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Foram encontradas 440 questões.

1341523 Ano: 2012
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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Observe atentamente as figuras abaixo.
Enunciado 1341523-1
Indique qual sequência das perspectivas corresponde à verdadeira.
 

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1341495 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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“A Pedagogia ocupa-se de fato da formação escolar de crianças, com processos educativos, métodos, maneiras de ensinar, mas antes disso ela tem um significado bem mais amplo, bem mais globalizante. Ela é um campo de conhecimentos; diz respeito ao estudo e à reflexão sistemática sobre o fenômeno educativo, sobre as práticas educativas, para poder ser uma instância orientadora do trabalho educativo.” Nessa perspectiva, o autor define o pedagogo como aquele que
 

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1341489 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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O equipamento de controle de poluição atmosférica no qual a fumaça é forçada a passar por um duto na forma de parafuso, e a perda de carga gerada permite a deposição do material, que é recolhido na sua base, removendo de 50% a 90% das partículas grandes, mas muito pouco de material médio e fino, denomina-se
 

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1341488 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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Um dos aspectos mais preocupante do desenvolvimento sustentável é a relação entre fontes de energia e o seu consumo. Todas as afirmativas abaixo são verdadeiras, EXCETO
 

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1341486 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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Vamos esperar mais 70 anos?
Em 1836, já no fim de sua viagem a bordo do Beagle, Charles Darwin, um dos maiores gênios que o mundo já conheceu, escreveu à sua irmã Susan: "Um homem que ousa desperdiçar 1 hora do tempo não descobriu o valor da vida". A frase vale para homens e para nações. O tempo não é exatamente um valor para nós, brasileiros. Somos ótimos em fazer diagnósticos e péssimos na hora de tomar as medidas necessárias para corrigir nossos problemas. Por que mudar, e arriscar perder votos hoje, se é possível deixar os atos de coragem para amanhã? Só um desprezo profundo pelo valor do tempo e pelas consequências dessa postura pode explicar a sobrevivência de um conjunto de leis que, neste ano, completarão sete décadas. A Consolidação das Leis do Trabalho foi concebida para um país e um capitalismo que há muito deixaram de existir. O mundo mudou e vem mudando numa velocidade cada vez maior. O trabalho mudou e continuará se transformando num ritmo difícil de ser acompanhado até por empresas mais contemporâneas. As tecnologias transformaram nossa vida. Não somos os mesmos — e já não vivemos como nossos pais. E foi assim, graças a uma postura autista da sociedade, que a legislação que rege o trabalho no Brasil ganhou merecidamente o título de a pior do mundo.
É a pior, entre outras razões, por ser um monumento à hipocrisia. Nossa lei determina que sejam pagos adicionais de insalubridade a trabalhadores submetidos a altas temperaturas — embora ninguém diga o que isso significa. É o fim do trabalho ao ar livre nos trópicos, ainda que não seja necessário nenhum esforço para encontrar milhares de brasileiros trabalhando como lixeiros, carteiros, pedreiros e vendedores — e assim será até que um gênio do Vale do Silício descubra uma nova maneira de desempenhar esse tipo de atividade. Enquanto isso, os juízes do Trabalho estarão a postos sempre que alguém decidir "buscar seus direitos na Justiça". Jornadas flexíveis são o sonho das novas gerações de profissionais qualificados. Mas, no Brasil de 2013, é um perigo negociar 15 minutos a mais ou a menos no horário de almoço. A lei manda: 1 hora para todo mundo — até para quem não quer.
Por favor, pense 2 minutos antes de dizer que movimentos para modernizar as leis trabalhistas são cortinas de fumaça para quem quer simplesmente extirpar "os direitos conquistados pelos trabalhadores brasileiros". Os Estados Unidos têm uma das legislações mais flexíveis do mundo — e ninguém vai me convencer de que, em termos gerais, o trabalhador americano tem uma vida pior que a do brasileiro. Também não serve como argumento nossa atual situação de quase pleno emprego, com trabalhadores sorridentes, balançando a carteira profissional ao vento, numa cena típica de programa eleitoral gratuito. Restritiva por natureza nossa septuagenária CLT não vale para todo mundo. Temos uma população economicamente ativa de pouco mais de 100 milhões de pessoas. Mais da metade delas não está vinculada a esse conjunto de leis. Para mais de 52 milhões de brasileiros — empreendedores, autônomos, empregados de pequenas companhias —, o trabalho se amolda à necessidade ou à liberdade.
É evidente que o Brasil vive numa espécie de buraco negro de produtividade em vários setores da economia. Mudar esse quadro depende basicamente de nossa capacidade de inovar, qualificar a mão de obra e instituir uma regulação que concilie os interesses de trabalhadores e empresas. Descumprir a lei, por mais anacrônica, perversa e irracional que ela seja não é uma opção. Leis são feitas para serem cumpridas. A opção é lutar para transformá-las. Nas últimas sete décadas, os interesses políticos e eleitorais têm levado a melhor — talvez por pura incompetência do discurso da iniciativa privada. Setenta anos é bastante tempo. Boa parte dele foi desperdiçada pelo imobilismo. Podemos até escolher conviver mais 70 anos com a lei que está aí. Mas é preciso ficar claro que haverá um preço a pagar. A decisão vale a forma como viveremos no futuro.
(VASSALO, Cláudia. Vamos esperar mais 70 anos? Revista exame. 1.º de maio de 2013, p. 54)
Considere o trecho: “Em 1836, já no fim de sua viagem a bordo do Beagle, Charles Darwin, um dos maiores gênios que o mundo já conheceu, escreveu à sua irmã Suzan: ‘Um homem que ousa desperdiçar 1 hora do tempo não descobriu o valor da vida’ ”.
Tendo em vista a organização sintática desse trecho, é INCORRETO afirmar:
 

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1341484 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
O esboço de gráfico que melhor representa a função dada por !$ f (x) = 3^{log_3 \sqrt x} !$ é
 

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1341479 Ano: 2012
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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Sobre os distúrbios de deglutição em idosos, é CORRETO afirmar:
 

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1341478 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
O Brasil lê mal
Afirmei nesta coluna que os cursos E (no Provão) podiam trazer grandes benefícios aos alunos. Alguns médicos enviaram e-mails protestando: como? Ser tratado por um médico formado em escola E? Ora, a coluna excluía taxativamente a medicina, ao dizer: "Na área médica ou em outras em que há questões de segurança envolvidas, que se exijam mínimos invioláveis". Um punhadinho de doutos médicos não soube ler o texto. Se até na carreira mais elitizada de todas parece haver uma patologia no ato de ler, imagine-se no resto.
Para diagnosticar tal enfermidade, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC) buscou uma clínica de luxo, o Pisa. Trata-se de um sistema de testes de rendimento escolar organizado sob a bandeira dos países membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o clube dos ricos. A iniciativa trouxe resultados de incalculável valia.
Ao contrário dos testes convencionais, não se trata de professores decidindo o que os alunos devem saber. Os organizadores foram ao mundo real das sociedades modernas e perguntaram que conhecimentos linguísticos seriam necessários para operar com êxito nas empresas e na vida. Portanto, os testes buscaram a competência em leitura que se usa no mundo real – é o que migra da escola para a prática.
Como o único outro país do Terceiro Mundo era o México, a dúvida era se seríamos os últimos ou os penúltimos. Melhor não podíamos esperar. Mas saber que carregamos a lanterninha é de interesse menor.
Foram prejudicados os países onde há muitos alunos com defasagem idade-série, como o Brasil, pois o teste toma alunos de 15 anos (na série em que estejam). Analisando apenas os estudantes sem atraso, nossos escores empatam com os da Rússia. Resultado horripilante para a Rússia, que já teve um dos melhores sistemas educativos do mundo.
Mas isso tudo é irrelevante. O que interessa saber é por que não aprendemos a ler corretamente. O Pisa mostra que os alunos brasileiros conseguem decifrar o texto e ter uma ideia geral sobre o que ele está dizendo. Daí para a frente, empacam.
Isso não seria uma grande surpresa, diante da realidade das nossas escolas públicas, ainda esmagadas por problemas angustiantes no seu funcionamento básico. Mas poderíamos esperar que nossas escolas de elite fizessem uma bela apresentação. Afinal, operam com os melhores professores, os melhores alunos e sem problemas econômicos prementes.
Contudo, o nível de leitura de nossas elites é, ao mesmo tempo, o resultado mais trágico e o que mais esperanças traz. Saímo-nos mal, muito mal. A proporção de brasileiros de elite capazes de compreensão perfeita dos textos escritos é muito pequena, comparada com a taxa de outros países (1%, em vez dos 6% da Coreia e dos 13% dos EUA).
Ou seja, nossa incapacidade de decifrar um texto escrito não se deve à pobreza, mas a um erro sistêmico. Estamos ensinando sistematicamente errado. Se é assim, passar a ensinar certo deve trazer incontáveis benefícios para a educação e para a sociedade. E não pode ser tão difícil assim.
Parece haver uma estratégia errada no ensino da leitura. Os alunos se contentam com uma compreensão superficial do texto. Satisfeitos, passam a divagar sobre o que pensam, sobre o que o autor poderia estar pensando, sobre o que evoca o texto. Mas isso tudo ocorre antes de acabarem de processar cognitivamente o texto, de decifrá-lo segundo os códigos rígidos da sintaxe. Dispara a imaginação, trava-se a cognição. Lemos como poetas e não como cientistas. Mas antes da hora de ler poesia, após o jantar, há que ler contratos, cartas comerciais, bulas de remédio, instruções de serviço, manuais, análises da sociedade e dos políticos e por aí afora.
A revolução possível na competência em leitura de nossa gente nos permitiria galgar outro patamar de desenvolvimento. E isso pode ser feito a custo praticamente nulo. É só querer. Na Europa, o Pisa provoca um feroz debate. Nas terras tupiniquins, só a notícia do último lugar conseguiu chegar à imprensa. A tônica foi criticar o governo, em vez de entender ou tirar lições.
(http://veja.abril.com.br/060302/ponto-de-vista.html. Acesso em 30 de junho de 2013.)
Sobre o desenvolvimento da habilidade leitora por parte das escolas brasileiras, NÃO constitui opinião do autor:
 

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1341475 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Considere uma esfera !$ E_1 !$ de raio !$ r_1 !$ e volume !$ V_1 !$. Se aumentarmos o raio !$ r_1 !$ em 20%, obteremos uma esfera !$ E_2 !$ cujo volume !$ V_2 !$ será
 

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1341474 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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Em instalações prediais de água fria, o elemento registro de gaveta
 

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