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Foram encontradas 50 questões.

964828 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP
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Em uma reunião com 19 colecionadores de carros, alguns possuem 22 carros e outros possuem 26 carros. Sabendo-se que essas pessoas juntas possuem um total de 426 carros, o número de colecionadores que possuem 22 carros supera o número dos que possuem 26 carros em
 

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964827 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP
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Daniel estuda 4 horas de inglês para cada 7 horas de japonês. No mês de agosto, ele estudou 27 horas a mais de japonês do que de inglês. O número de horas que Daniel dedicou ao estudo desses dois idiomas, no mês de agosto, foi
 

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964825 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP
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Para pintar 108 metros quadrados de uma cerca, 4 pessoas trabalharam 1,5 hora por dia durante 6 dias. Considerando que cada pessoa consiga pintar um mesmo número de metros quadrados por unidade de tempo, para pintar 288 metros quadrados de uma outra cerca, 8 pessoas precisarão trabalhar 2 horas por dia durante
 

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964823 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP
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Um reservatório, inicialmente vazio, possui a forma de uma paralelepípedo reto-retângulo, cuja base é um retângulo onde o lado maior mede 6 m. Se forem despejados 21 m3 de água nesse reservatório, a água atingirá uma altura de 0,7 m em relação à base do reservatório. O perímetro da base desse reservatório, em m, é igual a
 

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964822 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP
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Em certo domingo, um espetáculo circense foi apresentado em duas sessões. Na primeira sessão, o total de mulheres na plateia representava 48% do público total e, na segunda, o total de mulheres representava 54%. Se na primeira sessão estiveram presentes 225 pessoas e na segunda sessão 300 pessoas, o número de mulheres que assistiram ao espetáculo nesse domingo superou o número de homens em
 

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964786 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP

Leia o texto, para responder a questão


E Graham Bell virou outra coisa

É possível que você esteja lendo esta reportagem em um smartphone. E, se não for esse o caso, é provável que ele se encontre ao alcance de sua mão. Nada a estranhar: quem se separa desses aparelhos hoje em dia? Nem à noite: é para o celular que um número cada vez mais espantoso de pessoas – já são 5,4 bilhões de linhas no planeta – dirige sua atenção antes de dormir; e é também para ele que elas olham primeiro quando acordam. Aliás, existem aplicativos que ajudam a pegar no sono e outros que despertam qualquer um – como o alarme que só pode ser desabilitado se o dono der alguns passos.

Não há notícia de nenhum gadget que tenha se tornado tão onipresente (e onipotente). É um recorde de popularidade. Com o aparelho que quase todo mundo carrega consigo, é possível realizar uma série de atividades que antes exigiriam tempo, deslocamento e dinheiro. “De vez em quando aparece um produto revolucionário que muda tudo”, disse Steve Jobs no lançamento do iPhone, em 9 de janeiro de 2007 – data que pode ser considerada um desses extraordinários “de vez em quando”. Na apresentação, ele enfatizou que estava “revolucionando o telefone” (embora já existissem smartphones, como os da Black Berry). Isso porque num mesmo dispositivo seria possível ouvir músicas, usar a internet e “até” fazer uma ligação. Sim, definitivamente “telefonar” passava a ser apenas “mais uma” função do telefone.

A era dos smartphones trouxe consigo uma preocupação: o risco da dependência. Uma pesquisa realizada pela Universidade da Coreia, em Seul, revelou que a nomofobia – esse é o termo empregado para se referir ao problema – pode ser caracterizada como vício. E por um motivo simples: o uso excessivo do celular produz alterações químicas no cérebro que levam a reações que, em muitos aspectos, se assemelham às que acometem os dependentes de drogas. Assim, a sugestão quanto ao smartphone é incontornável: use com moderação. Você pode, por exemplo, dormir sem ele.

(Mariana Amaro. Veja, 18.07.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa que emprega adequadamente os verbos, dando sequência à frase seguinte.

Talvez…

 

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964778 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP

Leia a tira.

enunciado 964816-1

É correto concluir que a pergunta do garoto deixa

 

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964776 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP
Leia o texto, para responder à questão.

… E Graham Bell virou outra coisa
É possível que você esteja lendo esta reportagem em um smartphone. E, se não for esse o caso, é provável que ele se encontre ao alcance de sua mão. Nada a estranhar: quem se separa desses aparelhos hoje em dia? Nem à noite: é para o celular que um número cada vez mais espantoso de pessoas – já são 5,4 bilhões de linhas no planeta – dirige sua atenção antes de dormir; e é também para ele que elas olham primeiro quando acordam. Aliás, existem aplicativos que ajudam a pegar no sono e outros que despertam qualquer um – como o alarme que só pode ser desabilitado se o dono der alguns passos.
Não há notícia de nenhum gadget que tenha se tornado tão onipresente (e onipotente). É um recorde de popularidade. Com o aparelho que quase todo mundo carrega consigo, é possível realizar uma série de atividades que antes exigiriam tempo, deslocamento e dinheiro. “De vez em quando aparece um produto revolucionário que muda tudo”, disse Steve Jobs no lançamento do iPhone, em 9 de janeiro de 2007 – data que pode ser considerada um desses extraordinários “de vez em quando”. Na apresentação, ele enfatizou que estava “revolucionando o telefone” (embora já existissem smartphones, como os da Black Berry). Isso porque num mesmo dispositivo seria possível ouvir músicas, usar a internet e “até” fazer uma ligação. Sim, definitivamente “telefonar” passava a ser apenas “mais uma” função do telefone.
A era dos smartphones trouxe consigo uma preocupação: o risco da dependência. Uma pesquisa realizada pela Universidade da Coreia, em Seul, revelou que a nomofobia – esse é o termo empregado para se referir ao problema – pode ser caracterizada como vício. E por um motivo simples: o uso excessivo do celular produz alterações químicas no cérebro que levam a reações que, em muitos aspectos, se assemelham às que acometem os dependentes de drogas. Assim, a sugestão quanto ao smartphone é incontornável: use com moderação. Você pode, por exemplo, dormir sem ele.
(Mariana Amaro. Veja, 18.07.2018. Adaptado)
A pergunta da autora na passagem “Nada a estranhar: quem se separa desses aparelhos hoje em dia?” equivale à
 

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964762 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP
… E Graham Bell virou outra coisa
É possível que você esteja lendo esta reportagem em um smartphone. E, se não for esse o caso, é provável que ele se encontre ao alcance de sua mão. Nada a estranhar: quem se separa desses aparelhos hoje em dia? Nem à noite: é para o celular que um número cada vez mais espantoso de pessoas – já são 5,4 bilhões de linhas no planeta – dirige sua atenção antes de dormir; e é também para ele que elas olham primeiro quando acordam. Aliás, existem aplicativos que ajudam a pegar no sono e outros que despertam qualquer um – como o alarme que só pode ser desabilitado se o dono der alguns passos.
Não há notícia de nenhum gadget que tenha se tornado tão onipresente (e onipotente). É um recorde de popularidade. Com o aparelho que quase todo mundo carrega consigo, é possível realizar uma série de atividades que antes exigiriam tempo, deslocamento e dinheiro. “De vez em quando aparece um produto revolucionário que muda tudo”, disse Steve Jobs no lançamento do iPhone, em 9 de janeiro de 2007 – data que pode ser considerada um desses extraordinários “de vez em quando”. Na apresentação, ele enfatizou que estava “revolucionando o telefone” (embora já existissem smartphones, como os da Black Berry). Isso porque num mesmo dispositivo seria possível ouvir músicas, usar a internet e “até” fazer uma ligação. Sim, definitivamente “telefonar” passava a ser apenas “mais uma” função do telefone.
A era dos smartphones trouxe consigo uma preocupação: o risco da dependência. Uma pesquisa realizada pela Universidade da Coreia, em Seul, revelou que a nomofobia – esse é o termo empregado para se referir ao problema – pode ser caracterizada como vício. E por um motivo simples: o uso excessivo do celular produz alterações químicas no cérebro que levam a reações que, em muitos aspectos, se assemelham às que acometem os dependentes de drogas. Assim, a sugestão quanto ao smartphone é incontornável: use com moderação. Você pode, por exemplo, dormir sem ele.
(Mariana Amaro. Veja, 18.07.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa que reescreve o trecho – … embora já existissem smartphones, como os da Black Berry… –, empregando conjunção que preserva o sentido do original e de acordo com a norma-padrão de concordância.
 

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964748 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guararapes-SP
Assinale a alternativa que preenche as lacunas do trecho, respectivamente e de acordo com a norma-padrão de concordância e de emprego do sinal indicativo de crase.
___________ as placas dos veículos, ____________ falhas no sistema de cadastramento, _____________ quais não se dera atenção no momento do cadastramento. Agora, _____________ advertências, _____________ medidas punitivas aos proprietários, ____________ como multas.
 

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