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Homônimos são palavras que têm a mesma pronúncia, mas significados diferentes, como, bucho (estômago) e buxo (arbusto). Parônimos são palavras com significados diferentes, mas são parecidas na grafia ou na pronúncia, como, inflação (alta dos preços) e infração (violação).
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas dos períodos:
I- “Precisamos pegar os recibos na __________ aquele advogado trabalha. Vá você, que está __________ do assunto, __________ vou eu”.
II- “O Presidente fez um __________ aos presentes e, no seu discurso, referiu-se à __________ da Câmara em que se discutiu sobre a __________ do uso de algumas drogas.”
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Nas palavras a seguir foram omitidos intencionalmente os respectivos acentos. Acentue-as e assinale a alternativa em que as 4 palavras devem receber acento.
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Apresentamos algumas palavras, usadas com frequência, e que podem gerar dúvidas quanto à grafia. Analise-as e assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas, de cima para baixo, observando a correta grafia das palavras.
1- Esta palavra refere-se ao estado de quem está distraído ou absorto em alguma coisa, como neste exemplo: "A criança está __________ com seus brinquedos"
2- Refere-se a qualquer tipo de obstáculo ou impedimento. Isto é um __________.
3- O embutido feito de carne de bovinos, suínos, aves e de cubos de gordura chama-se __________.
4 – O sinal gráfico em forma de estrela (*), utilizado para indicar que há uma nota de rodapé ou para fazer uma citação chama-se __________.
5- É uma locução que significa “para”, “com o propósito de”, como neste exemplo: “Estudei muito __________ obter uma boa classificação”.
6- Quando alguém assiste a um filme ou à televisão, dizemos que ele é um __________.
7- Indica o ato de exigir alguma coisa e de assumir algo. Esta é a definição do verbo __________.
8- Refere-se a alguma coisa que é dispensável e desnecessária. Isto é __________.
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Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas, considerando a concordância verbal.
- _____________________ de mais quatro máquinas para atender à demanda.
- Eu, tu e meu irmão só ______________ em casa à noite.
- Ontem ______________ várias reclamações sobre a nova mercadoria.
- Já _________ vinte horas quando voltei para casa.
- Três quilos de carne _______ pouco para o churrasco.
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A regência verbal estuda a relação de dependência que se estabelece entre os verbos e seus complementos, isto é, estuda-se se o verbo é intransitivo, transitivo direto, transitivo indireto e, neste caso, qual a preposição relacionada com ele. Analise os períodos abaixo quanto à regência verbal, de acordo com a norma culta, e assinale a alternativa correspondente.
1- Aspiro uma das vagas neste concurso.
2- Sempre simpatizei com aquela colega de trabalho.
3- Sempre visei um futuro mais feliz.
4- No calor, prefiro cerveja a vinho.
5- Ontem fui na escola para o encontro de professores.
6 - Não sei aonde fica a sala do diretor.
7- O carro foi de encontro ao muro.
8- Ela era muito bonita, mas esqueci do nome dela.
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Analise os períodos a seguir, considerando a concordância nominal, e assinale a alternativa correspondente.
1- Estudo as literaturas brasileira e inglesa.
2- As professoras mesmas consertaram as carteiras estragadas.
3- Questões políticas-econômicas exigem amplo debate com empresários
4- Encaminho algumas fotos anexo ao processo para conhecimento de todos.
5- É proibido entrada de estranhos.
6- As meninas estavam sós naquele dia.
7- É necessário a participação dos alunos nos eventos da escola.
8- Tenho menas informações que você sobre o novo projeto.
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LÍNGUA PORTUGUESA
Leia o texto e responda a questão seguinte.
Nossa educação é péssima?
Em 2000, desabou na Alemanha uma notícia aterradora. O pais estava em 25º lugar no Pisa, um teste que mede a capacidade de leitura e o aprendizado de matemática e ciências, entre jovens de 15 anos, em cerca de quarenta países. Educadores, pais e autoridades oscilaram entre traumatizados e enfurecidos. Até hoje, clima está tumultuado, com comissões, seminários e uma enxurrada de novas leis.
Nesse mesmo exame, o Brasil obteve o último lugar, bem atrás do México. Mas no nosso caso há outra notícia pior: o resultado não criou uma crise. A imprensa não fez barulho. A esquerda e a direita ficaram mudas. Pesquisas com pais mostram um resultado quase inacreditável: eles estão satisfeitos com a educação oferecida aos filhos.
Metade dos alunos da 4ª série são praticamente analfabetos. Não há nenhuma discrepância, todos os resultados mostram que nossa educação é péssima. Tampouco existem atenuantes. Mas há uma agravante: o desempenho muito melhor de países com o mesmo nível de renda e que pagam aproximadamente a mesma coisa aos professores.
Em outras palavras, estamos diante de dois grandes problemas. Precisamos convencer os brasileiros de que nossa educação é péssima e, então, entender como melhorá-la. Mas quer nos parecer que, sem vencer a primeira barreira, não vamos mudar a qualidade da educação.
Tentemos entender o que está ocorrendo. Praticamente, terminamos o ciclo de criar escolas, contratar professores e oferecer livros, merenda e uma estrutura operacional mínima. Não resolveu. Então, alguma coisa deve estar errada na sala de aula, pois é lá que acontece a educação.
Uma primeira pista discreta vem de uma pesquisa recente com professores. De tudo o que disseram e reclamaram, em hora nenhuma mencionaram que os alunos não estão aprendendo - no fundo, o único assunto importante. Ou seja, aqueles que pilotam as salas de aula não reportam ser esse o problema.
Os teóricos e ideólogos da moda circunavegam os espaços intergalácticos com suas teorias impenetráveis e denúncias conspiratórias. Inevitavelmente, as propostas são exaltadas, complicadas e sem foco. Mas nenhum deles se lembra de pousar nas terras onde a educação funciona e ver como se faz lá. Teriam surpresas.
O primeiro passo para pensar nas soluções é entender que há prioridades, ou seja, algumas coisas se fazem antes, sacrificando as outras. A primeira missão da escola é ensinar a ler, a entender o que foi lido, a escrever e a usar números para lidar com problemas do mundo real. Obviamente, isso faz convergir todo o foco do esforço para os primeiros anos. A emoção, o afeto, o amor e a autoestima não são objetivos em si, mas condições necessárias para acontecer o ensino sério.
Os professores têm de receber essa missão e precisam prestar conta dela. Os que tiverem êxito na missão devem ser festejados e premiados. Para isso, os alunos têm de ser avaliados e testados com frequência. São necessários currículos detalhados, bons livros e professores que saibam usá-los. Se tal fórmula deu certo em todos os países avançados, caberia aos gurus demonstrar por que o Brasil é "diferente".
Precisamos de uma sociedade indignada contra a educação que temos. Precisamos de uma crise grave.
Claudio de Moura Castro
VEJA, 26/04/2006
"Pesquisas com pais mostram um resultado quase inacreditável: eles estão satisfeitos com a educação oferecida aos filhos." A palavra sublinhada é um predicativo do sujeito, pois expressa um estado, uma característica que se refere ao sujeito (eles). Analise as palavras sublinhadas nos períodos a seguir.
1- Em 2000, desabou na Alemanha uma notícia aterradora.
2- Até hoje, o clima está tumultuado.
3- A esquerda e a direita ficaram mudas.
4- Pais e autoridades oscilaram entre traumatizados e enfurecidos.
5- Todos os resultados mostram que nossa educação é péssima.
6- Metade dos alunos da 4ª série são praticamente analfabetos.
7- Precisamos de uma sociedade indignada contra a educação que temos.
8- Alguma coisa deve estar errada na sala de aula, pois é lá que acontece a educação.
9- Os professores que tiverem êxito na missão devem ser premiados.
10- Se tal fórmula deu certo em países avançados, caberia aos gurus demonstrar por que o Brasil é diferente.
11- São necessários currículos detalhados, bons livros e professores que saibam usá-los.
As palavras sublinhadas também desempenham a função sintática de predicativo do sujeito em todos os períodos acima, EXCETO:
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LÍNGUA PORTUGUESA
Leia o texto e responda a questão seguinte.
Nossa educação é péssima?
Em 2000, desabou na Alemanha uma notícia aterradora. O pais estava em 25º lugar no Pisa, um teste que mede a capacidade de leitura e o aprendizado de matemática e ciências, entre jovens de 15 anos, em cerca de quarenta países. Educadores, pais e autoridades oscilaram entre traumatizados e enfurecidos. Até hoje, clima está tumultuado, com comissões, seminários e uma enxurrada de novas leis.
Nesse mesmo exame, o Brasil obteve o último lugar, bem atrás do México. Mas no nosso caso há outra notícia pior: o resultado não criou uma crise. A imprensa não fez barulho. A esquerda e a direita ficaram mudas. Pesquisas com pais mostram um resultado quase inacreditável: eles estão satisfeitos com a educação oferecida aos filhos.
Metade dos alunos da 4ª série são praticamente analfabetos. Não há nenhuma discrepância, todos os resultados mostram que nossa educação é péssima. Tampouco existem atenuantes. Mas há uma agravante: o desempenho muito melhor de países com o mesmo nível de renda e que pagam aproximadamente a mesma coisa aos professores.
Em outras palavras, estamos diante de dois grandes problemas. Precisamos convencer os brasileiros de que nossa educação é péssima e, então, entender como melhorá-la. Mas quer nos parecer que, sem vencer a primeira barreira, não vamos mudar a qualidade da educação.
Tentemos entender o que está ocorrendo. Praticamente, terminamos o ciclo de criar escolas, contratar professores e oferecer livros, merenda e uma estrutura operacional mínima. Não resolveu. Então, alguma coisa deve estar errada na sala de aula, pois é lá que acontece a educação.
Uma primeira pista discreta vem de uma pesquisa recente com professores. De tudo o que disseram e reclamaram, em hora nenhuma mencionaram que os alunos não estão aprendendo - no fundo, o único assunto importante. Ou seja, aqueles que pilotam as salas de aula não reportam ser esse o problema.
Os teóricos e ideólogos da moda circunavegam os espaços intergalácticos com suas teorias impenetráveis e denúncias conspiratórias. Inevitavelmente, as propostas são exaltadas, complicadas e sem foco. Mas nenhum deles se lembra de pousar nas terras onde a educação funciona e ver como se faz lá. Teriam surpresas.
O primeiro passo para pensar nas soluções é entender que há prioridades, ou seja, algumas coisas se fazem antes, sacrificando as outras. A primeira missão da escola é ensinar a ler, a entender o que foi lido, a escrever e a usar números para lidar com problemas do mundo real. Obviamente, isso faz convergir todo o foco do esforço para os primeiros anos. A emoção, o afeto, o amor e a autoestima não são objetivos em si, mas condições necessárias para acontecer o ensino sério.
Os professores têm de receber essa missão e precisam prestar conta dela. Os que tiverem êxito na missão devem ser festejados e premiados. Para isso, os alunos têm de ser avaliados e testados com frequência. São necessários currículos detalhados, bons livros e professores que saibam usá-los. Se tal fórmula deu certo em todos os países avançados, caberia aos gurus demonstrar por que o Brasil é "diferente".
Precisamos de uma sociedade indignada contra a educação que temos. Precisamos de uma crise grave.
Claudio de Moura Castro
VEJA, 26/04/2006
Analise as afirmativas abaixo, com base no texto, e assinale a alternativa INCORRETA.
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LÍNGUA PORTUGUESA
Leia o texto e responda a questão seguinte.
Nossa educação é péssima?
Em 2000, desabou na Alemanha uma notícia aterradora. O pais estava em 25º lugar no Pisa, um teste que mede a capacidade de leitura e o aprendizado de matemática e ciências, entre jovens de 15 anos, em cerca de quarenta países. Educadores, pais e autoridades oscilaram entre traumatizados e enfurecidos. Até hoje, clima está tumultuado, com comissões, seminários e uma enxurrada de novas leis.
Nesse mesmo exame, o Brasil obteve o último lugar, bem atrás do México. Mas no nosso caso há outra notícia pior: o resultado não criou uma crise. A imprensa não fez barulho. A esquerda e a direita ficaram mudas. Pesquisas com pais mostram um resultado quase inacreditável: eles estão satisfeitos com a educação oferecida aos filhos.
Metade dos alunos da 4ª série são praticamente analfabetos. Não há nenhuma discrepância, todos os resultados mostram que nossa educação é péssima. Tampouco existem atenuantes. Mas há uma agravante: o desempenho muito melhor de países com o mesmo nível de renda e que pagam aproximadamente a mesma coisa aos professores.
Em outras palavras, estamos diante de dois grandes problemas. Precisamos convencer os brasileiros de que nossa educação é péssima e, então, entender como melhorá-la. Mas quer nos parecer que, sem vencer a primeira barreira, não vamos mudar a qualidade da educação.
Tentemos entender o que está ocorrendo. Praticamente, terminamos o ciclo de criar escolas, contratar professores e oferecer livros, merenda e uma estrutura operacional mínima. Não resolveu. Então, alguma coisa deve estar errada na sala de aula, pois é lá que acontece a educação.
Uma primeira pista discreta vem de uma pesquisa recente com professores. De tudo o que disseram e reclamaram, em hora nenhuma mencionaram que os alunos não estão aprendendo - no fundo, o único assunto importante. Ou seja, aqueles que pilotam as salas de aula não reportam ser esse o problema.
Os teóricos e ideólogos da moda circunavegam os espaços intergalácticos com suas teorias impenetráveis e denúncias conspiratórias. Inevitavelmente, as propostas são exaltadas, complicadas e sem foco. Mas nenhum deles se lembra de pousar nas terras onde a educação funciona e ver como se faz lá. Teriam surpresas.
O primeiro passo para pensar nas soluções é entender que há prioridades, ou seja, algumas coisas se fazem antes, sacrificando as outras. A primeira missão da escola é ensinar a ler, a entender o que foi lido, a escrever e a usar números para lidar com problemas do mundo real. Obviamente, isso faz convergir todo o foco do esforço para os primeiros anos. A emoção, o afeto, o amor e a autoestima não são objetivos em si, mas condições necessárias para acontecer o ensino sério.
Os professores têm de receber essa missão e precisam prestar conta dela. Os que tiverem êxito na missão devem ser festejados e premiados. Para isso, os alunos têm de ser avaliados e testados com frequência. São necessários currículos detalhados, bons livros e professores que saibam usá-los. Se tal fórmula deu certo em todos os países avançados, caberia aos gurus demonstrar por que o Brasil é "diferente".
Precisamos de uma sociedade indignada contra a educação que temos. Precisamos de uma crise grave.
Claudio de Moura Castro
VEJA, 26/04/2006
Observe a palavra sublinhada em cada período e seus sinônimos entre parênteses.
1- Educadores, pais e autoridades oscilaram entre traumatizados e enfurecidos. (balançaram, hesitaram, vacilaram)
2- Não há nenhuma discrepância, todos os resultados mostram que nossa educação é péssima. (disparidade, discordância, divergência)
3- Em 2000, desabou na Alemanha uma notícia aterradora. (medonha, pavorosa, tenebrosa)
4- Obviamente, isso faz convergir todo o foco do esforço para os primeiros anos. (inicialmente, primeiramente)
5- Tampouco existem atenuantes. (muito menos, sequer, também não)
6- Os teóricos e ideólogos da moda circunavegam os espaços intergalácticos com suas teorias impenetráveis e denúncias conspiratórias. (fundamentadas, comprovadas)
7- Aqueles que pilotam as salas de aula não reportam ser esse o problema. (citam, mencionam, dizem)
Em todos os períodos as palavras sublinhadas podem ser substituídas pelas palavras entre parênteses, mantendo o sentido, EXCETO:
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Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, respeitando a ortografia, crase e emprego de palavras parônimas.
Normalmente faz-se o ________________ da Bandeira Nacional ______ oito horas e o ______________ dezoito horas.
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