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Vizinha
Vizinha,
me dá um pouco da tua sopa
me deixa partilhar o azeite
e as batatas da tua ceia
estou tão triste.
A esta hora da noite
vocês são ao redor da mesa
uma família
e o vapor da sopa embaça os óculos do homem
e as crianças riem.
Sei muito bem das tuas dificuldades
que o dinheiro é pouco e a paixão já se acabou
porém, vizinha,
tua sopa cheira bem, teus filhos estão crescendo,
tens um canário e rosas
e não sabes de nada;
abre a porta, vizinha, e me admite no seio
dessa coisa que um dia eu supus acabada
que eu detesto e desejo
e não compreendo.
Por favor, por favor,
deixa-me entrar, vizinha.
Estou tão triste.
(Renata Pallottini. Cerejas, meu amor... São Paulo:
Ed. Massao Ohno, 1982. Adaptado).
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Assinale a alternativa em que o emprego do acento
indicativo de crase obedece à norma-padrão da língua
portuguesa.
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Assinale a alternativa em que a pontuação está de
acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Comida que conforta
Pode ser o fim de um romance, as saudades de uma pessoa querida, uma melancolia sem razão aparente, uma crise
ou a simples despedida de uma gripe. O fato é que, sentindo
uma mistura de tristeza e desamparo, vem, do nada, aquela
vontade de tomar a sopa que a mãe fazia, saborear o bolo
de cenoura que se levava de lanche para a escola ou comer
aquela barra de chocolate que há tanto tempo não fazia mais
parte de uma dieta.
Esses alimentos que a alma, mais do que o corpo, parece
exigir em dados momentos é a chamada comida que conforta. São pratos, iguarias ou guloseimas que trazem aconchego e bem-estar emocional. Às vezes, evocam memórias
preciosas, outras vezes nos presenteiam com um sabor que
anda faltando em nossas vidas. A canja de galinha que anima
o doente, a taça transbordante de sorvete que nos faz esquecer, ainda que momentaneamente, as decepções da vida. E
a deliciosa combinação de pão com mortadela e guaraná que
nos leva de volta à infância – tudo isso é comida que conforta,
comida carregada de sentimentos.
As massas são comidas que confortam clássicas, assim
como os pães: alguém consegue ficar triste diante de um pãozinho fresquinho com manteiga ou uma travessa de espaguete com molho de manjericão e tomate fresco? E é bom lembrar: comida que conforta que se preze não economiza em
carboidrato, gordura, açúcar e calorias. Comida que conforta
tem que ser gostosa e o que é gostoso sempre vem acompanhado de calorias. Por isso conforta, nutre a alma. Mistura
sabor de verdade com memórias e sentimentos.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
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Comida que conforta
Pode ser o fim de um romance, as saudades de uma pessoa querida, uma melancolia sem razão aparente, uma crise
ou a simples despedida de uma gripe. O fato é que, sentindo
uma mistura de tristeza e desamparo, vem, do nada, aquela
vontade de tomar a sopa que a mãe fazia, saborear o bolo
de cenoura que se levava de lanche para a escola ou comer
aquela barra de chocolate que há tanto tempo não fazia mais
parte de uma dieta.
Esses alimentos que a alma, mais do que o corpo, parece
exigir em dados momentos é a chamada comida que conforta. São pratos, iguarias ou guloseimas que trazem aconchego e bem-estar emocional. Às vezes, evocam memórias
preciosas, outras vezes nos presenteiam com um sabor que
anda faltando em nossas vidas. A canja de galinha que anima
o doente, a taça transbordante de sorvete que nos faz esquecer, ainda que momentaneamente, as decepções da vida. E
a deliciosa combinação de pão com mortadela e guaraná que
nos leva de volta à infância – tudo isso é comida que conforta,
comida carregada de sentimentos.
As massas são comidas que confortam clássicas, assim
como os pães: alguém consegue ficar triste diante de um pãozinho fresquinho com manteiga ou uma travessa de espaguete com molho de manjericão e tomate fresco? E é bom lembrar: comida que conforta que se preze não economiza em
carboidrato, gordura, açúcar e calorias. Comida que conforta
tem que ser gostosa e o que é gostoso sempre vem acompanhado de calorias. Por isso conforta, nutre a alma. Mistura
sabor de verdade com memórias e sentimentos.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
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Comida que conforta
Pode ser o fim de um romance, as saudades de uma pessoa querida, uma melancolia sem razão aparente, uma crise
ou a simples despedida de uma gripe. O fato é que, sentindo
uma mistura de tristeza e desamparo, vem, do nada, aquela
vontade de tomar a sopa que a mãe fazia, saborear o bolo
de cenoura que se levava de lanche para a escola ou comer
aquela barra de chocolate que há tanto tempo não fazia mais
parte de uma dieta.
Esses alimentos que a alma, mais do que o corpo, parece
exigir em dados momentos é a chamada comida que conforta. São pratos, iguarias ou guloseimas que trazem aconchego e bem-estar emocional. Às vezes, evocam memórias
preciosas, outras vezes nos presenteiam com um sabor que
anda faltando em nossas vidas. A canja de galinha que anima
o doente, a taça transbordante de sorvete que nos faz esquecer, ainda que momentaneamente, as decepções da vida. E
a deliciosa combinação de pão com mortadela e guaraná que
nos leva de volta à infância – tudo isso é comida que conforta,
comida carregada de sentimentos.
As massas são comidas que confortam clássicas, assim
como os pães: alguém consegue ficar triste diante de um pãozinho fresquinho com manteiga ou uma travessa de espaguete com molho de manjericão e tomate fresco? E é bom lembrar: comida que conforta que se preze não economiza em
carboidrato, gordura, açúcar e calorias. Comida que conforta
tem que ser gostosa e o que é gostoso sempre vem acompanhado de calorias. Por isso conforta, nutre a alma. Mistura
sabor de verdade com memórias e sentimentos.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
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Comida que conforta
Pode ser o fim de um romance, as saudades de uma pessoa querida, uma melancolia sem razão aparente, uma crise
ou a simples despedida de uma gripe. O fato é que, sentindo
uma mistura de tristeza e desamparo, vem, do nada, aquela
vontade de tomar a sopa que a mãe fazia, saborear o bolo
de cenoura que se levava de lanche para a escola ou comer
aquela barra de chocolate que há tanto tempo não fazia mais
parte de uma dieta.
Esses alimentos que a alma, mais do que o corpo, parece
exigir em dados momentos é a chamada comida que conforta. São pratos, iguarias ou guloseimas que trazem aconchego e bem-estar emocional. Às vezes, evocam memórias
preciosas, outras vezes nos presenteiam com um sabor que
anda faltando em nossas vidas. A canja de galinha que anima
o doente, a taça transbordante de sorvete que nos faz esquecer, ainda que momentaneamente, as decepções da vida. E
a deliciosa combinação de pão com mortadela e guaraná que
nos leva de volta à infância – tudo isso é comida que conforta,
comida carregada de sentimentos.
As massas são comidas que confortam clássicas, assim
como os pães: alguém consegue ficar triste diante de um pãozinho fresquinho com manteiga ou uma travessa de espaguete com molho de manjericão e tomate fresco? E é bom lembrar: comida que conforta que se preze não economiza em
carboidrato, gordura, açúcar e calorias. Comida que conforta
tem que ser gostosa e o que é gostoso sempre vem acompanhado de calorias. Por isso conforta, nutre a alma. Mistura
sabor de verdade com memórias e sentimentos.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
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Pode ser o fim de um romance, as saudades de uma pessoa querida, uma melancolia sem razão aparente, uma crise
ou a simples despedida de uma gripe. O fato é que, sentindo
uma mistura de tristeza e desamparo, vem, do nada, aquela
vontade de tomar a sopa que a mãe fazia, saborear o bolo
de cenoura que se levava de lanche para a escola ou comer
aquela barra de chocolate que há tanto tempo não fazia mais
parte de uma dieta.
Esses alimentos que a alma, mais do que o corpo, parece
exigir em dados momentos é a chamada comida que conforta. São pratos, iguarias ou guloseimas que trazem aconchego e bem-estar emocional. Às vezes, evocam memórias
preciosas, outras vezes nos presenteiam com um sabor que
anda faltando em nossas vidas. A canja de galinha que anima
o doente, a taça transbordante de sorvete que nos faz esquecer, ainda que momentaneamente, as decepções da vida. E
a deliciosa combinação de pão com mortadela e guaraná que
nos leva de volta à infância – tudo isso é comida que conforta,
comida carregada de sentimentos.
As massas são comidas que confortam clássicas, assim
como os pães: alguém consegue ficar triste diante de um pãozinho fresquinho com manteiga ou uma travessa de espaguete com molho de manjericão e tomate fresco? E é bom lembrar: comida que conforta que se preze não economiza em
carboidrato, gordura, açúcar e calorias. Comida que conforta
tem que ser gostosa e o que é gostoso sempre vem acompanhado de calorias. Por isso conforta, nutre a alma. Mistura
sabor de verdade com memórias e sentimentos.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
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Comida que conforta
Pode ser o fim de um romance, as saudades de uma pessoa querida, uma melancolia sem razão aparente, uma crise
ou a simples despedida de uma gripe. O fato é que, sentindo
uma mistura de tristeza e desamparo, vem, do nada, aquela
vontade de tomar a sopa que a mãe fazia, saborear o bolo
de cenoura que se levava de lanche para a escola ou comer
aquela barra de chocolate que há tanto tempo não fazia mais
parte de uma dieta.
Esses alimentos que a alma, mais do que o corpo, parece
exigir em dados momentos é a chamada comida que conforta. São pratos, iguarias ou guloseimas que trazem aconchego e bem-estar emocional. Às vezes, evocam memórias
preciosas, outras vezes nos presenteiam com um sabor que
anda faltando em nossas vidas. A canja de galinha que anima
o doente, a taça transbordante de sorvete que nos faz esquecer, ainda que momentaneamente, as decepções da vida. E
a deliciosa combinação de pão com mortadela e guaraná que
nos leva de volta à infância – tudo isso é comida que conforta,
comida carregada de sentimentos.
As massas são comidas que confortam clássicas, assim
como os pães: alguém consegue ficar triste diante de um pãozinho fresquinho com manteiga ou uma travessa de espaguete com molho de manjericão e tomate fresco? E é bom lembrar: comida que conforta que se preze não economiza em
carboidrato, gordura, açúcar e calorias. Comida que conforta
tem que ser gostosa e o que é gostoso sempre vem acompanhado de calorias. Por isso conforta, nutre a alma. Mistura
sabor de verdade com memórias e sentimentos.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
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Sombras
São muitas as pessoas sem coração, sem escrúpulos e
sem consciência, que atormentam e destroem quem está ao
seu alcance. Disfarçam-se por trás de profissões e nomes
respeitáveis e nos enganam até que a mídia denuncie os
seus sórdidos malfeitos. Porém, de gente sem sombra não
se têm notícias. É contra a lei da Física. Todos os indivíduos,
dos melhores aos piores, dos mais ricos aos mais pobres,
sem distinção de credo ou cor, todos têm uma sombra. Mas
eu sei de uma exceção. E foi o próprio homem sem sombra
quem me contou a sua incrível história.
A confidência dele aconteceu por acaso. Éramos dois estranhos sentados lado a lado em um bar. Ele tinha o rosto
pálido e olhos que expressavam uma profunda tristeza. Apiedei-me de tamanho desconsolo e perguntei se lhe poderia ser
útil. Ele respondeu:
– Gostaria que me concedesse meia hora de seu tempo e
ouvisse a triste história da minha vida. Sou um bom avaliador
de caráter e sei que posso confiar em sua discrição. Peço-lhe
que não faça uso da minha confidência, enquanto eu estiver
neste mundo. Ouvindo-me, você prestará um grande favor,
pois dividir o meu segredo aliviará o peso que carrego na alma.
(Lia Neiva, Sombras e assombros)
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