Foram encontradas 454 questões.
Analise as afirmativas.
I – A cidade moderna passa a ser o lócus da regulação do campo.
II – Os movimentos da cidade são espontâneos, não há controle e nem regras para a população que compõe esse movimento.
III – A cidade é caracterizada pela sua forma, como uma materialização de determinadas relações sociais, cuja mesma é denominada de espaço urbano.
Marque a alternativa que corresponde às afirmativas verdadeiras.
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O continente americano é passível de divisão a partir de distintos critérios. Algumas das afirmações a seguir são caracterizadas enquanto complementares.
I – Quanto aos aspectos físicos o continente americano é dividido nas seguintes partes: América do Norte, América Central e América do Sul, dos quais o Equador se encontra na América central.
II - Do ponto de vista histórico-social, o continente americano é regionalizado em América Anglo- Saxônica e América Latina.
III - A América Anglo-Saxônica abrange os seguintes países: Estados Unidos, Canadá e México.
Marque a alternativa que mantém afirmação verdadeira.
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- Geografia do BrasilAgropecuária no BrasilAgricultura Brasileira
- Geografia do BrasilMeio Ambiente do BrasilClima e Domínios Morfoclimáticos
Observe os gráficos e faça uma análise da dinâmica territorial da plantação de soja e arroz no estado de Goiás entre os anos de 1977 e 2007.
GRÁFICO 1

GRÁFICO 2

Pode-se concluir que, em meados da década de 1960, a lógica do capital internacional capturou o Cerrado
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Originalmente esse ecossistema é responsável por apenas 1/5 da ocupação territorial do Brasil, desde a década de 1970 sua biodiversidade está sendo altamente transformada pelas ações do agronegócio. Em algumas previsões, cientistas alegam que esse bioma tem vida útil de aproximadamente 15 anos. O fim dessa vegetação pode representar uma possível queda no nível de água potável de todo território brasileiro.
Marque a alternativa que indica o bioma que o trecho acima relata.
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A respeito do continente Antártico, analise as afirmações abaixo e responda de acordo com o esquema que se segue.
I - Os países que aderiram ao Tratado Antártico não possuem livre trânsito para explorar os recursos minerais existentes no continente.
II - Embora a ocupação humana no continente Antártico seja quase inexistente, o lixo acumula-se ano a ano, ocasionando um grande problema ambiental.
III - As atividades humanas mais significativas no continente Antártico referem-se à pesquisa científica.
IV - A Antártida, com invernos rigorosíssimos e verões amenos, apresenta uma fauna típica, com ursos polares, focas, e pinguins.
Estão corretas as afirmativas
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- Geografia do BrasilPopulação BrasileiraMigração, Imigração e Emigração
- Geografia do BrasilPopulação BrasileiraDemografia do Brasil
Muitos trabalhadores devido a grande distância, necessitam pegar um, dois e até três ônibus todos os dias para chegarem aos seus trabalhos, configurando um verdadeiro processo de migração, o qual é chamado de
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"(…) Poder-se-ia pensar que num país como o Brasil deve ser quase impossível pegar um negro fugido; é raro, no entanto, que este não seja rapidamente preso. Deve-se esta facilidade à instituição (...)" do trabalho daqueles que "(...) gozam de um ordenado fixo e são encarregados de percorrer os distritos de vez em quando, com o fito de prender os negros evadidos e conduzi-los a seus senhores ou, não os conhecendo, à prisão mais próxima. A captura é em seguida anunciada por um cartaz afixado à porta da igreja, e o proprietário, desse modo, logo se encontra. (...)"
Johann Moritz Rugendas. Viagem pitoresca através do Brasil. São Paulo, Martins-EDUSP, 1972. pp. 159-160.
O texto descreve atividade desenvolvida durante o Brasil colonial pelos
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ATA DE 5 DE NOVEMBRO DE 1866
“(...) Foi objeto da conferência os seguintes quesitos remetidos aos Conselheiros de Estado pelo Presidente do Conselho de Ministros em vinte e oito de outubro próximo passado.
Quesitos. 1º Continuando a guerra, será conveniente lançar mão de alforria de escravos para aumentar o número dos soldados do exército? 2º Que escravos serão preferíveis para o fim de que trata o primeiro quesito: os da Nação, os das Ordens Religiosas, ou os dos particulares? 3º Como realizar essa medida?
E dignando-se Sua Majestade Imperial de ouvir o parecer dos Conselheiros de Estado: (...)
O Visconde de Itaboraí, concordando com a voto do Visconde de Jequitinhonha na parte relativa ao 1º quesito, pudera que a medida de libertar escravos para engrossar as fileiras do exército de operações no Paraguai, ou será estéril e completamente ineficaz, ou para deixar de sê-lo, se tornará minimamente onerosa ao Tesouro público; e poderá de mais originar perigos que lhe parecem muito sérios e dignos de atenção. (...) Chamar os escravos a defender com os homens livres a integridade do Império e a vingar os ultrajes recebidos de uma pequena República é confessarmos de modo mais autêntico e solene perante o mundo civilizado que somos impotentes para, sem auxílio dos nossos escravos, defendermo-nos como nação; e desde então lhe parece impossível acharem-se razões que possam justificar o fato de continuarmos a conservá-los deserdados de seus direitos de homens, e das vantagens da vida civil: seria em sua humilde opinião o passo mais adiantado e mais decisivo para a próxima e rápida emancipação. Não deixará de lembrar ainda a excitação que entre os próprios escravos produziria uma tal medida; as esperanças que ela faria nascer, o incentivo para procurarem libertar-se; e as insurreições e cenas de sangue, que daí poderiam provir, às que convém ainda acrescentar a inquietação, os sustos, e meios que a medida causaria à classe dos senhores de escravos, e principalmente aos agricultores, mais expostos do que os outros aos resultados desses tristes acontecimentos. Tudo isto se figura ao referido Conselheiro de tão funestas e lutuosas consequências, que entende de seu mais rigoroso dever votar contra a medida indicada no 1º quesito, e contra todos os meios de dá-la à execução.
(...)
O Conselheiro Pimenta Bueno responde ao primeiro quesito que em sua opinião convém lançar mão da libertação dos escravos que se possa obter para aumentar a força do exército em campanha, uma vez que se proceda com a atenção e sabedoria que cumpre. Entende que convém por mais de uma razão:
1° porque a política aconselha que em vez de diminuir a população livre, pelo contrário se diminua o número dos escravos; 2º porque é um meio de emancipação, que desde logo dá destino e ocupação aos emancipados; 3º porque embora esses braços façam alguma falta à lavoura, maior falta fazem os braços dos filhos, parentes, ou jornadeiros dos agricultores, muitos dos quais representam núcleos de futuras famílias trabalhadoras, núcleos que a guerra vai extinguir; 4º porque não sendo nossa sociedade homogênea é preferível poupar a classe mais civilizada e mais moralizada, e não a outra que é menos, e que pode ser perigosa. Entre males cumpre escolher os menores; 5º porque o recrutamento de homens livres será cada vez mais difícil, atentas às circunstâncias especiais do País.
Quanto ao 2° quesito, responde, também, afirmativamente e entende que convém lançar mão tanto dos escravos da Nação, como dos escravos dos Conventos e mesmo dos particulares, desde que possam ser obtidos sem violação do direito de propriedade e sem gravame do Tesouro. Pensa que convém começar pelo da Nação, para que o exemplo seja seguido pelos Conventos e pelos particulares.
(...)”
Em 1866, o imperador convocou o Conselho de Estado para discutir se deveria ou não recrutar escravos para lutarem na Guerra do Paraguai. Apesar da divergência de opiniões entre os conselheiros sobre a participação ou não de escravos na Guerra do Paraguai, os pronunciamentos revelam
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Interprete imagem.

Legenda, na imagem lê-se:
- Vão plantar batatas!
- Não! Vamos plantar açúcar nas Antilhas!
- ... e vocês vão se arrepender de nos terem expulsado!
Um dos desdobramentos do acontecimento acima retratado pode ser associado
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"Aportou nesta cidade um navio francês que descarregou, com todo segredo e sagacidade, uns livrinhos cujo conteúdo era ensinar o modo mais fácil de fazer sublevações nos estados com infalível resultado (...). Instruídos por esses livrinhos, alguns mulatinhos e também alguns branquinhos da plebe, conceberam o arrojado pensamento de fazerem também seu levante (...)."
Relação da Francesia Formada pelos Homens Pardos da Cidade da Bahia no Ano de 1798. Autor anônimo. In: Saga. São Paulo: Abril Cultural, 1981. p. 269.
A interpretação do texto permite concluir que, a Conjuração Baiana foi um movimento
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