Foram encontradas 40 questões.
Após leitura dos trechos abaixo escolha o autor correspondente:
I. “Os suportes biológicos que fundamentam sua teoria dos estágios universais receberam maior destaque.”
II. “A interação entre as condições sociais e a base do comportamento humano foram os elementos fundamentais para sua teoria sobre o desenvolvimento.”
Opções:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FLUXO CONSULTORIA
Orgão: Pref. Ibiá-MG
Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) referentes a 2009, divulgada pelo IBGE, é CORRETO afirmar:
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NO ELEVADOR
Confesse: você também imagina uma porção de coisas quando entra num elevador. A começar pelo básico: o terror. “Esse troço vai cair...” Não é um sentimento consciente, claro. Os elevadores não caem mais.Tornaram-se tão seguros que aquele botão de “Emergência” só continua no painel para acalmar os paranoicos. No caso de uma emergência, ele provavelmente sairia em sua mão. Ou isso seria uma paranoia?
Não. Não existe mais a possibilidade de grandes tragédias. O que não convence os mais neuróticos do que eu. Sei de gente que sobe de elevador, mas não desce. Argumenta, que o nome é “elevador”. “Ou ascensor”. Que ele vai descer como subiu está apenas subentendido. O que faz o elevador subir é a técnica e o engenho humano. O que faz o elevador descer é a lei da gravidade. E todos nós sabemos do que ela é capaz, quando desafiada.
Eliminado o terror – pelo menos removido para o subsolo do subconsciente – sobram as fantasias. Elevador é um lugar extremamente constrangedor. De repente você se vê num cubículo com estranhos, numa promiscuidade forçada de centímetros, e não pode nem assoviar. Nenhum silêncio é mais denso e opressivo do que o silêncio do elevador. Parece aqueles hiatos na conversa quando ninguém na sala tem assunto e o silêncio vai inchando, inchando de maneira alarmante, até que alguém pergunta: “Quem viu o Jô ontem?” E a conversa se reanima. Só que no elevador a angústia termina apenas com o fim da viagem. As pessoas não se falam num elevador, embora respirem um na cabeça do outro. Mas se olham. É como se qualquer outro contato além do estritamente inevitável fosse desencadear alguma coisa incontrolável, uma batalha de cotovelos até a morte ou uma orgia de se rasgarem as roupas. A combinação tácita e silenciosa é a seguinte: “Está bem, pessoal. Já que o destino nos colocou nessa situação, não vamos fazer nada para piorá-la.”
E ficam todos olhando para a luzinha no indicador de andares, esperando que o martírio acabe logo.
Luiz Fernando Veríssimo. Jornal do Brasil, agosto de 1996, p. 11.
A relação estabelecida pelos conectivos em destaque só NÃO está corretamente identificada nos parênteses em:
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NO ELEVADOR
Confesse: você também imagina uma porção de coisas quando entra num elevador. A começar pelo básico: o terror. “Esse troço vai cair...” Não é um sentimento consciente, claro. Os elevadores não caem mais.Tornaram-se tão seguros que aquele botão de “Emergência” só continua no painel para acalmar os paranoicos. No caso de uma emergência, ele provavelmente sairia em sua mão. Ou isso seria uma paranoia?
Não. Não existe mais a possibilidade de grandes tragédias. O que não convence os mais neuróticos do que eu. Sei de gente que sobe de elevador, mas não desce. Argumenta, que o nome é “elevador”. “Ou ascensor”. Que ele vai descer como subiu está apenas subentendido. O que faz o elevador subir é a técnica e o engenho humano. O que faz o elevador descer é a lei da gravidade. E todos nós sabemos do que ela é capaz, quando desafiada.
Eliminado o terror – pelo menos removido para o subsolo do subconsciente – sobram as fantasias. Elevador é um lugar extremamente constrangedor. De repente você se vê num cubículo com estranhos, numa promiscuidade forçada de centímetros, e não pode nem assoviar. Nenhum silêncio é mais denso e opressivo do que o silêncio do elevador. Parece aqueles hiatos na conversa quando ninguém na sala tem assunto e o silêncio vai inchando, inchando de maneira alarmante, até que alguém pergunta: “Quem viu o Jô ontem?” E a conversa se reanima. Só que no elevador a angústia termina apenas com o fim da viagem. As pessoas não se falam num elevador, embora respirem um na cabeça do outro. Mas se olham. É como se qualquer outro contato além do estritamente inevitável fosse desencadear alguma coisa incontrolável, uma batalha de cotovelos até a morte ou uma orgia de se rasgarem as roupas. A combinação tácita e silenciosa é a seguinte: “Está bem, pessoal. Já que o destino nos colocou nessa situação, não vamos fazer nada para piorá-la.”
E ficam todos olhando para a luzinha no indicador de andares, esperando que o martírio acabe logo.
Luiz Fernando Veríssimo. Jornal do Brasil, agosto de 1996, p. 11.
Sobre a pontuação do texto, só NÃO se pode afirmar que:
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“Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”. Tal disposição se refere ao Princípio da:
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São direitos dos trabalhadores, EXCETO:
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“Por sua vez, é o exercício efetivo e competente da escrita e implica habilidades, tais como a capacidade de ler e escrever para informar ou informarse, para interagir, para ampliar conhecimento, capacidade de interpretar e produzir diferentes tipos de texto, de inserir-se efetivamente no mundo da escrita, entre muitas outras.”
O conceito acima refere-se a:
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Compõe a Administração Pública Indireta, EXCETO:
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NO ELEVADOR
Confesse: você também imagina uma porção de coisas quando entra num elevador. A começar pelo básico: o terror. “Esse troço vai cair...” Não é um sentimento consciente, claro. Os elevadores não caem mais.Tornaram-se tão seguros que aquele botão de “Emergência” só continua no painel para acalmar os paranoicos. No caso de uma emergência, ele provavelmente sairia em sua mão. Ou isso seria uma paranoia?
Não. Não existe mais a possibilidade de grandes tragédias. O que não convence os mais neuróticos do que eu. Sei de gente que sobe de elevador, mas não desce. Argumenta, que o nome é “elevador”. “Ou ascensor”. Que ele vai descer como subiu está apenas subentendido. O que faz o elevador subir é a técnica e o engenho humano. O que faz o elevador descer é a lei da gravidade. E todos nós sabemos do que ela é capaz, quando desafiada.
Eliminado o terror – pelo menos removido para o subsolo do subconsciente – sobram as fantasias. Elevador é um lugar extremamente constrangedor. De repente você se vê num cubículo com estranhos, numa promiscuidade forçada de centímetros, e não pode nem assoviar. Nenhum silêncio é mais denso e opressivo do que o silêncio do elevador. Parece aqueles hiatos na conversa quando ninguém na sala tem assunto e o silêncio vai inchando, inchando de maneira alarmante, até que alguém pergunta: “Quem viu o Jô ontem?” E a conversa se reanima. Só que no elevador a angústia termina apenas com o fim da viagem. As pessoas não se falam num elevador, embora respirem um na cabeça do outro. Mas se olham. É como se qualquer outro contato além do estritamente inevitável fosse desencadear alguma coisa incontrolável, uma batalha de cotovelos até a morte ou uma orgia de se rasgarem as roupas. A combinação tácita e silenciosa é a seguinte: “Está bem, pessoal. Já que o destino nos colocou nessa situação, não vamos fazer nada para piorá-la.”
E ficam todos olhando para a luzinha no indicador de andares, esperando que o martírio acabe logo.
Luiz Fernando Veríssimo. Jornal do Brasil, agosto de 1996, p. 11.
Assinale a opção CORRETA quanto ao comentário gramatical apresentado:
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NO ELEVADOR
Confesse: você também imagina uma porção de coisas quando entra num elevador. A começar pelo básico: o terror. “Esse troço vai cair...” Não é um sentimento consciente, claro. Os elevadores não caem mais.Tornaram-se tão seguros que aquele botão de “Emergência” só continua no painel para acalmar os paranoicos. No caso de uma emergência, ele provavelmente sairia em sua mão. Ou isso seria uma paranoia?
Não. Não existe mais a possibilidade de grandes tragédias. O que não convence os mais neuróticos do que eu. Sei de gente que sobe de elevador, mas não desce. Argumenta, que o nome é “elevador”. “Ou ascensor”. Que ele vai descer como subiu está apenas subentendido. O que faz o elevador subir é a técnica e o engenho humano. O que faz o elevador descer é a lei da gravidade. E todos nós sabemos do que ela é capaz, quando desafiada.
Eliminado o terror – pelo menos removido para o subsolo do subconsciente – sobram as fantasias. Elevador é um lugar extremamente constrangedor. De repente você se vê num cubículo com estranhos, numa promiscuidade forçada de centímetros, e não pode nem assoviar. Nenhum silêncio é mais denso e opressivo do que o silêncio do elevador. Parece aqueles hiatos na conversa quando ninguém na sala tem assunto e o silêncio vai inchando, inchando de maneira alarmante, até que alguém pergunta: “Quem viu o Jô ontem?” E a conversa se reanima. Só que no elevador a angústia termina apenas com o fim da viagem. As pessoas não se falam num elevador, embora respirem um na cabeça do outro. Mas se olham. É como se qualquer outro contato além do estritamente inevitável fosse desencadear alguma coisa incontrolável, uma batalha de cotovelos até a morte ou uma orgia de se rasgarem as roupas. A combinação tácita e silenciosa é a seguinte: “Está bem, pessoal. Já que o destino nos colocou nessa situação, não vamos fazer nada para piorá-la.”
E ficam todos olhando para a luzinha no indicador de andares, esperando que o martírio acabe logo.
Luiz Fernando Veríssimo. Jornal do Brasil, agosto de 1996, p. 11.
Assinale a única alternativa que NÃO está de acordo com as ideias expressas no texto:
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