Foram encontradas 25 questões.
Sobre os distúrbios de deglutição em idosos, é CORRETO afirmar:
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Eu me perdoo, eu te perdoo...
Para você, perdoar é fácil ou difícil? Sente gratidão por sua vida no momento presente? Ou está preso a experiências passadas em que alguém o magoou? É capaz de se perdoar pelos erros que cometeu? Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital para nosso bem-estar físico e emocional. Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão. Tanto as tradições do Oriente como as do Ocidente honram a habilidade de liberar-se de sentimentos como raiva e sofrimento em relação a eventos passados, e enaltecem a atitude sábia de livrar-se de tais emoções aprisionadoras.
Como psicólogo clínico, posso confirmar que proferir tais palavras com sinceridade todos os dias é extremamente benéfico. Tal oração nos purifica de emoções debilitantes, como amargura, ressentimento e desejo de vingança. Dessa maneira, podemos nos revitalizar e deixar para trás as mágoas do passado. Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam. A Dra. Kathleen Row, da Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, tem estudado extensivamente como hostilidade e perdão impactam o corpo humano. Descobriu-se, por exemplo, que a qualidade do sono é afetada pela tendência a nutrir pensamentos de vingança. No campo da psicologia, pesquisas apontam que mulheres têm maior predisposição para perdoar do que homens, no entanto são menos propensas a se perdoarem. Mas, à medida que envelhecemos, nossa tendência é de perdoar cada vez mais. Talvez porque, quanto mais vivemos, somos capazes de perceber com mais clareza o todo que nos cerca. Nesse sentido, a habilidade de perdoar é uma qualidade que todos nós deveríamos desenvolver se quisermos gerar mais oportunidades para a felicidade.
(HOFFMAN, Edward. Eu me perdoo, eu te perdoo... Revista Bons Fluídos, p. 18, junho de 2013. Adaptado.)
O autor deixa claro no texto que o que impede as pessoas de perdoar é, EXCETO
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Todas as alternativas abaixo estão corretas, EXCETO
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Assinale V para as afirmativas verdadeiras ou F para as afirmativas falsas.
( ) A paralisia laríngea é uma entidade que apresenta uma grande variação de sintomas, dependentes principalmente do acometimento de uma ou ambas as pregas vocais e de sua posição com relação à laringe.
( ) O paciente com paralisia laríngea pode apresentar-se com disfonia, dispneia, alteração da deglutição ou mesmo assintomático, dependendo da conformação laríngea adquirida com a paralisia.
( ) A paralisia laríngea, apesar de rara, é a segunda causa de estridor em recém-nascidos. Ela pode ser causada por malformações do sistema nervoso central, doenças e malformações cardiovasculares, traumas cirúrgicos e traumas decorrentes do parto.
( ) A eletromiografia laríngea é o exame feito para avaliar as desordens neuromusculares da laringe, entre elas a paralisia de pregas vocais.
Assinale a sequência CORRETA.
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O RGE (refluxo gastresofágico) pode levar a uma série de sinais e sintomas clínicos associados ao trato gastrointestinal e a entidades mórbidas fora desse aparelho. É importante o diagnóstico correto e a observação da presença de patologias associadas a ele. Os pacientes podem ser assintomáticos, apresentarem sintomas mínimos ou mesmo sintomas mais graves como sangramento, deficiência nutricional, problemas respiratórios, entre outros. O RGE pode ser dividido em 4 subtipos. Faça a correlação das colunas abaixo de acordo com essa divisão.
1- RGE fisiológico
2- RGE não complicado
3- RGE complicado
4- RGE secundário
( )Observado em crianças com deficiência neurológica central ou psicomotora, com grandes hérnias hiatais, ou naquelas submetidas à correção de atresia de esôfago.
( )Observado em recém-nascidos e bebês.
( )Sem sequela patológica.
( )Refluxo no grupo de pacientes com aspiração pulmonar, esofagite, atraso de crescimento, hemorragia.
Marque a sequência CORRETA.
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Eu me perdoo, eu te perdoo...
Para você, perdoar é fácil ou difícil? Sente gratidão por sua vida no momento presente? Ou está preso a experiências passadas em que alguém o magoou? É capaz de se perdoar pelos erros que cometeu? Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital para nosso bem-estar físico e emocional. Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão. Tanto as tradições do Oriente como as do Ocidente honram a habilidade de liberar-se de sentimentos como raiva e sofrimento em relação a eventos passados, e enaltecem a atitude sábia de livrar-se de tais emoções aprisionadoras.
Como psicólogo clínico, posso confirmar que proferir tais palavras com sinceridade todos os dias é extremamente benéfico. Tal oração nos purifica de emoções debilitantes, como amargura, ressentimento e desejo de vingança. Dessa maneira, podemos nos revitalizar e deixar para trás as mágoas do passado. Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam. A Dra. Kathleen Row, da Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, tem estudado extensivamente como hostilidade e perdão impactam o corpo humano. Descobriu-se, por exemplo, que a qualidade do sono é afetada pela tendência a nutrir pensamentos de vingança. No campo da psicologia, pesquisas apontam que mulheres têm maior predisposição para perdoar do que homens, no entanto são menos propensas a se perdoarem. Mas, à medida que envelhecemos, nossa tendência é de perdoar cada vez mais. Talvez porque, quanto mais vivemos, somos capazes de perceber com mais clareza o todo que nos cerca. Nesse sentido, a habilidade de perdoar é uma qualidade que todos nós deveríamos desenvolver se quisermos gerar mais oportunidades para a felicidade.
(HOFFMAN, Edward. Eu me perdoo, eu te perdoo... Revista Bons Fluídos, p. 18, junho de 2013. Adaptado.)
Considere o trecho: “Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital...”
Assinale a locução conjuntiva que poderia substituir a que se encontra negritada, sem que houvesse modificação de sentido do trecho.
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De acordo com lei n.º 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais, todas as alternativas estão incorretas, EXCETO
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Fazem parte do trabalho do fonoaudiólogo dentro da equipe de saúde da empresa:
I - Elaboração de campanhas de saúde auditiva, palestras e treinamentos periódicos para a correta utilização de protetores e sensibilização dos trabalhadores para prevenção dos riscos para audição.
II - Organização dos exames para subsidiar o diagnóstico médico.
III - Elaboração de tabelas de indicação de protetores.
IV - Participação, juntamente com a equipe de engenharia de segurança, da elaboração de propostas e desenvolvimento de projetos de melhorias ambientais e medidas administrativas para redução da exposição.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Eu me perdoo, eu te perdoo...
Para você, perdoar é fácil ou difícil? Sente gratidão por sua vida no momento presente? Ou está preso a experiências passadas em que alguém o magoou? É capaz de se perdoar pelos erros que cometeu? Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital para nosso bem-estar físico e emocional. Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão. Tanto as tradições do Oriente como as do Ocidente honram a habilidade de liberar-se de sentimentos como raiva e sofrimento em relação a eventos passados, e enaltecem a atitude sábia de livrar-se de tais emoções aprisionadoras.
Como psicólogo clínico, posso confirmar que proferir tais palavras com sinceridade todos os dias é extremamente benéfico. Tal oração nos purifica de emoções debilitantes, como amargura, ressentimento e desejo de vingança. Dessa maneira, podemos nos revitalizar e deixar para trás as mágoas do passado. Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam. A Dra. Kathleen Row, da Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, tem estudado extensivamente como hostilidade e perdão impactam o corpo humano. Descobriu-se, por exemplo, que a qualidade do sono é afetada pela tendência a nutrir pensamentos de vingança. No campo da psicologia, pesquisas apontam que mulheres têm maior predisposição para perdoar do que homens, no entanto são menos propensas a se perdoarem. Mas, à medida que envelhecemos, nossa tendência é de perdoar cada vez mais. Talvez porque, quanto mais vivemos, somos capazes de perceber com mais clareza o todo que nos cerca. Nesse sentido, a habilidade de perdoar é uma qualidade que todos nós deveríamos desenvolver se quisermos gerar mais oportunidades para a felicidade.
(HOFFMAN, Edward. Eu me perdoo, eu te perdoo... Revista Bons Fluídos, p. 18, junho de 2013. Adaptado.)
Considere o trecho: “Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão.”
Em relação ao uso da vírgula nesse trecho, é CORRETO afirmar:
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Pessoas que sofrem de desordens temporomandibulares podem apresentar os seguintes sinais e sintomas, EXCETO
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