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Considere uma microscopia a fresco de conteúdo vaginal de uma paciente de 29 anos, nuligesta, com vida sexual ativa, parceiro do sexo masculino fixo há 5 anos. A queixa principal da paciente era odor vaginal desagradável há uma semana. Refere abstinência sexual há 10 dias. Resultado da microscopia: presença de leucócitos e lactobacilos em grande quantidade, bem como grande quantidade de pequenas células com citoplasma escasso. Além disso, é possível visualizar várias pequenas estruturas arredondadas e com flagelos em movimento. Qual o diagnóstico provável e tratamento?
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O Dispositivo Intrauterino (DIU) de cobre é um método contraceptivo amplamente utilizado. Com base no Manual de Anticoncepção da FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), assinale a afirmativa correta sobre o mecanismo de ação, eficácia, indicações e contraindicações do DIU de cobre.
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A profilaxia primária da febre reumática é baseada no reconhecimento e tratamento das infecções estreptocócicas, com a finalidade de prevenir o primeiro surto por meio da redução do contato com o estreptococo e tratamento das faringoamigdalites.
I. A eficácia da profilaxia primária é obtida ainda que se inicie o antibiótico até quatorze dias após o início do quadro infeccioso.
II. A fenoximetilpenicilina é a droga de escolha para uso oral. III. Amoxicilina, ampicilina e cefalosporinas de 1ª geração são opções de tratamento.
De acordo com as Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico, Tratamento e Prevenção da Febre Reumática, está correto o que se afirma em
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Paciente, sexo masculino, 66 anos, hipertenso, diabético, relata em consulta ambulatorial que gostaria de atualizar sua situação vacinal antipneumocócica. Em seu cartão vacinal constam duas doses da Pneumocócica Polissacarídica 23-valente (VPP23), sendo a última delas há três anos. De acordo com as orientações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), para completar seu esquema vacinal antipneumocócica é necessária:
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O esquema antirretroviral da Profilaxia Pós-Exposição (PEP) para o HIV foi simplificado nos últimos anos, com recomendações de profilaxia pela avaliação do risco da situação de exposição e não mais por categoria de exposição (acidente com material biológico, violência sexual e exposição sexual consentida). De acordo com as recomendações das Diretrizes Terapêuticas para Profilaxia Pós-Exposição de Risco à Infecção pelo HIV, o esquema preferencial de PEP é composto por:
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O texto a seguir contextualiza as questões 36 e 37. Leia-o atentamente.
A pessoa candidata ao uso da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) deve compreender no que consiste esta estratégia e como ela se insere no contexto do gerenciamento do seu próprio risco de adquirir a infecção pelo HIV, de forma a avaliar sua motivação para iniciar o uso da profilaxia. Para a indicação do uso de PrEP, deve-se excluir, clínica e laboratorialmente, o diagnóstico prévio da infecção pelo HIV. Esta testagem deve seguir o fluxograma definido no Manual Técnico para o Diagnóstico da Infecção pelo HIV em Adultos e Criança.
(Diretrizes Terapêuticas para Profilaxia Pré-Exposição de Risco à Infecção pelo HIV.)
De acordo com as orientações da Diretriz citada, na consulta inicial NÃO se deve realizar o Teste Rápido utilizando:
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O texto a seguir contextualiza as questões 36 e 37. Leia-o atentamente.
A pessoa candidata ao uso da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) deve compreender no que consiste esta estratégia e como ela se insere no contexto do gerenciamento do seu próprio risco de adquirir a infecção pelo HIV, de forma a avaliar sua motivação para iniciar o uso da profilaxia. Para a indicação do uso de PrEP, deve-se excluir, clínica e laboratorialmente, o diagnóstico prévio da infecção pelo HIV. Esta testagem deve seguir o fluxograma definido no Manual Técnico para o Diagnóstico da Infecção pelo HIV em Adultos e Criança.
(Diretrizes Terapêuticas para Profilaxia Pré-Exposição de Risco à Infecção pelo HIV.)
Considerando as recomendações da Diretriz citada, analise as afirmativas a seguir.
I. Deve-se realizar um Teste Rápido (TR) e, caso o resultado seja reagente, a amostra deverá ser considerada como “reagente para HIV” e a pessoa não poderá se candidatar à PrEP.
II. Deve-se realizar o primeiro TR e, caso o resultado seja não reagente, deve-se realizar um segundo TR que utilize antígeno diferente.
III. É importante que o primeiro TR tenha sensibilidade equivalente ou superior ao segundo TR; e que o segundo TR tenha especificidade igual ou superior ao primeiro TR.
Está correto o que se afirma apenas em
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Paciente, sexo feminino, 59 anos, hipertenso, tabagista, apresenta quadro de dores musculares, emagrecimento, mal-estar geral, associado a múltiplas lesões papulares (> 100) de aparência acneiforme acometendo face, tronco e membros inferiores. Algumas lesões já se encontram ulceradas, com fundo granuloso e bordas elevadas. Após investigação diagnóstica, confirmou-se a hipótese diagnóstica de Leishmaniose cutânea disseminada, por Leishmania amazonensis. De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, o tratamento de primeira escolha para tal caso é:
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Paciente, sexo feminino, 19 anos, proveniente de Tocantins, sem comorbidades, gestante com dez semanas de idade gestacional. Após extensa investigação por quadro de febre e prostração foi diagnosticada com malária grave, causada por Plasmodium falciparum. Segundo as recomendações do Ministério da Saúde, o tratamento de escolha para esta paciente deve ser realizado com:
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A polirresistência à tuberculose (TB) é a resistência a dois ou mais fármacos antituberculose, exceto à associação rifampicina e isoniazida. De acordo com as orientações do Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil, sobre os pacientes diagnosticados com a polirresistência, assinale a afirmativa INCORRETA.
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