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Foram encontradas 417 questões.

2824626 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
Após dois anos letivos comprometidos pela pandemia de covid-19, as escolas brasileiras começaram 2022 com o desafio de recuperar o tempo perdido. Como já se esperava, não está sendo fácil. A questão, portanto, é o que fazer para acelerar a recuperação da aprendizagem e evitar que a formação escolar da atual geração de estudantes fique comprometida.
Por óbvio, não existe resposta simples a essa pergunta. Mas é evidente que não basta repetir a fórmula dos anos anteriores à pandemia, até porque, como se sabe, a educação brasileira convive com problemas históricos que se agravaram com a suspensão das aulas presenciais em 2020 e 2021. O deficit de aprendizagem é exemplo disso: antes da pandemia, a maioria dos alunos já não aprendia os conteúdos previstos. O que era grave ficou ainda pior.
A recuperação da aprendizagem requer agora um esforço muito maior, na medida em que as escolas deverão não apenas preencher as lacunas do ensino remoto e abrir horizontes para novas aprendizagens, mas fazer isso com mais qualidade do que no passado – e partindo de uma realidade abalada pela pandemia. No atual cenário, a tarefa fica ainda mais pesada.
Eis o tamanho do desafio enfrentado diariamente nos milhares de estabelecimentos de ensino do País. Nesse contexto, fica evidente o descompasso entre a dimensão e a urgência do que precisa ser feito, considerando a relevância da educação para o desenvolvimento nacional e o insuficiente debate público sobre o tema na atual campanha eleitoral. Daí a importância de pesquisas como a realizada pelo Instituto Península: ao dar voz aos professores, o levantamento Retratos da educação pós-pandemia: uma visão dos professores aponta soluções do ponto de vista de quem está dentro das escolas. Fariam bem os gestores das redes de ensino, assim como os candidatos, se prestassem atenção ao que estão dizendo os profissionais da educação.
(O Estado de S.Paulo, 11 de setembro de 2022. Adaptado)
O trecho do texto em que se faz uma recomendação está na alternativa:
 

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2824625 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
Após dois anos letivos comprometidos pela pandemia de covid-19, as escolas brasileiras começaram 2022 com o desafio de recuperar o tempo perdido. Como já se esperava, não está sendo fácil. A questão, portanto, é o que fazer para acelerar a recuperação da aprendizagem e evitar que a formação escolar da atual geração de estudantes fique comprometida.
Por óbvio, não existe resposta simples a essa pergunta. Mas é evidente que não basta repetir a fórmula dos anos anteriores à pandemia, até porque, como se sabe, a educação brasileira convive com problemas históricos que se agravaram com a suspensão das aulas presenciais em 2020 e 2021. O deficit de aprendizagem é exemplo disso: antes da pandemia, a maioria dos alunos já não aprendia os conteúdos previstos. O que era grave ficou ainda pior.
A recuperação da aprendizagem requer agora um esforço muito maior, na medida em que as escolas deverão não apenas preencher as lacunas do ensino remoto e abrir horizontes para novas aprendizagens, mas fazer isso com mais qualidade do que no passado – e partindo de uma realidade abalada pela pandemia. No atual cenário, a tarefa fica ainda mais pesada.
Eis o tamanho do desafio enfrentado diariamente nos milhares de estabelecimentos de ensino do País. Nesse contexto, fica evidente o descompasso entre a dimensão e a urgência do que precisa ser feito, considerando a relevância da educação para o desenvolvimento nacional e o insuficiente debate público sobre o tema na atual campanha eleitoral. Daí a importância de pesquisas como a realizada pelo Instituto Península: ao dar voz aos professores, o levantamento Retratos da educação pós-pandemia: uma visão dos professores aponta soluções do ponto de vista de quem está dentro das escolas. Fariam bem os gestores das redes de ensino, assim como os candidatos, se prestassem atenção ao que estão dizendo os profissionais da educação.
(O Estado de S.Paulo, 11 de setembro de 2022. Adaptado)
Considerando os aspectos de pontuação e de sentido do texto, assinale a alternativa em que se reescreve corretamente a seguinte passagem do texto:
Nesse contexto, fica evidente o descompasso entre a dimensão e a urgência do que precisa ser feito, considerando a relevância da educação para o desenvolvimento nacional e o insuficiente debate público sobre o tema na atual campanha eleitoral.
 

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2824624 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
Após dois anos letivos comprometidos pela pandemia de covid-19, as escolas brasileiras começaram 2022 com o desafio de recuperar o tempo perdido. Como já se esperava, não está sendo fácil. A questão, portanto, é o que fazer para acelerar a recuperação da aprendizagem e evitar que a formação escolar da atual geração de estudantes fique comprometida.
Por óbvio, não existe resposta simples a essa pergunta. Mas é evidente que não basta repetir a fórmula dos anos anteriores à pandemia, até porque, como se sabe, a educação brasileira convive com problemas históricos que se agravaram com a suspensão das aulas presenciais em 2020 e 2021. O deficit de aprendizagem é exemplo disso: antes da pandemia, a maioria dos alunos já não aprendia os conteúdos previstos. O que era grave ficou ainda pior.
A recuperação da aprendizagem requer agora um esforço muito maior, na medida em que as escolas deverão não apenas preencher as lacunas do ensino remoto e abrir horizontes para novas aprendizagens, mas fazer isso com mais qualidade do que no passado – e partindo de uma realidade abalada pela pandemia. No atual cenário, a tarefa fica ainda mais pesada.
Eis o tamanho do desafio enfrentado diariamente nos milhares de estabelecimentos de ensino do País. Nesse contexto, fica evidente o descompasso entre a dimensão e a urgência do que precisa ser feito, considerando a relevância da educação para o desenvolvimento nacional e o insuficiente debate público sobre o tema na atual campanha eleitoral. Daí a importância de pesquisas como a realizada pelo Instituto Península: ao dar voz aos professores, o levantamento Retratos da educação pós-pandemia: uma visão dos professores aponta soluções do ponto de vista de quem está dentro das escolas. Fariam bem os gestores das redes de ensino, assim como os candidatos, se prestassem atenção ao que estão dizendo os profissionais da educação.
(O Estado de S.Paulo, 11 de setembro de 2022. Adaptado)
Com base no conteúdo do texto, é correto afirmar que
 

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2824623 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
Após dois anos letivos comprometidos pela pandemia de covid-19, as escolas brasileiras começaram 2022 com o desafio de recuperar o tempo perdido. Como já se esperava, não está sendo fácil. A questão, portanto, é o que fazer para acelerar a recuperação da aprendizagem e evitar que a formação escolar da atual geração de estudantes fique comprometida.
Por óbvio, não existe resposta simples a essa pergunta. Mas é evidente que não basta repetir a fórmula dos anos anteriores à pandemia, até porque, como se sabe, a educação brasileira convive com problemas históricos que se agravaram com a suspensão das aulas presenciais em 2020 e 2021. O deficit de aprendizagem é exemplo disso: antes da pandemia, a maioria dos alunos já não aprendia os conteúdos previstos. O que era grave ficou ainda pior.
A recuperação da aprendizagem requer agora um esforço muito maior, na medida em que as escolas deverão não apenas preencher as lacunas do ensino remoto e abrir horizontes para novas aprendizagens, mas fazer isso com mais qualidade do que no passado – e partindo de uma realidade abalada pela pandemia. No atual cenário, a tarefa fica ainda mais pesada.
Eis o tamanho do desafio enfrentado diariamente nos milhares de estabelecimentos de ensino do País. Nesse contexto, fica evidente o descompasso entre a dimensão e a urgência do que precisa ser feito, considerando a relevância da educação para o desenvolvimento nacional e o insuficiente debate público sobre o tema na atual campanha eleitoral. Daí a importância de pesquisas como a realizada pelo Instituto Península: ao dar voz aos professores, o levantamento Retratos da educação pós-pandemia: uma visão dos professores aponta soluções do ponto de vista de quem está dentro das escolas. Fariam bem os gestores das redes de ensino, assim como os candidatos, se prestassem atenção ao que estão dizendo os profissionais da educação.
(O Estado de S.Paulo, 11 de setembro de 2022. Adaptado)
De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que as escolas deverão
 

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2824622 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
Após dois anos letivos comprometidos pela pandemia de covid-19, as escolas brasileiras começaram 2022 com o desafio de recuperar o tempo perdido. Como já se esperava, não está sendo fácil. A questão, portanto, é o que fazer para acelerar a recuperação da aprendizagem e evitar que a formação escolar da atual geração de estudantes fique comprometida.
Por óbvio, não existe resposta simples a essa pergunta. Mas é evidente que não basta repetir a fórmula dos anos anteriores à pandemia, até porque, como se sabe, a educação brasileira convive com problemas históricos que se agravaram com a suspensão das aulas presenciais em 2020 e 2021. O deficit de aprendizagem é exemplo disso: antes da pandemia, a maioria dos alunos já não aprendia os conteúdos previstos. O que era grave ficou ainda pior.
A recuperação da aprendizagem requer agora um esforço muito maior, na medida em que as escolas deverão não apenas preencher as lacunas do ensino remoto e abrir horizontes para novas aprendizagens, mas fazer isso com mais qualidade do que no passado – e partindo de uma realidade abalada pela pandemia. No atual cenário, a tarefa fica ainda mais pesada.
Eis o tamanho do desafio enfrentado diariamente nos milhares de estabelecimentos de ensino do País. Nesse contexto, fica evidente o descompasso entre a dimensão e a urgência do que precisa ser feito, considerando a relevância da educação para o desenvolvimento nacional e o insuficiente debate público sobre o tema na atual campanha eleitoral. Daí a importância de pesquisas como a realizada pelo Instituto Península: ao dar voz aos professores, o levantamento Retratos da educação pós-pandemia: uma visão dos professores aponta soluções do ponto de vista de quem está dentro das escolas. Fariam bem os gestores das redes de ensino, assim como os candidatos, se prestassem atenção ao que estão dizendo os profissionais da educação.
(O Estado de S.Paulo, 11 de setembro de 2022. Adaptado)
Nas passagens – Como já se esperava, não está sendo fácil. – e – A questão, portanto, é o que fazer para acelerar a recuperação... – as palavras em destaque estabelecem, entre as orações, correta e respectivamente, relação de sentido de
 

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2824621 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
Leia trecho do editorial Preocupante deficit de aprendizagem.
Pesquisa do Instituto Península com professores da rede pública e privada de educação básica, em todas as regiões do País, que apenas 11% dos docentes, praticamente um em cada dez profissionais, que seus alunos aprenderão o que estava previsto neste ano. O dado é preocupante e sinaliza, com base na percepção de quem está frente frente com os alunos, algo que especialistas já projetado: o deficit de aprendizagem acumulado no período de ensino remoto não será solucionado no curto prazo.
(O Estado de S.Paulo, 11 de setembro de 2022. Adaptado)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.
 

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2824620 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
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Leia o texto.

A exposição excessiva telas e internet durante infância não é saudável. Ao mesmo tempo, presença do ambiente digital na vida cotidiana é inevitável, e banir o uso de dispositivos como celulares, tablets, computadores e TVs é praticamente impossível.

(Cesar Gaglioni. https://www.nexojornal.com.br/ expresso/2022/09/08/O-que-é-uso-saudável-de-telasna-infância-segundo-estudos?posicao=8. 13.09.2022)

Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.

 

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2824619 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
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Assinale a alternativa que está de acordo com a norma- -padrão no que se refere à concordância verbal.

 

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2824618 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
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O reconhecimento crescente do papel dos povos indígenas na preservação da diversidade da fauna e da flora, por meio de seus conhecimentos e formas únicas de viver e ocupar um lugar, é um dos caminhos para abordar a importância das terras indígenas, sobretudo em um cenário no qual se multiplicam as catástrofes ambientais que projetam um futuro planetário desalentador, cada vez mais pobre em vida. Com efeito, se há florestas em pé é porque há povos indígenas que as conservam.

São também esses povos que as protegem contra a ação predatória das invasões praticadas por aqueles que, motivados pela cobiça, contribuem para o extermínio dos indígenas e do mais rico ecossistema do mundo que, sem dúvida, são garantias da viabilidade da vida na Terra. Um benefício incalculável, que deveria ser de interesse geral, produzido por tão somente 13% do território nacional.

É suficiente olhar um mapa para ver que, não raro, é uma linha seca que separa os territórios indígenas do avanço do desmatamento, uma prova cabal de que onde vivem os povos indígenas se desmata menos (nos últimos 40 anos mais de 20% da floresta Amazônica foi desmatada, por outro lado, todas as terras indígenas juntas perderam nesse período menos de 2%).

(Karen Shiratori. https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2019/Como-os-povos- -e-as-terras-indígenas-protegem-a-biodiversidade. 13.09.2022. Adaptado)

No trecho – um cenário no qual se multiplicam as catástrofes ambientais que projetam um futuro planetário desalentador... –, um sinônimo para a expressão destacada em negrito é:

 

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2824617 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Francisco Morato-SP
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O reconhecimento crescente do papel dos povos indígenas na preservação da diversidade da fauna e da flora, por meio de seus conhecimentos e formas únicas de viver e ocupar um lugar, é um dos caminhos para abordar a importância das terras indígenas, sobretudo em um cenário no qual se multiplicam as catástrofes ambientais que projetam um futuro planetário desalentador, cada vez mais pobre em vida. Com efeito, se há florestas em pé é porque há povos indígenas que as conservam.

São também esses povos que as protegem contra a ação predatória das invasões praticadas por aqueles que, motivados pela cobiça, contribuem para o extermínio dos indígenas e do mais rico ecossistema do mundo que, sem dúvida, são garantias da viabilidade da vida na Terra. Um benefício incalculável, que deveria ser de interesse geral, produzido por tão somente 13% do território nacional.

É suficiente olhar um mapa para ver que, não raro, é uma linha seca que separa os territórios indígenas do avanço do desmatamento, uma prova cabal de que onde vivem os povos indígenas se desmata menos (nos últimos 40 anos mais de 20% da floresta Amazônica foi desmatada, por outro lado, todas as terras indígenas juntas perderam nesse período menos de 2%).

(Karen Shiratori. https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2019/Como-os-povos- -e-as-terras-indígenas-protegem-a-biodiversidade. 13.09.2022. Adaptado)

De acordo com o texto, os povos indígenas têm uma função importante

 

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