Foram encontradas 40 questões.
O uso e a colocação dos pronomes NÃO obedecem às prescrições da língua culta escrita na alternativa:
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Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FLUXO CONSULTORIA
Orgão: Pref. Ibiá-MG
De acordo com o Código de Posturas Municipal, marque a alternativa CORRETA:
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Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FLUXO CONSULTORIA
Orgão: Pref. Ibiá-MG
O agente causal da Zoonose, denominado carbúnculo hemático, adquirido profissionalmente por manipuladores de carnes, é o:
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Calcular 8% de R$ 700,00:
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Sobre o instituto do Concurso Público, assinale a opção CORRETA:
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Com 14 litros de tintas podemos pintar uma parede de 35m2. Quantos litros são necessários para pintar uma parede de 15m2?
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NO ELEVADOR
Confesse: você também imagina uma porção de coisas quando entra num elevador. A começar pelo básico: o terror. “Esse troço vai cair...” Não é um sentimento consciente, claro. Os elevadores não caem mais.Tornaram-se tão seguros que aquele botão de “Emergência” só continua no painel para acalmar os paranoicos. No caso de uma emergência, ele provavelmente sairia em sua mão. Ou isso seria uma paranoia?
Não. Não existe mais a possibilidade de grandes tragédias. O que não convence os mais neuróticos do que eu. Sei de gente que sobe de elevador, mas não desce. Argumenta, que o nome é “elevador”. “Ou ascensor”. Que ele vai descer como subiu está apenas subentendido. O que faz o elevador subir é a técnica e o engenho humano. O que faz o elevador descer é a lei da gravidade. E todos nós sabemos do que ela é capaz, quando desafiada.
Eliminado o terror – pelo menos removido para o subsolo do subconsciente – sobram as fantasias. Elevador é um lugar extremamente constrangedor. De repente você se vê num cubículo com estranhos, numa promiscuidade forçada de centímetros, e não pode nem assoviar. Nenhum silêncio é mais denso e opressivo do que o silêncio do elevador. Parece aqueles hiatos na conversa quando ninguém na sala tem assunto e o silêncio vai inchando, inchando de maneira alarmante, até que alguém pergunta: “Quem viu o Jô ontem?” E a conversa se reanima. Só que no elevador a angústia termina apenas com o fim da viagem. As pessoas não se falam num elevador, embora respirem um na cabeça do outro. Mas se olham. É como se qualquer outro contato além do estritamente inevitável fosse desencadear alguma coisa incontrolável, uma batalha de cotovelos até a morte ou uma orgia de se rasgarem as roupas. A combinação tácita e silenciosa é a seguinte: “Está bem, pessoal. Já que o destino nos colocou nessa situação, não vamos fazer nada para piorá-la.”
E ficam todos olhando para a luzinha no indicador de andares, esperando que o martírio acabe logo.
Luiz Fernando Veríssimo. Jornal do Brasil, agosto de 1996, p. 11.
Assinale a alternativa em que todas as palavras contêm prefixo:
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FLUXO CONSULTORIA
Orgão: Pref. Ibiá-MG
Marque a opção que NÃO caracteriza um Serviço Público Coletivo:
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NO ELEVADOR
Confesse: você também imagina uma porção de coisas quando entra num elevador. A começar pelo básico: o terror. “Esse troço vai cair...” Não é um sentimento consciente, claro. Os elevadores não caem mais.Tornaram-se tão seguros que aquele botão de “Emergência” só continua no painel para acalmar os paranoicos. No caso de uma emergência, ele provavelmente sairia em sua mão. Ou isso seria uma paranoia?
Não. Não existe mais a possibilidade de grandes tragédias. O que não convence os mais neuróticos do que eu. Sei de gente que sobe de elevador, mas não desce. Argumenta, que o nome é “elevador”. “Ou ascensor”. Que ele vai descer como subiu está apenas subentendido. O que faz o elevador subir é a técnica e o engenho humano. O que faz o elevador descer é a lei da gravidade. E todos nós sabemos do que ela é capaz, quando desafiada.
Eliminado o terror – pelo menos removido para o subsolo do subconsciente – sobram as fantasias. Elevador é um lugar extremamente constrangedor. De repente você se vê num cubículo com estranhos, numa promiscuidade forçada de centímetros, e não pode nem assoviar. Nenhum silêncio é mais denso e opressivo do que o silêncio do elevador. Parece aqueles hiatos na conversa quando ninguém na sala tem assunto e o silêncio vai inchando, inchando de maneira alarmante, até que alguém pergunta: “Quem viu o Jô ontem?” E a conversa se reanima. Só que no elevador a angústia termina apenas com o fim da viagem. As pessoas não se falam num elevador, embora respirem um na cabeça do outro. Mas se olham. É como se qualquer outro contato além do estritamente inevitável fosse desencadear alguma coisa incontrolável, uma batalha de cotovelos até a morte ou uma orgia de se rasgarem as roupas. A combinação tácita e silenciosa é a seguinte: “Está bem, pessoal. Já que o destino nos colocou nessa situação, não vamos fazer nada para piorá-la.”
E ficam todos olhando para a luzinha no indicador de andares, esperando que o martírio acabe logo.
Luiz Fernando Veríssimo. Jornal do Brasil, agosto de 1996, p. 11.
Quanto à linguagem do texto, assinale a alternativa em que NÃO há palavras de sentido figurado:
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Os cargos públicos são criados, em regra, por meio de:
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