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2746594 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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A cigarra e a formiga

I – A FORMIGA BOA

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.

[...]

II - A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bom tempo?

– Eu… eu cantava!

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.

Ao se analisar o teor deste fragmento do texto “Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste”, chega-se à correta conclusão de que:

 

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2746593 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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A cigarra e a formiga

I – A FORMIGA BOA

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.

[...]

II - A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bom tempo?

– Eu… eu cantava!

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.

Entre as alternativas abaixo, assinale aquela que NÃO constitui uma das características do texto fabular.

 

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2746592 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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A cigarra e a formiga

I – A FORMIGA BOA

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.

[...]

II - A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bom tempo?

– Eu… eu cantava!

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.

No tocante à sequência temporal progressiva referente à parte II – A FORMIGA MÁ, qual é a alternativa que apresenta, corretamente, tal sequência?

 

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2746591 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
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A cigarra e a formiga

I – A FORMIGA BOA

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.

[...]

II - A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bom tempo?

– Eu… eu cantava!

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.

O trecho “mas a formiga era uma usurária sem entranhas” pode ser reescrito, mantendo-se o mesmo valor semântico, de que forma?

 

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2746590 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
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A cigarra e a formiga

I – A FORMIGA BOA

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.

[...]

II - A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga máC) que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno invernoA), quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formigaD) e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bom tempo?B)

– Eu… eu cantava!

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.

Aponte a oração na qual se observa um exemplo de elipse.

 

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2746589 Ano: 2023
Disciplina: Português
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A cigarra e a formiga

I – A FORMIGA BOA

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.

[...]

II - A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bom tempo?

– Eu… eu cantava!

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.

A palavra sublinhada em “Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro” é exemplo de referência coesiva, ou seja, trata-se de um merônimo, o qual representa:

 

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2746588 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
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A cigarra e a formiga

I – A FORMIGA BOA

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.

[...]

II - A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bom tempo?

– Eu… eu cantava!

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.

O texto em análise se classifica como uma fábula, consequentemente nela predominam:

 

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2746587 Ano: 2023
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A cigarra e a formiga

I – A FORMIGA BOA

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.

[...]

II - A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bom tempo?

– Eu… eu cantava!

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.

No trecho “Já houve, entretanto, uma formiga má”, mediante o termo em destaque, estabelece-se:

 

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2746586 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
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A cigarra e a formiga

I – A FORMIGA BOA

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.

[...]

II - A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bom tempo?

– Eu… eu cantava!

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.

Em referência à moral dessa fábula, assinale a afirmativa INCORRETA.

 

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A cigarra e a formiga

I – A FORMIGA BOA

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.

[...]

II - A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bom tempo?

– Eu… eu cantava!

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.

Com base neste fragmento do texto “mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas”, é correto afirmar que:

 

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