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O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A
RESOLUÇÃO DA QUESTÃO
CENSURA É LIBERDADE

Ilustração: Shutterstock
Os que dizem combater a desinformação alegam que é
para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos
mais fundamentais é a liberdade de expressão
por Alexandre Garcia
No julgamento sobre censura na internet, o ministro do
Supremo André Mendonça, num voto que precisou de dois dias
para ser lido, pronunciou uma aula magna sobre liberdade,
ordem institucional e democracia. Escolheram para retomar o
julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da
Internet o dia 4 de junho. Há 36 anos, num 4 de junho, na Praça
da Paz Celestial, o Exército Chinês massacrava o povo que
queria liberdade de expressão. Na sessão do Supremo do dia
4 de junho, o ministro Barroso citou a comunista alemã Rosa
Luxemburgo: “Liberdade é sempre a de quem pensa diferente”.
Aqui, os que pensam diferente têm que ser presos.
Nossa Constituição considera a liberdade de expressão
cláusula pétrea, ou seja, nem o Congresso pode modificar o
artigo 5º. “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado
o anonimato”. Não diz “salvo se”, que tampouco está no artigo
53, o qual garante a inviolabilidade de deputados e senadores
por quaisquer palavras.
A censura é o objetivo de todos os totalitários. Primeiro,
censuram as palavras; a consequência é censurar o
pensamento; e a liberdade, então, estará censurada. Tudo fica
relativo, como na “democracia relativa” da Venezuela
bolivariana. Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na
Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as
pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só
serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo
kafkiano é um processo justo. O terrível, numa situação assim,
é o silêncio dos censuráveis, os quais agem como ovelhas indo
passivamente para a tosquia. A lã das ovelhas estará crescida
no ano seguinte, mas a liberdade perdida só renascerá se os
servos aprenderem a agir como cidadãos.
O totalitarismo aboliu a liberdade de pensamento em um
grau jamais visto. Ele não apenas proíbe que você se expresse,
mas dita o que você deve pensar, cria uma ideologia para impor
a você, tenta governar sua vida emocional, além de estabelecer
um código de conduta. Na medida do possível, ele isola você
do mundo, o fecha em um universo artificial em que você não
tem padrões de comparação. Na verdade, esse período anterior
deveria vir entre aspas, mas eu queria que você, leitor, fosse
livre para pensar que essa seria uma conclusão minha, sobre a
atualidade brasileira. Na verdade, isso foi dito na BBC, em
Londres, por George Orwell, em 1941! Imagino que ele se
referia à Europa com Stalin, Hitler e Mussolini. Quanta
semelhança com o mundo woke de hoje e com nosso Brasil...
São tempos em que o Supremo decide modificar uma lei
que foi discutida pelo Congresso com a nação por três anos. A
Lei nº 12.965 foi sancionada por Dilma em 2014. Depois de dez
anos em vigor, surgiu, em véspera de ano eleitoral, o desejo de obrigar as plataformas a irem além das regras já existentes, que
evitam pornografia, pedofilia, imagens obscenas. Mas insistem
que é preciso combater a desinformação. Ora, combate-se a
desinformação não dando audiência ao desinformador, assim
como ao odiento – ademais rotular de desinformação é muito
subjetivo, pois pode se tratar apenas de uma informação com a
qual não se concorde. Paradoxalmente, os que dizem combater
a desinformação alegam que é para proteger direitos
fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a
liberdade de expressão.
O Supremo, a despeito da lição contida no voto de André
Mendonça, vai dizer que o que o Legislativo decidiu, no artigo
19, é inconstitucional. Pode o STF redigir outro artigo? André
Mendonça ensinou que só o Legislativo tem poder para redigir
leis. E como responsabilizar as plataformas? Tornando-as
censoras? Se alguém duvidar da Justiça Eleitoral, é crime? Mas
não é crime nem duvidar de Deus – como lembrou André
Mendonça. Ter a responsabilidade de censurar o que julgam
mentira ou discurso de ódio? Se já é impossível identificar quem
chama o juiz de ladrão num estádio lotado, será impossível
tarefa humana fiscalizar bilhões de postagens diárias. Um robô
vai decidir? A pedra angular da democracia e da humanidade,
a liberdade de expressão, será entregue a uma máquina?
Orwell, no seu 1984, previa para aquele ano, em ficção, o
totalitarismo mudando significados: “Guerra é Paz; Liberdade é
Escravidão; Ignorância é Força”. No século seguinte, nos anos
2020, no Brasil se procura implantar novas verdades:
manifestação popular é golpe; crítica é ato antidemocrático;
opinião contrária é fake news; contrapor-se a uma feminista é
misoginia, a um esquerdista é fascismo. E censura é liberdade.
https://revistaoeste.com/revista/edicao-272/censura-e-liberdade/ Adaptado
( ) Em “Escolheram para retomar o julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da Internet o dia 4 de junho.”, nota-se um erro gramatical quanto ao fato de não se ter isolado uma oração subordinada adverbial final.
( ) Na sessão do Supremo do dia 4 de junho, o ministro Barroso citou a comunista alemã Rosa Luxemburgo: “Liberdade é sempre a de quem pensa diferente”. Nota-se, no fragmento anterior, que todos os sinais de pontuação foram utilizados de modo facultativo: a vírgula para isolar um termo deslocado, enquanto os dois pontos anunciam o discurso direto, e as aspas isolam a fala mencionada.
( ) Em “Aqui, os que pensam diferente têm que ser presos.”, nota-se, em termos de concordância com um sujeito, a presença do acento diferencial no verbo “têm”; além disso, graças ao valor semântico de obrigação no contexto, o vocábulo “que” funciona como preposição acidental.
( ) Em “Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo kafkiano é um processo justo.”, o elemento coesivo destacado possui valor morfológico pronominal ao recuperar “tribunais” quanto a dois topônimos no contexto.
Considerando-se V para as considerações verdadeiras e F para as falsas, analise gramaticalmente cada afirmação acima no seu respectivo contexto e, pela ordem, aponte a sequência correta:
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Os que dizem combater a desinformação alegam que é
para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos
mais fundamentais é a liberdade de expressão
por Alexandre Garcia
No julgamento sobre censura na internet, o ministro do
Supremo André Mendonça, num voto que precisou de dois dias
para ser lido, pronunciou uma aula magna sobre liberdade,
ordem institucional e democracia. Escolheram para retomar o
julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da
Internet o dia 4 de junho. Há 36 anos, num 4 de junho, na Praça
da Paz Celestial, o Exército Chinês massacrava o povo que
queria liberdade de expressão. Na sessão do Supremo do dia
4 de junho, o ministro Barroso citou a comunista alemã Rosa
Luxemburgo: “Liberdade é sempre a de quem pensa diferente”.
Aqui, os que pensam diferente têm que ser presos.
Nossa Constituição considera a liberdade de expressão
cláusula pétrea, ou seja, nem o Congresso pode modificar o
artigo 5º. “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado
o anonimato”. Não diz “salvo se”, que tampouco está no artigo
53, o qual garante a inviolabilidade de deputados e senadores
por quaisquer palavras.
A censura é o objetivo de todos os totalitários. Primeiro,
censuram as palavras; a consequência é censurar o
pensamento; e a liberdade, então, estará censurada. Tudo fica
relativo, como na “democracia relativa” da Venezuela
bolivariana. Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na
Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as
pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só
serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo
kafkiano é um processo justo. O terrível, numa situação assim,
é o silêncio dos censuráveis, os quais agem como ovelhas indo
passivamente para a tosquia. A lã das ovelhas estará crescida
no ano seguinte, mas a liberdade perdida só renascerá se os
servos aprenderem a agir como cidadãos.
O totalitarismo aboliu a liberdade de pensamento em um
grau jamais visto. Ele não apenas proíbe que você se expresse,
mas dita o que você deve pensar, cria uma ideologia para impor
a você, tenta governar sua vida emocional, além de estabelecer
um código de conduta. Na medida do possível, ele isola você
do mundo, o fecha em um universo artificial em que você não
tem padrões de comparação. Na verdade, esse período anterior
deveria vir entre aspas, mas eu queria que você, leitor, fosse
livre para pensar que essa seria uma conclusão minha, sobre a
atualidade brasileira. Na verdade, isso foi dito na BBC, em
Londres, por George Orwell, em 1941! Imagino que ele se
referia à Europa com Stalin, Hitler e Mussolini. Quanta
semelhança com o mundo woke de hoje e com nosso Brasil...
São tempos em que o Supremo decide modificar uma lei
que foi discutida pelo Congresso com a nação por três anos. A
Lei nº 12.965 foi sancionada por Dilma em 2014. Depois de dez
anos em vigor, surgiu, em véspera de ano eleitoral, o desejo de obrigar as plataformas a irem além das regras já existentes, que
evitam pornografia, pedofilia, imagens obscenas. Mas insistem
que é preciso combater a desinformação. Ora, combate-se a
desinformação não dando audiência ao desinformador, assim
como ao odiento – ademais rotular de desinformação é muito
subjetivo, pois pode se tratar apenas de uma informação com a
qual não se concorde. Paradoxalmente, os que dizem combater
a desinformação alegam que é para proteger direitos
fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a
liberdade de expressão.
O Supremo, a despeito da lição contida no voto de André
Mendonça, vai dizer que o que o Legislativo decidiu, no artigo
19, é inconstitucional. Pode o STF redigir outro artigo? André
Mendonça ensinou que só o Legislativo tem poder para redigir
leis. E como responsabilizar as plataformas? Tornando-as
censoras? Se alguém duvidar da Justiça Eleitoral, é crime? Mas
não é crime nem duvidar de Deus – como lembrou André
Mendonça. Ter a responsabilidade de censurar o que julgam
mentira ou discurso de ódio? Se já é impossível identificar quem
chama o juiz de ladrão num estádio lotado, será impossível
tarefa humana fiscalizar bilhões de postagens diárias. Um robô
vai decidir? A pedra angular da democracia e da humanidade,
a liberdade de expressão, será entregue a uma máquina?
Orwell, no seu 1984, previa para aquele ano, em ficção, o
totalitarismo mudando significados: “Guerra é Paz; Liberdade é
Escravidão; Ignorância é Força”. No século seguinte, nos anos
2020, no Brasil se procura implantar novas verdades:
manifestação popular é golpe; crítica é ato antidemocrático;
opinião contrária é fake news; contrapor-se a uma feminista é
misoginia, a um esquerdista é fascismo. E censura é liberdade.
https://revistaoeste.com/revista/edicao-272/censura-e-liberdade/ Adaptado
( ) No 1º parágrafo, em “Escolheram para retomar o julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da Internet o dia 4 de junho.”, a forma verbal em destaque encontra-se conjugada no Pretérito perfeito do Indicativo possuindo Sujeito Elíptico.
( ) No 1º parágrafo, em “Há 36 anos, num 4 de junho, na Praça da Paz Celestial, o Exército Chinês massacrava o povo que queria liberdade de expressão.”, nota-se que os verbos em destaque foram conjugados em tempos distintos: o primeiro, no Presente do Indicativo, podendo ser substituído pelo verbo “Faz”; já o segundo, no Pretérito imperfeito do Indicativo, podendo ser substituído por “desejava”.
( ) No 2º parágrafo, em “Nossa Constituição considera a liberdade de expressão cláusula pétrea, ou seja, nem o Congresso pode modificar o artigo 5º. ‘É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato’. Não diz “salvo se”, que tampouco está no artigo 53, o qual garante a inviolabilidade de deputados e senadores por quaisquer palavras.”, todos os verbos em destaque se encontram conjugados no mesmo tempo verbal, a fim de transmitirem uma ideia de verdade absoluta, diante da inviolabilidade legal do que se afirma.
( ) No 3º parágrafo, em “Tudo fica relativo, como na ‘democracia relativa’ da Venezuela bolivariana. Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo kafkiano é um processo justo.”, as formas verbais destacadas encontram-se no Pretérito imperfeito do Indicativo e foram assim conjugadas a fim de expor um hábito que repetia no passado.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, analise gramatical e contextualmente cada elaboração acima e, pela ordem, aponte a sequência correta:
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Os que dizem combater a desinformação alegam que é
para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos
mais fundamentais é a liberdade de expressão
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No julgamento sobre censura na internet, o ministro do
Supremo André Mendonça, num voto que precisou de dois dias
para ser lido, pronunciou uma aula magna sobre liberdade,
ordem institucional e democracia. Escolheram para retomar o
julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da
Internet o dia 4 de junho. Há 36 anos, num 4 de junho, na Praça
da Paz Celestial, o Exército Chinês massacrava o povo que
queria liberdade de expressão. Na sessão do Supremo do dia
4 de junho, o ministro Barroso citou a comunista alemã Rosa
Luxemburgo: “Liberdade é sempre a de quem pensa diferente”.
Aqui, os que pensam diferente têm que ser presos.
Nossa Constituição considera a liberdade de expressão
cláusula pétrea, ou seja, nem o Congresso pode modificar o
artigo 5º. “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado
o anonimato”. Não diz “salvo se”, que tampouco está no artigo
53, o qual garante a inviolabilidade de deputados e senadores
por quaisquer palavras.
A censura é o objetivo de todos os totalitários. Primeiro,
censuram as palavras; a consequência é censurar o
pensamento; e a liberdade, então, estará censurada. Tudo fica
relativo, como na “democracia relativa” da Venezuela
bolivariana. Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na
Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as
pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só
serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo
kafkiano é um processo justo. O terrível, numa situação assim,
é o silêncio dos censuráveis, os quais agem como ovelhas indo
passivamente para a tosquia. A lã das ovelhas estará crescida
no ano seguinte, mas a liberdade perdida só renascerá se os
servos aprenderem a agir como cidadãos.
O totalitarismo aboliu a liberdade de pensamento em um
grau jamais visto. Ele não apenas proíbe que você se expresse,
mas dita o que você deve pensar, cria uma ideologia para impor
a você, tenta governar sua vida emocional, além de estabelecer
um código de conduta. Na medida do possível, ele isola você
do mundo, o fecha em um universo artificial em que você não
tem padrões de comparação. Na verdade, esse período anterior
deveria vir entre aspas, mas eu queria que você, leitor, fosse
livre para pensar que essa seria uma conclusão minha, sobre a
atualidade brasileira. Na verdade, isso foi dito na BBC, em
Londres, por George Orwell, em 1941! Imagino que ele se
referia à Europa com Stalin, Hitler e Mussolini. Quanta
semelhança com o mundo woke de hoje e com nosso Brasil...
São tempos em que o Supremo decide modificar uma lei
que foi discutida pelo Congresso com a nação por três anos. A
Lei nº 12.965 foi sancionada por Dilma em 2014. Depois de dez
anos em vigor, surgiu, em véspera de ano eleitoral, o desejo de obrigar as plataformas a irem além das regras já existentes, que
evitam pornografia, pedofilia, imagens obscenas. Mas insistem
que é preciso combater a desinformação. Ora, combate-se a
desinformação não dando audiência ao desinformador, assim
como ao odiento – ademais rotular de desinformação é muito
subjetivo, pois pode se tratar apenas de uma informação com a
qual não se concorde. Paradoxalmente, os que dizem combater
a desinformação alegam que é para proteger direitos
fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a
liberdade de expressão.
O Supremo, a despeito da lição contida no voto de André
Mendonça, vai dizer que o que o Legislativo decidiu, no artigo
19, é inconstitucional. Pode o STF redigir outro artigo? André
Mendonça ensinou que só o Legislativo tem poder para redigir
leis. E como responsabilizar as plataformas? Tornando-as
censoras? Se alguém duvidar da Justiça Eleitoral, é crime? Mas
não é crime nem duvidar de Deus – como lembrou André
Mendonça. Ter a responsabilidade de censurar o que julgam
mentira ou discurso de ódio? Se já é impossível identificar quem
chama o juiz de ladrão num estádio lotado, será impossível
tarefa humana fiscalizar bilhões de postagens diárias. Um robô
vai decidir? A pedra angular da democracia e da humanidade,
a liberdade de expressão, será entregue a uma máquina?
Orwell, no seu 1984, previa para aquele ano, em ficção, o
totalitarismo mudando significados: “Guerra é Paz; Liberdade é
Escravidão; Ignorância é Força”. No século seguinte, nos anos
2020, no Brasil se procura implantar novas verdades:
manifestação popular é golpe; crítica é ato antidemocrático;
opinião contrária é fake news; contrapor-se a uma feminista é
misoginia, a um esquerdista é fascismo. E censura é liberdade.
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Os que dizem combater a desinformação alegam que é
para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos
mais fundamentais é a liberdade de expressão
por Alexandre Garcia
No julgamento sobre censura na internet, o ministro do
Supremo André Mendonça, num voto que precisou de dois dias
para ser lido, pronunciou uma aula magna sobre liberdade,
ordem institucional e democracia. Escolheram para retomar o
julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da
Internet o dia 4 de junho. Há 36 anos, num 4 de junho, na Praça
da Paz Celestial, o Exército Chinês massacrava o povo que
queria liberdade de expressão. Na sessão do Supremo do dia
4 de junho, o ministro Barroso citou a comunista alemã Rosa
Luxemburgo: “Liberdade é sempre a de quem pensa diferente”.
Aqui, os que pensam diferente têm que ser presos.
Nossa Constituição considera a liberdade de expressão
cláusula pétrea, ou seja, nem o Congresso pode modificar o
artigo 5º. “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado
o anonimato”. Não diz “salvo se”, que tampouco está no artigo
53, o qual garante a inviolabilidade de deputados e senadores
por quaisquer palavras.
A censura é o objetivo de todos os totalitários. Primeiro,
censuram as palavras; a consequência é censurar o
pensamento; e a liberdade, então, estará censurada. Tudo fica
relativo, como na “democracia relativa” da Venezuela
bolivariana. Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na
Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as
pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só
serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo
kafkiano é um processo justo. O terrível, numa situação assim,
é o silêncio dos censuráveis, os quais agem como ovelhas indo
passivamente para a tosquia. A lã das ovelhas estará crescida
no ano seguinte, mas a liberdade perdida só renascerá se os
servos aprenderem a agir como cidadãos.
O totalitarismo aboliu a liberdade de pensamento em um
grau jamais visto. Ele não apenas proíbe que você se expresse,
mas dita o que você deve pensar, cria uma ideologia para impor
a você, tenta governar sua vida emocional, além de estabelecer
um código de conduta. Na medida do possível, ele isola você
do mundo, o fecha em um universo artificial em que você não
tem padrões de comparação. Na verdade, esse período anterior
deveria vir entre aspas, mas eu queria que você, leitor, fosse
livre para pensar que essa seria uma conclusão minha, sobre a
atualidade brasileira. Na verdade, isso foi dito na BBC, em
Londres, por George Orwell, em 1941! Imagino que ele se
referia à Europa com Stalin, Hitler e Mussolini. Quanta
semelhança com o mundo woke de hoje e com nosso Brasil...
São tempos em que o Supremo decide modificar uma lei
que foi discutida pelo Congresso com a nação por três anos. A
Lei nº 12.965 foi sancionada por Dilma em 2014. Depois de dez
anos em vigor, surgiu, em véspera de ano eleitoral, o desejo de obrigar as plataformas a irem além das regras já existentes, que
evitam pornografia, pedofilia, imagens obscenas. Mas insistem
que é preciso combater a desinformação. Ora, combate-se a
desinformação não dando audiência ao desinformador, assim
como ao odiento – ademais rotular de desinformação é muito
subjetivo, pois pode se tratar apenas de uma informação com a
qual não se concorde. Paradoxalmente, os que dizem combater
a desinformação alegam que é para proteger direitos
fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a
liberdade de expressão.
O Supremo, a despeito da lição contida no voto de André
Mendonça, vai dizer que o que o Legislativo decidiu, no artigo
19, é inconstitucional. Pode o STF redigir outro artigo? André
Mendonça ensinou que só o Legislativo tem poder para redigir
leis. E como responsabilizar as plataformas? Tornando-as
censoras? Se alguém duvidar da Justiça Eleitoral, é crime? Mas
não é crime nem duvidar de Deus – como lembrou André
Mendonça. Ter a responsabilidade de censurar o que julgam
mentira ou discurso de ódio? Se já é impossível identificar quem
chama o juiz de ladrão num estádio lotado, será impossível
tarefa humana fiscalizar bilhões de postagens diárias. Um robô
vai decidir? A pedra angular da democracia e da humanidade,
a liberdade de expressão, será entregue a uma máquina?
Orwell, no seu 1984, previa para aquele ano, em ficção, o
totalitarismo mudando significados: “Guerra é Paz; Liberdade é
Escravidão; Ignorância é Força”. No século seguinte, nos anos
2020, no Brasil se procura implantar novas verdades:
manifestação popular é golpe; crítica é ato antidemocrático;
opinião contrária é fake news; contrapor-se a uma feminista é
misoginia, a um esquerdista é fascismo. E censura é liberdade.
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Os que dizem combater a desinformação alegam que é
para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos
mais fundamentais é a liberdade de expressão
por Alexandre Garcia
No julgamento sobre censura na internet, o ministro do
Supremo André Mendonça, num voto que precisou de dois dias
para ser lido, pronunciou uma aula magna sobre liberdade,
ordem institucional e democracia. Escolheram para retomar o
julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da
Internet o dia 4 de junho. Há 36 anos, num 4 de junho, na Praça
da Paz Celestial, o Exército Chinês massacrava o povo que
queria liberdade de expressão. Na sessão do Supremo do dia
4 de junho, o ministro Barroso citou a comunista alemã Rosa
Luxemburgo: “Liberdade é sempre a de quem pensa diferente”.
Aqui, os que pensam diferente têm que ser presos.
Nossa Constituição considera a liberdade de expressão
cláusula pétrea, ou seja, nem o Congresso pode modificar o
artigo 5º. “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado
o anonimato”. Não diz “salvo se”, que tampouco está no artigo
53, o qual garante a inviolabilidade de deputados e senadores
por quaisquer palavras.
A censura é o objetivo de todos os totalitários. Primeiro,
censuram as palavras; a consequência é censurar o
pensamento; e a liberdade, então, estará censurada. Tudo fica
relativo, como na “democracia relativa” da Venezuela
bolivariana. Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na
Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as
pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só
serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo
kafkiano é um processo justo. O terrível, numa situação assim,
é o silêncio dos censuráveis, os quais agem como ovelhas indo
passivamente para a tosquia. A lã das ovelhas estará crescida
no ano seguinte, mas a liberdade perdida só renascerá se os
servos aprenderem a agir como cidadãos.
O totalitarismo aboliu a liberdade de pensamento em um
grau jamais visto. Ele não apenas proíbe que você se expresse,
mas dita o que você deve pensar, cria uma ideologia para impor
a você, tenta governar sua vida emocional, além de estabelecer
um código de conduta. Na medida do possível, ele isola você
do mundo, o fecha em um universo artificial em que você não
tem padrões de comparação. Na verdade, esse período anterior
deveria vir entre aspas, mas eu queria que você, leitor, fosse
livre para pensar que essa seria uma conclusão minha, sobre a
atualidade brasileira. Na verdade, isso foi dito na BBC, em
Londres, por George Orwell, em 1941! Imagino que ele se
referia à Europa com Stalin, Hitler e Mussolini. Quanta
semelhança com o mundo woke de hoje e com nosso Brasil...
São tempos em que o Supremo decide modificar uma lei
que foi discutida pelo Congresso com a nação por três anos. A
Lei nº 12.965 foi sancionada por Dilma em 2014. Depois de dez
anos em vigor, surgiu, em véspera de ano eleitoral, o desejo de obrigar as plataformas a irem além das regras já existentes, que
evitam pornografia, pedofilia, imagens obscenas. Mas insistem
que é preciso combater a desinformação. Ora, combate-se a
desinformação não dando audiência ao desinformador, assim
como ao odiento – ademais rotular de desinformação é muito
subjetivo, pois pode se tratar apenas de uma informação com a
qual não se concorde. Paradoxalmente, os que dizem combater
a desinformação alegam que é para proteger direitos
fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a
liberdade de expressão.
O Supremo, a despeito da lição contida no voto de André
Mendonça, vai dizer que o que o Legislativo decidiu, no artigo
19, é inconstitucional. Pode o STF redigir outro artigo? André
Mendonça ensinou que só o Legislativo tem poder para redigir
leis. E como responsabilizar as plataformas? Tornando-as
censoras? Se alguém duvidar da Justiça Eleitoral, é crime? Mas
não é crime nem duvidar de Deus – como lembrou André
Mendonça. Ter a responsabilidade de censurar o que julgam
mentira ou discurso de ódio? Se já é impossível identificar quem
chama o juiz de ladrão num estádio lotado, será impossível
tarefa humana fiscalizar bilhões de postagens diárias. Um robô
vai decidir? A pedra angular da democracia e da humanidade,
a liberdade de expressão, será entregue a uma máquina?
Orwell, no seu 1984, previa para aquele ano, em ficção, o
totalitarismo mudando significados: “Guerra é Paz; Liberdade é
Escravidão; Ignorância é Força”. No século seguinte, nos anos
2020, no Brasil se procura implantar novas verdades:
manifestação popular é golpe; crítica é ato antidemocrático;
opinião contrária é fake news; contrapor-se a uma feminista é
misoginia, a um esquerdista é fascismo. E censura é liberdade.
https://revistaoeste.com/revista/edicao-272/censura-e-liberdade/ Adaptado
O totalitarismo aboliu a liberdade de pensamento em um grau jamais visto. Ele não apenas proíbe que você se expresse, mas dita o que você deve pensar, cria uma ideologia para impor a você, tenta governar sua vida emocional, além de estabelecer um código de conduta. Na medida do possível, ele isola você do mundo, o fecha em um universo artificial em que você não tem padrões de comparação. Na verdade, esse período anterior deveria vir entre aspas, mas eu queria que você, leitor, fosse livre para pensar que essa seria uma conclusão minha, sobre a atualidade brasileira. Na verdade, isso foi dito na BBC, em Londres, por George Orwell, em 1941! Imagino que ele se referia à Europa com Stalin, Hitler e Mussolini. Quanta semelhança com o mundo woke de hoje e com nosso Brasil...
(4º parágrafo)
Analise:
I. Nota-se que as falas dos três primeiros períodos do referido parágrafo são de autoria integral do Articulista.
II. Os dois primeiros períodos do parágrafo em evidência enumeram aspectos positivos de sociedade idealizados pelo articulista.
III. Ao mesmo tempo que o texto faz uso de uma estratégia metalinguística, demonstra um caráter apelativo ao estabelecer contato direto com o leitor.
IV. Ao revelar o discurso de George Orwell em 1941, o autor se vale de uma intertextualidade, a fim de exemplificar um contexto desfavorável na Europa da época com o do Brasil na atualidade.
Avaliando-se as afirmações acima, pode-se dizer que está correto o que se diz apenas em
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por Alexandre Garcia
No julgamento sobre censura na internet, o ministro do
Supremo André Mendonça, num voto que precisou de dois dias
para ser lido, pronunciou uma aula magna sobre liberdade,
ordem institucional e democracia. Escolheram para retomar o
julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da
Internet o dia 4 de junho. Há 36 anos, num 4 de junho, na Praça
da Paz Celestial, o Exército Chinês massacrava o povo que
queria liberdade de expressão. Na sessão do Supremo do dia
4 de junho, o ministro Barroso citou a comunista alemã Rosa
Luxemburgo: “Liberdade é sempre a de quem pensa diferente”.
Aqui, os que pensam diferente têm que ser presos.
Nossa Constituição considera a liberdade de expressão
cláusula pétrea, ou seja, nem o Congresso pode modificar o
artigo 5º. “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado
o anonimato”. Não diz “salvo se”, que tampouco está no artigo
53, o qual garante a inviolabilidade de deputados e senadores
por quaisquer palavras.
A censura é o objetivo de todos os totalitários. Primeiro,
censuram as palavras; a consequência é censurar o
pensamento; e a liberdade, então, estará censurada. Tudo fica
relativo, como na “democracia relativa” da Venezuela
bolivariana. Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na
Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as
pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só
serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo
kafkiano é um processo justo. O terrível, numa situação assim,
é o silêncio dos censuráveis, os quais agem como ovelhas indo
passivamente para a tosquia. A lã das ovelhas estará crescida
no ano seguinte, mas a liberdade perdida só renascerá se os
servos aprenderem a agir como cidadãos.
O totalitarismo aboliu a liberdade de pensamento em um
grau jamais visto. Ele não apenas proíbe que você se expresse,
mas dita o que você deve pensar, cria uma ideologia para impor
a você, tenta governar sua vida emocional, além de estabelecer
um código de conduta. Na medida do possível, ele isola você
do mundo, o fecha em um universo artificial em que você não
tem padrões de comparação. Na verdade, esse período anterior
deveria vir entre aspas, mas eu queria que você, leitor, fosse
livre para pensar que essa seria uma conclusão minha, sobre a
atualidade brasileira. Na verdade, isso foi dito na BBC, em
Londres, por George Orwell, em 1941! Imagino que ele se
referia à Europa com Stalin, Hitler e Mussolini. Quanta
semelhança com o mundo woke de hoje e com nosso Brasil...
São tempos em que o Supremo decide modificar uma lei
que foi discutida pelo Congresso com a nação por três anos. A
Lei nº 12.965 foi sancionada por Dilma em 2014. Depois de dez
anos em vigor, surgiu, em véspera de ano eleitoral, o desejo de obrigar as plataformas a irem além das regras já existentes, que
evitam pornografia, pedofilia, imagens obscenas. Mas insistem
que é preciso combater a desinformação. Ora, combate-se a
desinformação não dando audiência ao desinformador, assim
como ao odiento – ademais rotular de desinformação é muito
subjetivo, pois pode se tratar apenas de uma informação com a
qual não se concorde. Paradoxalmente, os que dizem combater
a desinformação alegam que é para proteger direitos
fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a
liberdade de expressão.
O Supremo, a despeito da lição contida no voto de André
Mendonça, vai dizer que o que o Legislativo decidiu, no artigo
19, é inconstitucional. Pode o STF redigir outro artigo? André
Mendonça ensinou que só o Legislativo tem poder para redigir
leis. E como responsabilizar as plataformas? Tornando-as
censoras? Se alguém duvidar da Justiça Eleitoral, é crime? Mas
não é crime nem duvidar de Deus – como lembrou André
Mendonça. Ter a responsabilidade de censurar o que julgam
mentira ou discurso de ódio? Se já é impossível identificar quem
chama o juiz de ladrão num estádio lotado, será impossível
tarefa humana fiscalizar bilhões de postagens diárias. Um robô
vai decidir? A pedra angular da democracia e da humanidade,
a liberdade de expressão, será entregue a uma máquina?
Orwell, no seu 1984, previa para aquele ano, em ficção, o
totalitarismo mudando significados: “Guerra é Paz; Liberdade é
Escravidão; Ignorância é Força”. No século seguinte, nos anos
2020, no Brasil se procura implantar novas verdades:
manifestação popular é golpe; crítica é ato antidemocrático;
opinião contrária é fake news; contrapor-se a uma feminista é
misoginia, a um esquerdista é fascismo. E censura é liberdade.
https://revistaoeste.com/revista/edicao-272/censura-e-liberdade/ Adaptado
( ) O texto prescinde de análise crítica e visão subjetiva a respeito do tema abordado.
( ) O articulista busca relacionar a perda da liberdade de expressão como fator de causalidade para uma atitude antidemocrática no Brasil.
( ) O autor enfatiza a interferência de prerrogativa de um dos poderes na democracia brasileira como ato antidemocrático, assim como em países e/ou épocas distintas.
( ) Por ser uma ação instituída por um Poder discricionário competente para tal, a medida de regulação das redes deve ser democraticamente acatada pelos cidadãos, segundo o texto.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, analise, a partir das ideias expostas no texto I, pela ordem, o que se afirmou acima:
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3749007
Ano: 2025
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ISET
Orgão: Pref. Jaguaquara-BA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ISET
Orgão: Pref. Jaguaquara-BA
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Leia o trecho da matéria a seguir retirada do CNN Brasil:
“O Exército de Israel anunciou neste domingo (19mai) que iniciou "extensas operações terrestres" no norte e no sul de Gaza [...]. O exército israelense afirmou ter conduzido uma onda preliminar de ataques contra mais de 670 alvos do Hamas em Gaza na última semana para apoiar uma operação terrestre [...]. O grupo afirmou ter matado dezenas de combatentes do Hamas. Autoridades de saúde palestinas afirmam que centenas de pessoas foram mortas, incluindo muitas mulheres e crianças”. As operações citadas no trecho e iniciadas por Israel foram apelidadas de:
https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/israel-anuncia-inicio-de-operacoes-terrestresextensas-em-gaza/
“O Exército de Israel anunciou neste domingo (19mai) que iniciou "extensas operações terrestres" no norte e no sul de Gaza [...]. O exército israelense afirmou ter conduzido uma onda preliminar de ataques contra mais de 670 alvos do Hamas em Gaza na última semana para apoiar uma operação terrestre [...]. O grupo afirmou ter matado dezenas de combatentes do Hamas. Autoridades de saúde palestinas afirmam que centenas de pessoas foram mortas, incluindo muitas mulheres e crianças”. As operações citadas no trecho e iniciadas por Israel foram apelidadas de:
https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/israel-anuncia-inicio-de-operacoes-terrestresextensas-em-gaza/
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Um capital de R$ 1500,00, aplicado a juros compostos,
rendeu, após 2 meses, juros de R$ 165,00. A taxa de juros
mensal, em porcentagem, aproximadamente foi:
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O município de Jaguaquara está localizado em uma área
de transição e possui um território propício para o cultivo.
Além disso, o município, que é uma grande referência
agrícola, tem dado espaço para um amplo comércio que
vem crescendo a cada dia e com isso o espaço vai se
tornando um “conjunto indissociável de sistemas de
objetos naturais ou fabricados e de sistema de ações,
deliberadas ou não”. Segundo dados retirados do Instituto
Brasileiro de Estatística e Geografia (2021), o município de
Jaguaquara possui o maior produto interno bruto (PIB) do
território do Vale do Jiquiriçá. O PIB do município advém
da(o):
I. Administração Pública, em primeiro lugar, com aproximadamente de 48,1% do total.
II. Serviços e Agropecuária, em segundo e terceiro lugares, com aproximadamente de 36,6% e 9,6% dos valores totais, respectivamente.
III. Indústria, em quarto lugar, com apenas 5,7% do valor total.
Julgue os itens e assinale a alternativa correta:
I. Administração Pública, em primeiro lugar, com aproximadamente de 48,1% do total.
II. Serviços e Agropecuária, em segundo e terceiro lugares, com aproximadamente de 36,6% e 9,6% dos valores totais, respectivamente.
III. Indústria, em quarto lugar, com apenas 5,7% do valor total.
Julgue os itens e assinale a alternativa correta:
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Considere o seguinte sistema de equações lineares:
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Sobre esse sistema, é correto afirmar que ele será possível e indeterminado quando:
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