Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

2746604 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Provas:

O gestor de uma escola precisa definir os professores de cada turma em cada horário, para realização de atividades extracurriculares num sábado à tarde. Resta fazer o planejamento de 6 turmas. Cada turma terá exatamente 3 aulas de uma hora, de tópicos distintos, sendo uma de artes, uma de música e uma de informática. Ana e Bruno são professores de artes, Carla e Daniel, de música, e Evandro e Francisco, de informática. O gestor começou a montar a seguinte tabela:

Turma 1 Turma 2 Turma 3 Turma 4 Turma 5

Turma 6

14h às 15h

Ana Carla Francisco Bruno Evandro

15h às 16h

Carla Evandro Ana

Francisco

16h às 17h

Francisco

Carla

Qual professor precisa ministrar a aula da Turma 6 no horário de 16h as 17h?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2746603 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Provas:

Na lógica, os símbolos ¬ ,∧,∨ representam, respectivamente os operadores de negação, conjunção e disjunção. Uma conjunção entre duas variáveis é verdadeira se, e só se, ambas as variáveis são verdadeiras. E uma disjunção entre duas variáveis é verdadeira se, e só se, pelo menos uma delas é verdadeira. Sejam P, Q e R variáveis lógicas às quais foram atribuídos os valores Verdadeiro, Falso e Verdadeiro, respectivamente. Seja ainda: U=(P∧Q)∨R e V=¬((P∨¬ Q)∧R). Os valores verdade de U e V, respectivamente, são:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2746602 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Provas:

Maria vai à feira toda semana e sempre compra cenouras e ovos. Na primeira semana Maria comprou 2 cenouras e 6 ovos. Em cada uma das demais semanas ela tomou uma decisão bastante peculiar: comprar ovos em quantidade igual a duas vezes a quantidade de cenouras da semana (imediatamente) anterior; e comprar uma quantidade de cenouras igual a 2 unidades a menos que a quantidade de ovos da semana (imediatamente) anterior. Quantos ovos Maria comprou na décima quarta semana?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2746601 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Provas:

Quatro amigos matemáticos estão em uma mesa de bar: Ana, Bruno, Carla e Daniel. Cada um escreveu em um papel um número inteiro entre 100 e 999. Ana viu os quatro números e observou que a soma de todos eles é 779. Bruno não viu o número no papel de Ana, mas observou que soma dos outros três números é 657. Carla ficou intrigada ao perceber que o seu número é obtido lendo o número de Ana de trás para frente. Qual a soma dos números de Bruno e Daniel?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2746600 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Provas:

Qual das seguintes equações algébricas é verdadeira para todos os números reais x e y.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2746599 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Provas:

A cigarra e a formiga

I – A FORMIGA BOA

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.

[...]

II - A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bom tempo?

– Eu… eu cantava!

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.

No subtítulo I e no subtítulo II , observa-se, entre tais subtítulos, a relação semântica com base na:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2746598 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Provas:

A cigarra e a formiga

I – A FORMIGA BOA

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.

[...]

II - A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bom tempo?

– Eu… eu cantava!

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.

A palavra cigarra apresenta vários significados, ou seja, trata-se de um termo polissêmico. Então, marque, entre as acepções abaixo, extraídas de Houaiss (2009), aquela que essa palavra apresenta no texto em estudo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2746597 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Provas:

A cigarra e a formiga

I – A FORMIGA BOA

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.

[...]

II - A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bom tempo?

– Eu… eu cantava!

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.

Com base no texto em análise, em qual opção os três termos fazem parte do mesmo campo semântico?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2746596 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Provas:

A cigarra e a formiga

I – A FORMIGA BOA

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.

[...]

II - A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bom tempo?

– Eu… eu cantava!

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.

O autor, ao utilizar esta estrutura parentética “(emprestado, notem!)”

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2746595 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Provas:

A cigarra e a formiga

I – A FORMIGA BOA

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.

[...]

II - A FORMIGA MÁ

Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.

Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.

A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.

Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.

– Que fazia você durante o bom tempo?

– Eu… eu cantava!

– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.

Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?

Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.

MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.

Considerando as palavras “animais”, “cigarra” e “formigas”, é correto afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas