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Governo da Flórida proíbe TikTok
e Instagram para menores de 14 anos
O estado americano da Flórida se tornou nesta segunda-feira (25.03) o primeiro estado a efetivamente proibir cidadãos com menos de 14 anos de terem contas em serviços
como TikTok e Instagram, promulgando um rígido projeto de
lei de mídia social que provavelmente vai revolucionar a vida
de muitos jovens.
A lei assinada pelo governador Ron DeSantis é uma das
medidas mais restritivas que um estado americano promulgou em meio a um crescente esforço nacional para proteger
os jovens de possíveis riscos à saúde mental e oferecer segurança em plataformas de mídia social.
O estatuto proíbe certas redes sociais de conceder contas a crianças menores de 14 anos e exige que os serviços
encerrem contas que a plataforma sabia ou acreditava pertencer a usuários menores de idade. Também exige que as
plataformas obtenham permissão dos pais antes de conceder
contas a jovens de 14 e 15 anos.
Em uma coletiva de imprensa na segunda-feira, DeSantis
elogiou a medida, dizendo que ela ajudará os pais a navegar
por um “terreno difícil” online. Ele acrescentou que “ficar enterrado” em dispositivos o dia todo não é a melhor maneira
de crescer.
“A mídia social prejudica as crianças de várias maneiras”,
disse DeSantis em um comunicado. O novo projeto de lei “dá
aos pais uma maior capacidade de proteger seus filhos”.
(https://www1.folha.uol.com.br/, 27.03.2024. Adaptado)
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Governo da Flórida proíbe TikTok
e Instagram para menores de 14 anos
O estado americano da Flórida se tornou nesta segunda-feira (25.03) o primeiro estado a efetivamente proibir cidadãos com menos de 14 anos de terem contas em serviços
como TikTok e Instagram, promulgando um rígido projeto de
lei de mídia social que provavelmente vai revolucionar a vida
de muitos jovens.
A lei assinada pelo governador Ron DeSantis é uma das
medidas mais restritivas que um estado americano promulgou em meio a um crescente esforço nacional para proteger
os jovens de possíveis riscos à saúde mental e oferecer segurança em plataformas de mídia social.
O estatuto proíbe certas redes sociais de conceder contas a crianças menores de 14 anos e exige que os serviços
encerrem contas que a plataforma sabia ou acreditava pertencer a usuários menores de idade. Também exige que as
plataformas obtenham permissão dos pais antes de conceder
contas a jovens de 14 e 15 anos.
Em uma coletiva de imprensa na segunda-feira, DeSantis
elogiou a medida, dizendo que ela ajudará os pais a navegar
por um “terreno difícil” online. Ele acrescentou que “ficar enterrado” em dispositivos o dia todo não é a melhor maneira
de crescer.
“A mídia social prejudica as crianças de várias maneiras”,
disse DeSantis em um comunicado. O novo projeto de lei “dá
aos pais uma maior capacidade de proteger seus filhos”.
(https://www1.folha.uol.com.br/, 27.03.2024. Adaptado)
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(Bill Waterson, O Melhor de Calvin.
Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 16.03.2024)
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(Bill Waterson, O Melhor de Calvin.
Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 16.03.2024)
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Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho, de acordo com a norma-padrão de emprego e colocação dos pronomes.
Aquela pessoa,_________ propósito era viver sem nunca _________com o amanhã, certamente___________ às voltas com dificuldades. E ________sempre_________ a arrepender-se.
Aquela pessoa,_________ propósito era viver sem nunca _________com o amanhã, certamente___________ às voltas com dificuldades. E ________sempre_________ a arrepender-se.
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Creio, logo é!
Quando as informações conflitam com as nossas crenças, reinterpretamos os fatos de acordo com nossas convicções. Se uma previsão falha, em vez de abandonarmos
a crença, buscamos explicações, muitas vezes, irracionais
para justificar ou atenuar o erro e alimentar a crença na previsão. É como desenhar o alvo em torno da flecha e acreditar
na pontaria do arqueiro.
É comum tomarmos decisões baseadas em preferências
inconsistentes, com consequências reais, simplesmente por
rejeitarmos informações e evidências contrárias às nossas
crenças. O autoengano é uma forma de proteger a autoestima e evitar o confronto com a possibilidade de que nossas
certezas estejam erradas.
Quando temos uma opinião positiva sobre uma questão,
buscamos mensagens positivas a respeito de tal fato; quando
a visão é negativa, buscamos mensagens negativas sobre a
questão. De maneira tendenciosa, escolhemos informações
ou desinformações consistentes com as nossas ideologias.
A formação ou modificação de uma opinião envolve reestruturação cognitiva, um processo de aprendizagem. Todos
nós temos alguma dificuldade em reconhecer nossos erros
e reconfigurar nossas ideias. Não é tranquilo desconstruir
concepções antigas, porém reafirmadas, o tempo todo, na
contemporaneidade, por força dos grupos aos quais pertencemos.
Temos a percepção equivocada de que apenas as nossas crenças são úteis ou corretas. Torturamos os fatos e as
evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos.
Mas tudo isso é muito antigo. “Uma vez que o entendimento de um homem se baseia em algo, seja porque é uma
crença já aceita ou porque o agrada, isso atrai tudo a sua
volta para apoiar e concordar com a opinião adotada. Mesmo
que um número maior de evidências contrárias seja encontrado, ele as ignora ou desconsidera, ou faz distinções sutis
para rejeitá-las, preservando a autoridade de suas primeiras
concepções” (Bacon, 1620).
(Mara Lúcia Madureira. Painel de ideias.
Diário da Região, 28.03.2024. Adaptado)
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Creio, logo é!
Quando as informações conflitam com as nossas crenças, reinterpretamos os fatos de acordo com nossas convicções. Se uma previsão falha, em vez de abandonarmos
a crença, buscamos explicações, muitas vezes, irracionais
para justificar ou atenuar o erro e alimentar a crença na previsão. É como desenhar o alvo em torno da flecha e acreditar
na pontaria do arqueiro.
É comum tomarmos decisões baseadas em preferências
inconsistentes, com consequências reais, simplesmente por
rejeitarmos informações e evidências contrárias às nossas
crenças. O autoengano é uma forma de proteger a autoestima e evitar o confronto com a possibilidade de que nossas
certezas estejam erradas.
Quando temos uma opinião positiva sobre uma questão,
buscamos mensagens positivas a respeito de tal fato; quando
a visão é negativa, buscamos mensagens negativas sobre a
questão. De maneira tendenciosa, escolhemos informações
ou desinformações consistentes com as nossas ideologias.
A formação ou modificação de uma opinião envolve reestruturação cognitiva, um processo de aprendizagem. Todos
nós temos alguma dificuldade em reconhecer nossos erros
e reconfigurar nossas ideias. Não é tranquilo desconstruir
concepções antigas, porém reafirmadas, o tempo todo, na
contemporaneidade, por força dos grupos aos quais pertencemos.
Temos a percepção equivocada de que apenas as nossas crenças são úteis ou corretas. Torturamos os fatos e as
evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos.
Mas tudo isso é muito antigo. “Uma vez que o entendimento de um homem se baseia em algo, seja porque é uma
crença já aceita ou porque o agrada, isso atrai tudo a sua
volta para apoiar e concordar com a opinião adotada. Mesmo
que um número maior de evidências contrárias seja encontrado, ele as ignora ou desconsidera, ou faz distinções sutis
para rejeitá-las, preservando a autoridade de suas primeiras
concepções” (Bacon, 1620).
(Mara Lúcia Madureira. Painel de ideias.
Diário da Região, 28.03.2024. Adaptado)
Quando temos uma opinião positiva sobre uma questão, buscamos mensagens positivas a respeito de tal fato; quando a visão é negativa, buscamos mensagens negativas sobre a questão.
Assinale a alternativa em que esse sinal de pontuação está empregado segundo a regra adotada na passagem.
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Creio, logo é!
Quando as informações conflitam com as nossas crenças, reinterpretamos os fatos de acordo com nossas convicções. Se uma previsão falha, em vez de abandonarmos
a crença, buscamos explicações, muitas vezes, irracionais
para justificar ou atenuar o erro e alimentar a crença na previsão. É como desenhar o alvo em torno da flecha e acreditar
na pontaria do arqueiro.
É comum tomarmos decisões baseadas em preferências
inconsistentes, com consequências reais, simplesmente por
rejeitarmos informações e evidências contrárias às nossas
crenças. O autoengano é uma forma de proteger a autoestima e evitar o confronto com a possibilidade de que nossas
certezas estejam erradas.
Quando temos uma opinião positiva sobre uma questão,
buscamos mensagens positivas a respeito de tal fato; quando
a visão é negativa, buscamos mensagens negativas sobre a
questão. De maneira tendenciosa, escolhemos informações
ou desinformações consistentes com as nossas ideologias.
A formação ou modificação de uma opinião envolve reestruturação cognitiva, um processo de aprendizagem. Todos
nós temos alguma dificuldade em reconhecer nossos erros
e reconfigurar nossas ideias. Não é tranquilo desconstruir
concepções antigas, porém reafirmadas, o tempo todo, na
contemporaneidade, por força dos grupos aos quais pertencemos.
Temos a percepção equivocada de que apenas as nossas crenças são úteis ou corretas. Torturamos os fatos e as
evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos.
Mas tudo isso é muito antigo. “Uma vez que o entendimento de um homem se baseia em algo, seja porque é uma
crença já aceita ou porque o agrada, isso atrai tudo a sua
volta para apoiar e concordar com a opinião adotada. Mesmo
que um número maior de evidências contrárias seja encontrado, ele as ignora ou desconsidera, ou faz distinções sutis
para rejeitá-las, preservando a autoridade de suas primeiras
concepções” (Bacon, 1620).
(Mara Lúcia Madureira. Painel de ideias.
Diário da Região, 28.03.2024. Adaptado)
É comum tomarmos decisões baseadas em preferências inconsistentes, com consequências reais, simplesmente por rejeitarmos informações ... (2º parágrafo)
Torturamos os fatos e as evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos. (5º parágrafo)
Essas preposições estabelecem, nos respectivos contextos, relações de sentido de
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Creio, logo é!
Quando as informações conflitam com as nossas crenças, reinterpretamos os fatos de acordo com nossas convicções. Se uma previsão falha, em vez de abandonarmos
a crença, buscamos explicações, muitas vezes, irracionais
para justificar ou atenuar o erro e alimentar a crença na previsão. É como desenhar o alvo em torno da flecha e acreditar
na pontaria do arqueiro.
É comum tomarmos decisões baseadas em preferências
inconsistentes, com consequências reais, simplesmente por
rejeitarmos informações e evidências contrárias às nossas
crenças. O autoengano é uma forma de proteger a autoestima e evitar o confronto com a possibilidade de que nossas
certezas estejam erradas.
Quando temos uma opinião positiva sobre uma questão,
buscamos mensagens positivas a respeito de tal fato; quando
a visão é negativa, buscamos mensagens negativas sobre a
questão. De maneira tendenciosa, escolhemos informações
ou desinformações consistentes com as nossas ideologias.
A formação ou modificação de uma opinião envolve reestruturação cognitiva, um processo de aprendizagem. Todos
nós temos alguma dificuldade em reconhecer nossos erros
e reconfigurar nossas ideias. Não é tranquilo desconstruir
concepções antigas, porém reafirmadas, o tempo todo, na
contemporaneidade, por força dos grupos aos quais pertencemos.
Temos a percepção equivocada de que apenas as nossas crenças são úteis ou corretas. Torturamos os fatos e as
evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos.
Mas tudo isso é muito antigo. “Uma vez que o entendimento de um homem se baseia em algo, seja porque é uma
crença já aceita ou porque o agrada, isso atrai tudo a sua
volta para apoiar e concordar com a opinião adotada. Mesmo
que um número maior de evidências contrárias seja encontrado, ele as ignora ou desconsidera, ou faz distinções sutis
para rejeitá-las, preservando a autoridade de suas primeiras
concepções” (Bacon, 1620).
(Mara Lúcia Madureira. Painel de ideias.
Diário da Região, 28.03.2024. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Creio, logo é!
Quando as informações conflitam com as nossas crenças, reinterpretamos os fatos de acordo com nossas convicções. Se uma previsão falha, em vez de abandonarmos
a crença, buscamos explicações, muitas vezes, irracionais
para justificar ou atenuar o erro e alimentar a crença na previsão. É como desenhar o alvo em torno da flecha e acreditar
na pontaria do arqueiro.
É comum tomarmos decisões baseadas em preferências
inconsistentes, com consequências reais, simplesmente por
rejeitarmos informações e evidências contrárias às nossas
crenças. O autoengano é uma forma de proteger a autoestima e evitar o confronto com a possibilidade de que nossas
certezas estejam erradas.
Quando temos uma opinião positiva sobre uma questão,
buscamos mensagens positivas a respeito de tal fato; quando
a visão é negativa, buscamos mensagens negativas sobre a
questão. De maneira tendenciosa, escolhemos informações
ou desinformações consistentes com as nossas ideologias.
A formação ou modificação de uma opinião envolve reestruturação cognitiva, um processo de aprendizagem. Todos
nós temos alguma dificuldade em reconhecer nossos erros
e reconfigurar nossas ideias. Não é tranquilo desconstruir
concepções antigas, porém reafirmadas, o tempo todo, na
contemporaneidade, por força dos grupos aos quais pertencemos.
Temos a percepção equivocada de que apenas as nossas crenças são úteis ou corretas. Torturamos os fatos e as
evidências contrárias até que eles confessem o que pretendemos.
Mas tudo isso é muito antigo. “Uma vez que o entendimento de um homem se baseia em algo, seja porque é uma
crença já aceita ou porque o agrada, isso atrai tudo a sua
volta para apoiar e concordar com a opinião adotada. Mesmo
que um número maior de evidências contrárias seja encontrado, ele as ignora ou desconsidera, ou faz distinções sutis
para rejeitá-las, preservando a autoridade de suas primeiras
concepções” (Bacon, 1620).
(Mara Lúcia Madureira. Painel de ideias.
Diário da Região, 28.03.2024. Adaptado)
“Uma vez que o entendimento de um homem se baseia em algo, seja porque é uma crença já aceita ou porque o agrada, isso atrai tudo a sua volta para apoiar e concordar com a opinião adotada. Mesmo que um número maior de evidências contrárias seja encontrado, ele as ignora ou desconsidera, ou faz distinções sutis para rejeitá-las, preservando a autoridade de suas primeiras concepções.”
É correto afirmar que elas estabelecem, nos respectivos contextos, relações de sentido de
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