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ESTRESSE PODE PREJUDICAR A SAÚDE
Acordar cansado, ficar com as unhas e os cabelos fracos, sentir a pele oleosa e ter dor de cabeça, por exemplo, são alguns dos sinais de alerta que podem indicar que o corpo está cansado.
A pediatra Ana Escobar e o geriatra Carlos André Freitas explicam que o estresse pode refletir em várias partes do corpo, como cabelos, unhas, boca, dentes e até mesmo no cérebro, além de acelerar o processo de envelhecimento, prejudicar a memória e até mesmo diminuir a imunidade do organismo.
De acordo com os médicos, há uma série de sintomas e, caso a pessoa tenha dois ou mais, é provável que ela esteja muito estressada e precise buscar tratamento. Por exemplo, no cabelo e unhas, pode ocorrer uma deficiência de vitaminas e nutrientes, o que causa queda e a quebra; na pele, podem piorar as espinhas e as dermatites; nos dentes, o nervosismo pode causar dor na ATM e pode até mudar o formato do rosto; na boca, quem tem o vírus do herpes pode desenvolver a lesão.
Já os músculos podem ter problemas para se desenvolverem mesmo se a pessoa fizer atividade física; no cérebro, pode ocorrer uma diminuição da produção de neurotransmissores, o que prejudica a memória; por fim, o sangue pode ter uma redução das células de defesa e um aumento do cortisol, hormônio do estresse.
Uma das dicas principais para melhorar o estresse é o descanso. A recomendação é dividir o descanso em três etapas: o físico, com atividade física; o social, com família e amigos; e o mental, com exercícios de espiritualidade e criatividade, por exemplo. Além disso, como recomendou a pediatra Ana Escobar, é bom também realizar alguma atividade prazerosa, pelo menos, uma vez ao dia.
(Fonte: Disponível em http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/09/estresse-pode-
prejudicar-memoria-e-diminuir-imunidadedo- organismo.html acesso em 13 jan. 2014. Adaptado.)
Segundo os médicos Ana Escobar e Carlos André Freitas, em quais partes do corpo o estresse pode refletir?
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The Fear of Being Touched
There is nothing that man fears more than the touch of the unknown. He wants to see what is reaching towards him, and to be able to recognize or at least classify it. Man always tends to avoid physical contact with anything strange. In the dark, the fear of an unexpected touch can mount to panic. Even clothes give insufficient security: it is easy to tear them and pierce through to the naked, smooth, defenceless flesh of the victim.
All the distances which men create round themselves are dictated by this fear. They shut themselves in houses which no one may enter, and only there feel some measure of security. The fear of burglars is not only the fear of being robbed, but also the fear of a sudden and unexpected clutch out of the darkness.
The repugnance to being touched remains with us when we go out among people; the way we move in a busy street, in restaurants, trains or buses, is governed by it. Even when we are standing next to them and are able to watch and examine them closely, we avoid actual contact if we can. If we do not avoid it, it is because we feel attracted to someone; and then it is we who make the approach.
The promptness with which apology is offered for an unintentional contact, the tension with which it is awaited, our violent and sometimes even physical reaction when it is not forthcoming, the antipathy and hatred we feel for the offender, even when we cannot be certain who it is – the whole knot of shifting and intensely sensitive reactions to an alien touch – proves that we are dealing here with a human propensity as deep-seated as it is alert and insidious; something which never leaves a man when he has once established the boundaries of his personality. Even in sleep, when he is far more unguarded, he can all too easily be disturbed by a touch.
It is only in a crowd that man can become free of this fear of being touched. That is the only situation in which the fear changes into its opposite. The crowd he needs is the dense crowd, in which body is pressed to body; a crowd, too, whose physical constitution is also dense, or compact, so that he no longer notices who it is that presses against him. As soon as a man has surrendered himself to the crowd, he ceases to fear its touch. Ideally, all are equal there; no distinctions count, not even that of sex. The man pressed against him is the same as himself. He feels him as he feels himself. Suddenly it is as though everything were happening in one and the same body. This is perhaps one of the reasons why a crowd seeks to close in on itself: it wants to rid each individual as completely as possible of the fear of being touched. The more fiercely people press together, the more certain they feel that they do not fear each other. The reversal of the fear of being touched belongs to the nature of crowds. The feeling of relief is most striking where the density of the crowd is greatest.
(From Crowds and Power by Elias Canetti) Fonte: http://www.sheilaomalley.com/?p=4297
Acesso em 22 dez. 2013.
All the alternatives below bring correct information about the sentence “He feels him as he feels himself.”, EXCEPT
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O teste que verifica a estabilidade do tendão da porção longa do bíceps se denomina:
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“Tudo na Amazônia é enorme: os espaços a serem ocupados, os interesses de seus recursos naturais e os conflitos sociais a serem resolvidos. Tristes eventos marcam simbolicamente o processo de luta pela posse de terra na Amazônia” .
Fonte: ARBEX JR, José e OLIC, José Bacic. O Brasil em regiões: Norte.
São Paulo: Moderna. 2000.
Considerando o contexto apresentado, assinale a alternativa INCORRETA.
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Ao trabalhar esta categoria geográfica, percebe-se que é forte a relação de poder. Sendo assim, a categoria em destaque é:
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No plano de movimento coronário, o eixo é sagital e permite os movimentos de
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A equação
!$ 4^{2x}=2^{x^2} !$
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O objetivo de um investidor é que seu capital de R$1000,00 duplique após 2 anos, aplicado a juros simples.
Para que isso aconteça, o valor da taxa de juros da aplicação deverá ser de
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José Carlos Libâneo, em seu livro Didática, sugere os objetivos da ação docente. Entre eles, NÃO se encontra:
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O humor da bolinha de papel
Pensa-se que ler bem é ser capaz de descobrir ou localizar as informações contidas nos textos. Isso é verdade para textos informativos (a fórmula de remédios, a altura do Everest, o endereço da festa, etc.). Mas nem todo texto é informativo ou só informativo.
Por exemplo, matéria da Folha de S. Paulo (2/4/2010) dizia que era opinião de Marina da Silva que a falta de diálogo entre PT e PSDB levou os governos a depender de bases parlamentares baseadas no fisiologismo. Marina comparou a aliança PT-PMDB no governo Lula à do governo Fernando Henrique Cardoso com o DEM. "O PSDB quis governar sozinho e ficou refém do DEM. E o PT quis governar sozinho e virou refém do PMDB".
A manchete que introduzia a matéria foi "Lula virou refém do PMDB(c), afirma Marina". O Estado de S. Paulo, no mesmo dia, publicou matéria semelhante. Mas a manchete era "Marina prega diálogo de PT e PSDB contra crise". A comparação das chamadas obriga a levar a sério que ler não é só descobrir informações.
Suponha-se que certos leitores só tivessem acesso a uma das manchetes. Quem leu só a da Folha ou a do Estado situaria Marina Silva em posições distintas. Se lesse não só as duas manchetes, mas as matérias, talvez classificasse os jornais em posições políticas diferentes (e decidiria assinar um, não o outro, por exemplo).
Muitos textos supõem leitores capazes de relacionar o que está dito com outros textos(d), anteriores ou paralelos. A quantidade de passagens em que um texto pede um leitor "cooperativo" (Umberto Eco) varia(a) segundo a natureza dos textos. Os humorísticos não podem dizer tudo(em especial, se o humor depende de apelo politicamente incorreto, de coisas que se pensam, e não se dizem).
Exemplo é a coluna de José Simão de 22 de outubro (Folha de S. Paulo), em plena campanha presidencial. Lida no dia da publicação, era fácil dar-se conta dos fatos que o texto supunha que o leitor evocaria. Lida mais tarde, é possível que a memória do leitor o traia. Um evento fundamental à compreensão do texto envolveu o então candidato José Serra. Numa versão, ele foi atingido antes por um papel amassado e depois por um rolo de fita adesiva.
O texto de Simão não tem função informativa ou investigativa. Nem esta análise. Portanto, não importa saber qual das versões é verdadeira para a leitura do texto. Frequentemente (a frequência é diferente em tipos diferentes de textos) os leitores são "exigidos" de maneira especial. Não só devem descobrir o que os textos dizem(b), mas o que não dizem, mas é exigido para que façam sentido. Ler é "completar" um texto "incompleto". Curiosamente, se o texto já estivesse completo, seria chato. Pelo menos, não seria cômico.
POSSENTI, Sírio. Revistalingua.uol.com.br/textos/63/artigo249010-1.asp.
Acesso em 31/1/2014.
Assinale a alternativa na qual há um pronome relativo exercendo a função de sujeito.
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