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Foram encontradas 25 questões.

1412526 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
Os Referenciais Nacionais para a Educação Infantil, ao falarem da autoestima, chamam a atenção para a necessária identificação dos sujeitos do processo e assim se expressam em relação ao professor: “O mesmo vale para a referência aos professores e aos pais. É comum que os professores sejam chamados pela designação “tia” ou “tio”, tendo sua identidade diluída por trás de um título que, a bem da verdade, nem lhes pertence. A professora e o professor são profissionais e não membros da família das crianças.” Observada essa afirmação, é INCORRETO dizer:
 

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1411558 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
Segundo Délia Lerner, “É possível sim ler na escola se se consegue produzir uma mudança qualitativa na gestão do tempo didático, se concilia a necessidade de avaliar com as prioridades do ensino e da aprendizagem, se redistribuem as responsabilidades de professor e alunos em relação à leitura para tornar possível a formação de leitores autônomos, se desenvolvem na sala de aula e na instituição projetos que deem sentido à leitura, que promovam o funcionamento da escola como uma microssociedade de leitores e escritores em que participem crianças, pais e professores(...)”
Assim, na perspectiva da autora:
 

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1410889 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
César Coll, em seu texto “Aprendizagem escolar e construção de conhecimento”, discute uma perspectiva teórica e afirma que “A ambiguidade do papel do professor em algumas propostas pedagógicas que consideram a atividade autoestruturante do aluno como o fator decisivo, único e determinante de aprendizagem escolar ilustra perfeitamente as contradições a que se pode chegar por este caminho. Com efeito, de um lado, o professor ocupa um lugar relativamente secundário no processo de construção do conhecimento, que se interpreta como o resultado de um ato autônomo do aluno em interação com o objeto de conhecimento; lembremos a este propósito a cortante e perigosa afirmação tantas vezes repetida de que “ensinar algo a alguém equivale a impedir que o descubra por si mesmo”. Mas, por outro lado, quando se deve precisar as funções do professor, acaba-se concedendo a ele uma importância decisiva como orientador, guia ou facilitador da aprendizagem, já que lhe compete criar as condições ótimas para que se produza uma interação construtiva entre o aluno e o objeto de conhecimento. Pois bem, em que consistem estas condições ótimas? O que o professor deve fazer concretamente para guiar e facilitar a aprendizagem dos alunos? A impossibilidade de dar uma resposta inequívoca a estas e a outras perguntas semelhantes explica, em grande parte, as dificuldades encontradas para implantar e generalizar as práticas pedagógica inspiradas nos princípios construtivistas.” A perspectiva teórica da qual o autor trata é:
 

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1410371 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
Cipriano Carlos Luckezi, em seu Livro Filosofia da Educação, apresenta, como a lógica da racionalidade humana no exercício da ação, pontos de referência do processo didático, quais sejam:
 

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1408103 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
“A reflexão psicopedagógica necessita apoiar-se em uma reflexão epistemológica. Em diferentes experiências que tivemos com profissionais de ensino, apareceram três dificuldades principais que precisam ser inicialmente colocadas: em primeiro lugar, a visão que um adulto já alfabetizado tem do sistema de escrita; em segundo lugar, a confusão entre escrever e desenhar letras; finalmente, a redução do conhecimento do leitor ao conhecimento das letras e seu valor sonoro convencional.”
Com essa informação, o autor pretende:
 

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1407645 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
Nos termos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96, está INCORRETA a seguinte diretriz:
 

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1407635 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
Os Parâmetros Curriculares Nacionais para a Língua Portuguesa, quando discutem sobre o texto como unidade de ensino, orientam que “Se o objetivo é que o aluno aprenda a produzir e a interpretar textos, não é possível tomar como unidade básica de ensino nem a letra, nem a sílaba, nem a palavra, nem a frase que, descontextualizadas, pouco têm a ver com a competência discursiva, que é questão central.
Dentro desse marco, a unidade básica de ensino só pode ser o texto, mas isso não significa que não se enfoquem palavras ou frases nas situações didáticas específicas que o exijam. É necessário refletir com os alunos sobre as diferentes modalidades de leitura e os procedimentos que elas requerem do leitor. São coisas muito diferentes ler para se divertir, ler para escrever, ler para estudar, ler para descobrir o que deve ser feito, ler buscando identificar a intenção do escritor, ler para revisar. É completamente diferente ler em busca de significado — a leitura, de um modo geral — e ler em busca de inadequações e erros — a leitura para revisar.” Observada essa diretriz, é CORRETO afirmar:
 

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1406771 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Ciências Naturais definem objetivos para o primeiro ciclo do Ensino Fundamental:
I - Observar, registrar e comunicar algumas semelhanças e diferenças entre diversos ambientes, identificando a presença comum de água, seres vivos, ar, luz, calor, solo e características específicas dos ambientes diferentes.
II - Estabelecer relações entre características e comportamentos dos seres vivos e condições do ambiente em que vivem, valorizando a diversidade da vida.
III - Observar e identificar algumas características do corpo humano e alguns comportamentos nas diferentes fases da vida, no homem e na mulher, aproximando-se à noção de ciclo vital do ser humano e respeitando as diferenças individuais.
IV - Valorizar atitudes e comportamentos favoráveis à saúde, em relação à alimentação e à higiene pessoal, desenvolvendo a responsabilidade no cuidado com o próprio corpo e com os espaços que habita.
Conforme os PCNs, estão CORRETOS
 

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1404626 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
Paulo Freire, em seu texto Pedagogia da Autonomia, afirma que “Não posso ser professor a favor de quem quer que seja e a favor de não importa o quê. Não posso ser professor a favor simplesmente do Homem ou da Humanidade, frase de uma vaguidade demasiado contrastante com a concretude da prática educativa.”
Com esse desabafo, o autor se posiciona contra:
 

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UM BAND-AID NA ALMA
Não gosto de escrever sobre datas marcadas, mas às vezes acontece. Em cada virada de ano somos sacudidos por sentimentos positivos e negativos quanto a essas festas que para muitos são tormento. Vale a história do copo meio cheio ou meio vazio. Para alguns é tempo de melancolia: choramos os que morreram, os que nos traíram, os que foram embora, os desejos frustrados, os sonhos perdidos, a fortuna dissipada, o emprego ruim, o salário pior ainda, a família pouco amorosa, a situação do país, do mundo, de tudo. Muitos acorrem aos consultórios de psicólogos e psiquiatras: haja curativo para nossa mágoa e autovitimização.
Se formos mais otimistas, encararemos o ano passado, a vida passada, o eu que já fomos, como transições naturais. Não é preciso encarar a juventude, os primeiros sucessos, o começo de uma relação que já foi encantada, como perda irremediável: tudo continua com a gente. Em lugar de detestar estes dias, podemos inventar e até curtir qualquer celebração que reúna amigos ou família. Não é essencial ser religioso: se os sentimentos, a família, as amizades, a relação amorosa forem áridos, invocar Deus não vai adiantar. Mas celebrar é vital – e nada como algumas datas marcadas para lembrar que a vida não é apenas luta; é também a possível alegria. Não precisa ser com champanhe caro nem presentes que vão nos endividar pelo ano inteiro: basta algum gesto afetuoso verdadeiro, um calor humano que abrande aquelas feridas da alma que sempre temos.
Quanto aos projetos, é melhor evitar aquela lista de impossíveis. Importa cuidar mais da relação, ser mais gentil com os pais e menos crítico com os filhos, falar mais com os amigos, sair da redoma da amargura e abrir-se para o outro. Ser fiel, ser sincero, ser bondoso: a primeira coisa num namorado ou namorada, eu dizia sempre a meus filhos e hoje digo aos netos, é que seja uma boa pessoa, leal, gentil. O grosseiro é inadmissível. O ignorante é uma tristeza. O falso, cínico ou infiel, é bom manter longe. Mas ainda que sem brilho, um bom amor, um bom amigo, um bom pai e mãe, um bom filho, fazem a festa.
O resto são castanhas e espumantes, ou – para quem não bebe – qualquer coisa que faça cócegas no coração. Que faça sorrir. Mesmo para os descrentes, nestes dias algo mágico circula por este mundo nem sempre bonito nem bom. Mas, se nosso projeto for o eterno perder 10 quilos, conseguir (isso não se consegue, acontece…) uma namorada gostosa ou um marido rico – ou, quem sabe, uma parceira carinhosa –, ganhar na loteria, vingar-se dos desafetos e mostrar quem é o bom, é melhor esquecer: não valerão a pena a festa nem o novo ano, pois vai ser tudo mentira, oco e vazio. Também é aconselhável deixar em segundo plano nestas datas a ideia de consertar o país: não vamos reinventar a democracia, a justiça, a igualdade, a honradez e o bem-estar geral. Não vamos evitar o desperdício de dinheiro nosso, o abandono dos flagelados, o horror das prisões, as falhas na justiça, a violência, a insegurança, enfim, deixa pra lá.
Vale mandar um pensamento, e, se for o caso, uma oração, aos que vivem privações emocionais ou materiais, que trabalham além do humanamente suportável, que perderam o amor de sua vida ou um filho amado, que foram esquecidos e decepcionados, que nesta data não vão escutar nem uma voz cálida ao telefone. E, para as nossas dores pessoais inevitáveis, a gente inventa um metafórico curativo para que o coração se comova, o sorriso se abra, o abraço encerre aqueles a quem dedicamos – e nos dedicam – algum afeto verdadeiro. Repito que valem todos os projetos e afetos, banais ou ousados, mas possíveis. Podem ser pequenos como um Band-Aid: apesar dos nossos defeitos, a boa vontade, a gentileza, a licença que nos daremos para agradecer o dom da vida hão de nos iluminar melhor do que as antigas velas ou as modernas luzinhas.
Vamos nos permitir, sobretudo, a alegria perdida no cansaço de tanta correria. Ela ainda existe: sabendo procurar, a gente a encontra.
(LUFT, Lya. Um Band-Aid na alma. Revista Veja.
São Paulo, 1.º de janeiro de 2014.)
“Vale a história do copo meio cheio ou meio vazio.”
De acordo com o sentido do texto, a expressão sublinhada pode ser compreendida como todas as definições abaixo, EXCETO
 

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