Foram encontradas 50 questões.
O gestor de uma escola precisa definir os professores de cada turma em cada horário, para realização de atividades extracurriculares num sábado à tarde. Resta fazer o planejamento de 6 turmas. Cada turma terá exatamente 3 aulas de uma hora, de tópicos distintos, sendo uma de artes, uma de música e uma de informática. Ana e Bruno são professores de artes, Carla e Daniel, de música, e Evandro e Francisco, de informática. O gestor começou a montar a seguinte tabela:
| Turma 1 | Turma 2 | Turma 3 | Turma 4 | Turma 5 | Turma 6 | |
| 14h às 15h | Ana | Carla | Francisco | Bruno | Evandro | |
| 15h às 16h | Carla | Evandro | Ana | Francisco | ||
| 16h às 17h | Francisco | Carla |
Qual professor precisa ministrar a aula da Turma 6 no horário de 16h as 17h?
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Na lógica, os símbolos ¬ ,∧,∨ representam, respectivamente os operadores de negação, conjunção e disjunção. Uma conjunção entre duas variáveis é verdadeira se, e só se, ambas as variáveis são verdadeiras. E uma disjunção entre duas variáveis é verdadeira se, e só se, pelo menos uma delas é verdadeira. Sejam P, Q e R variáveis lógicas às quais foram atribuídos os valores Verdadeiro, Falso e Verdadeiro, respectivamente. Seja ainda: U=(P∧Q)∨R e V=¬((P∨¬ Q)∧R). Os valores verdade de U e V, respectivamente, são:
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Maria vai à feira toda semana e sempre compra cenouras e ovos. Na primeira semana Maria comprou 2 cenouras e 6 ovos. Em cada uma das demais semanas ela tomou uma decisão bastante peculiar: comprar ovos em quantidade igual a duas vezes a quantidade de cenouras da semana (imediatamente) anterior; e comprar uma quantidade de cenouras igual a 2 unidades a menos que a quantidade de ovos da semana (imediatamente) anterior. Quantos ovos Maria comprou na décima quarta semana?
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Quatro amigos matemáticos estão em uma mesa de bar: Ana, Bruno, Carla e Daniel. Cada um escreveu em um papel um número inteiro entre 100 e 999. Ana viu os quatro números e observou que a soma de todos eles é 779. Bruno não viu o número no papel de Ana, mas observou que soma dos outros três números é 657. Carla ficou intrigada ao perceber que o seu número é obtido lendo o número de Ana de trás para frente. Qual a soma dos números de Bruno e Daniel?
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Qual das seguintes equações algébricas é verdadeira para todos os números reais x e y.
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A cigarra e a formiga
I – A FORMIGA BOA
Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.
[...]
II - A FORMIGA MÁ
Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.
Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.
A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.
Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.
– Que fazia você durante o bom tempo?
– Eu… eu cantava!
– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.
Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?
Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.
MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.
No subtítulo I e no subtítulo II , observa-se, entre tais subtítulos, a relação semântica com base na:
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A cigarra e a formiga
I – A FORMIGA BOA
Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.
[...]
II - A FORMIGA MÁ
Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.
Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.
A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.
Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.
– Que fazia você durante o bom tempo?
– Eu… eu cantava!
– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.
Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?
Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.
MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.
A palavra cigarra apresenta vários significados, ou seja, trata-se de um termo polissêmico. Então, marque, entre as acepções abaixo, extraídas de Houaiss (2009), aquela que essa palavra apresenta no texto em estudo:
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A cigarra e a formiga
I – A FORMIGA BOA
Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.
[...]
II - A FORMIGA MÁ
Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.
Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.
A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.
Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.
– Que fazia você durante o bom tempo?
– Eu… eu cantava!
– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.
Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?
Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.
MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.
Com base no texto em análise, em qual opção os três termos fazem parte do mesmo campo semântico?
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A cigarra e a formiga
I – A FORMIGA BOA
Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.
[...]
II - A FORMIGA MÁ
Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.
Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.
A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.
Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.
– Que fazia você durante o bom tempo?
– Eu… eu cantava!
– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.
Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?
Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.
MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.
O autor, ao utilizar esta estrutura parentética “(emprestado, notem!)”
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A cigarra e a formiga
I – A FORMIGA BOA
Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento, então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas, mas o bom tempo afinal passou, e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém. Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.
[...]
II - A FORMIGA MÁ
Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e, com dureza, a repeliu de sua porta.
Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.
A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro, e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde se abrigar nem folhinha que comesse.
Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou (emprestado, notem!) uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse, mas a formiga era uma usurária sem entranhas, além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.
– Que fazia você durante o bom tempo?
– Eu… eu cantava!
– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz.
Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; quando voltou a primavera, o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga, mas, se a usurária morresse, quem daria pela falta dela?
Moral: Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.
MONTEIRO, Lobato. In MARÇAL, I. A. T. (coord.). Antologia escolar. v. 1. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 181-183.
Considerando as palavras “animais”, “cigarra” e “formigas”, é correto afirmar que:
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