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Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: FLUXO CONSULTORIA
Orgão: Pref. Ibiá-MG
Sobre a Dengue é CORRETO afirmar:
I. O vírus da dengue precisa de tempo para se manifestar no homem ou mesmo para infectar o mosquito transmissor.
II. A idade ideal do mosquito para transmitir a doença é a partir do 30° dia de vida.
III. Uma vez contaminado, o homem demora entre 2 e 15 dias para sentir os sintomas da doença.
IV. Depois de picar o homem, só depois de oito dias o Aedes consegue contaminar outro homem.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FLUXO CONSULTORIA
Orgão: Pref. Ibiá-MG
Com relação á leishmaniose NÃO é correto afirmar:
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Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FLUXO CONSULTORIA
Orgão: Pref. Ibiá-MG
Os alimentos de origem animal são as principais fontes da Salmonella. Assinale a informação INCORRETA ao consumidor na prevenção da Salmonelose:
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Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FLUXO CONSULTORIA
Orgão: Pref. Ibiá-MG
São consideradas medidas de controle de raiva, EXCETO:
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Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FLUXO CONSULTORIA
Orgão: Pref. Ibiá-MG
São atribuições da Vigilância Sanitária, EXCETO:
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NO ELEVADOR
Confesse: você também imagina uma porção de coisas quando entra num elevador. A começar pelo básico: o terror. “Esse troço vai cair...” Não é um sentimento consciente, claro. Os elevadores não caem mais.Tornaram-se tão seguros que aquele botão de “Emergência” só continua no painel para acalmar os paranoicos. No caso de uma emergência, ele provavelmente sairia em sua mão. Ou isso seria uma paranoia?
Não. Não existe mais a possibilidade de grandes tragédias. O que não convence os mais neuróticos do que eu. Sei de gente que sobe de elevador, mas não desce. Argumenta, que o nome é “elevador”. “Ou ascensor”. Que ele vai descer como subiu está apenas subentendido. O que faz o elevador subir é a técnica e o engenho humano. O que faz o elevador descer é a lei da gravidade. E todos nós sabemos do que ela é capaz, quando desafiada.
Eliminado o terror – pelo menos removido para o subsolo do subconsciente – sobram as fantasias. Elevador é um lugar extremamente constrangedor. De repente você se vê num cubículo com estranhos, numa promiscuidade forçada de centímetros, e não pode nem assoviar. Nenhum silêncio é mais denso e opressivo do que o silêncio do elevador. Parece aqueles hiatos na conversa quando ninguém na sala tem assunto e o silêncio vai inchando, inchando de maneira alarmante, até que alguém pergunta: “Quem viu o Jô ontem?” E a conversa se reanima. Só que no elevador a angústia termina apenas com o fim da viagem. As pessoas não se falam num elevador, embora respirem um na cabeça do outro. Mas se olham. É como se qualquer outro contato além do estritamente inevitável fosse desencadear alguma coisa incontrolável, uma batalha de cotovelos até a morte ou uma orgia de se rasgarem as roupas. A combinação tácita e silenciosa é a seguinte: “Está bem, pessoal. Já que o destino nos colocou nessa situação, não vamos fazer nada para piorá-la.”
E ficam todos olhando para a luzinha no indicador de andares, esperando que o martírio acabe logo.
Luiz Fernando Veríssimo. Jornal do Brasil, agosto de 1996, p. 11.
A relação estabelecida pelos conectivos em destaque só NÃO está corretamente identificada nos parênteses em:
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NO ELEVADOR
Confesse: você também imagina uma porção de coisas quando entra num elevador. A começar pelo básico: o terror. “Esse troço vai cair...” Não é um sentimento consciente, claro. Os elevadores não caem mais.Tornaram-se tão seguros que aquele botão de “Emergência” só continua no painel para acalmar os paranoicos. No caso de uma emergência, ele provavelmente sairia em sua mão. Ou isso seria uma paranoia?
Não. Não existe mais a possibilidade de grandes tragédias. O que não convence os mais neuróticos do que eu. Sei de gente que sobe de elevador, mas não desce. Argumenta, que o nome é “elevador”. “Ou ascensor”. Que ele vai descer como subiu está apenas subentendido. O que faz o elevador subir é a técnica e o engenho humano. O que faz o elevador descer é a lei da gravidade. E todos nós sabemos do que ela é capaz, quando desafiada.
Eliminado o terror – pelo menos removido para o subsolo do subconsciente – sobram as fantasias. Elevador é um lugar extremamente constrangedor. De repente você se vê num cubículo com estranhos, numa promiscuidade forçada de centímetros, e não pode nem assoviar. Nenhum silêncio é mais denso e opressivo do que o silêncio do elevador. Parece aqueles hiatos na conversa quando ninguém na sala tem assunto e o silêncio vai inchando, inchando de maneira alarmante, até que alguém pergunta: “Quem viu o Jô ontem?” E a conversa se reanima. Só que no elevador a angústia termina apenas com o fim da viagem. As pessoas não se falam num elevador, embora respirem um na cabeça do outro. Mas se olham. É como se qualquer outro contato além do estritamente inevitável fosse desencadear alguma coisa incontrolável, uma batalha de cotovelos até a morte ou uma orgia de se rasgarem as roupas. A combinação tácita e silenciosa é a seguinte: “Está bem, pessoal. Já que o destino nos colocou nessa situação, não vamos fazer nada para piorá-la.”
E ficam todos olhando para a luzinha no indicador de andares, esperando que o martírio acabe logo.
Luiz Fernando Veríssimo. Jornal do Brasil, agosto de 1996, p. 11.
Sobre a pontuação do texto, só NÃO se pode afirmar que:
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“Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”. Tal disposição se refere ao Princípio da:
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São direitos dos trabalhadores, EXCETO:
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Numa primeira fase de um campeonato de xadrez cada jogador joga uma vez contra todos os demais. Nessa fase foram realizados 78 jogos. Quantos eram os jogadores?
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