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Foram encontradas 25 questões.

1341420 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
“Se a Escola ensina a ler e escrever com o único propósito de que os alunos aprendam a fazê-lo, eles não aprenderão a ler e escrever para cumprir outras finalidades (essa que a leitura e escrita cumprem na vida social); se a escola abandona os propósitos didáticos e assume os da prática social, estará abandonando, ao mesmo tempo, sua função ensinante.” Observada essa afirmação, o ensino da leitura e da escrita deve perseguir entre outros objetivos:
1 - Formar praticantes da leitura e da escrita e não apenas decifradores do sistema de escrita.
2 - Formar seres humanos críticos, aptos para ler entrelinhas e para adotar uma posição própria.
3 - Formar pessoas desejosas de embrenhar-se em outros mundos possíveis que a leitura oferece, disposta a identificar-se com o semelhante ou solidarizar-se com o desigual e hábil para admirar a qualidade literária.
4 - Orientar ações para constituição de escritores, de pessoas que saibam informar-se por escrito com os demais e com elas mesmas.
Na perspectiva indicada pela afirmação do autor, estão CORRETOS
 

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1341338 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
No volume 9 dos Parâmetros Curriculares Nacionais, que orienta sobre as ações curriculares relativas ao Meio Ambiente, quando fala da sustentabilidade, apresenta nove princípios que devem ser incluídos sob a responsabilidade dos ensinamentos da escola. Entre eles NÃO se encontra:
 

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Eu me perdoo, eu te perdoo...
Para você, perdoar é fácil ou difícil? Sente gratidão por sua vida no momento presente? Ou está preso a experiências passadas em que alguém o magoou? É capaz de se perdoar pelos erros que cometeu? Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital para nosso bem-estar físico e emocional. Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão. Tanto as tradições do Oriente como as do Ocidente honram a habilidade de liberar-se de sentimentos como raiva e sofrimento em relação a eventos passados, e enaltecem a atitude sábia de livrar-se de tais emoções aprisionadoras.
Como psicólogo clínico, posso confirmar que proferir tais palavras com sinceridade todos os dias é extremamente benéfico. Tal oração nos purifica de emoções debilitantes, como amargura, ressentimento e desejo de vingança. Dessa maneira, podemos nos revitalizar e deixar para trás as mágoas do passado. Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam. A Dra. Kathleen Row, da Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, tem estudado extensivamente como hostilidade e perdão impactam o corpo humano. Descobriu-se, por exemplo, que a qualidade do sono é afetada pela tendência a nutrir pensamentos de vingança. No campo da psicologia, pesquisas apontam que mulheres têm maior predisposição para perdoar do que homens, no entanto são menos propensas a se perdoarem. Mas, à medida que envelhecemos, nossa tendência é de perdoar cada vez mais. Talvez porque, quanto mais vivemos, somos capazes de perceber com mais clareza o todo que nos cerca. Nesse sentido, a habilidade de perdoar é uma qualidade que todos nós deveríamos desenvolver se quisermos gerar mais oportunidades para a felicidade.
(HOFFMAN, Edward. Eu me perdoo, eu te perdoo... Revista Bons Fluídos, p. 18, junho de 2013. Adaptado.)
O autor deixa claro no texto que o que impede as pessoas de perdoar é, EXCETO
 

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Eu me perdoo, eu te perdoo...
Para você, perdoar é fácil ou difícil? Sente gratidão por sua vida no momento presente? Ou está preso a experiências passadas em que alguém o magoou? É capaz de se perdoar pelos erros que cometeu? Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital para nosso bem-estar físico e emocional. Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão. Tanto as tradições do Oriente como as do Ocidente honram a habilidade de liberar-se de sentimentos como raiva e sofrimento em relação a eventos passados, e enaltecem a atitude sábia de livrar-se de tais emoções aprisionadoras.
Como psicólogo clínico, posso confirmar que proferir tais palavras com sinceridade todos os dias é extremamente benéfico. Tal oração nos purifica de emoções debilitantes, como amargura, ressentimento e desejo de vingança. Dessa maneira, podemos nos revitalizar e deixar para trás as mágoas do passado. Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam. A Dra. Kathleen Row, da Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, tem estudado extensivamente como hostilidade e perdão impactam o corpo humano. Descobriu-se, por exemplo, que a qualidade do sono é afetada pela tendência a nutrir pensamentos de vingança. No campo da psicologia, pesquisas apontam que mulheres têm maior predisposição para perdoar do que homens, no entanto são menos propensas a se perdoarem. Mas, à medida que envelhecemos, nossa tendência é de perdoar cada vez mais. Talvez porque, quanto mais vivemos, somos capazes de perceber com mais clareza o todo que nos cerca. Nesse sentido, a habilidade de perdoar é uma qualidade que todos nós deveríamos desenvolver se quisermos gerar mais oportunidades para a felicidade.
(HOFFMAN, Edward. Eu me perdoo, eu te perdoo... Revista Bons Fluídos, p. 18, junho de 2013. Adaptado.)
Considere o trecho: “Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital...”
Assinale a locução conjuntiva que poderia substituir a que se encontra negritada, sem que houvesse modificação de sentido do trecho.
 

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1340962 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
José Carlos Libâneo, em seu livro Didática, ao tratar de métodos de ensino, afirma que “O uso adequado e eficaz dos métodos de ensino visa assegurar, no processo de transmissão/assimilação de conhecimentos e habilidades, a atualização das capacidades potenciais dos alunos, de modo que adquiram e dominem métodos próprios de aprender.” Observada essa concepção, é CORRETO dizer que
 

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1340863 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Na relação pedagógica, quase sempre “há um confronto do aluno entre sua cultura e a herança cultural da humanidade, entre seu modo de viver e os modelos sociais desejáveis para um projeto novo de sociedade. E há um professor que intervém, não para se opor aos desejos e necessidades ou à liberdade e autonomia do aluno, mas para ajudá-lo, com firmeza, a ultrapassar suas necessidades e criar outras, para ganhar autonomia, para ajudá-lo no seu esforço de distinguir a verdade do erro, para ajudá-lo a compreender as realidades sociais e sua própria experiência.” Nessa perspectiva, o autor:
 

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1340714 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Considerados os paradigmas adotados pelas teorias psicolinguísticas, só tem sentido discutir métodos de alfabetização a partir de uma postura que compreenda as hipóteses e os comportamentos sobre possíveis concepções da criança diante da escrita. Nessa concepção, as alternativas abaixo estão corretas, EXCETO
 

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1340488 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Os Parâmetros Curriculares Nacionais da 1ª a 4ª séries indicam diretrizes para elaboração dos Projetos Pedagógicos das escolas que oferecem essa etapa da educação básica. Segundo eles, os conteúdos curriculares devem ser vistos “como meios para que os alunos desenvolvam as capacidades que lhes permitam produzir e usufruir dos bens culturais, sociais e econômicos.” Nessa abordagem, os conteúdos e o tratamento que a eles deve ser dado:
 

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1340457 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Ao expor algumas das principais estratégias de leitura a serem praticadas pela escola, uma conceituada autora afirma: “Se favorecemos o conhecimento e a aprendizagem dos microprocessos que intervêm na compreensão de um texto, favorecemos que aluno e professor possam reconhecer as dificuldades que a compreensão de um texto implica e a origem destas”. Nessa perspectiva, NÃO se aplica a estratégia de
 

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Eu me perdoo, eu te perdoo...
Para você, perdoar é fácil ou difícil? Sente gratidão por sua vida no momento presente? Ou está preso a experiências passadas em que alguém o magoou? É capaz de se perdoar pelos erros que cometeu? Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital para nosso bem-estar físico e emocional. Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão. Tanto as tradições do Oriente como as do Ocidente honram a habilidade de liberar-se de sentimentos como raiva e sofrimento em relação a eventos passados, e enaltecem a atitude sábia de livrar-se de tais emoções aprisionadoras.
Como psicólogo clínico, posso confirmar que proferir tais palavras com sinceridade todos os dias é extremamente benéfico. Tal oração nos purifica de emoções debilitantes, como amargura, ressentimento e desejo de vingança. Dessa maneira, podemos nos revitalizar e deixar para trás as mágoas do passado. Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam. A Dra. Kathleen Row, da Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, tem estudado extensivamente como hostilidade e perdão impactam o corpo humano. Descobriu-se, por exemplo, que a qualidade do sono é afetada pela tendência a nutrir pensamentos de vingança. No campo da psicologia, pesquisas apontam que mulheres têm maior predisposição para perdoar do que homens, no entanto são menos propensas a se perdoarem. Mas, à medida que envelhecemos, nossa tendência é de perdoar cada vez mais. Talvez porque, quanto mais vivemos, somos capazes de perceber com mais clareza o todo que nos cerca. Nesse sentido, a habilidade de perdoar é uma qualidade que todos nós deveríamos desenvolver se quisermos gerar mais oportunidades para a felicidade.
(HOFFMAN, Edward. Eu me perdoo, eu te perdoo... Revista Bons Fluídos, p. 18, junho de 2013. Adaptado.)
Considere o trecho: “Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão.”
Em relação ao uso da vírgula nesse trecho, é CORRETO afirmar:
 

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