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Turismo animal
Muitas pessoas que gostam de animais costumam
visitar lugares onde acreditam que possam conhecê-los sem
prejudicá-los. Mas nem sempre é isso o que ocorre.
Os animais da Amazônia, por exemplo, sofrem com a
atividade turística na região que, em muitos casos, submete
espécies como o boto-cor-de-rosa e o bicho-preguiça longas sessões de fotos, alertam ativistas da ONG World
Animal Protection.
Com frequência, os animais são capturados e
maltratados antes de serem exibidos aos turistas, aponta a
World Animal Protection, que se infiltrou em excursões na
selva amazônica do Brasil e do Peru para registrar essas
interações.
“Atrás das câmeras, esses animais costumam ser
espancados, separados de suas mães quando bebês e
guardados secretamente em lugares sujos e apertados; ou
são cevados reiteradamente com alimentos que podem ter
um impacto negativo longo prazo em seu organismo e
comportamento”, afirma o grupo.
Com muita frequência, os turistas desconhecem
completamente essa crueldade que torna os animais
submissos e disponíveis. A ironia é que o turista que
normalmente tira fotos com o animal é aquele turista que
adora os animais e, na realidade, está contribuindo para o
seu mal-estar, captura e matança.
(Fonte: Ambiente Brasil — adaptado.)
I. Sujeita o boto-cor-de-rosa e o bicho-preguiça a longas sessões de registros fotográficos. II. Cria excursões na selva amazônica do Brasil e do Peru para registrar imagens do turismo animal. III. Afirma que os turistas costumam separar os animais de suas mães quando bebês, guardando-os secretamente.
Está(ão) CORRETO(S):
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Assinalar a alternativa na qual a acentuação foi
empregada de maneira INCORRETA na palavra sublinhada:
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Em relação ao aumentativo, assinalar a alternativa
CORRETA:
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Assinalar a alternativa na qual o tempo verbal foi
empregado CORRETAMENTE:
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Direitos humanos à mesa
A cadeia de produção de alimentos que se delineou
a partir da década de 1980 se caracteriza pela interconexão
entre empresas produtoras de sementes, químicas e de
biotecnologias agrícolas. Isso permite que empresas
desenvolvam, fabriquem e distribuam sementes
geneticamente modificadas, que costumam ser
quimicamente dependentes do uso de pesticidas. Nesse
sentido, é como dizer que "se compra o pacote todo",
porque os produtos não são vendidos separadamente.
Quando as sementes são geneticamente
modificadas, a sua produção inclui diversos atores, como as
empresas provedoras dos traits (características
genéticas) que concedem licenças para as novas
características de modificação genética, as grandes
empresas que utilizam essas sementes, mas que podem
também desenvolver as suas sementes proprietárias, e,
finalmente, outras empresas de sementes que desenvolvem
variedades distintas e adaptáveis diferentes
condições climáticas e de solo.
Assim, ainda na primeira etapa da cadeia de
produção de alimentos — a dos insumos agrícolas —, a
semente que é cultivada aqui no Brasil está necessariamente
relacionada indústria global de tecnologias
bioquímicas.
O argumento que justifica essa prática "inovadora"
é a escassez de alimentos e a necessidade de produzir cada
vez mais para atender às demandas mundiais, e, para
garantir a alta produção agrícola, são necessários os
pesticidas. O que se alega é que a solução do problema não
passa por livrar o campo dos pesticidas, já que isso
acarretaria grande perda de safras, o que seria insustentável
economicamente.
O argumento das empresas do mercado é o mesmo
de sempre: grandes monoculturas dependem de pesticidas.
Hoje, não só o milho, a soja e o algodão estão aprisionados
nessas práticas, mas também o cultivo de verduras, de frutas
e de legumes. A justificativa não parece válida, pois dados
apontam que há um brutal desperdício e uma má
distribuição de alimentos e não escassez. Então, qual seria o
motivo para se conectar geneticamente sementes com
pesticidas? Restringir a autonomia do agricultor e aumentar
o poder das empresas do setor.
(Fonte: Ciência Hoje — adaptado.)
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Direitos humanos à mesa
A cadeia de produção de alimentos que se delineou
a partir da década de 1980 se caracteriza pela interconexão
entre empresas produtoras de sementes, químicas e de
biotecnologias agrícolas. Isso permite que empresas
desenvolvam, fabriquem e distribuam sementes
geneticamente modificadas, que costumam ser
quimicamente dependentes do uso de pesticidas. Nesse
sentido, é como dizer que "se compra o pacote todo",
porque os produtos não são vendidos separadamente.
Quando as sementes são geneticamente
modificadas, a sua produção inclui diversos atores, como as
empresas provedoras dos traits (características
genéticas) que concedem licenças para as novas
características de modificação genética, as grandes
empresas que utilizam essas sementes, mas que podem
também desenvolver as suas sementes proprietárias, e,
finalmente, outras empresas de sementes que desenvolvem
variedades distintas e adaptáveis diferentes
condições climáticas e de solo.
Assim, ainda na primeira etapa da cadeia de
produção de alimentos — a dos insumos agrícolas —, a
semente que é cultivada aqui no Brasil está necessariamente
relacionada indústria global de tecnologias
bioquímicas.
O argumento que justifica essa prática "inovadora"
é a escassez de alimentos e a necessidade de produzir cada
vez mais para atender às demandas mundiais, e, para
garantir a alta produção agrícola, são necessários os
pesticidas. O que se alega é que a solução do problema não
passa por livrar o campo dos pesticidas, já que isso
acarretaria grande perda de safras, o que seria insustentável
economicamente.
O argumento das empresas do mercado é o mesmo
de sempre: grandes monoculturas dependem de pesticidas.
Hoje, não só o milho, a soja e o algodão estão aprisionados
nessas práticas, mas também o cultivo de verduras, de frutas
e de legumes. A justificativa não parece válida, pois dados
apontam que há um brutal desperdício e uma má
distribuição de alimentos e não escassez. Então, qual seria o
motivo para se conectar geneticamente sementes com
pesticidas? Restringir a autonomia do agricultor e aumentar
o poder das empresas do setor.
(Fonte: Ciência Hoje — adaptado.)
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Em relação à ortografia, assinalar a alternativa CORRETA:
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