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Leia o texto abaixo para responder às questão:


Governo institui nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva

O governo federal publicou nesta terça-feira (21/10/25) um decreto que institui a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e, paralelamente, cria a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva. O objetivo do documento é fortalecer a inclusão escolar de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e aqueles com altas habilidades ou superdotação.

A nova política visa garantir que esses alunos sejam incluídos em turmas regulares e escolas comuns em todos os níveis de ensino. Segundo o pedagogo e ativista pelo direito das pessoas com deficiência, Ivan Baron, o decreto estabelece um marco que organiza as iniciativas da área para combater a discriminação e a evasão escolar desse público.

Princípios e Suporte Especializado

Entre os princípios fundamentais da nova política estão a garantia de acessibilidade e o desenvolvimento de tecnologias assistivas. Baron considerou que o decreto reflete um investimento do Ministério da Educação (MEC) na implementação de salas de recursos multifuncionais e na formação de professores.

O pedagogo destaca que a política oferece um reforço crucial para que alunos com deficiência estudem nas turmas regulares, atuando no suporte para o atendimento educacional especializado. O atendimento educacional especializado é definido pelo decreto como uma atividade pedagógica complementar ou suplementar à escolarização. Esse serviço deve estar integrado ao projeto político-pedagógico das escolas e contar com a participação da família e dos estudantes. O texto enfatiza que a matrícula neste serviço especializado não substitui a matrícula na classe comum.


Foco na Formação e Governança

A nova política estabelece que os professores do atendimento especializado devem possuir formação inicial para a docência e, preferencialmente, formação específica em educação especial inclusiva.

Ivan Baron avaliou que o decreto inova ao criar a rede de governança e ao definir com mais clareza o papel do professor do atendimento especializado e dos profissionais de apoio. A criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva é vista pelo ativista como a garantia de que as diretrizes se concretizem nas escolas. “Ou seja, não é só papel”, afirmou Baron, indicando um compromisso com a implementação prática da inclusão.

(Por Luiz Claudio Ferreira. https://www.msn.com/pt-br/noticias/noticias/governo-institui-nova-pol%C3%ADtica-nacional-de-educa%C3%A7%C3%A3oespecial-inclusiva. 23/10/2025)

No texto, o conceito de inclusão é articulado a diferentes dimensões do processo educativo. Considerando as informações apresentadas, é possível inferir que, no contexto do decreto, a inclusão escolar é compreendida como:
 

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Governo institui nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva

O governo federal publicou nesta terça-feira (21/10/25) um decreto que institui a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e, paralelamente, cria a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva. O objetivo do documento é fortalecer a inclusão escolar de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e aqueles com altas habilidades ou superdotação.

A nova política visa garantir que esses alunos sejam incluídos em turmas regulares e escolas comuns em todos os níveis de ensino. Segundo o pedagogo e ativista pelo direito das pessoas com deficiência, Ivan Baron, o decreto estabelece um marco que organiza as iniciativas da área para combater a discriminação e a evasão escolar desse público.

Princípios e Suporte Especializado

Entre os princípios fundamentais da nova política estão a garantia de acessibilidade e o desenvolvimento de tecnologias assistivas. Baron considerou que o decreto reflete um investimento do Ministério da Educação (MEC) na implementação de salas de recursos multifuncionais e na formação de professores.

O pedagogo destaca que a política oferece um reforço crucial para que alunos com deficiência estudem nas turmas regulares, atuando no suporte para o atendimento educacional especializado. O atendimento educacional especializado é definido pelo decreto como uma atividade pedagógica complementar ou suplementar à escolarização. Esse serviço deve estar integrado ao projeto político-pedagógico das escolas e contar com a participação da família e dos estudantes. O texto enfatiza que a matrícula neste serviço especializado não substitui a matrícula na classe comum.


Foco na Formação e Governança

A nova política estabelece que os professores do atendimento especializado devem possuir formação inicial para a docência e, preferencialmente, formação específica em educação especial inclusiva.

Ivan Baron avaliou que o decreto inova ao criar a rede de governança e ao definir com mais clareza o papel do professor do atendimento especializado e dos profissionais de apoio. A criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva é vista pelo ativista como a garantia de que as diretrizes se concretizem nas escolas. “Ou seja, não é só papel”, afirmou Baron, indicando um compromisso com a implementação prática da inclusão.

(Por Luiz Claudio Ferreira. https://www.msn.com/pt-br/noticias/noticias/governo-institui-nova-pol%C3%ADtica-nacional-de-educa%C3%A7%C3%A3oespecial-inclusiva. 23/10/2025)

Considerando as falas e análises de Ivan Baron apresentadas no texto, é possível interpretar que sua postura em relação ao decreto do governo federal revela
 

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Governo institui nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva

O governo federal publicou nesta terça-feira (21/10/25) um decreto que institui a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e, paralelamente, cria a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva. O objetivo do documento é fortalecer a inclusão escolar de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e aqueles com altas habilidades ou superdotação.

A nova política visa garantir que esses alunos sejam incluídos em turmas regulares e escolas comuns em todos os níveis de ensino. Segundo o pedagogo e ativista pelo direito das pessoas com deficiência, Ivan Baron, o decreto estabelece um marco que organiza as iniciativas da área para combater a discriminação e a evasão escolar desse público.

Princípios e Suporte Especializado

Entre os princípios fundamentais da nova política estão a garantia de acessibilidade e o desenvolvimento de tecnologias assistivas. Baron considerou que o decreto reflete um investimento do Ministério da Educação (MEC) na implementação de salas de recursos multifuncionais e na formação de professores.

O pedagogo destaca que a política oferece um reforço crucial para que alunos com deficiência estudem nas turmas regulares, atuando no suporte para o atendimento educacional especializado. O atendimento educacional especializado é definido pelo decreto como uma atividade pedagógica complementar ou suplementar à escolarização. Esse serviço deve estar integrado ao projeto político-pedagógico das escolas e contar com a participação da família e dos estudantes. O texto enfatiza que a matrícula neste serviço especializado não substitui a matrícula na classe comum.


Foco na Formação e Governança

A nova política estabelece que os professores do atendimento especializado devem possuir formação inicial para a docência e, preferencialmente, formação específica em educação especial inclusiva.

Ivan Baron avaliou que o decreto inova ao criar a rede de governança e ao definir com mais clareza o papel do professor do atendimento especializado e dos profissionais de apoio. A criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva é vista pelo ativista como a garantia de que as diretrizes se concretizem nas escolas. “Ou seja, não é só papel”, afirmou Baron, indicando um compromisso com a implementação prática da inclusão.

(Por Luiz Claudio Ferreira. https://www.msn.com/pt-br/noticias/noticias/governo-institui-nova-pol%C3%ADtica-nacional-de-educa%C3%A7%C3%A3oespecial-inclusiva. 23/10/2025)

Com base na leitura do texto “Governo institui nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva”, infere-se que o decreto mencionado busca:
 

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3982343 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Juruti-PA
Provas:
Enunciado 4917080-1

Disponível em: conexaoambiental.zip.net. Acesso em: 05 nov. 2025.

Na charge, o menino afirma compreender por que precisam de auxílio para sobreviver. A mensagem central do autor critica
 

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3982342 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Juruti-PA
Provas:
Dos municípios Limítrofes com Juruti, qual deles não faz parte da mesma Unidade Federativa?
 

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3982341 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Juruti-PA
Provas:
Enunciado 4917077-1

PANACHUK, Lilian; MELO, João Carlos; MUNHOZ, Jânua. (org.). Memórias de Rua: as vivências e as visagens históricas de Juruti. São Paulo: S/E, 2016.

Considerando o texto, é possível concluir que ele tem a função de
 

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3982340 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Juruti-PA
Provas:
A região do vale amazônico, pelo Tratado de Tordesilhas (1494), era de posse da Coroa espanhola. Assim sendo, a foz do rio Amazonas foi descoberta por Vicente Yáñez Pinzón, um navegador espanhol que a alcançou em fevereiro de 1500. Seu primo, Diego de Lepe, também alcançou a foz do rio Amazonas, em abril do mesmo ano. Os portugueses, com a finalidade de consolidar a região como território português, fundaram o Forte do Presépio, na então chamada Santa Maria de Belém do Grão-Pará. A construção foi a primeira do modelo na Amazônia, e também a mais significativa no território amazônico até 1660. Apesar da construção do Forte, a ocupação do território foi desde cedo marcada por incursões de Neerlandeses e Ingleses em busca de especiarias. Daí a necessidade dos portugueses de fortificar a área.

Disponível em: www.pa.gov.br. Acesso em: 04 nov. 2025.

O texto apresenta o processo inicial de ocupação da Amazônia pelos portugueses, destacando a fundação do Forte do Presépio em Belém como forma de garantir o domínio sobre a região. Para compreender plenamente o sentido dessa ação, é necessário reconhecer que ela se relaciona
 

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3982339 Ano: 2025
Disciplina: Antropologia
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Juruti-PA
Provas:
FESTRIBAL É RECONHECIDO COMO PATRIMÔNIO CULTURAL DE NATUREZA IMATERIAL DO PARÁ

       A festividade é uma celebração dos costumes indígenas e simboliza a luta dos povos da floresta pela valorização e respeito de suas tradições. Ao longo de suas três décadas de história, o Festribal tem movimentado o turismo da região, atraindo visitantes de todo o Brasil e reunindo um público estimado em cerca de 5 mil pessoas por edição.

Disponível em: oliberal.com. Acesso em: 18 maio, 2025.

Marque a alternativa que apresenta um tipo de patrimônio que pertence à mesma categoria do patrimônio apresentado acima.
 

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3982338 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Juruti-PA
Provas:
TEXTO I

      O geógrafo Milton Santos, no início dos anos 2000, propôs a regionalização brasileira segundo o meio técnico- científico-informacional os critérios de regionalização estão ligados a inserção das regiões brasileiras ao meio técnico- científico- informacional sendo as regiões diferenciadas pela densidade de recursos técnicos, informacionais e pela rede de transporte e comunicação integradas às atividades econômicas. Essa possibilidade de regionalização é conhecida como os “quatro brasis”: Região Amazônica, Nordeste, Centro-Oeste e região Concentrada.

Disponível em: sme.goiania.go.gov.br. Acesso em: 28 out. 2025.

TEXTO II

Enunciado 4917074-1


Brasil: regiões geoeconômicas. Disponível em: sme.goiania.go.gov.br. Acesso em: 28 out. 2025.

De acordo com os textos, o critério usado por Milton Santos para propor a regionalização do Brasil baseia-se principalmente em
 

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3982337 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Juruti-PA
Provas:
Nas décadas de 1970 e 1980, o município de Juruti possuía como característica uma economia de subsistência, baseada na agricultura familiar e pesca em pequena escala. Grande parte da população morava na zona rural a qual se dividia em região planaltina (terra firme) e várzea (ribeirinhos do rio Amazonas e seus afluentes). Mesmo os residentes na sede do município tinham algum tipo de relação com o trabalho na roça. Algumas famílias que moravam em terra firme cultivavam pequenas roças de mandioca, macaxeira, milho e alternavam com a criação de animais, como galinha, porco e pequenos rebanhos de gado. Os ribeirinhos também cultivavam pequenas roças de mandioca, criação de animais e plantavam juta, que era uma fibra utilizada para a fabricação de sacas para armazenar alimentos, principalmente, o café. Nesse período, a produção da fibra estava em franca decadência devido à concorrência com a fibra asiática.

COUTO, Raimundo Jorge da Cruz; COLARES, Anselmo Alencar. “História de saberes amazônicos e emancipação política: o artesanato em Juruti-PA”. Revista Cocar. v.15, n.33, 2021.

O texto descreve a cidade de Juruti nas décadas de 1970 e 1980, marcada pela agricultura familiar, pesca e pequenas criações, reconhecidas como economias sustentáveis. Considerando esse contexto, qual modelo de economia mais se aproxima das práticas citadas pelos autores?
 

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