Foram encontradas 1.501 questões.
André ganhou cinquenta mil reais em um sorteio
de fim de ano. André então decidiu dar um oitavo
deste valor para seu filho de 15 anos. Entretanto,
André disse a seu filho que ele só conseguirá
sacar o dinheiro no banco quando fizer 18 anos.
Até lá, o dinheiro ficará rendendo em uma conta
poupança, no regime de juro simples, a uma taxa
de 12% ao ano. Quanto o filho de André possuirá
no banco, quando ele puder retirar o dinheiro?
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Duas pessoas estão jogando um jogo em que
precisam fazer um determinado número de
pontos para que possam avançar para a próxima
rodada. O número de pontos em que é preciso
fazer em cada rodada escala da seguinte forma: 7
pontos na 1ª rodada, 13 pontos na 2ª rodada, 19
pontos na 3ª rodada, 25 pontos na 4ª rodada, e
assim por diante. Quantos pontos serão
necessários fazer na 26ª rodada, para que os
jogadores avancem:
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Assinale a alternativa em que a palavra destacada
pertence à classe gramatical de advérbio.
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Analise as sentenças a seguir e assinale aquela
em que a palavra meio ocorre como substantivo.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaEmprego do Hífen
- OrtografiaGrafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
- SintaxeCrase
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela
em que não ocorre desvio ortográfico.
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Assinale a alternativa em que o emprego do
acento indicativo de crase está incorreto.
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Considere o excerto: “Mauro estava hirto. O
rapaz tentava lidar com a notícia que acabava de
receber.” Nesse contexto, o significado da
palavra em destaque é o mesmo de:
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Leia o texto para responder à questão.
Megaestrutura cósmica com formato de anel
desafia teorias sobre o universo
Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da
Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa
o limite de tamanho considerado teoricamente
viável no cosmos
Astrônomos descobriram uma megaestrutura
cósmica em formato de anel que desafia as
teorias existentes sobre o universo. O chamado
"Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky")
aparece como um enorme crescente de galáxias
quase simétrico e tem dimensões inimagináveis:
seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz
e sua circunferência mede aproximadamente 4
bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada
em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda
da Universidade de Lancashire Central (UCLan),
no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade
Astronômica Americana (AAS).
Em 2021, Lopez já havia detectado outra
megaestrutura: o “Arco Gigante no Céu” (Giant
Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de
largura, este achado está na mesma vizinhança
cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a
9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as
megaestruturas são vistas à mesma distância, no
mesmo tempo cósmico, e estão separadas em
apenas 12 graus no nosso céu.
Desafio à cosmologia
Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “é
fácil de se explicar em nossa compreensão atual
do universo”, segundo Lopez conta em
comunicado. A cientista supôs que o Grande
Anel possa estar relacionado às Oscilações
Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês).
Segundo ela, esses padrões “surgem de
oscilações no início do universo e hoje deveriam
aparecer, pelo menos estatisticamente, como
cascas esféricas na disposição das galáxias”. No
entanto, sua análise do Grande Anel revelou que
a estrutura não condiz com essa explicação; isso
porque ela é muito grande e não é esférica.
Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez
descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso,
alinhada de frente para a Terra.
Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Céu
desafiam o Princípio Cosmológico devido aos
seus tamanhos. Este princípio assume que o
universo que podemos enxergar é uma "amostra
justa" do que esperamos que o restante dos
cosmos seja, segundo explica a pesquisadora.
“Esperamos que a matéria seja distribuída
uniformemente em todo o espaço quando vemos
o universo em grande escala, então não deveria
haver irregularidades perceptíveis acima de um
certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico
atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2
bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase
três vezes maior que isso e a circunferência do
Grande Anel é comparável ao comprimento do
arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão
muito próximas uma da outra, é possível que elas
formem juntas um sistema cosmológico ainda
mais extraordinário, conforme a pesquisadora.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/
noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml
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Leia o texto para responder à questão.
Megaestrutura cósmica com formato de anel
desafia teorias sobre o universo
Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da
Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa
o limite de tamanho considerado teoricamente
viável no cosmos
Astrônomos descobriram uma megaestrutura
cósmica em formato de anel que desafia as
teorias existentes sobre o universo. O chamado
"Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky")
aparece como um enorme crescente de galáxias
quase simétrico e tem dimensões inimagináveis:
seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz
e sua circunferência mede aproximadamente 4
bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada
em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda
da Universidade de Lancashire Central (UCLan),
no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade
Astronômica Americana (AAS).
Em 2021, Lopez já havia detectado outra
megaestrutura: o “Arco Gigante no Céu” (Giant
Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de
largura, este achado está na mesma vizinhança
cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a
9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as
megaestruturas são vistas à mesma distância, no
mesmo tempo cósmico, e estão separadas em
apenas 12 graus no nosso céu.
Desafio à cosmologia
Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “é
fácil de se explicar em nossa compreensão atual
do universo”, segundo Lopez conta em
comunicado. A cientista supôs que o Grande
Anel possa estar relacionado às Oscilações
Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês).
Segundo ela, esses padrões “surgem de
oscilações no início do universo e hoje deveriam
aparecer, pelo menos estatisticamente, como
cascas esféricas na disposição das galáxias”. No
entanto, sua análise do Grande Anel revelou que
a estrutura não condiz com essa explicação; isso
porque ela é muito grande e não é esférica.
Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez
descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso,
alinhada de frente para a Terra.
Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Céu
desafiam o Princípio Cosmológico devido aos
seus tamanhos. Este princípio assume que o
universo que podemos enxergar é uma "amostra
justa" do que esperamos que o restante dos
cosmos seja, segundo explica a pesquisadora.
“Esperamos que a matéria seja distribuída
uniformemente em todo o espaço quando vemos
o universo em grande escala, então não deveria
haver irregularidades perceptíveis acima de um
certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico
atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2
bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase
três vezes maior que isso e a circunferência do
Grande Anel é comparável ao comprimento do
arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão
muito próximas uma da outra, é possível que elas
formem juntas um sistema cosmológico ainda
mais extraordinário, conforme a pesquisadora.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/
noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml
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Leia o texto para responder à questão.
Megaestrutura cósmica com formato de anel
desafia teorias sobre o universo
Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da
Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa
o limite de tamanho considerado teoricamente
viável no cosmos
Astrônomos descobriram uma megaestrutura
cósmica em formato de anel que desafia as
teorias existentes sobre o universo. O chamado
"Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky")
aparece como um enorme crescente de galáxias
quase simétrico e tem dimensões inimagináveis:
seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz
e sua circunferência mede aproximadamente 4
bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada
em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda
da Universidade de Lancashire Central (UCLan),
no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade
Astronômica Americana (AAS).
Em 2021, Lopez já havia detectado outra
megaestrutura: o “Arco Gigante no Céu” (Giant
Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de
largura, este achado está na mesma vizinhança
cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a
9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as
megaestruturas são vistas à mesma distância, no
mesmo tempo cósmico, e estão separadas em
apenas 12 graus no nosso céu.
Desafio à cosmologia
Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “é
fácil de se explicar em nossa compreensão atual
do universo”, segundo Lopez conta em
comunicado. A cientista supôs que o Grande
Anel possa estar relacionado às Oscilações
Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês).
Segundo ela, esses padrões “surgem de
oscilações no início do universo e hoje deveriam
aparecer, pelo menos estatisticamente, como
cascas esféricas na disposição das galáxias”. No
entanto, sua análise do Grande Anel revelou que
a estrutura não condiz com essa explicação; isso
porque ela é muito grande e não é esférica.
Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez
descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso,
alinhada de frente para a Terra.
Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Céu
desafiam o Princípio Cosmológico devido aos
seus tamanhos. Este princípio assume que o
universo que podemos enxergar é uma "amostra
justa" do que esperamos que o restante dos
cosmos seja, segundo explica a pesquisadora.
“Esperamos que a matéria seja distribuída
uniformemente em todo o espaço quando vemos
o universo em grande escala, então não deveria
haver irregularidades perceptíveis acima de um
certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico
atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2
bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase
três vezes maior que isso e a circunferência do
Grande Anel é comparável ao comprimento do
arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão
muito próximas uma da outra, é possível que elas
formem juntas um sistema cosmológico ainda
mais extraordinário, conforme a pesquisadora.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/
noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml
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