discurso que “os recursos minerais da África, em vez de serem explorados em benefício do povo, têm sido tão mal-administrados e saqueados que agora são a fonte de nossa miséria”.
[...] É incrível que uma teoria tão frágil e generalista tenha durado tanto – provavelmente isso acontece porque ela serve para alimentar a condescendência de quem toma os africanos como “bons selvagens” e tenta isentá-los de qualquer responsabilidade por seus problemas. Na África, o costume de atribuir a miséria e as guerras aos europeus já está obsoleto – e isso há algumas décadas. “No começo dos anos 80, os africanos estavam fartos da ladainha do colonialismo/imperialismo e da recusa de seus líderes a assumir a culpa por seu próprio fracasso”, escreveu o economista George Ayittey, de Gana.
NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do mundo. São Paulo: Leya, 2013, p. 277, 278 e 280.
Assinale a alternativa em que a flexão de número é fator impeditivo para o emprego do sinal indicativo de crase.
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O ENEM E A ÁFRICA
Não há livro didático, prova de vestibular ou resposta correta do Enem que não atribua a miséria e os conflitos internos da África a um fator principal: a partilha do continente pelos impérios europeus. A Conferência de Berlim, entre 1884 e 1885, teria criado fronteiras artificiais “sem respeitar a antiga organização tribal e a distribuição geográfica das etnias no continente”, como diz um exame de vestibular. Essas fronteiras acabariam acotovelando no mesmo território diversas nações e grupos étnicos, fazendo o caos imperar na África. Quem não concordar com isso não passa no vestibular. No Enem de 2005, uma das respostas corretas para uma pergunta sobre as principais causas dos problemas do continente era: “as fronteiras artificiais, criadas no contexto do colonialismo, após os processos de independência, fizeram da África um continente marcado por guerras civis, golpes de estado e conflitos étnicos e religiosos”.
Esse raciocínio é o cerne da teoria externalista, que atribui todos os problemas da África a causas externas. Além de empastelar fronteiras, os países europeus teriam sabotado o continente ao saquear suas riquezas, como marfim, diamante e ouro. Um dos primeiros livros a criar essa culpa coletiva foi Imperialismo: um Estudo, escrito pelo inglês J. A. Hobson em 1902. Com um pé no antissemitismo, o autor retrata o imperialismo europeu como uma grande conspiração de banqueiros judeus como os Rothschild, além de investidores e fabricantes de armas a quem interessava manter os africanos na miséria. Ainda hoje essa tese é repetida, sem o toque antissemita. O diplomata Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU, disse durante um discurso que “os recursos minerais da África, em vez de serem explorados em benefício do povo, têm sido tão mal-administrados e saqueados que agora são a fonte de nossa miséria”.
[...] É incrível que uma teoria tão frágil e generalista tenha durado tanto – provavelmente isso acontece porque ela serve para alimentar a condescendência de quem toma os africanos como “bons selvagens” e tenta isentá-los de qualquer responsabilidade por seus problemas. Na África, o costume de atribuir a miséria e as guerras aos europeus já está obsoleto – e isso há algumas décadas. “No começo dos anos 80, os africanos estavam fartos da ladainha do colonialismo/imperialismo e da recusa de seus líderes a assumir a culpa por seu próprio fracasso”, escreveu o economista George Ayittey, de Gana.
NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do mundo. São Paulo: Leya, 2013, p. 277, 278 e 280.
O emprego da vírgula na linha 09 deve-se ao fato de:
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