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3525837 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Guaíra-PR

Como apagão de dados sobre vacinação no Brasil traz de volta ameaça de doenças já controladas

André Biernath - @andre_biernath

Da BBC News Brasil em Londres

Não há dúvidas entre os profissionais de saúde e pesquisadores que as taxas de vacinação vêm caindo de forma consistente no Brasil durante os últimos anos. Na avaliação deles, porém, há um problema pouco discutido nesse setor que complica ainda mais as coisas: a falta de dados confiáveis e atualizados sobre quantos brasileiros realmente tomaram as doses dos imunizantes disponíveis na rede pública de cada município.

Na base de dados do Sistema Único de Saúde, o DataSUS, é possível encontrar mais de uma dezena de cidades cuja cobertura vacinal nem chega aos 10% — em mais de 900 delas, o índice não alcança os 50%.

Os gestores de saúde desses locais, porém, argumentam que as estatísticas oficiais não correspondem à realidade e que essa taxa, na prática, é bem maior.

O problema, dizem eles, está no excesso de burocracia, na falta de equipes e nas falhas de conexão com a internet ou acesso aos sistemas de informática mais modernos e conectados.

"É pouco provável que um município brasileiro tenha apenas 3 ou 5% de cobertura vacinal. O registro de dados simplesmente não funciona nesse país", atesta a médica Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Os especialistas apontam que esse descompasso entre os números oficiais e a realidade prejudica a tomada de decisões e a criação de políticas públicas mais certeiras na área de saúde — o que aumenta a ameaça de surtos de doenças erradicadas, controladas ou com poucos casos, como poliomielite, sarampo e febre amarela.

"Sem esses dados consolidados, não conhecemos a realidade do país e não é possível fazer o planejamento ou elaborar o orçamento", pontua Wilames Freire, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Ou seja: se os dados sobre a cobertura vacinal das cidades não batem, fica mais difícil para os governos municipais, estaduais e federal reforçarem as campanhas de comunicação, enviarem mais doses para um lugar específico, conversarem com os profissionais daquele local…

"Sem informações fidedignas, não temos condições de tomar decisões em tempo hábil", ele chama a atenção.

E um apagão de dados, por sua vez, abre a possibilidade de doenças que estão erradicadas, como a poliomielite, ou relativamente controladas, como o sarampo, voltem a representar uma ameaça.

[...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62980100

As aspas foram utilizadas para

 

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3525836 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Guaíra-PR

Como apagão de dados sobre vacinação no Brasil traz de volta ameaça de doenças já controladas

André Biernath - @andre_biernath

Da BBC News Brasil em Londres

Não há dúvidas entre os profissionais de saúde e pesquisadores que as taxas de vacinação vêm caindo de forma consistente no Brasil durante os últimos anos. Na avaliação deles, porém, há um problema pouco discutido nesse setor que complica ainda mais as coisas: a falta de dados confiáveis e atualizados sobre quantos brasileiros realmente tomaram as doses dos imunizantes disponíveis na rede pública de cada município.

Na base de dados do Sistema Único de Saúde, o DataSUS, é possível encontrar mais de uma dezena de cidades cuja cobertura vacinal nem chega aos 10% — em mais de 900 delas, o índice não alcança os 50%.

Os gestores de saúde desses locais, porém, argumentam que as estatísticas oficiais não correspondem à realidade e que essa taxa, na prática, é bem maior.

O problema, dizem eles, está no excesso de burocracia, na falta de equipes e nas falhas de conexão com a internet ou acesso aos sistemas de informática mais modernos e conectados.

"É pouco provável que um município brasileiro tenha apenas 3 ou 5% de cobertura vacinal. O registro de dados simplesmente não funciona nesse país", atesta a médica Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Os especialistas apontam que esse descompasso entre os números oficiais e a realidade prejudica a tomada de decisões e a criação de políticas públicas mais certeiras na área de saúde — o que aumenta a ameaça de surtos de doenças erradicadas, controladas ou com poucos casos, como poliomielite, sarampo e febre amarela.

"Sem esses dados consolidados, não conhecemos a realidade do país e não é possível fazer o planejamento ou elaborar o orçamento", pontua Wilames Freire, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Ou seja: se os dados sobre a cobertura vacinal das cidades não batem, fica mais difícil para os governos municipais, estaduais e federal reforçarem as campanhas de comunicação, enviarem mais doses para um lugar específico, conversarem com os profissionais daquele local…

"Sem informações fidedignas, não temos condições de tomar decisões em tempo hábil", ele chama a atenção.

E um apagão de dados, por sua vez, abre a possibilidade de doenças que estão erradicadas, como a poliomielite, ou relativamente controladas, como o sarampo, voltem a representar uma ameaça.

[...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62980100

Assinale a alternativa correta que apresenta a reescrita do trecho a seguir sem que haja alteração de sentido: " Não há dúvidas entre os profissionais de saúde e pesquisadores que as taxas de vacinação vêm caindo de forma consistente no Brasil durante os últimos anos.”

 

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3525835 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Guaíra-PR

Como apagão de dados sobre vacinação no Brasil traz de volta ameaça de doenças já controladas

André Biernath - @andre_biernath

Da BBC News Brasil em Londres

Não há dúvidas entre os profissionais de saúde e pesquisadores que as taxas de vacinação vêm caindo de forma consistente no Brasil durante os últimos anos. Na avaliação deles, porém, há um problema pouco discutido nesse setor que complica ainda mais as coisas: a falta de dados confiáveis e atualizados sobre quantos brasileiros realmente tomaram as doses dos imunizantes disponíveis na rede pública de cada município.

Na base de dados do Sistema Único de Saúde, o DataSUS, é possível encontrar mais de uma dezena de cidades cuja cobertura vacinal nem chega aos 10% — em mais de 900 delas, o índice não alcança os 50%.

Os gestores de saúde desses locais, porém, argumentam que as estatísticas oficiais não correspondem à realidade e que essa taxa, na prática, é bem maior.

O problema, dizem eles, está no excesso de burocracia, na falta de equipes e nas falhas de conexão com a internet ou acesso aos sistemas de informática mais modernos e conectados.

"É pouco provável que um município brasileiro tenha apenas 3 ou 5% de cobertura vacinal. O registro de dados simplesmente não funciona nesse país", atesta a médica Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Os especialistas apontam que esse descompasso entre os números oficiais e a realidade prejudica a tomada de decisões e a criação de políticas públicas mais certeiras na área de saúde — o que aumenta a ameaça de surtos de doenças erradicadas, controladas ou com poucos casos, como poliomielite, sarampo e febre amarela.

"Sem esses dados consolidados, não conhecemos a realidade do país e não é possível fazer o planejamento ou elaborar o orçamento", pontua Wilames Freire, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Ou seja: se os dados sobre a cobertura vacinal das cidades não batem, fica mais difícil para os governos municipais, estaduais e federal reforçarem as campanhas de comunicação, enviarem mais doses para um lugar específico, conversarem com os profissionais daquele local…

"Sem informações fidedignas, não temos condições de tomar decisões em tempo hábil", ele chama a atenção.

E um apagão de dados, por sua vez, abre a possibilidade de doenças que estão erradicadas, como a poliomielite, ou relativamente controladas, como o sarampo, voltem a representar uma ameaça.

[...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62980100

Um dos problemas apontados é...

 

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3525834 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Guaíra-PR

Como apagão de dados sobre vacinação no Brasil traz de volta ameaça de doenças já controladas

André Biernath - @andre_biernath

Da BBC News Brasil em Londres

Não há dúvidas entre os profissionais de saúde e pesquisadores que as taxas de vacinação vêm caindo de forma consistente no Brasil durante os últimos anos. Na avaliação deles, porém, há um problema pouco discutido nesse setor que complica ainda mais as coisas: a falta de dados confiáveis e atualizados sobre quantos brasileiros realmente tomaram as doses dos imunizantes disponíveis na rede pública de cada município.

Na base de dados do Sistema Único de Saúde, o DataSUS, é possível encontrar mais de uma dezena de cidades cuja cobertura vacinal nem chega aos 10% — em mais de 900 delas, o índice não alcança os 50%.

Os gestores de saúde desses locais, porém, argumentam que as estatísticas oficiais não correspondem à realidade e que essa taxa, na prática, é bem maior.

O problema, dizem eles, está no excesso de burocracia, na falta de equipes e nas falhas de conexão com a internet ou acesso aos sistemas de informática mais modernos e conectados.

"É pouco provável que um município brasileiro tenha apenas 3 ou 5% de cobertura vacinal. O registro de dados simplesmente não funciona nesse país", atesta a médica Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Os especialistas apontam que esse descompasso entre os números oficiais e a realidade prejudica a tomada de decisões e a criação de políticas públicas mais certeiras na área de saúde — o que aumenta a ameaça de surtos de doenças erradicadas, controladas ou com poucos casos, como poliomielite, sarampo e febre amarela.

"Sem esses dados consolidados, não conhecemos a realidade do país e não é possível fazer o planejamento ou elaborar o orçamento", pontua Wilames Freire, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Ou seja: se os dados sobre a cobertura vacinal das cidades não batem, fica mais difícil para os governos municipais, estaduais e federal reforçarem as campanhas de comunicação, enviarem mais doses para um lugar específico, conversarem com os profissionais daquele local…

"Sem informações fidedignas, não temos condições de tomar decisões em tempo hábil", ele chama a atenção.

E um apagão de dados, por sua vez, abre a possibilidade de doenças que estão erradicadas, como a poliomielite, ou relativamente controladas, como o sarampo, voltem a representar uma ameaça.

[...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62980100

Poliomielite, sarampo e febre amarela foram citadas como exemplo de

 

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3525833 Ano: 2022
Disciplina: Arquitetura
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Guaíra-PR
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Sobre circulação vertical, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. Escadas, rampas e elevadores são exemplos de circulação vertical.

II. Rampas devem ter sempre inclinação igual à 8,33%.

III. Uma sequência de três degraus não é considerada escada.

IV. Uma escada com inclinação é considerada uma rampa.

V. De acordo com a NBR9050, algumas rampas dispensam a presença de corrimão de duas alturas.

VI. Se o espelho do degrau tem altura de 17,5cm, pode-se usar profundidade de degrau de 29 cm.

 

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3525832 Ano: 2022
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Guaíra-PR
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Sobre a ética profissional e a responsabilidade técnica, relacione o elemento apresentado com sua definição ou característica e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Reserva técnica (RT).

2. RRT.

3. Responsabilidade técnica.

4. Certidão de Acervo Técnico (CAT).

( ) Documento que certifica, para os efeitos legais, o conjunto de Registros de Responsabilidade Técnica baixados de um arquiteto e urbanista.

( ) Dever de responder pelos atos profissionais quanto à aplicação técnica em conformidade com os princípios éticos e com a legislação vigente.

( ) Prática ilegal que lesa a livre concorrência e o cliente, pode ser punida por lei.

( ) Registro de Responsabilidade Técnica é o documento que comprova que projetos possuem um responsável habilitado para realizar tais atividades.

 

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3525830 Ano: 2022
Disciplina: Arquitetura
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Guaíra-PR
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Sobre os projetos complementares e a compatibilização de projetos, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Toda e qualquer edificação por lei deve possuir projetos complementares.

( ) A elaboração dos projetos complementares não deve afetar o projeto arquitetônico concluído para que se compatibilizem perfeitamente.

( ) A metodologia BIM trouxe avanços no modo em que é feita a compatibilização.

( ) Em tubulações de água quente deve-se usar sempre tubos metálicos.

 

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3525829 Ano: 2022
Disciplina: Arquitetura
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Guaíra-PR
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Assinale a alternativa correta sobre arquivos dwg ou dxf dentro de softwares cad.

 

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3525828 Ano: 2022
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Guaíra-PR
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Sobre o Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico (CSCIP) e Normas de Procedimentos Técnicos (NPT) do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Paraná (CBPM-PR), informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) É permitida a instalação de duas unidades extintoras iguais de pó ABC em um mesmo pavimento.

( ) Todas as edificações públicas devem ser equipadas com sprinklers.

( ) Extintores devem ser instalados em escadas de mais de 5 metros.

( ) Deve ser instalado, pelo menos, um extintor de incêndio a não mais de 5 m da entrada principal da edificação.

 

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3525827 Ano: 2022
Disciplina: Arquitetura
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Guaíra-PR
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Assinale a alternativa incorreta a respeito dos estilos de linhas de representação propostos na NBR 6492/1994 de representação de projetos de arquitetura.

 

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