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Turismo animal
Muitas pessoas que gostam de animais costumam visitar lugares onde acreditam que possam conhecê-los sem prejudicá-los. Mas nem sempre é isso o que ocorre.
Os animais da Amazônia, por exemplo, sofrem com a atividade turística na região que, em muitos casos, submete espécies como o boto-cor-de-rosa e o bicho-preguiça longas sessões de fotos, alertam ativistas da ONG World Animal Protection.
Com frequência, os animais são capturados e maltratados antes de serem exibidos aos turistas, aponta a World Animal Protection, que se infiltrou em excursões na selva amazônica do Brasil e do Peru para registrar essas interações.
“Atrás das câmeras, esses animais costumam ser espancados, separados de suas mães quando bebês e guardados secretamente em lugares sujos e apertados; ou são cevados reiteradamente com alimentos que podem ter um impacto negativo longo prazo em seu organismo e comportamento”, afirma o grupo.
Com muita frequência, os turistas desconhecem completamente essa crueldade que torna os animais submissos e disponíveis. A ironia é que o turista que normalmente tira fotos com o animal é aquele turista que adora os animais e, na realidade, está contribuindo para o seu mal-estar, captura e matança.
(Fonte: Ambiente Brasil — adaptado.)
Em conformidade com o texto, analisar os itens abaixo sobre a ONG World Animal Protection:
I. Sujeita o boto-cor-de-rosa e o bicho-preguiça a longas sessões de registros fotográficos. II. Cria excursões na selva amazônica do Brasil e do Peru para registrar imagens do turismo animal. III. Afirma que os turistas costumam separar os animais de suas mães quando bebês, guardando-os secretamente.
Está(ão) CORRETO(S):
 

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2869030 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ilópolis-RS
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Assinalar a alternativa na qual a acentuação foi empregada de maneira INCORRETA na palavra sublinhada:
 

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2869029 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ilópolis-RS
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Em relação ao aumentativo, assinalar a alternativa CORRETA:
 

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2869028 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ilópolis-RS
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Enunciado 3585176-1
É CORRETO afirmar que, no contexto no qual se encontra, a locução verbal “deve ter” indica uma:
 

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2869027 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ilópolis-RS
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Enunciado 3585175-1
O substantivo coletivo “arsenal” foi CORRETAMENTE empregado no cartum para indicar:
 

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2869026 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ilópolis-RS
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Enunciado 3585174-1
A palavra “motosserra” não é separada por hífen pela mesma regra da seguinte palavra:
 

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Assinalar a alternativa na qual o tempo verbal foi empregado CORRETAMENTE:
 

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Direitos humanos à mesa
A cadeia de produção de alimentos que se delineou a partir da década de 1980 se caracteriza pela interconexão entre empresas produtoras de sementes, químicas e de biotecnologias agrícolas. Isso permite que empresas desenvolvam, fabriquem e distribuam sementes geneticamente modificadas, que costumam ser quimicamente dependentes do uso de pesticidas. Nesse sentido, é como dizer que "se compra o pacote todo", porque os produtos não são vendidos separadamente.
Quando as sementes são geneticamente modificadas, a sua produção inclui diversos atores, como as empresas provedoras dos traits (características genéticas) que concedem licenças para as novas características de modificação genética, as grandes empresas que utilizam essas sementes, mas que podem também desenvolver as suas sementes proprietárias, e, finalmente, outras empresas de sementes que desenvolvem variedades distintas e adaptáveis diferentes condições climáticas e de solo.
Assim, ainda na primeira etapa da cadeia de produção de alimentos — a dos insumos agrícolas —, a semente que é cultivada aqui no Brasil está necessariamente relacionada indústria global de tecnologias bioquímicas.
O argumento que justifica essa prática "inovadora" é a escassez de alimentos e a necessidade de produzir cada vez mais para atender às demandas mundiais, e, para garantir a alta produção agrícola, são necessários os pesticidas. O que se alega é que a solução do problema não passa por livrar o campo dos pesticidas, já que isso acarretaria grande perda de safras, o que seria insustentável economicamente.
O argumento das empresas do mercado é o mesmo de sempre: grandes monoculturas dependem de pesticidas. Hoje, não só o milho, a soja e o algodão estão aprisionados nessas práticas, mas também o cultivo de verduras, de frutas e de legumes. A justificativa não parece válida, pois dados apontam que há um brutal desperdício e uma má distribuição de alimentos e não escassez. Então, qual seria o motivo para se conectar geneticamente sementes com pesticidas? Restringir a autonomia do agricultor e aumentar o poder das empresas do setor.
(Fonte: Ciência Hoje — adaptado.)
O termo “finalmente”, utilizado no texto, classifica-se como:
 

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Direitos humanos à mesa
A cadeia de produção de alimentos que se delineou a partir da década de 1980 se caracteriza pela interconexão entre empresas produtoras de sementes, químicas e de biotecnologias agrícolas. Isso permite que empresas desenvolvam, fabriquem e distribuam sementes geneticamente modificadas, que costumam ser quimicamente dependentes do uso de pesticidas. Nesse sentido, é como dizer que "se compra o pacote todo", porque os produtos não são vendidos separadamente.
Quando as sementes são geneticamente modificadas, a sua produção inclui diversos atores, como as empresas provedoras dos traits (características genéticas) que concedem licenças para as novas características de modificação genética, as grandes empresas que utilizam essas sementes, mas que podem também desenvolver as suas sementes proprietárias, e, finalmente, outras empresas de sementes que desenvolvem variedades distintas e adaptáveis diferentes condições climáticas e de solo.
Assim, ainda na primeira etapa da cadeia de produção de alimentos — a dos insumos agrícolas —, a semente que é cultivada aqui no Brasil está necessariamente relacionada indústria global de tecnologias bioquímicas.
O argumento que justifica essa prática "inovadora" é a escassez de alimentos e a necessidade de produzir cada vez mais para atender às demandas mundiais, e, para garantir a alta produção agrícola, são necessários os pesticidas. O que se alega é que a solução do problema não passa por livrar o campo dos pesticidas, já que isso acarretaria grande perda de safras, o que seria insustentável economicamente.
O argumento das empresas do mercado é o mesmo de sempre: grandes monoculturas dependem de pesticidas. Hoje, não só o milho, a soja e o algodão estão aprisionados nessas práticas, mas também o cultivo de verduras, de frutas e de legumes. A justificativa não parece válida, pois dados apontam que há um brutal desperdício e uma má distribuição de alimentos e não escassez. Então, qual seria o motivo para se conectar geneticamente sementes com pesticidas? Restringir a autonomia do agricultor e aumentar o poder das empresas do setor.
(Fonte: Ciência Hoje — adaptado.)
Ao pluralizar o termo sublinhado em “A justificativa não parece válida, pois dados apontam que há um brutal desperdício e uma má distribuição de alimentos e não escassez.”, quantas outras palavras deverão ser modificadas para fins de concordância?
 

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2869022 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Ilópolis-RS
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Em relação à ortografia, assinalar a alternativa CORRETA:
 

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