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“[...] A palavra de ordem passa a ser o ‘encaminhamento’. Encaminha-se para o coordenador, para o diretor, para os pais ou responsáveis, para o psicólogo, para o policial. Numa situação-limite, isto é, na impossibilidade do encaminhamento, a decisão, não raras vezes, é o expurgo ou a exclusão velada sob a forma das ‘transferências’ ou mesmo do ‘convite’ à auto-retirada”.
(AQUINO, 1998, p. 8-9)
A citação acima ilustra o cotidiano de diversos contextos escolares diante de situações de indisciplina. Aquino e outros autores, ao tratarem dessa problemática na atualidade, compreendem que a indisciplina deve ser considerada
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Quantas pirâmides com altura H e base quadrada de lado L são necessárias para se obter o mesmo volume de um prisma cuja altura é 2H e cujas bases são triângulos retângulos com catetos medindo L?
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Dados os conjuntos A={}, B={{}} e C={{2},{3,4}}, é correto afirmar que
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Lagoa Canoa-AL
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
O artigo 54 do Estatuto da Criança e do Adolescente trata sobre os deveres do Estado perante a Educação. De acordo com este artigo, o Estado deve
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O gol é necessário
No futebol, o gol é o pão do povo. Quando dava gol em nossos campos, o torcedor pegava o seu pão no estádio aos gritos de contentamento e ficava a saboreá-lo com os amigos durante uma semana. A gestação do gol era tão séria que os jornais publicavam nos dias seguintes o seu diagrama.
O torcedor não mudou, continuando como sempre com sede de gol: mudou o futebol. Vai-se tornando avaro esse esporte, pois, vivendo à custa do consumidor, nega a mercadoria pela qual este paga, não à vista, mas antes de ver gols. O homem da arquibancada, sequioso de tentos de seu clube, é ainda o único homem-gol, pois o presidente do clube, os vice-presidentes, o tesoureiro, os conselheiros, o diretor de futebol e seus parentes, os beneméritos, o técnico, o médico, o massagista, o roupeiro, todos eles se batem com unhas, dentes e risquinhos no quadro negro pelo futebol das trincheiras, à base de contra-ataques, o futebol sem a mácula do gol, amarrado, aferrolhado, no qual os jogadores não devem jogar propriamente, mas construir um muro onde a bola chutada pelo adversário repique e retorne: uma nova modalidade da pelota basca com frontão.
O técnico não precisa, e nem é aconselhável, entender de futebol: preferível que seja um duro mestre pedreiro, capaz de construir em campo o muro que impeça a bola de passar. Os jogadores, reduzidos à condição de tijolos e reboco, não precisam ter habilidade: preferível que sejam uns manguarões quadrados, limitando com abundância de espaço material as possibilidades de penetração da bola. E assim, após cada jogo, babam-se de vaidade ao microfone os generais dessa batalha sem tiros: o time que eles comandam ganhou de 1 a 0, ou perdeu de 1 a 0 ou o resultado ficou num zero a zero oco, demonstrando que o futebol moderninho atingiu o máximo da perfeição negativa: o marcador em branco, o plano da alimentação popular sem alimento, o jardim sem plantas, o viveiro sem passarinhos, o véu da noiva virginalmente alvo.
[...]
CAMPOS, Paulo Mendes. O gol é necessário. 4. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. p. 21-22.
Dadas as afirmações que seguem, de acordo com as ideias contidas no texto,
I. O narrador expõe o seu pensamento sobre o futebol e faz uma analogia entre o gol e o pão.
II. Para o narrador, o gol é “alimento” do povo, porque se constitui em uma das alegrias do futebol.
III. O narrador considera o público o único que ainda sente saudades dos tempos em que o gol era indispensável ao futebol, já que todos os demais envolvidos no universo do futebol o apoiam na defesa.
IV. Em: “O técnico não precisa, e nem é aconselhável, entender de futebol [...]”, há presença de ironia, uma vez que se afirma algo querendo apontar para o inverso do que se afirma.
verifica-se que estão corretas
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Os estudos a respeito da formação e valorização docente apontam a necessária consideração de aspectos polissêmicos de profissionalização, proletarização e de gênero como relevantes para entender a constituição da docência e os sentidos da luta política dos professores. Esses aspectos tratam, respectivamente, da relação da docência com
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Lavagem cerebral
[...]
O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista
É o que pensa que o racismo não existe
O pior cego é o que não quer ver
E o racismo está dentro de você
Porque o racista na verdade é um tremendo babaca
Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca
E desde sempre não para pra pensar
Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar
E de pai pra filho o racismo passa
Em forma de piadas que teriam bem mais graça
Se não fossem o retrato da nossa ignorância
Transmitindo a discriminação desde a infância
E o que as crianças aprendem brincando
É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando
Qualquer tipo de racismo não se justifica
Ninguém explica
Precisamos da lavagem cerebral pra acabar
Com esse lixo que é uma herança cultural
Todo mundo é racista mas não sabe a razão
Então eu digo meu irmão
Seja do povão ou da “elite”
Não participe
Pois como eu já disse racismo é burrice
Como eu já disse racismo é burrice
[...]
Disponível em: <http://letras.mus.br/gabriel-pensador/66182/>. Acesso em 10 maio 2014.
Assinale a alternativa que explica os versos: “Precisamos da lavagem cerebral pra acabar / Com esse lixo que é uma herança cultural”.
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Quer continuar a respirar? Comece a preservar.
Fundação S.O.S. Mata Atlântica.
A relação semântica estabelecida entre as duas orações justapostas é de
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Sabe-se que, numa sala de aula, 20 alunos gostam de Matemática, dos quais 4 também gostam de Português e não gostam de Química. Sabe-se também que todos os 12 alunos que gostam de Química gostam, além desta matéria, apenas de Matemática. Com base nessas informações, qual o número exato de alunos dessa sala?
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É. Eu me acostumo mas não me amanso. Por Deus! Eu me dou melhor com os bichos do que com gente. Quando vejo o meu cavalo livre e solto no prado – tenho vontade de encostar meu rosto no seu vigoroso pescoço e contar-lhe a minha vida. E quando acaricio a cabeça de meu cão – sei que ele não exige que eu faça sentido ou me explique.
LISPECTOR, Clarice. A Hora da Estrela. São Paulo: Rocco, 1998.
No texto narrativo de Clarice Lispector, os travessões foram utilizados para
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