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3935570
Ano: 2025
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Itapoá-SC
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Itapoá-SC
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Considere a lacuna a seguir:
No que concerne aos servidores públicos, o poder Executivo, publicará _________________os valores do subsídio e da remuneração dos cargos e empregos públicos.
Conforme Constituição Federal, assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a lacuna.
No que concerne aos servidores públicos, o poder Executivo, publicará _________________os valores do subsídio e da remuneração dos cargos e empregos públicos.
Conforme Constituição Federal, assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a lacuna.
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3935569
Ano: 2025
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Itapoá-SC
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Itapoá-SC
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Quanto à esfera de ação, os órgãos públicos, podem
ser classificados como:
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Um produto teve seu preço de venda aumentado em
30% no período de janeiro a abril de 2025, devido a
problemas tarifários. Em maio do mesmo ano, o preço
do produto voltou a ser reajustado, passando de R$
156,00 para R$ 179,40. Dessa forma, é CORRETO
afirmar que, de janeiro a maio, o preço do produto
sofreu um aumento total de:
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Um comerciante recebe um salário fixo de R$
1.500,00 por mês, além de uma comissão de 12%
sobre o valor total das vendas que realiza. Em
determinado mês, ele conseguiu vender R$ 8.000,00
em mercadorias.
O salário total desse comerciante, nesse mês, foi de:
O salário total desse comerciante, nesse mês, foi de:
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Sete mil computadores de um laboratório foram
avaliados após dois anos de uso. Constatou-se que
2.400 apresentavam problemas de teclado, 1.800
apresentavam problemas de tela e 3.000 não
apresentavam nenhum dos tipos de problema citados.
O número de computadores que apresentavam
somente problemas de teclado é:
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Uma universidade realizou 80 defesas de TCC em
determinado semestre. Em 35% dessas defesas, os
trabalhos foram avaliados com nota máxima. O total
de bolsas de incentivo concedidas a esses estudantes
com nota máxima foi de R$ 560.000,00.
Considerando apenas os estudantes que receberam nota máxima, o valor médio da bolsa concedida por estudante foi de:
Considerando apenas os estudantes que receberam nota máxima, o valor médio da bolsa concedida por estudante foi de:
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Um ciclista pedala em velocidade constante de 24
km/h e leva 30 minutos para chegar até o parque.
Certo dia, ele saiu atrasado e precisava chegar em
apenas 20 minutos. Para isso, sua nova velocidade
média deveria ser de:
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O resto da divisão de 1002478 por 5 é:
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TEXTO
O COMBATE A INCÊNDIOS
FLORESTAIS FRENTE À MUDANÇA
CLIMÁTICA
As chamas devastam as florestas há milhões
de anos, mas os incêndios florestais que assolam a
Califórnia e, no último ano, o Brasil e vários outros
países do mundo, são sem precedentes, queimando
por mais tempo e a temperaturas mais altas, em parte
devido às mudanças climáticas.
A menor incidência de chuvas e as secas mais
prolongadas deixam as florestas tão ressecadas que a
simples queda de um raio pode gerar um pequeno
foco, que rapidamente se transforma em um inferno
antes que equipes de combate ao fogo consigam
conter os danos.
No ano passado, o Brasil, por exemplo,
enfrentou a maior seca da história, segundo o Centro
Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais
(Cemaden). O número recorde de focos de incêndio
fez também com que a fumaça, oriunda
principalmente do fogo na Amazônia, encobrisse o
céu em todo o país e se espalhasse por outras regiões.
E o Brasil concentra atualmente 76% dos incêndios
em toda a América do Sul, com mais de 5 mil focos
em todo o país.
Em agosto de 2024, grandes incêndios
consumiram florestas no oeste do Canadá e dos
Estados Unidos, forçando a retirada de dezenas de
milhares de habitantes. Os primeiros dias de 2025
foram marcados por chamas violentas ao redor de Los
Angeles.
No Canadá, um incêndio que se deslocou
rapidamente devastou Jasper e o parque nacional ao
redor, na província de Alberta, destruindo pelo menos
um terço dos edifícios da cidade. O parque é parte de
uma área declarada Patrimônio Mundial pela Unesco,
e conhecido por suas Rocky Mountains.
“Qualquer bombeiro vai lhe dizer que há
pouco ou nada a fazer quando uma parede de fogo
como essa está vindo na sua direção”, afirma Mike
Ellis, secretário de Segurança Pública de Alberta.
“Ninguém antecipou que o incêndio viria tão rápido,
tão grande assim.”
Fogo alimentado pela mudança climática já
devastou o Canadá em 2023, consumindo cerca de 18,4 milhões de hectares de vegetação e lançando
gigantescas nuvens de fumaça sobre partes dos EUA.
Em meados do mesmo ano, grandes incêndios
irromperam igualmente na Itália, Grécia e Espanha.
Do outro lado do mundo, os megaincêndios na
Austrália em 2019 e 2020 devastaram quase 24
milhões de hectares, queimando também florestas que
anteriormente eram capazes de resistir ao fogo.
Enquanto o planeta continuar a aquecer com a
queima de combustíveis fósseis, a tendência é que a
ocorrência desses incêndios se agrave, colocando em
risco vidas humanas e de animais selvagens.
“Não estamos no caminho certo para a
redução de riscos”, afirmava, em agosto de 2022,
Hamish Clarke, pesquisador da escola de
ecossistemas e ciências florestais da Universidade de
Melbourne, na Austrália. “Precisamos urgentemente
mudar de rumo e reduzir de maneira séria as emissões
de gases causadores do efeito estufa.”
Clarke é coautor de um artigo sobre o risco de
queimadas na Austrália, segundo o qual “as
mudanças climáticas excedem a capacidade de
adaptação de nossos sistemas ecológico e social”. No
texto, os autores afirmam que o gerenciamento de
incêndios florestais chegou a uma “encruzilhada”.
Relacionamos abaixo três áreas fundamentais
nas quais o gerenciamento de incêndios tenta se
adaptar à nova realidade climática.
A queima controlada ou “prescrita” da
vegetação de florestas, realizada com maior
frequência nos meses mais frios do ano, ajuda a
diminuir os danos dos incêndios florestais no verão
ao reduzir a quantidade disponível de lenha e gravetos
capazes de dar impulso ao fogo.
Em nações propensas a incêndios como
Estados Unidos, Canadá, Austrália, França, Portugal,
Espanha e África do Sul, essa estratégia de
gerenciamento do fogo vem sendo testada e utilizada
há décadas.
Também chamada de redução de danos, a
técnica é “bastante eficiente em diminuir a
intensidade e a gravidade dos incêndios”, afirma
Víctor Resco de Dios, professor de engenharia
florestal da Universidade de Lleida, na Espanha. Mas,
para que possa ser um antídoto eficaz, a queima
controlada sob temperaturas amenas deve ser feita em
uma “escala espacial bastante grande”, afirma o
engenheiro florestal.
Na Europa, onde especialmente os países da
região do Mar Mediterrâneo, como a Grécia, sofrem incêndios florestais bastante graves durante o verão
na região, Resco de Dios sugere que uma redução
substancial dos riscos exigiria uma queima controlada
em uma área de 1,5 milhão de hectares.
Contudo, um problema atual da queima
controlada é o aumento dos riscos em razão dos
efeitos gerados pelas mudanças climáticas.
Após uma operação de queima controlada do
Novo México, em maio de 2022, ter se transformado
num dos piores incêndios florestais da história do
estado americano, o Serviço Florestal dos EUA
anunciou a suspensão dessas operações nas florestas
nacionais em todo o país, mesmo que aquele tenha
sido um caso raro.
Durante milhares de anos, antes das invasões
europeias, os povos originários dos EUA e da
Austrália utilizavam uma forma de queimada
controlada para reduzir a vegetação inflamável.
Eles praticavam uma “queima de baixa
intensidade” nos meses mais frios para reduzir a
ameaça de incêndios que criava um terreno com um
tipo de cobertura de grama amadeirada, semelhante a
um parque, que também preservava a biodiversidade.
Isso foi descrito pelos autores de um artigo de 2022,
que também destacaram o “risco catastrófico gerado
pelo gerenciamento não indígena de controle de
queimadas”, no qual o fogo é suprimido em vez de ser
gerenciado.
A negação das técnicas indígenas significa
que “as florestas australianas possuem mais material
inflamável do que antes da invasão britânica”,
disseram os pesquisadores. Desde que retomaram a
posse de suas terras nativas nos anos 1990, os povos
aborígenes vêm praticando com sucesso o
gerenciamento de incêndios na região de Kimberly,
no norte da Austrália, durante a estação de tempo frio
e seco. [...]
Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/como-combaterincêndios-florestais-num-cenário-de-mudanças-climáticas/a68180190>. Adaptado. Acesso em: 20 de setembro de 2025.
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O COMBATE A INCÊNDIOS
FLORESTAIS FRENTE À MUDANÇA
CLIMÁTICA
As chamas devastam as florestas há milhões
de anos, mas os incêndios florestais que assolam a
Califórnia e, no último ano, o Brasil e vários outros
países do mundo, são sem precedentes, queimando
por mais tempo e a temperaturas mais altas, em parte
devido às mudanças climáticas.
A menor incidência de chuvas e as secas mais
prolongadas deixam as florestas tão ressecadas que a
simples queda de um raio pode gerar um pequeno
foco, que rapidamente se transforma em um inferno
antes que equipes de combate ao fogo consigam
conter os danos.
No ano passado, o Brasil, por exemplo,
enfrentou a maior seca da história, segundo o Centro
Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais
(Cemaden). O número recorde de focos de incêndio
fez também com que a fumaça, oriunda
principalmente do fogo na Amazônia, encobrisse o
céu em todo o país e se espalhasse por outras regiões.
E o Brasil concentra atualmente 76% dos incêndios
em toda a América do Sul, com mais de 5 mil focos
em todo o país.
Em agosto de 2024, grandes incêndios
consumiram florestas no oeste do Canadá e dos
Estados Unidos, forçando a retirada de dezenas de
milhares de habitantes. Os primeiros dias de 2025
foram marcados por chamas violentas ao redor de Los
Angeles.
No Canadá, um incêndio que se deslocou
rapidamente devastou Jasper e o parque nacional ao
redor, na província de Alberta, destruindo pelo menos
um terço dos edifícios da cidade. O parque é parte de
uma área declarada Patrimônio Mundial pela Unesco,
e conhecido por suas Rocky Mountains.
“Qualquer bombeiro vai lhe dizer que há
pouco ou nada a fazer quando uma parede de fogo
como essa está vindo na sua direção”, afirma Mike
Ellis, secretário de Segurança Pública de Alberta.
“Ninguém antecipou que o incêndio viria tão rápido,
tão grande assim.”
Fogo alimentado pela mudança climática já
devastou o Canadá em 2023, consumindo cerca de 18,4 milhões de hectares de vegetação e lançando
gigantescas nuvens de fumaça sobre partes dos EUA.
Em meados do mesmo ano, grandes incêndios
irromperam igualmente na Itália, Grécia e Espanha.
Do outro lado do mundo, os megaincêndios na
Austrália em 2019 e 2020 devastaram quase 24
milhões de hectares, queimando também florestas que
anteriormente eram capazes de resistir ao fogo.
Enquanto o planeta continuar a aquecer com a
queima de combustíveis fósseis, a tendência é que a
ocorrência desses incêndios se agrave, colocando em
risco vidas humanas e de animais selvagens.
“Não estamos no caminho certo para a
redução de riscos”, afirmava, em agosto de 2022,
Hamish Clarke, pesquisador da escola de
ecossistemas e ciências florestais da Universidade de
Melbourne, na Austrália. “Precisamos urgentemente
mudar de rumo e reduzir de maneira séria as emissões
de gases causadores do efeito estufa.”
Clarke é coautor de um artigo sobre o risco de
queimadas na Austrália, segundo o qual “as
mudanças climáticas excedem a capacidade de
adaptação de nossos sistemas ecológico e social”. No
texto, os autores afirmam que o gerenciamento de
incêndios florestais chegou a uma “encruzilhada”.
Relacionamos abaixo três áreas fundamentais
nas quais o gerenciamento de incêndios tenta se
adaptar à nova realidade climática.
A queima controlada ou “prescrita” da
vegetação de florestas, realizada com maior
frequência nos meses mais frios do ano, ajuda a
diminuir os danos dos incêndios florestais no verão
ao reduzir a quantidade disponível de lenha e gravetos
capazes de dar impulso ao fogo.
Em nações propensas a incêndios como
Estados Unidos, Canadá, Austrália, França, Portugal,
Espanha e África do Sul, essa estratégia de
gerenciamento do fogo vem sendo testada e utilizada
há décadas.
Também chamada de redução de danos, a
técnica é “bastante eficiente em diminuir a
intensidade e a gravidade dos incêndios”, afirma
Víctor Resco de Dios, professor de engenharia
florestal da Universidade de Lleida, na Espanha. Mas,
para que possa ser um antídoto eficaz, a queima
controlada sob temperaturas amenas deve ser feita em
uma “escala espacial bastante grande”, afirma o
engenheiro florestal.
Na Europa, onde especialmente os países da
região do Mar Mediterrâneo, como a Grécia, sofrem incêndios florestais bastante graves durante o verão
na região, Resco de Dios sugere que uma redução
substancial dos riscos exigiria uma queima controlada
em uma área de 1,5 milhão de hectares.
Contudo, um problema atual da queima
controlada é o aumento dos riscos em razão dos
efeitos gerados pelas mudanças climáticas.
Após uma operação de queima controlada do
Novo México, em maio de 2022, ter se transformado
num dos piores incêndios florestais da história do
estado americano, o Serviço Florestal dos EUA
anunciou a suspensão dessas operações nas florestas
nacionais em todo o país, mesmo que aquele tenha
sido um caso raro.
Durante milhares de anos, antes das invasões
europeias, os povos originários dos EUA e da
Austrália utilizavam uma forma de queimada
controlada para reduzir a vegetação inflamável.
Eles praticavam uma “queima de baixa
intensidade” nos meses mais frios para reduzir a
ameaça de incêndios que criava um terreno com um
tipo de cobertura de grama amadeirada, semelhante a
um parque, que também preservava a biodiversidade.
Isso foi descrito pelos autores de um artigo de 2022,
que também destacaram o “risco catastrófico gerado
pelo gerenciamento não indígena de controle de
queimadas”, no qual o fogo é suprimido em vez de ser
gerenciado.
A negação das técnicas indígenas significa
que “as florestas australianas possuem mais material
inflamável do que antes da invasão britânica”,
disseram os pesquisadores. Desde que retomaram a
posse de suas terras nativas nos anos 1990, os povos
aborígenes vêm praticando com sucesso o
gerenciamento de incêndios na região de Kimberly,
no norte da Austrália, durante a estação de tempo frio
e seco. [...]
Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/como-combaterincêndios-florestais-num-cenário-de-mudanças-climáticas/a68180190>. Adaptado. Acesso em: 20 de setembro de 2025.
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