Foram encontradas 254 questões.
Analise as informações a seguir:
I. Uma proposta pedagógica expressa sempre os valores que a constituem, e precisa estar intimamente ligada à realidade a que se dirige, explicitando seus objetivos de pensar criticamente esta realidade, enfrentando seus mais agudos problemas.
II. Uma proposta pedagógica trata-se de uma proposta única, posto que a realidade é unidimensional e composta por homogeneidades.
III. Uma proposta pedagógica precisa ser construída com a participação efetiva de todos os sujeitos — crianças e adultos, alunos, professores e profissionais não-docentes, famílias e população em geral —, levando em conta suas necessidades, especificidades e realidade.
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
Analise as informações a seguir:
I. De competência do professor, o planejamento curricular envolve a previsão dos diversos componentes a serem desenvolvidos em um ano letivo ou de modo específico, em um bimestre, pois constitui como um instrumento que direciona as ações do professor para alcançar objetivos delineados.
II. De competência das formas administrativas do governo, o planejamento educacional é feito no nível nacional, estadual e municipal, conforme prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação que afirma ser a União a responsável por elaborar o fruto desse planejamento que é o Plano Nacional de Educação, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.
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Analise as informações a seguir:
I. Na perspectiva de Luckesi, pratica-se nas escolas públicas e particulares, nos diversos níveis de ensino, muito mais exames escolares do que avaliação de aprendizagem, corroborando, assim, a ideia de que, no senso comum da vida escolar, os educadores são mais examinadores do que avaliadores.
II. O educando vai à escola para aprender, todavia, quando o foco da escola é nos exames, a prática pedagógica que vigora é a de que o educando vai à escola para ser submetido a um processo seletivo. O ato de examinar se caracteriza, dentre outros aspectos, pela classificação e seletividade do educando, já o ato de avaliar é caracterizado pelo seu diagnóstico e pela inclusão.
III. A habilidade de examinar do educador é herdada tanto do sistema de ensino estabelecido e praticado na docência, como na trajetória pessoal enquanto educando sucessivamente submetido às práticas examinadoras dos educadores que os acompanharam na trajetória estudantil.
Marque a alternativa CORRETA:
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Analise as informações a seguir:
I. A avaliação é uma tarefa didática necessária e permanente do trabalho docente, o qual deve acompanhar passo a passo o processo de ensino e aprendizagem. É por meio dela que, no decorrer do trabalho conjunto do professor e dos alunos, os resultados são comparados com os objetivos propostos.
II. A avaliação, enquanto tarefa complexa que não se resume à realização de provas e atribuição de notas, mensura dados que devem ser submetidos a uma apreciação qualitativa, cumprindo, dessa forma, funções pedagógico-didáticas, de diagnóstico e de controle.
III. Segundo Luckesi, a avaliação é uma apreciação quantitativa sobre dados relevantes do processo de ensino e aprendizagem, que auxilia o professor a tomar decisões sobre seu trabalho. Essa apreciação quantitativa dos dados relevantes, por meio de provas, exercícios e respostas dos alunos, é o que permite uma tomada de decisão do educador para o que deve ser feito em seguida.
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Analise as informações a seguir:
I. Uma das críticas à prática da avaliação escolar ocorre pelo fato de essa prática, muitas vezes, reduzir-se à sua função de controle mediante a qual se faz uma classificação quantitativa dos alunos relativa às notas que obtiveram das provas. Não raro, educandos não têm conseguido usar os procedimentos de avaliação para atender a sua função educativa.
II. Tomar uma avaliação como o ato de aplicar provas, atribuir notas e classificar os alunos reduz a avaliação à cobrança daquilo que o aluno memorizou, ficando, assim, a nota apenas como instrumento de controle, como fazem professores que se vangloriam por deter o poder de aprovar ou reprovar. Esses educadores, na verdade, ignoram a complexidade de fatores que envolvem o ensino, tais como os objetivos de formação, a situação social dos alunos, as condições e meios de organização do ensino, as dificuldades de assimilação por conta das condições sociais, econômicas, culturais adversas dos alunos.
III. É comum a prática de transformar as notas da avaliação em armas de intimidação e ameaça para alunos desinteressados ou indisciplinados e transformar em prêmios, recompensa, para os "bons" alunos, bem como vem sendo comum atribuir ou subtrair “ponto” de acordo com o comportamento do aluno. Nessas práticas, o professor também cumpre seu papel docente de assegurar as condições e os meios pedagógicos-didáticos para que os alunos sejam estimulados e tenham o aprendizado como objetivo.
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Texto 06 - ChatGPT: qual é o lugar da tecnologia na educação?
O ChatGPT já pode ser considerado um dos maiores fenômenos da internet. A tecnologia desenvolvida pela OpenAl faz uso da Inteligência Artificial (IA) para responder a qualquer pergunta. Desde "Deus existe?” até "receita de miojo", o chatbot conta com uma enorme quantidade de dados prévios capaz de gerar respostas coerentes. O ChatGPT está cada vez mais popular e, é claro, já chegou às salas de aula. Porém, os impactos da tecnologia na educação causam controvérsias.
Uma das primeiras polêmicas da tecnologia nos estudos aconteceu na Furman University, nos Estados Unidos. O professor de filosofia Darren Hick solicitou um texto de 500 palavras sobre o filósofo David Hume aos seus alunos. Ao receber os trabalhos, confirmou uma suspeita da maioria dos seus colegas educadores. Algumas redações tinham palavras peculiares demais e, apesar de serem coerentes, não apresentavam opinião própria. Hick usou um sistema de detecção do ChatGPT, também desenvolvido pela OpenAl, e descobriu que alguns alunos estavam usando a plataforma para fazer seus trabalhos.
Depois disso, diversos educadores dividiram opiniões sobre os prós e contras da tecnologia nas salas de aula. O ChatGPT pode ser uma ferramenta útil para melhorar a educação e o aprendizado em muitos aspectos, desde que seja usado de forma adequada e com cuidado. No entanto, como acontece com qualquer tecnologia, é importante ter em mente seus limites e desafios. Por exemplo, se os alunos dependem muito do ChatGPT para obter respostas e informações, isso pode prejudicar seu desenvolvimento de habilidades de pesquisa e pensamento crítico. Além disso, é importante que o ChatGPT seja programado de forma ética e precisa, sem preconceitos ou imprecisões que possam levar a informações incorretas ou enganosas.
Da segunda frase em diante, não fui eu que escrevi o parágrafo acima. Acessei a plataforma da OpenaAl, escrevi "o ChatGPT pode prejudicar a educação?” e enviei. Fácil assim. Uma resposta coerente e gramaticalmente correia. A tecnologia apresentou até uma visão crítica, já que disse que a plataforma pode prejudicar os alunos caso não seja usada da forma correta. Não é uma surpresa o fato de jovens e adolescentes, que fazem parte da geração com grande facilidade de se adaptar às novas tecnologias, já estejam usando o sistema ao seu favor. Agora, resta às unidades de educação adotarem o chatbot como um aliado também.
A proibição não é a solução. O ChatGPT é gratuito e de fácil acesso. Basta fazer uma conta no site da OpenAl, incluir um e-mail e número de telefone e pronto. Devo concordar com a resposta fornecida pela Inteligência Artificial (IA), pois a tecnologia só é prejudicial quando não é empregada da forma correta. Caso contrário, pode ser uma ferramenta útil no processo de aprendizagem.
Quando o ChatGPT foi lançado, a revista The Atlantic divulgou uma sentença: a redação está morta. De fato, o robô consegue finalizar uma redação do Enem em menos de um minuto. De qualquer forma, é preciso enxergar a tecnologia não como uma substituição do trabalho das pessoas, mas sim como um ponto de apoio. A plataforma pode servir como uma mentora, fornecendo informações cruas sobre um assunto específico. A análise e o desenvolvimento de soluções, no entanto, ainda é uma competência excepcionalmente humana.
A tecnologia só é uma ameaça para as instituições que não conseguirem se reinventar. As análises de situações reais e estudos de caso, seguindo o estilo de ensino de Harvard, vão fazer cada vez mais sentido nas salas de aula. De fato, decorar informações técnicas não é mais necessário. Isso a tecnologia nos entrega. O importante é focar nas competências socioemocionais e análises críticas que apenas o cérebro humano é capaz de desenvolver. É bem provável que as próximas gerações não gastem tempo tentando decorar a fórmula de Bhaskara.
Rodrigo Maia dos Santos - CEO da Gonow1. Acessado em 09 mai. 2023 em “https://mercadoeconsumo.com.br/21/02/2023/artigos/
Analise as afirmativas a seguir:
I. No excerto: "A tecnologia só é uma ameaça para as instituições que não conseguirem se reinventar.", o termo destaca “só” pressupõe que a tecnologia será uma ameaça se as instituições não se reinventarem.
II. No excerto: “O ChatGPT é gratuito e de fácil acesso.", o autor deixa subentendido que será inútil criar leis que tentem impedir que se utilize a referida tecnologia.
Marque a alternativa CORRETA:
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Texto 06 - ChatGPT: qual é o lugar da tecnologia na educação?
O ChatGPT já pode ser considerado um dos maiores fenômenos da internet. A tecnologia desenvolvida pela OpenAl faz uso da Inteligência Artificial (IA) para responder a qualquer pergunta. Desde "Deus existe?” até "receita de miojo", o chatbot conta com uma enorme quantidade de dados prévios capaz de gerar respostas coerentes. O ChatGPT está cada vez mais popular e, é claro, já chegou às salas de aula. Porém, os impactos da tecnologia na educação causam controvérsias.
Uma das primeiras polêmicas da tecnologia nos estudos aconteceu na Furman University, nos Estados Unidos. O professor de filosofia Darren Hick solicitou um texto de 500 palavras sobre o filósofo David Hume aos seus alunos. Ao receber os trabalhos, confirmou uma suspeita da maioria dos seus colegas educadores. Algumas redações tinham palavras peculiares demais e, apesar de serem coerentes, não apresentavam opinião própria. Hick usou um sistema de detecção do ChatGPT, também desenvolvido pela OpenAl, e descobriu que alguns alunos estavam usando a plataforma para fazer seus trabalhos.
Depois disso, diversos educadores dividiram opiniões sobre os prós e contras da tecnologia nas salas de aula. O ChatGPT pode ser uma ferramenta útil para melhorar a educação e o aprendizado em muitos aspectos, desde que seja usado de forma adequada e com cuidado. No entanto, como acontece com qualquer tecnologia, é importante ter em mente seus limites e desafios. Por exemplo, se os alunos dependem muito do ChatGPT para obter respostas e informações, isso pode prejudicar seu desenvolvimento de habilidades de pesquisa e pensamento crítico. Além disso, é importante que o ChatGPT seja programado de forma ética e precisa, sem preconceitos ou imprecisões que possam levar a informações incorretas ou enganosas.
Da segunda frase em diante, não fui eu que escrevi o parágrafo acima. Acessei a plataforma da OpenaAl, escrevi "o ChatGPT pode prejudicar a educação?” e enviei. Fácil assim. Uma resposta coerente e gramaticalmente correia. A tecnologia apresentou até uma visão crítica, já que disse que a plataforma pode prejudicar os alunos caso não seja usada da forma correta. Não é uma surpresa o fato de jovens e adolescentes, que fazem parte da geração com grande facilidade de se adaptar às novas tecnologias, já estejam usando o sistema ao seu favor. Agora, resta às unidades de educação adotarem o chatbot como um aliado também.
A proibição não é a solução. O ChatGPT é gratuito e de fácil acesso. Basta fazer uma conta no site da OpenAl, incluir um e-mail e número de telefone e pronto. Devo concordar com a resposta fornecida pela Inteligência Artificial (IA), pois a tecnologia só é prejudicial quando não é empregada da forma correta. Caso contrário, pode ser uma ferramenta útil no processo de aprendizagem.
Quando o ChatGPT foi lançado, a revista The Atlantic divulgou uma sentença: a redação está morta. De fato, o robô consegue finalizar uma redação do Enem em menos de um minuto. De qualquer forma, é preciso enxergar a tecnologia não como uma substituição do trabalho das pessoas, mas sim como um ponto de apoio. A plataforma pode servir como uma mentora, fornecendo informações cruas sobre um assunto específico. A análise e o desenvolvimento de soluções, no entanto, ainda é uma competência excepcionalmente humana.
A tecnologia só é uma ameaça para as instituições que não conseguirem se reinventar. As análises de situações reais e estudos de caso, seguindo o estilo de ensino de Harvard, vão fazer cada vez mais sentido nas salas de aula. De fato, decorar informações técnicas não é mais necessário. Isso a tecnologia nos entrega. O importante é focar nas competências socioemocionais e análises críticas que apenas o cérebro humano é capaz de desenvolver. É bem provável que as próximas gerações não gastem tempo tentando decorar a fórmula de Bhaskara.
Rodrigo Maia dos Santos - CEO da Gonow1. Acessado em 09 mai. 2023 em “https://mercadoeconsumo.com.br/21/02/2023/artigos/
Há uma virgula empregada para circunscrever informação sobre referente:
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Texto 06 - ChatGPT: qual é o lugar da tecnologia na educação?
O ChatGPT já pode ser considerado um dos maiores fenômenos da internet. A tecnologia desenvolvida pela OpenAl faz uso da Inteligência Artificial (IA) para responder a qualquer pergunta. Desde "Deus existe?” até "receita de miojo", o chatbot conta com uma enorme quantidade de dados prévios capaz de gerar respostas coerentes. O ChatGPT está cada vez mais popular e, é claro, já chegou às salas de aula. Porém, os impactos da tecnologia na educação causam controvérsias.
Uma das primeiras polêmicas da tecnologia nos estudos aconteceu na Furman University, nos Estados Unidos. O professor de filosofia Darren Hick solicitou um texto de 500 palavras sobre o filósofo David Hume aos seus alunos. Ao receber os trabalhos, confirmou uma suspeita da maioria dos seus colegas educadores. Algumas redações tinham palavras peculiares demais e, apesar de serem coerentes, não apresentavam opinião própria. Hick usou um sistema de detecção do ChatGPT, também desenvolvido pela OpenAl, e descobriu que alguns alunos estavam usando a plataforma para fazer seus trabalhos.
Depois disso, diversos educadores dividiram opiniões sobre os prós e contras da tecnologia nas salas de aula. O ChatGPT pode ser uma ferramenta útil para melhorar a educação e o aprendizado em muitos aspectos, desde que seja usado de forma adequada e com cuidado. No entanto, como acontece com qualquer tecnologia, é importante ter em mente seus limites e desafios. Por exemplo, se os alunos dependem muito do ChatGPT para obter respostas e informações, isso pode prejudicar seu desenvolvimento de habilidades de pesquisa e pensamento crítico. Além disso, é importante que o ChatGPT seja programado de forma ética e precisa, sem preconceitos ou imprecisões que possam levar a informações incorretas ou enganosas.
Da segunda frase em diante, não fui eu que escrevi o parágrafo acima. Acessei a plataforma da OpenaAl, escrevi "o ChatGPT pode prejudicar a educação?” e enviei. Fácil assim. Uma resposta coerente e gramaticalmente correia. A tecnologia apresentou até uma visão crítica, já que disse que a plataforma pode prejudicar os alunos caso não seja usada da forma correta. Não é uma surpresa o fato de jovens e adolescentes, que fazem parte da geração com grande facilidade de se adaptar às novas tecnologias, já estejam usando o sistema ao seu favor. Agora, resta às unidades de educação adotarem o chatbot como um aliado também.
A proibição não é a solução. O ChatGPT é gratuito e de fácil acesso. Basta fazer uma conta no site da OpenAl, incluir um e-mail e número de telefone e pronto. Devo concordar com a resposta fornecida pela Inteligência Artificial (IA), pois a tecnologia só é prejudicial quando não é empregada da forma correta. Caso contrário, pode ser uma ferramenta útil no processo de aprendizagem.
Quando o ChatGPT foi lançado, a revista The Atlantic divulgou uma sentença: a redação está morta. De fato, o robô consegue finalizar uma redação do Enem em menos de um minuto. De qualquer forma, é preciso enxergar a tecnologia não como uma substituição do trabalho das pessoas, mas sim como um ponto de apoio. A plataforma pode servir como uma mentora, fornecendo informações cruas sobre um assunto específico. A análise e o desenvolvimento de soluções, no entanto, ainda é uma competência excepcionalmente humana.
A tecnologia só é uma ameaça para as instituições que não conseguirem se reinventar. As análises de situações reais e estudos de caso, seguindo o estilo de ensino de Harvard, vão fazer cada vez mais sentido nas salas de aula. De fato, decorar informações técnicas não é mais necessário. Isso a tecnologia nos entrega. O importante é focar nas competências socioemocionais e análises críticas que apenas o cérebro humano é capaz de desenvolver. É bem provável que as próximas gerações não gastem tempo tentando decorar a fórmula de Bhaskara.
Rodrigo Maia dos Santos - CEO da Gonow1. Acessado em 09 mai. 2023 em “https://mercadoeconsumo.com.br/21/02/2023/artigos/
Com base no Texto 06 "ChatGPT": qual é o lugar da tecnologia na educação?”, analise as afirmativas a seguir:
I. O tema central abordado no texto é o impacto negativo que as tecnologias costumam trazer para a educação como um todo.
Il. O texto objetiva mostrar que o ChtGPT é um perigo à aprendizagem dos estudantes, haja vista seu potencial de liquidar a redação.
III. O propósito comunicativo do autor é mostrar que a tecnologia vem a ser uma aliada da educação, se usada com razoabilidade.
Marque a alternativa CORRETA:
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Texto 04

http://pedagogiavida.blogspot.com/2012/07/educacao-em-charges-2.html
Texto 05

Com base na leitura dos Textos 04 e 05, analise as afirmativas a seguir:
l. O autor do Texto 5 plantou um subentendido como recurso para compreensão do Meme, de acordo com a qual há professores sádicos, que se divertem com as "lágrimas" de desespero derramadas pelos alunos em períodos de avaliação.
Il. O autor do Texto 04 criou uma ironia como efeito de sentido para a compreensão da charge, pois seu título diverge totalmente do texto do último balão da sequência de comunicadores e seus suportes de comunicação apresentados.
Marque a alternativa CORRETA:
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Texto 04

http://pedagogiavida.blogspot.com/2012/07/educacao-em-charges-2.html
Texto 05

Sobre o processo de compreensão dos Textos 04 e 05, analise as afirmativas a seguir:
.
I. Ambos os gêneros devem ser trabalhados na sala de aula de língua portuguesa do ensino fundamental II, pois são instrumentos pedagógicos adequados para desenvolver, no aprendiz, processos cognitivos inferenciais, aumentar a percepção crítica, instigar a criatividade a partir da sua compreensão contextualizada à realidade local e nacional.
II. Ambos os gêneros precisam ser trabalhados apenas na sala de aula de língua portuguesa do ensino fundamental II, pois só os professores desta disciplina têm a formação teórico-metodológica exata para ensinar os segredos da compreensão dos sentidos sutis que permeiam esses gêneros.
IIl. Ambos os gêneros devem ser trabalhados na sala de aula de língua portuguesa do ensino fundamental II por ser uma forma de valorizar os produtores destes gêneros tão frequente nos manuais e documentos oficiais de instituições empresariais e governamentais dada a natureza criativa e engraçada que constituem esses gêneros.
Marque a alternativa CORRETA:
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