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Foram encontradas 60 questões.

Renato prestou um concurso cuja média final é calculada por meio da média aritmética de três provas: matemática, português e legislação. Cada prova vale de 0 a 10 pontos. A nota de Renato na prova de português foi 3/4 da nota que tirou na prova de matemática que, por sua vez, foi 2 pontos menor do que a nota que tirou na prova de legislação. Se a média final de Renato foi de 5,8, sua nota na prova de legislação foi
 

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Em algumas cidades do Brasil são construídos “piscinões”, que são grandes reservatórios subterrâneos, em locais de alagamentos frequentes, para armazenamento da água das chuvas. A figura indica um desses reservatórios, com a forma de paralelepípedo reto-retângulo de 20 por 12 por 5 metros, que está com água até a altura de 3 metros.
Enunciado 2853122-1


Se em um dia de chuva esse reservatório, com o volume de água que já têm em seu interior, receber 3 m3 de água por minuto, o tempo que ele levará para encher, completamente, será de
 

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Depois que Laura fez compras, ela afirmou: – Se eu gastasse mais metade do que não gastei, eu teria gasto, no total, o triplo do que realmente gastei e, sendo assim, teria sobrado R$ 80,00 do dinheiro que eu levei para as compras.
Analisando a afirmação de Laura, conclui-se que, antes das compras, ela tinha
 

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Admita que as letras das palavras CARRO e MOTO representem algarismos não nulos do sistema decimal de numeração e que, portanto, a palavra CARRO represente um número de cinco algarismos, e a palavra MOTO, um número de quatro algarismos. Admita ainda que uma mesma letra represente o mesmo algarismo, e que letras diferentes representem algarismos diferentes. Observe e analise o resultado da soma dos números representados por essas duas palavras:
Enunciado 2853120-1


De acordo com a análise da situação, a letra A da palavra CARRO corresponde apenas ao(s) algarismo(s)
 

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Os semáforos A, B e C, localizados ao longo de uma avenida, mudaram para a cor vermelha simultaneamente às 12:00. Os semáforos A, B e C voltam à cor vermelha depois de 45, 60 e 35 segundos, respectivamente.
Enunciado 2853119-1


O próximo horário, depois das 12:00, que os três semáforos estarão simultaneamente na cor vermelha será às
 

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Leia o texto, para responder à questão.


Ensino distanciado

Especialistas em educação superior recomendam não superestimar o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) como ferramenta de avaliação qualitativa. Em que pesem suas limitações, a prova traz indicações preocupantes, contudo, sobre a disseminação do ensino a distância (EAD).

Meros 2,3% dos cursos de graduação do gênero chegam à nota máxima, 5, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Na modalidade presencial, são 6,2%. A diferença também se apresenta no contingente enorme de cursos que nem mesmo alcançam a nota 3, mínimo exigido pelo MEC. Enquanto 30,9% dos presenciais ficam nos escores 1 e 2, no universo EAD praticamente a metade (47,8%) está no limbo.

Não seria o caso, só por esses números, de estigmatizar o aprendizado em ambiente virtual. A pandemia de Covid-19 evidenciou ainda mais sua utilidade e forçou instituições a desenvolver técnicas pedagógicas adequadas para o meio, umas com mais sucesso que outras.

O ensino remoto pode e deve ser usado para baratear e dar acesso à educação superior a quem de outro modo não a teria, por falta de recursos ou impossibilidade de deslocamento.

Há indicações, porém, de que o desempenho mais baixo do estudo a distância resulte de fatores que nada têm a ver com a tecnologia. Os matriculados nesses cursos tendem a ser mais velhos (só 16% têm menos de 24 anos, ante 49% nos presenciais) e a trabalhar. São, portanto, pessoas menos familiarizadas com informática que ficaram defasadas nos estudos e dispõem de menos tempo para aulas, textos e exercícios.

Por fim, parece evidente que muitos estabelecimentos de ensino superior recorrem ao EAD para cortar custos, sem se preocupar com extrair do meio todo seu potencial. De 2019 para 2020, a modalidade deu um salto de 26%, para 2 milhões de matrículas novas.

É certo que isso se deveu à pandemia, mas agora é hora de cuidar para que o EAD não contribua para reduzir a já insatisfatória qualidade do ensino superior brasileiro.

(Folha de S. Paulo. Editorial. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/09/ ensino-distanciado.shtml 13.09.2022. Adaptado)

Considere o seguinte trecho redigido a partir do texto:
Tendo evidente o aumento expressivo da oferta de ensino superior a distância, surgiu, nesse contexto, certa preocupação com a formação dos alunos desses cursos, mais precisamente preocupação com a qualidade do ensino que . Apesar dos números relacionados a essa modalidade de ensino, é mais coerente ao perfil do público que do que a uma deficiência atribuível exclusivamente à forma como os cursos são ministrados.
As lacunas presentes no trecho devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
 

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Leia o texto, para responder à questão.


Ensino distanciado

Especialistas em educação superior recomendam não superestimar o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) como ferramenta de avaliação qualitativa. Em que pesem suas limitações, a prova traz indicações preocupantes, contudo, sobre a disseminação do ensino a distância (EAD).

Meros 2,3% dos cursos de graduação do gênero chegam à nota máxima, 5, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Na modalidade presencial, são 6,2%. A diferença também se apresenta no contingente enorme de cursos que nem mesmo alcançam a nota 3, mínimo exigido pelo MEC. Enquanto 30,9% dos presenciais ficam nos escores 1 e 2, no universo EAD praticamente a metade (47,8%) está no limbo.

Não seria o caso, só por esses números, de estigmatizar o aprendizado em ambiente virtual. A pandemia de Covid-19 evidenciou ainda mais sua utilidade e forçou instituições a desenvolver técnicas pedagógicas adequadas para o meio, umas com mais sucesso que outras.

O ensino remoto pode e deve ser usado para baratear e dar acesso à educação superior a quem de outro modo não a teria, por falta de recursos ou impossibilidade de deslocamento.

Há indicações, porém, de que o desempenho mais baixo do estudo a distância resulte de fatores que nada têm a ver com a tecnologia. Os matriculados nesses cursos tendem a ser mais velhos (só 16% têm menos de 24 anos, ante 49% nos presenciais) e a trabalhar. São, portanto, pessoas menos familiarizadas com informática que ficaram defasadas nos estudos e dispõem de menos tempo para aulas, textos e exercícios.

Por fim, parece evidente que muitos estabelecimentos de ensino superior recorrem ao EAD para cortar custos, sem se preocupar com extrair do meio todo seu potencial. De 2019 para 2020, a modalidade deu um salto de 26%, para 2 milhões de matrículas novas.

É certo que isso se deveu à pandemia, mas agora é hora de cuidar para que o EAD não contribua para reduzir a já insatisfatória qualidade do ensino superior brasileiro.

(Folha de S. Paulo. Editorial. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/09/ ensino-distanciado.shtml 13.09.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que, na frase que completa o enunciado a seguir, o emprego da crase está em conformidade com a norma-padrão da língua.
As mudanças no ensino durante a pandemia pretendiam ser uma resposta...
 

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Leia o texto, para responder à questão.


Ensino distanciado

Especialistas em educação superior recomendam não superestimar o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) como ferramenta de avaliação qualitativa. Em que pesem suas limitações, a prova traz indicações preocupantes, contudo, sobre a disseminação do ensino a distância (EAD).

Meros 2,3% dos cursos de graduação do gênero chegam à nota máxima, 5, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Na modalidade presencial, são 6,2%. A diferença também se apresenta no contingente enorme de cursos que nem mesmo alcançam a nota 3, mínimo exigido pelo MEC. Enquanto 30,9% dos presenciais ficam nos escores 1 e 2, no universo EAD praticamente a metade (47,8%) está no limbo.

Não seria o caso, só por esses números, de estigmatizar o aprendizado em ambiente virtual. A pandemia de Covid-19 evidenciou ainda mais sua utilidade e forçou instituições a desenvolver técnicas pedagógicas adequadas para o meio, umas com mais sucesso que outras.

O ensino remoto pode e deve ser usado para baratear e dar acesso à educação superior a quem de outro modo não a teria, por falta de recursos ou impossibilidade de deslocamento.

Há indicações, porém, de que o desempenho mais baixo do estudo a distância resulte de fatores que nada têm a ver com a tecnologia. Os matriculados nesses cursos tendem a ser mais velhos (só 16% têm menos de 24 anos, ante 49% nos presenciais) e a trabalhar. São, portanto, pessoas menos familiarizadas com informática que ficaram defasadas nos estudos e dispõem de menos tempo para aulas, textos e exercícios.

Por fim, parece evidente que muitos estabelecimentos de ensino superior recorrem ao EAD para cortar custos, sem se preocupar com extrair do meio todo seu potencial. De 2019 para 2020, a modalidade deu um salto de 26%, para 2 milhões de matrículas novas.

É certo que isso se deveu à pandemia, mas agora é hora de cuidar para que o EAD não contribua para reduzir a já insatisfatória qualidade do ensino superior brasileiro.

(Folha de S. Paulo. Editorial. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/09/ ensino-distanciado.shtml 13.09.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a concordância, verbal e nominal, está em conformidade com a norma-padrão da língua.
 

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Especialistas em educação superior recomendam não superestimar o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) como ferramenta de avaliação qualitativa. Em que pesem suas limitações, a prova traz indicações preocupantes, contudo, sobre a disseminação do ensino a distância (EAD).

Meros 2,3% dos cursos de graduação do gênero chegam à nota máxima, 5, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Na modalidade presencial, são 6,2%. A diferença também se apresenta no contingente enorme de cursos que nem mesmo alcançam a nota 3, mínimo exigido pelo MEC. Enquanto 30,9% dos presenciais ficam nos escores 1 e 2, no universo EAD praticamente a metade (47,8%) está no limbo.

Não seria o caso, só por esses números, de estigmatizar o aprendizado em ambiente virtual. A pandemia de Covid-19 evidenciou ainda mais sua utilidade e forçou instituições a desenvolver técnicas pedagógicas adequadas para o meio, umas com mais sucesso que outras.

O ensino remoto pode e deve ser usado para baratear e dar acesso à educação superior a quem de outro modo não a teria, por falta de recursos ou impossibilidade de deslocamento.

Há indicações, porém, de que o desempenho mais baixo do estudo a distância resulte de fatores que nada têm a ver com a tecnologia. Os matriculados nesses cursos tendem a ser mais velhos (só 16% têm menos de 24 anos, ante 49% nos presenciais) e a trabalhar. São, portanto, pessoas menos familiarizadas com informática que ficaram defasadas nos estudos e dispõem de menos tempo para aulas, textos e exercícios.

Por fim, parece evidente que muitos estabelecimentos de ensino superior recorrem ao EAD para cortar custos, sem se preocupar com extrair do meio todo seu potencial. De 2019 para 2020, a modalidade deu um salto de 26%, para 2 milhões de matrículas novas.

É certo que isso se deveu à pandemia, mas agora é hora de cuidar para que o EAD não contribua para reduzir a já insatisfatória qualidade do ensino superior brasileiro.

(Folha de S. Paulo. Editorial. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/09/ ensino-distanciado.shtml 13.09.2022. Adaptado)

Considera as frases do texto:
• ... a prova traz indicações preocupantes, contudo, sobre a disseminação do ensino... (1º parágrafo)
• Não seria o caso, só por esses números, de estigmatizar o aprendizado... (3º parágrafo)
• ... pessoas menos familiarizadas com informática que ficaram defasadas nos estudos... (5º parágrafo)
No contexto, as palavras em destaque são empregadas, respectivamente, com sentidos de
 

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Especialistas em educação superior recomendam não superestimar o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) como ferramenta de avaliação qualitativa. Em que pesem suas limitações, a prova traz indicações preocupantes, contudo, sobre a disseminação do ensino a distância (EAD).

Meros 2,3% dos cursos de graduação do gênero chegam à nota máxima, 5, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Na modalidade presencial, são 6,2%. A diferença também se apresenta no contingente enorme de cursos que nem mesmo alcançam a nota 3, mínimo exigido pelo MEC. Enquanto 30,9% dos presenciais ficam nos escores 1 e 2, no universo EAD praticamente a metade (47,8%) está no limbo.

Não seria o caso, só por esses números, de estigmatizar o aprendizado em ambiente virtual. A pandemia de Covid-19 evidenciou ainda mais sua utilidade e forçou instituições a desenvolver técnicas pedagógicas adequadas para o meio, umas com mais sucesso que outras.

O ensino remoto pode e deve ser usado para baratear e dar acesso à educação superior a quem de outro modo não a teria, por falta de recursos ou impossibilidade de deslocamento.

Há indicações, porém, de que o desempenho mais baixo do estudo a distância resulte de fatores que nada têm a ver com a tecnologia. Os matriculados nesses cursos tendem a ser mais velhos (só 16% têm menos de 24 anos, ante 49% nos presenciais) e a trabalhar. São, portanto, pessoas menos familiarizadas com informática que ficaram defasadas nos estudos e dispõem de menos tempo para aulas, textos e exercícios.

Por fim, parece evidente que muitos estabelecimentos de ensino superior recorrem ao EAD para cortar custos, sem se preocupar com extrair do meio todo seu potencial. De 2019 para 2020, a modalidade deu um salto de 26%, para 2 milhões de matrículas novas.

É certo que isso se deveu à pandemia, mas agora é hora de cuidar para que o EAD não contribua para reduzir a já insatisfatória qualidade do ensino superior brasileiro.

(Folha de S. Paulo. Editorial. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/09/ ensino-distanciado.shtml 13.09.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o termo ou expressão em destaque na frase exprime noção de causa.
 

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