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Leia a tira para responder às questões de números 01 e 02.

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(Bill Watterson. Calvin e Haroldo – O livro do Décimo aniversário. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2013. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão de regência verbal e preservando-se o sentido do texto original, a expressão destacada na frase “... ela conseguiu acostumar-se com isso...” está corretamente substituída em:
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- Interpretação de TextosInferência Textual
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosVariação da LinguagemTemas e Figuras
Leia a tira para responder às questões de números 01 e 02.

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(Bill Watterson. Calvin e Haroldo – O livro do Décimo aniversário. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2013. Adaptado)
A leitura da tira permite concluir que
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Leia a tira para responder às questões de números 01 a 03.

(Bill Watterson. O melhor de Calvin. https://cultura.estadao.com.br, 05.09.2022)
A expressão tem que, destacada no último quadro, confere ao trecho ideia de:
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Leia a tira para responder às questões de números 01 a 03.

(Bill Watterson. O melhor de Calvin. https://cultura.estadao.com.br, 05.09.2022)
Na tira, um vocábulo empregado em sentido figurado é:
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- Interpretação de TextosInferência Textual
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosVariação da LinguagemTemas e Figuras
Leia a tira para responder às questões de números 01 a 03.

(Bill Watterson. O melhor de Calvin. https://cultura.estadao.com.br, 05.09.2022)
De acordo com informações presentes na tira, assinale a alternativa correta.
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Assinale a alternativa em que a frase redigida está correta quanto à norma-padrão de pontuação e concordância da língua portuguesa.
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- SintaxeCrase
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Leia o texto para responder às questões de números 21 a 24.
Me descobri brasileiro em 1994, quando ajudei a enfeitar com rabiolas a rua pra assistir à Copa do Mundo. Era a primeira televisão em cores da família, ainda que fosse preciso girar, de vez em quando, o botão de sintonia daquela velha Philco 12 polegadas para assistir à sequência de jogos duros, mas vitoriosos.
Descobri ali que o barato era vitória sofrida, de preferência com gol nos últimos minutos, porque as reações eram melhores.
Eu gostava de ver o povo apreensivo, ouvir os gritos, a comemoração. Meu pai, que era rígido e reclamava silêncio até em final de novela, deixava rolar um alvoroço em dia de jogo. Afinal de contas, era a Copa. E foi meu primeiro evento coletivo como brasileiro, já que no impeachment do Collor eu não sabia bem do que se tratava e a TV ainda era em preto e branco.
A final foi um empate lascado, com decisão nos pênaltis.
Roberto Baggio meteu a bola por cima do gol de Taffarel e danou-se, morteiro estourando na rua, buzina, gritaiada “é tetra!”; eu gritava errado: “é tretra!”. Eu não sei explicar bem, mas senti um certo orgulho de contribuir com aquele resultado ao amarrar a rabiola no portão. Ajudei a fazer uma grande coisa, que eu nem sabia bem para que servia, mas se o Brasil tinha ganhado era, portanto, uma grande coisa.
Eu não queria que aquilo acabasse, não podia durar uma semana a mais? Mas no dia seguinte já não era Copa. Era preciso evitar a bagunça, logo mais desfazer os enfeites, se despir da fantasia e retomar a normalidade, reconquistando a rotina que é própria de cada um.
(Ricardo Terto. Quem é essa gente toda aqui?. Todavia, 2021. Adaptado)
O trecho – … retomar a normalidade, reconquistando a rotina que é própria de cada um. – (último parágrafo) pode ser assim reescrito, sem prejuízo da norma-padrão de emprego do sinal indicativo de crase e do sentido original:
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Leia o texto para responder às questões de números 21 a 24.
Me descobri brasileiro em 1994, quando ajudei a enfeitar com rabiolas a rua pra assistir à Copa do Mundo. Era a primeira televisão em cores da família, ainda que fosse preciso girar, de vez em quando, o botão de sintonia daquela velha Philco 12 polegadas para assistir à sequência de jogos duros, mas vitoriosos.
Descobri ali que o barato era vitória sofrida, de preferência com gol nos últimos minutos, porque as reações eram melhores.
Eu gostava de ver o povo apreensivo, ouvir os gritos, a comemoração. Meu pai, que era rígido e reclamava silêncio até em final de novela, deixava rolar um alvoroço em dia de jogo. Afinal de contas, era a Copa. E foi meu primeiro evento coletivo como brasileiro, já que no impeachment do Collor eu não sabia bem do que se tratava e a TV ainda era em preto e branco.
A final foi um empate lascado, com decisão nos pênaltis.
Roberto Baggio meteu a bola por cima do gol de Taffarel e danou-se, morteiro estourando na rua, buzina, gritaiada “é tetra!”; eu gritava errado: “é tretra!”. Eu não sei explicar bem, mas senti um certo orgulho de contribuir com aquele resultado ao amarrar a rabiola no portão. Ajudei a fazer uma grande coisa, que eu nem sabia bem para que servia, mas se o Brasil tinha ganhado era, portanto, uma grande coisa.
Eu não queria que aquilo acabasse, não podia durar uma semana a mais? Mas no dia seguinte já não era Copa. Era preciso evitar a bagunça, logo mais desfazer os enfeites, se despir da fantasia e retomar a normalidade, reconquistando a rotina que é própria de cada um.
(Ricardo Terto. Quem é essa gente toda aqui?. Todavia, 2021. Adaptado)
No trecho – Descobri ali que o barato era vitória sofrida, de preferência com gol nos últimos minutos, porque as reações eram melhores. (2º parágrafo) –, os vocábulos destacados foram empregados, respectivamente, para indicar:
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Leia o texto para responder às questões de números 21 a 24.
Me descobri brasileiro em 1994, quando ajudei a enfeitar com rabiolas a rua pra assistir à Copa do Mundo. Era a primeira televisão em cores da família, ainda que fosse preciso girar, de vez em quando, o botão de sintonia daquela velha Philco 12 polegadas para assistir à sequência de jogos duros, mas vitoriosos.
Descobri ali que o barato era vitória sofrida, de preferência com gol nos últimos minutos, porque as reações eram melhores.
Eu gostava de ver o povo apreensivo, ouvir os gritos, a comemoração. Meu pai, que era rígido e reclamava silêncio até em final de novela, deixava rolar um alvoroço em dia de jogo. Afinal de contas, era a Copa. E foi meu primeiro evento coletivo como brasileiro, já que no impeachment do Collor eu não sabia bem do que se tratava e a TV ainda era em preto e branco.
A final foi um empate lascado, com decisão nos pênaltis.
Roberto Baggio meteu a bola por cima do gol de Taffarel e danou-se, morteiro estourando na rua, buzina, gritaiada “é tetra!”; eu gritava errado: “é tretra!”. Eu não sei explicar bem, mas senti um certo orgulho de contribuir com aquele resultado ao amarrar a rabiola no portão. Ajudei a fazer uma grande coisa, que eu nem sabia bem para que servia, mas se o Brasil tinha ganhado era, portanto, uma grande coisa.
Eu não queria que aquilo acabasse, não podia durar uma semana a mais? Mas no dia seguinte já não era Copa. Era preciso evitar a bagunça, logo mais desfazer os enfeites, se despir da fantasia e retomar a normalidade, reconquistando a rotina que é própria de cada um.
(Ricardo Terto. Quem é essa gente toda aqui?. Todavia, 2021. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
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Leia o texto para responder às questões de números 21 a 24.
Me descobri brasileiro em 1994, quando ajudei a enfeitar com rabiolas a rua pra assistir à Copa do Mundo. Era a primeira televisão em cores da família, ainda que fosse preciso girar, de vez em quando, o botão de sintonia daquela velha Philco 12 polegadas para assistir à sequência de jogos duros, mas vitoriosos.
Descobri ali que o barato era vitória sofrida, de preferência com gol nos últimos minutos, porque as reações eram melhores.
Eu gostava de ver o povo apreensivo, ouvir os gritos, a comemoração. Meu pai, que era rígido e reclamava silêncio até em final de novela, deixava rolar um alvoroço em dia de jogo. Afinal de contas, era a Copa. E foi meu primeiro evento coletivo como brasileiro, já que no impeachment do Collor eu não sabia bem do que se tratava e a TV ainda era em preto e branco.
A final foi um empate lascado, com decisão nos pênaltis.
Roberto Baggio meteu a bola por cima do gol de Taffarel e danou-se, morteiro estourando na rua, buzina, gritaiada “é tetra!”; eu gritava errado: “é tretra!”. Eu não sei explicar bem, mas senti um certo orgulho de contribuir com aquele resultado ao amarrar a rabiola no portão. Ajudei a fazer uma grande coisa, que eu nem sabia bem para que servia, mas se o Brasil tinha ganhado era, portanto, uma grande coisa.
Eu não queria que aquilo acabasse, não podia durar uma semana a mais? Mas no dia seguinte já não era Copa. Era preciso evitar a bagunça, logo mais desfazer os enfeites, se despir da fantasia e retomar a normalidade, reconquistando a rotina que é própria de cada um.
(Ricardo Terto. Quem é essa gente toda aqui?. Todavia, 2021. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado estabelece, no contexto em que se encontra, relação de sentido de conclusão.
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