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Interprete os fragmentos.
TEXTO I
“Não sou comunista, porque o comunismo concentra e engole, em benefício do Estado, todas as forças da sociedade; porque conduz inevitavelmente à concepção da propriedade nas mãos do estado, enquanto eu proponho a abolição do Estado (...) o qual, com o pretexto de moralizar e civilizar os homens, conseguiu até agora somente escravizá-los, persegui-los e corrompê-los. (...) Proponho a abolição da propriedade pessoal recebida em herança, a qual não é senão uma instituição de Estado, uma consequência direta dos princípios do Estado. Eis aí senhores por que eu sou coletivista e não comunista.”
Discurso de Mikhail Bakunin no Congresso da Associação Internacional dos Trabalhadores, Suíça, 1868.
TEXTO II
“Ser governado é ser vigiado, inspecionado, espionado, dirigido, legislado, numerado, regulado, alistado, indoutrinado, pregado, controlado, checado, anotado, censurado e comandado por criaturas que não possuem nem o direito, nem a sabedoria, nem a virtude para fazer tudo isso. (...) É, sob o pretexto da utilidade pública, e em nome do interesse público, ser colocado sob pressão, mandado, roubado, explorado, monopolizado, (...); e depois, à menor resistência, à primeira queixa, ser reprimido, multado, (...) aprisionado, julgado, condenado, fuzilado, deportado, sacrificado, vendido, traído. (...) Eis o governo, eis a sua justiça, eis sua moral!”
Pierre-Joseph Proudhon Os excertos são reveladores de princípios e pensamentos
Os excertos são reveladores de princípios e pensamentos
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Interprete os excertos abaixo:
TEXTO I
O inglês Thomas Hobbes, autor de Leviatã, partiu inicialmente de uma análise da condição humana e chegou a conclusão de que, no estágio natural, o homem é essencialmente mau.“Hobbes dizia que, no início, os homens viviam em estado natural, obedecendo apenas aos seus próprios interesses individuais. Por isso a vida dos homens era uma guerra permanente de “todos contra todos”. Para evitar a destruição da humanidade e conseguir a paz e segurança, os seres humanos decidiram renunciar a todo direito e a toda liberdade para se submeterem a um senhor, um soberano. Foram, portanto, os próprios seres humanos que entregaram poderes totais aos soberanos. Por isso, segundo Hobbes, o rei não devia satisfação de seus atos a ninguém.”
TEXTO II
“Daqui nasce um dilema: é melhor ser amado que temido, ou o inverso? Respondo que seria preferível ser ambas as coisas, mas, como é muito difícil conciliá-las, parece-me muito mais seguro ser temido do que amado, se só se puder ser uma delas
(...).” MAQUIAVEL, N., O Príncipe. 2ª ed., Ed. Europa-América, 1976, p. 89.
Os textos revelam algumas concepções de Hobbes e Maquiavel sobre o absolutismo. A partir da análise dos excertos, conclui-se que, por meio desta produção, estes autores buscaram justificar a(o)
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“O mais importante marco do período arcaico do Direito Romano é a Lei das Doze Tábuas, feita entre 451 e 450 a. C. como resposta a uma das revoltas da Plebe Romana. Esta legislação foi uma codificação das regras costumeiras e, mesmo entrando rapidamente em desuso, foi chamada durante toda a História de Roma como a fonte de todo o Direito.”
CASTRO, Flávia L. de. História do Direito Geral e do Brasil. 6ªed. RJ: Lumen Juris, 2008. Pág. 84/85.
O fragmento revela que os conflitos sociais entre patrícios e plebeus, ocorridos em Roma, resultaram na
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Os romanos de fato conseguiram fazer uma coisa que os americanos não alcançaram: eles transformaram os habitantes de seu império em cidadãos romanos. Há um acontecimento que considero um dos maiores da história e do qual se fala pouco, que é o Edito de Caracala (212 d.C.), que levou a cidadania romana a todos os habitantes do império. Já no primeiro século da era cristã, o próprio São Paulo, que era judeu, claro, se dizia antes de tudo um cidadão romano.
Não quero dizer que seja culpa deles, mas os americanos estão num mundo em que a americanização deve forçosamente parar num certo momento. Pode haver uma americanização dos meios, que é aliás grande, pois os produtos culturais seduzem muita gente. Com sua potência militar ou econômica, eles dominam muitos Estados, mas não estão numa situação que lhes permita fazer das pessoas que dominam verdadeiros americanos. Isso é ao mesmo tempo bom e ruim. É bom, porque as pessoas conservam o que se chama hoje de sua identidade. É ruim, porque isso impede que essas pessoas se tornem membros inteiros da democracia americana, que é, apesar de seus enormes defeitos, uma democracia.
Jacques Le Goff em entrevista concedida a Alcino Leite Neto. Caderno Mais.
No texto acima, o historiador medievalista Francês Jacques Le Goff faz uma comparação entre a dominação norte americana, nos anos iniciais do século XXI, à dominação romana em sua fase imperial. Em sua análise, Le Goff aponta para uma característica que se apresenta como um fator que distingue um império do outro, a(o)
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Esta cidade não está sob poder de um só: Atenas é livre. O povo aqui reina em tudo ao redor; os cidadãos, magistrados, administram a cidade. Nenhum privilégio aqui existe, pois o pobre e o rico têm direitos iguais (...) seguindo a autoridade das leis escritas (...) o fraco pode responder ao insulto do forte, e o pequeno, se tem razão vence o grande.
Euripedes. Dramaturgo grego do século V a.C.
A equidade de direitos aos cidadãos de Atenas estava associada à (ao)
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“Para o filósofo grego Platão, nenhuma das formas de governo existentes em sua época era a ideal. Ao analisar um determinado regime político, ele observou que neste caso, o poder estava concentrado nas mãos dos cidadãos que deliberavam diretamente sobre os assuntos da cidade, embora em seu entender, muitos fossem moralmente indignos e sem qualificação para tal.”
Adaptado de FINLEY, M. Os gregos antigos. Lisboa: Edições 70, 1986. p. 87.
No texto acima Platão critica a
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Considering English language social rules and the modal verb shall, the most appropriate answer for the question: “Shall I speak English with the children?” is:
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Choose the alternative the second conditional is being used correctly.
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In the sentence the verb “The shoe works if you do”, the verb do can be replaced –considering the objective of the announcement, the meaning of the sentence and English grammar rules – by the verb
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The use of verbal and nonverbal languages in this announcement has as one of the persuasive strategies:
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