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3501954 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Icapuí-CE
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‘Todo Dia a Mesma Noite’ age com cautela e respeito acerca da tragédia da Boate Kiss

No dia 27 de janeiro de 2013, uma das maiores tragédias nacionais acontecia na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul: um incêndio criminoso se apossou da Boate Kiss e arrancou a vida de 242 pessoas, ninguém foi, de fato, preso ou responsabilizado, mesmo com diversas provas apontando a irresponsabilidade tanto dos órgãos públicos quanto dos nomes por trás da estruturação da casa noturna. Em 2017, a jornalista investigativa Daniela Arbex lançou um livro narrando os acontecimentos do desastre e trazendo depoimentos inéditos dos sobreviventes e dos pais das vítimas, auxiliando na denúncia da negligência por parte dos promotores e fornecendo maior visibilidade ao caso.

Agora, tanto o acontecimento quanto o romance de nãoficção são levados à Netflix através da minissérie ‘Todo Dia a Mesma Noite’. Era apenas questão de tempo até a história ser adaptada em uma forma dramatizada – e tinha todos os elementos para cair nas fórmulas do gênero true crime (que agora vem encontrando espaço em solo brasileiro). Mas o resultado rema contra a nossa maré de expectativa e transforma-se em uma dolorosa homenagem aos jovens assassinados na Boate Kiss, sem se valer da espetacularização da catástrofe em questão e tomando a cautela necessária para entregar exatamente o que promete: uma perspectiva humana de uma mancha na história do país.

Ao contrário do que poderíamos esperar, a produção não pretende narrar os eventos anteriores que culminaram na fatalidade – afinal, como não houve um resultado sólido desde aquela época, não faria sentido analisar o que aconteceu antes. Logo, o primeiro episódio começa horas antes da tragédia, apresentando os protagonistas e coadjuvantes e de que forma a vida de cada um deles mudou em questão de segundos. E aqui, discorro o ótimo trabalho das diretoras Júlia Rezende e Carol Minêm, que unem forças não para utilizar das mágoas e dos traumas para ganhar visualizações ou dinheiro, mas para garantir que toda a angústia e o medo sejam sentidos pelo espectador. Desde os primeiros minutos, sabemos o que vai acontecer e nos sentimos enclausurados em um labirinto sem saída, acompanhados por uma frenética montagem e um jogo de luzes que atordoa e que tenta, ao máximo, refletir a realidade dos que faleceram naquela fatídica madrugada.

O elenco traz nomes como Thelmo Fernandes, Débora Lamm, Bianca Byington, Paulo Gorgulho e vários outros atores e atrizes estelares que fazem um sólido trabalho – ainda que alguns diálogos superexpostos tornem as performances um tanto quanto artificiais. Apesar disso e de breves equívocos técnicos, há um trabalho primoroso de foreshadowing evocado na primeira cena do piloto e que dita o tom do enredo e de como devemos compreender os episódios. A fotografia navega entre uma felicidade estonteante de cores quentes que logo dá espaço para o caos e para uma melancolia constante e justificável, pincelado pelos tons frios do azul que entram em conflito com as emoções à flor da pele. Uma das cenas de maior impacto é, sem dúvida alguma, o momento em que Ricardo (Gorgulho) e Lívia (Raquel Karro) chegam à Boate e correm pelo estacionamento para procurar o carro do filho – eventualmente descobrindo que ele estava na casa noturna e cedendo a uma constatação derradeira e dilacerante.

O grande mérito da minissérie é conseguir não se apoiar em imagens chocantes ou em explicitações condenáveis dos mortos, e sim utilizar os artifícios que lhe são dados para apostar fichas nas eternas consequências – ou seja, na desestabilização dos familiares, na falta de impunidade e na óbvia conivência do próprio Estado a uma calamidade sem precedentes. E, no final das contas, não podemos deixar de ficar comovidos com uma retratação fiel de pessoas que continuam a sofrer pela falta de aparato governamental e pela agridoce fé de que, em algum momento, isso irá mudar.

‘Todo Dia a Mesma Noite’ é uma potente investida da Netflix que, não obstante as evidentes falhas, cumpre com o que quer mostrar – uma recontagem dos fatos através de uma humanizadora e bem-vinda exploração do incêndio da Boate Kiss. Dez anos depois, espera-se a justiça e, como apontado pelo frame final da obra, exaltamos a memória das vítimas por justiça e pela promessa de que isso nunca mais se repita.

Fonte: https://cinepop.com.br/critica-todo-dia-a-mesma-noite-age-com-cautela-erespeito-acerca-da-tragedia-da-boate-kiss-38963/

De acordo com o texto, entre as questões relacionadas à minissérie ‘Todo dia a Mesma Noite’ NÃO se inclui a(o)

 

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3501953 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Icapuí-CE
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‘Todo Dia a Mesma Noite’ age com cautela e respeito acerca da tragédia da Boate Kiss

No dia 27 de janeiro de 2013, uma das maiores tragédias nacionais acontecia na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul: um incêndio criminoso se apossou da Boate Kiss e arrancou a vida de 242 pessoas, ninguém foi, de fato, preso ou responsabilizado, mesmo com diversas provas apontando a irresponsabilidade tanto dos órgãos públicos quanto dos nomes por trás da estruturação da casa noturna. Em 2017, a jornalista investigativa Daniela Arbex lançou um livro narrando os acontecimentos do desastre e trazendo depoimentos inéditos dos sobreviventes e dos pais das vítimas, auxiliando na denúncia da negligência por parte dos promotores e fornecendo maior visibilidade ao caso.

Agora, tanto o acontecimento quanto o romance de nãoficção são levados à Netflix através da minissérie ‘Todo Dia a Mesma Noite’. Era apenas questão de tempo até a história ser adaptada em uma forma dramatizada – e tinha todos os elementos para cair nas fórmulas do gênero true crime (que agora vem encontrando espaço em solo brasileiro). Mas o resultado rema contra a nossa maré de expectativa e transforma-se em uma dolorosa homenagem aos jovens assassinados na Boate Kiss, sem se valer da espetacularização da catástrofe em questão e tomando a cautela necessária para entregar exatamente o que promete: uma perspectiva humana de uma mancha na história do país.

Ao contrário do que poderíamos esperar, a produção não pretende narrar os eventos anteriores que culminaram na fatalidade – afinal, como não houve um resultado sólido desde aquela época, não faria sentido analisar o que aconteceu antes. Logo, o primeiro episódio começa horas antes da tragédia, apresentando os protagonistas e coadjuvantes e de que forma a vida de cada um deles mudou em questão de segundos. E aqui, discorro o ótimo trabalho das diretoras Júlia Rezende e Carol Minêm, que unem forças não para utilizar das mágoas e dos traumas para ganhar visualizações ou dinheiro, mas para garantir que toda a angústia e o medo sejam sentidos pelo espectador. Desde os primeiros minutos, sabemos o que vai acontecer e nos sentimos enclausurados em um labirinto sem saída, acompanhados por uma frenética montagem e um jogo de luzes que atordoa e que tenta, ao máximo, refletir a realidade dos que faleceram naquela fatídica madrugada.

O elenco traz nomes como Thelmo Fernandes, Débora Lamm, Bianca Byington, Paulo Gorgulho e vários outros atores e atrizes estelares que fazem um sólido trabalho – ainda que alguns diálogos superexpostos tornem as performances um tanto quanto artificiais. Apesar disso e de breves equívocos técnicos, há um trabalho primoroso de foreshadowing evocado na primeira cena do piloto e que dita o tom do enredo e de como devemos compreender os episódios. A fotografia navega entre uma felicidade estonteante de cores quentes que logo dá espaço para o caos e para uma melancolia constante e justificável, pincelado pelos tons frios do azul que entram em conflito com as emoções à flor da pele. Uma das cenas de maior impacto é, sem dúvida alguma, o momento em que Ricardo (Gorgulho) e Lívia (Raquel Karro) chegam à Boate e correm pelo estacionamento para procurar o carro do filho – eventualmente descobrindo que ele estava na casa noturna e cedendo a uma constatação derradeira e dilacerante.

O grande mérito da minissérie é conseguir não se apoiar em imagens chocantes ou em explicitações condenáveis dos mortos, e sim utilizar os artifícios que lhe são dados para apostar fichas nas eternas consequências – ou seja, na desestabilização dos familiares, na falta de impunidade e na óbvia conivência do próprio Estado a uma calamidade sem precedentes. E, no final das contas, não podemos deixar de ficar comovidos com uma retratação fiel de pessoas que continuam a sofrer pela falta de aparato governamental e pela agridoce fé de que, em algum momento, isso irá mudar.

‘Todo Dia a Mesma Noite’ é uma potente investida da Netflix que, não obstante as evidentes falhas, cumpre com o que quer mostrar – uma recontagem dos fatos através de uma humanizadora e bem-vinda exploração do incêndio da Boate Kiss. Dez anos depois, espera-se a justiça e, como apontado pelo frame final da obra, exaltamos a memória das vítimas por justiça e pela promessa de que isso nunca mais se repita.

Fonte: https://cinepop.com.br/critica-todo-dia-a-mesma-noite-age-com-cautela-erespeito-acerca-da-tragedia-da-boate-kiss-38963/

O gênero textual, utilizado pelo autor Thiago Nolla em “Todo Dia a Mesma Noite age com cautela e respeito acerca da tragédia da Boate Kiss”, é

 

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‘Todo Dia a Mesma Noite’ age com cautela e respeito acerca da tragédia da Boate Kiss

No dia 27 de janeiro de 2013, uma das maiores tragédias nacionais acontecia na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul: um incêndio criminoso se apossou da Boate Kiss e arrancou a vida de 242 pessoas, ninguém foi, de fato, preso ou responsabilizado, mesmo com diversas provas apontando a irresponsabilidade tanto dos órgãos públicos quanto dos nomes por trás da estruturação da casa noturna. Em 2017, a jornalista investigativa Daniela Arbex lançou um livro narrando os acontecimentos do desastre e trazendo depoimentos inéditos dos sobreviventes e dos pais das vítimas, auxiliando na denúncia da negligência por parte dos promotores e fornecendo maior visibilidade ao caso.

Agora, tanto o acontecimento quanto o romance de não-ficção são levados à Netflix através da minissérie ‘Todo Dia a Mesma Noite’. Era apenas questão de tempo até a história ser adaptada em uma forma dramatizada – e tinha todos os elementos para cair nas fórmulas do gênero true crime (que agora vem encontrando espaço em solo brasileiro). Mas o resultado rema contra a nossa maré de expectativa e transforma-se em uma dolorosa homenagem aos jovens assassinados na Boate Kiss, sem se valer da espetacularização da catástrofe em questão e tomando a cautela necessária para entregar exatamente o que promete: uma perspectiva humana de uma mancha na história do país.

Ao contrário do que poderíamos esperar, a produção não pretende narrar os eventos anteriores que culminaram na fatalidade – afinal, como não houve um resultado sólido desde aquela época, não faria sentido analisar o que aconteceu antes. Logo, o primeiro episódio começa horas antes da tragédia, apresentando os protagonistas e coadjuvantes e de que forma a vida de cada um deles mudou em questão de segundos. E aqui, discorro o ótimo trabalho das diretoras Júlia Rezende e Carol Minêm, que unem forças não para utilizar das mágoas e dos traumas para ganhar visualizações ou dinheiro, mas para garantir que toda a angústia e o medo sejam sentidos pelo espectador. Desde os primeiros minutos, sabemos o que vai acontecer e nos sentimos enclausurados em um labirinto sem saída, acompanhados por uma frenética montagem e um jogo de luzes que atordoa e que tenta, ao máximo, refletir a realidade dos que faleceram naquela fatídica madrugada.

O elenco traz nomes como Thelmo Fernandes, Débora Lamm, Bianca Byington, Paulo Gorgulho e vários outros atores e atrizes estelares que fazem um sólido trabalho – ainda que alguns diálogos superexpostos tornem as performances um tanto quanto artificiais. Apesar disso e de breves equívocos técnicos, há um trabalho primoroso de foreshadowing evocado na primeira cena do piloto e que dita o tom do enredo e de como devemos compreender os episódios. A fotografia navega entre uma felicidade estonteante de cores quentes que logo dá espaço para o caos e para uma melancolia constante e justificável, pincelado pelos tons frios do azul que entram em conflito com as emoções à flor da pele. Uma das cenas de maior impacto é, sem dúvida alguma, o momento em que Ricardo (Gorgulho) e Lívia (Raquel Karro) chegam à Boate e correm pelo estacionamento para procurar o carro do filho – eventualmente descobrindo que ele estava na casa noturna e cedendo a uma constatação derradeira e dilacerante.

O grande mérito da minissérie é conseguir não se apoiar em imagens chocantes ou em explicitações condenáveis dos mortos, e sim utilizar os artifícios que lhe são dados para apostar fichas nas eternas consequências – ou seja, na desestabilização dos familiares, na falta de impunidade e na óbvia conivência do próprio Estado a uma calamidade sem precedentes. E, no final das contas, não podemos deixar de ficar comovidos com uma retratação fiel de pessoas que continuam a sofrer pela falta de aparato governamental e pela agridoce fé de que, em algum momento, isso irá mudar.

‘Todo Dia a Mesma Noite’ é uma potente investida da Netflix que, não obstante as evidentes falhas, cumpre com o que quer mostrar – uma recontagem dos fatos através de uma humanizadora e bem-vinda exploração do incêndio da Boate Kiss. Dez anos depois, espera-se a justiça e, como apontado pelo frame final da obra, exaltamos a memória das vítimas por justiça e pela promessa de que isso nunca mais se repita.

Fonte: https://cinepop.com.br/critica-todo-dia-a-mesma-noite-age-com-cautela-erespeito-acerca-da-tragedia-da-boate-kiss-38963/

A ideia central do texto é

 

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O ambiente escolar deve estar adaptado a todos os indivíduos e às suas particularidades, disponibilizando recursos para sua aprendizagem. Analise as imagens a seguir.

Enunciado 3501748-1

Marque a opção que indica a(s) imagem(ens) CORRETA(S)

 

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Sobre o currículo, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional é CORRETO afirmar o(a)(as)

 

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As professoras de terceiro ano do ensino fundamental, Esmeralda e Adelaide, conversavam na sala dos professores sobre a importância dos Parâmetros Curriculares Nacionais, quando a professora Ana Maria entrou e discordou, alegando que o documento não tratava de questões sociais. Imediatamente, as primeiras professoras esclareceram à Ana Maria que foram abordadas questões sociais relevantes, reafirmando sua problematização e análise, incorporando-as como temas transversais. As questões sociais abordadas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental foram

 

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Refere-se a um órgão consultivo e deliberativo, que trata de problemas financeiros, administrativos e pedagógicos da escola, contribuindo na elaboração e efetivação de projetos e propostas, visando à melhoria da educação. Reúne diferentes segmentos (diretor, professores, funcionários, estudantes, pais e outros representantes da comunidade). Dessa forma, assume um papel fundamental na democratização da gestão da educação, pois por meio dele as diferentes visões podem ser discutidas e as decisões tomadas para que a educação venha contribuir para a melhoria da vida das pessoas. O nome desse colegiado é

 

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A educação brasileira está organizada em diferentes instâncias sob responsabilidade das diferentes esferas administrativas que compõem a nação. É um direito e um dever da população, confirmado pela Constituição Federal de 1988 e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9394/96, e deve ser oferecida pelo Governo Federal, Estados, Distrito Federal e municípios, em regime de

 

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A ideia de avaliação como medida do desempenho dos alunos encontra-se fortemente enraizada na mente dos professores e dos alunos. Nesse contexto, a avaliação da aprendizagem consiste somente nos aspectos quantitativos, por meio de notas. Uma avaliação que não se limita a testes, é aquela que

I. mensura, em escala de notas, o rendimento escolar do aluno no final do ano.

II. valoriza o que o aluno já sabe, portanto, desenvolve a sua autoestima;

III. prevê a diversificação das situações de ensino.

IV. propõe problemas, adaptando novas perguntas às respostas dos alunos.

V. contempla a formalidade técnica classificativa como essencial ao processo somativo.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

 

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As bases legais que constituem a educação escolar indígena perpassada pela Constituição Federal de 1988, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, resolução de 1999 e o Decreto Presidencial de 2004, garantem os direitos dos povos indígenas a uma educação que contempla a

I. diferenciação e a interculturalidade, e o trânsito entre diferenças e territórios identitários.

II. recuperação de suas memórias históricas, reafirmação de suas identidades étnicas.

III. declinação dos atributos particulares como o uso da língua indígena e os saberes tradicionais.

IV. educação especializada, com programas e currículos específicos para a comunidade.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

 

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