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Foram encontradas 30 questões.

1310790 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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A criança pequena depende totalmente do adulto em quem confia; a ausência (por mais de 10 dias) ou a perda deste adulto significa, antes dos dois anos, a depressão anaclítica (descrita por Spitz), com risco de regressões psicossomáticas importantes; na doença, a criança depende dos cuidados e da presença dos familiares, até a idade escolar. Das alternativas abaixo, qual delas diz respeito ao modo como deve ser cuidada esta relação criança X cuidador?
 

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1310708 Ano: 2009
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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De acordo com a Lei 8080/1990, são objetivos do Sistema Único de Saúde-SUS:
I- A formulação de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos estabelecendo condições para assegurar acesso universal, porém não igualitário, às ações e aos serviços para a sua promoção, proteção e recuperação.
II- A assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.
III- A captação de recursos para viabilizar a implantação do Sistema.
IV- A identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde.
Assinale a resposta correta:
 

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1310498 Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI para geladeiras, fogões, máquinas de lavar e tanquinhos, produtos da linha branca, que encerraria , foi prorrogada por mais três meses.
A partir de 1º de novembro de 2009 entrou em vigor uma nova tabela cujas alíquotas passam a ser estabelecidas com base:
 

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1310462 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Assinale a alternativa que define crise:
 

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1310141 Ano: 2009
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Em relação aos Serviços Privados de Assistência à Saúde, no âmbito do SUS, assinale a alternativa correta:
 

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1310083 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Enfatizar a importância da estrutura organizacional para a viabilidade é deixar claro que não se trata da estrutura formal representada em organogramas típicos. As estruturas aqui abordadas incorporam pessoas com seus papéis básicos e suas interações com atividades, equipes e setores de cuja atividade elas participam. O modelo de estrutura viável sugere que as organizações devem trabalhar com base no princípio da recursão. O que significa recursão?
 

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1310073 Ano: 2009
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Analise as afirmativas sobre os princípios que regem a organização do Sistema Único de Saúde:
I- A participação é a inclusão representativa da população e de trabalhadores de saúde no processo decisório e de controle de serviços.
II- A universalização significa igualdade de acesso aos serviços, que se materializa a partir do momento que se reconhece o Estado como provedor da atenção a saúde.
III- A igualdade implica assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.
IV- Integralidade de assistência, entendida como um conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema.
Estão corretas as afirmativas:
 

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1309966 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Aos meus colegas médicos
Enquanto as mulheres com formação universitária têm em média 1,4 filho, as que vivem abaixo da linha de pobreza começam a tê-los na adolescência e não param mais. Existe modelo mais perverso?
Nós, médicos, conhecemos de perto essa realidade.
Somos testemunhas da falta de anticoncepcionais nos postos do SUS e do calvário que as mães de muitos filhos percorrem na vã esperança de colocar DIU ou laquear as trompas.
Somos nós os responsáveis por esse descalabro?
Não, os principais culpados são os governantes que controlam as verbas públicas e definem prioridades e o poder de intimidação que a cúpula da Igreja Católica exerce sobre eles. Quando as autoridades eclesiásticas condenam o uso de qualquer anticoncepcional que não seja a obsoleta "tabelinha", para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares.
Embora sejam os maiores culpados, justiça seja feita, eles não são os únicos: a sociedade contribui com o silêncio. Parece que ninguém vê a molecada equilibrando bolinha nos faróis, as adolescentes grávidas da periferia, o número de crianças nas favelas. Somos cegos ou avestruzes?
[...]
As vozes paralisantes dos esquerdistas de porta de botequim, que interpretam a defesa do acesso universal à contracepção como tentativa de acabar com a pobreza impedindo o nascimento de pobres, bem como as imposições medievais da igreja não podem nos intimidar. Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos. Contrária a ela é a cúpula dirigente, há muito apartada de seus rebanhos, a mesma que comete o crime continuado de condenar o uso de camisinha num mundo em que 40 milhões de pessoas carregam o vírus da Aids nas secreções sexuais.
Sabedores de que muitos de nossos governantes são os primeiros a burlar as leis, nós, médicos, devemos cobrar deles a aplicação da lei do planejamento familiar. Apesar do aviltamento da profissão, ainda dispomos de algum poder: chefiamos postos de saúde, dirigimos hospitais, ocupamos secretarias municipais e estaduais e cargos importantes no Ministério da Saúde.
Se não esquecermos que a função primordial da medicina é aliviar o sofrimento humano, poderemos dar um exemplo à sociedade ao contribuir, de fato, para assegurar às pessoas mais pobres o direito de planejar o tamanho de suas famílias. Exatamente como fazemos com as nossas.
(VARELLA, Drauzio. Aos meus colegas médicos. Ago. 2007. Disponível em <http://www.drauziovarella.com.br/artigo /gravidezadolescencia.a sp>)
No período “para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares” pode-se afirmar que o autor:
 

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1493976 Ano: 2009
Disciplina: Estatística
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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A média aritmética de três números a, b e c é 4. A média ponderada entre eles, considerando pesos de 3, 3 e 4, respectivamente, para a, b e c é 4,2. Sabendo que a é igual a 2, y e z valem:
Questão Anulada

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1493933 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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Aos meus colegas médicos
Enquanto as mulheres com formação universitária têm em média 1,4 filho, as que vivem abaixo da linha de pobreza começam a tê-los na adolescência e não param mais. Existe modelo mais perverso?
Nós, médicos, conhecemos de perto essa realidade.
Somos testemunhas da falta de anticoncepcionais nos postos do SUS e do calvário que as mães de muitos filhos percorrem na vã esperança de colocar DIU ou laquear as trompas.
Somos nós os responsáveis por esse descalabro?
Não, os principais culpados são os governantes que controlam as verbas públicas e definem prioridades e o poder de intimidação que a cúpula da Igreja Católica exerce sobre eles. Quando as autoridades eclesiásticas condenam o uso de qualquer anticoncepcional que não seja a obsoleta "tabelinha", para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares.
Embora sejam os maiores culpados, justiça seja feita, eles não são os únicos: a sociedade contribui com o silêncio. Parece que ninguém vê a molecada equilibrando bolinha nos faróis, as adolescentes grávidas da periferia, o número de crianças nas favelas. Somos cegos ou avestruzes?
[...]
As vozes paralisantes dos esquerdistas de porta de botequim, que interpretam a defesa do acesso universal à contracepção como tentativa de acabar com a pobreza impedindo o nascimento de pobres, bem como as imposições medievais da igreja não podem nos intimidar. Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos. Contrária a ela é a cúpula dirigente, há muito apartada de seus rebanhos, a mesma que comete o crime continuado de condenar o uso de camisinha num mundo em que 40 milhões de pessoas carregam o vírus da Aids nas secreções sexuais.
Sabedores de que muitos de nossos governantes são os primeiros a burlar as leis, nós, médicos, devemos cobrar deles a aplicação da lei do planejamento familiar. Apesar do aviltamento da profissão, ainda dispomos de algum poder: chefiamos postos de saúde, dirigimos hospitais, ocupamos secretarias municipais e estaduais e cargos importantes no Ministério da Saúde.
Se não esquecermos que a função primordial da medicina é aliviar o sofrimento humano, poderemos dar um exemplo à sociedade ao contribuir, de fato, para assegurar às pessoas mais pobres o direito de planejar o tamanho de suas famílias. Exatamente como fazemos com as nossas.
(VARELLA, Drauzio. Aos meus colegas médicos. Ago. 2007. Disponível em <http://www.drauziovarella.com.br/artigo /gravidezadolescencia.a sp>)
No período “Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos.” as vírgulas estão sendo utilizadas para:
Questão Anulada

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