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Foram encontradas 40 questões.

No que diz respeito à penalidade disciplinar de suspensão, a Lei Complementar Municipal nº 005/2001, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Mariana, analise as seguintes afirmativas.

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I. A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência, e em casos de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita à penalidade de demissão, não podendo exceder 180 dias.

II. Será punido com suspensão de até 90 dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido à inspeção médica determinada pela autoridade, cessando os efeitos da penalidade, uma vez cumprida a determinação.

III. Quando houver conveniência para o serviço, a penalidade de suspensão poderá ser convertida em multa, na base de 10% do dia de vencimento, ficando o servidor obrigado a permanecer em serviço.

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Neste contexto pode-se afirmar:

 

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Considere que um vereador do município de Mariana apresentou um projeto de lei que pretendia conceder isenção do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) no caso de imóveis pertencentes a pessoas com deficiência. Após o regular processo legislativo, a proposição foi sancionada e a lei foi publicada.

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De acordo com a previsão da Lei Orgânica do Município, essa lei é

 

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Acerca das regras concernentes à responsabilidade do prefeito, previstas na Lei Orgânica do município de Mariana, analise as seguintes afirmativas:

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I. O prefeito será julgado por crimes comuns e crimes de responsabilidade definidos em lei federal, perante o Tribunal de Justiça, enquanto estiver no exercício do cargo.

II. O prefeito terá seu mandato cassado pela prática de infrações político-administrativas definidas em lei federal específica, que estabelecerá a forma de seu processo e julgamento pela Câmara de Vereadores.

III. O prefeito será suspenso de suas funções nos crimes comuns e de responsabilidade, se admitida a acusação e instaurado o processo pela Câmara.

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Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Enunciado 3122255-1

A variação linguística na sentença “Tive tempo ainda não” é de característica

 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Enunciado 3122254-1

A sentença “Leu essa notícia, querida?!” deve ser reescrita, de modo a adequá-la à norma-padrão, porém sem modificação do sentido original da tirinha, da seguinte maneira:

 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Enunciado 3122253-1

Analise as afirmativas a seguir.

I. Na sentença: “Existem diversos tipos de trabalho e o home office é apenas um deles”, há um erro de concordância verbal, pois o verbo “existir” está como sinônimo de “haver” e, portanto, sendo impessoal, não deveria sofrer flexão.

II. “Teletrabalho” e “telecentro” são lexias formadas a partir do processo de composição.

III. A sentença “Teletrabalho e home office são a mesma coisa?” é uma oração subordinada substantiva.

Estão incorretas as afirmativas

 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Enunciado 3122252-1

São características do gênero textual cartaz, exceto:

 

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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.

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Pesquisa do Ipea mostra a evolução do mercado de trabalho durante a pandemia

Análise revela como os grupos de ocupados, afastados temporariamente, desocupados e desalentados se comportaram em meio à crise

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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De acordo com os resultados apresentados, a probabilidade de um indivíduo que estava trabalhando no primeiro trimestre de 2020 continuar nessa condição no segundo foi de apenas 73,8%, contra 89% em 2018 e 2019. Os fluxos da condição de estar trabalhando para as condições de afastamento temporário ou inatividade, por sua vez, foram muito superiores aos valores observados no biênio anterior: 13,1% transitaram para o afastamento (contra cerca de 1,5% em 2018-19) e 9,3% para a inatividade (contra 6,3% em 2018 e 5,8% em 2019). Os fluxos na direção da desocupação também aumentaram em relação aos anos anteriores, mas de forma menos expressiva: 3,8% em 2020, contra 3,4% em 2018 e 2019.

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O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.

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Dos trabalhadores ocupados e não afastados no primeiro trimestre de 2020, a proporção que permaneceu nessa condição no segundo trimestre foi de cerca de 60% no setor privado informal, 68% no setor público informal e 67% entre os trabalhadores por conta própria. Em contrapartida, esse índice foi superior para os trabalhadores com carteira no setor privado (78%), para os empregados públicos CLT (79%) e para os militares e estatutários (77%).

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O setor que registrou a menor proporção de permanência na condição de ocupado trabalhando entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil (68,1%).

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De acordo com dados da Pnad Covid, desde julho é crescente o número de trabalhadores que estão retornando para suas ocupações, em todos os segmentos pesquisados. Em termos agregados, o percentual de trabalhadores ocupados que foram afastados devido à pandemia caiu de 18,7% em maio deste ano para 3,7% em setembro de 2020.

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Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.

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Disponível em: https://bityli.com/PgZe0o. Acesso em: 22 abr. 2022 (adaptado).

Releia este trecho.

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“O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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As pontuações elencadas nas alternativas a seguir estão corretas de acordo com a norma-padrão, exceto:

 

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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.

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Pesquisa do Ipea mostra a evolução do mercado de trabalho durante a pandemia

Análise revela como os grupos de ocupados, afastados temporariamente, desocupados e desalentados se comportaram em meio à crise

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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De acordo com os resultados apresentados, a probabilidade de um indivíduo que estava trabalhando no primeiro trimestre de 2020 continuar nessa condição no segundo foi de apenas 73,8%, contra 89% em 2018 e 2019. Os fluxos da condição de estar trabalhando para as condições de afastamento temporário ou inatividade, por sua vez, foram muito superiores aos valores observados no biênio anterior: 13,1% transitaram para o afastamento (contra cerca de 1,5% em 2018-19) e 9,3% para a inatividade (contra 6,3% em 2018 e 5,8% em 2019). Os fluxos na direção da desocupação também aumentaram em relação aos anos anteriores, mas de forma menos expressiva: 3,8% em 2020, contra 3,4% em 2018 e 2019.

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O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.

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Dos trabalhadores ocupados e não afastados no primeiro trimestre de 2020, a proporção que permaneceu nessa condição no segundo trimestre foi de cerca de 60% no setor privado informal, 68% no setor público informal e 67% entre os trabalhadores por conta própria. Em contrapartida, esse índice foi superior para os trabalhadores com carteira no setor privado (78%), para os empregados públicos CLT (79%) e para os militares e estatutários (77%).

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O setor que registrou a menor proporção de permanência na condição de ocupado trabalhando entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil (68,1%).

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De acordo com dados da Pnad Covid, desde julho é crescente o número de trabalhadores que estão retornando para suas ocupações, em todos os segmentos pesquisados. Em termos agregados, o percentual de trabalhadores ocupados que foram afastados devido à pandemia caiu de 18,7% em maio deste ano para 3,7% em setembro de 2020.

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Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.

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Disponível em: https://bityli.com/PgZe0o. Acesso em: 22 abr. 2022 (adaptado).

Releia este trecho.

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“Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.”

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O conectivo destacado pode ser substituído, sem prejuízo de sentido por

 

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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.

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Pesquisa do Ipea mostra a evolução do mercado de trabalho durante a pandemia

Análise revela como os grupos de ocupados, afastados temporariamente, desocupados e desalentados se comportaram em meio à crise

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta-feira (6), a Análise das Transições no Mercado de Trabalho Brasileiro no Período da Covid-19. O estudo avalia os impactos da pandemia sobre os fluxos de entrada e saída dos indivíduos nas várias possíveis situações no mercado de trabalho: estar trabalhando, afastamento temporário, desocupação e inatividade. A pesquisa tomou como base os microdados da Pnad Contínua e da Pnad Covid-19, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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De acordo com os resultados apresentados, a probabilidade de um indivíduo que estava trabalhando no primeiro trimestre de 2020 continuar nessa condição no segundo foi de apenas 73,8%, contra 89% em 2018 e 2019. Os fluxos da condição de estar trabalhando para as condições de afastamento temporário ou inatividade, por sua vez, foram muito superiores aos valores observados no biênio anterior: 13,1% transitaram para o afastamento (contra cerca de 1,5% em 2018-19) e 9,3% para a inatividade (contra 6,3% em 2018 e 5,8% em 2019). Os fluxos na direção da desocupação também aumentaram em relação aos anos anteriores, mas de forma menos expressiva: 3,8% em 2020, contra 3,4% em 2018 e 2019.

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O documento mostra que os níveis de ocupação e participação na força de trabalho caíram fortemente a partir de março e abril deste ano (apontado como o pior momento da crise). A partir de maio, houve uma rápida recuperação dos principais indicadores econômicos. Mas a pandemia levou muitas pessoas em idade ativa a deixarem de trabalhar e não procurarem emprego no segundo trimestre deste ano, tornando-se inativas. Diante do desalento e da concessão do auxílio emergencial, muitos indivíduos que teriam permanecido desocupados no segundo trimestre deste ano acabaram transitando para fora da força de trabalho.

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Dos trabalhadores ocupados e não afastados no primeiro trimestre de 2020, a proporção que permaneceu nessa condição no segundo trimestre foi de cerca de 60% no setor privado informal, 68% no setor público informal e 67% entre os trabalhadores por conta própria. Em contrapartida, esse índice foi superior para os trabalhadores com carteira no setor privado (78%), para os empregados públicos CLT (79%) e para os militares e estatutários (77%).

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O setor que registrou a menor proporção de permanência na condição de ocupado trabalhando entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020 foi a construção civil (68,1%).

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De acordo com dados da Pnad Covid, desde julho é crescente o número de trabalhadores que estão retornando para suas ocupações, em todos os segmentos pesquisados. Em termos agregados, o percentual de trabalhadores ocupados que foram afastados devido à pandemia caiu de 18,7% em maio deste ano para 3,7% em setembro de 2020.

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Os pesquisadores acreditam que, com a continuidade dos processos de flexibilização das restrições às atividades socioeconômicas e de recuperação do nível de atividade, e tendo em vista a redução do auxílio emergencial, o nível de ocupação deve aumentar até o final do ano. No entanto, é esperado que a taxa de participação no mercado de trabalho também aumente, fazendo com que a taxa de desocupação continue a elevar-se no curto prazo e mantenha-se em patamar alto por algum tempo.

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Disponível em: https://bityli.com/PgZe0o. Acesso em: 22 abr. 2022 (adaptado).

De acordo com as vozes verbais, a oração que pode ser classificada como de voz passiva analítica é:

 

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