Leia o texto abaixo para responder à questão.
Profissões extintas pela tecnologia: veja quais não resistiram ao avanço digital
Automação provocou o fim de carreiras; Transformações atingiram setores bancário e de transporte, reduzindo posto de
caixas e cobradores.
Ao longo das últimas décadas, o avanço da tecnologia reconfigurou processos produtivos e afetou profissões até
então consideradas indispensáveis. Diversas ocupações simplesmente deixaram de existir ou foram drasticamente reduzidas, substituídas por máquinas, programas computacionais ou soluções mais eficientes proporcionadas pela inovação tecnológica. Entre as carreiras que desapareceram, destacam-se profissões ligadas à manipulação de mídias, à digitação e ao
atendimento presencial em funções rotineiras.
O datilógrafo, por exemplo, foi uma figura central em escritórios durante o século XX. Com a popularização dos
computadores pessoais e a digitalização dos processos, o trabalho de digitação passou a ser parte integrante de outras carreiras, tornando a função de datilógrafo obsoleta. O operador de telégrafo, responsável por receber e transmitir mensagens
via código Morse, foi gradualmente superado pelo advento do telefone e, depois, pela comunicação digital. Locadoras de
vídeo e seus atendentes, que foram muito populares entre os anos 1980 e 2000, cederam espaço aos serviços de streaming
e às mídias digitais on demand.
Acendedores de poste, profissionais encarregados de ligar manualmente a iluminação pública, tornaram-se desnecessários com a automação dos sistemas elétricos e uso de temporizadores. Cobradores de ônibus e pedágios vêm perdendo espaço para sistemas integrados de cobrança automática, como cartões inteligentes, aplicativos e sensores sem contato.
Leitores de medidores de água e energia quase desapareceram em grandes cidades, já que a telemetria permite a leitura
remota e automatizada, otimizando o acesso às informações de consumo.
No setor bancário, funções como caixa e atendente presencial foram drasticamente reduzidas com a digitalização
dos serviços e o acesso remoto via aplicativos. Reveladores de fotografia, essenciais no processo químico de revelação de
filmes, tornaram-se raridade diante da fotografia digital, que dispensa a etapa física de processamento da imagem. Profissões como arquivista manual, de fundamental importância no controle de documentos físicos, perderam espaço para sistemas informatizados de organização e armazenamento em nuvem.
O desaparecimento dessas carreiras reflete não só o progresso, mas a necessidade constante de adaptação dos
trabalhadores diante de um cenário em que habilidades técnicas e conhecimento digital são cada vez mais valorizados. Em
contraponto, habilidades inerentemente humanas, como criatividade, empatia e capacidade de solucionar problemas complexos, seguem como diferencial. O fenômeno reforça a importância da qualificação e do aprendizado contínuo para enfrentar as transformações do mercado.
(Portal Economia – 30/07/2025 – https://noticiamais360.com.br/)
O texto indica que certas profissões desapareceram ao longo das décadas, como datilógrafo, operador de telégrafo e acendedor de postes. Pode-se interpretar que: