Foram encontradas 260 questões.
No arquivo de um escritório, os documentos estão organizados em pastas de cores azul, vermelho, branco e cinza. O gráfico mostra algumas informações sobre o número de pastas de cada cor presentes no arquivo.

Sabe-se que o número de pastas azuis é o dobro do número de pastas cinzas e que o número de pastas dessas 2 cores, juntas, representam 45% do número total de pastas do arquivo. Nessas condições, o número de pastas azuis é
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A biblioteca de uma escola recebeu determinado número de livros que precisam ser catalogados e, para facilitar o serviço, esses livros serão empilhados de modo que cada pilha fique com o mesmo número de livros. Na execução da tarefa, percebeu-se que cada pilha poderia ter 12, ou 16, ou 18 livros e que qualquer que fosse a opção, nenhum livro ficaria fora das pilhas. Se o número total desses livros recebidos pela biblioteca é inferior a 150, o número de pilhas que podem ser feitas com 16 livros em cada uma delas é
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Um professor dispõe de 1200 folhas de papel sulfite, sendo 600 brancas, 420 amarelas e as demais, verdes. Ele quer formar blocos, cada um deles com o mesmo número de folhas e na maior quantidade possível, de modo que não sobre folha alguma. Sabendo que cada bloco só poderá ter folhas de uma mesma cor, o maior número possível de blocos que podem ser feitos é
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Em uma caixa cabem exatamente 18 vidros grandes idênticos, ou exatamente 27 vidros pequenos idênticos. Sabendo que 2 vidros grandes ocupam o mesmo espaço que 3 vidros pequenos, então, o número máximo de vidros, entre grandes e pequenos, que podem ser colocados nessa caixa, sendo 12 deles obrigatoriamente grandes, é
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Uma professora retirou !$ \dfrac{2}{15} !$ do número total de bastões de giz que havia em uma caixa e utilizou 2 deles na primeira aula. Se o número de bastões utilizados nessa aula corresponde a !$ \dfrac{1}{4} !$ do número de bastões retirados por ela, então, o número de bastões que havia na caixa, antes de a professora retirar alguns era
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Quanto ao emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.
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- Interpretação de TextosFunções da LinguagemConotativa, Apelativa, Metafórica ou Figurada
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
Leia a tirinha para responder às questões de números 12 e 13.

(André Dahmer. Não há nada acontecendo. www1.folha.uol.com.br, 06.10.2020)
Um vocábulo da tirinha empregado com sentido figurado no contexto em que se encontra é:
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Leia a tirinha para responder às questões de números 12 e 13.

(André Dahmer. Não há nada acontecendo. www1.folha.uol.com.br, 06.10.2020)
A partir da leitura da tirinha, é possível afirmar que a personagem
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Leia o texto para responder às questões de números 08 a 11.
Olhavam-no sempre como a perguntar quando ele iria. E muitas vezes a senhora que se comovera com a sua história, contada na porta em voz soluçante, e o acolhera, mostrava evidentes sinais de arrependimento. Para o Sem-Pernas elas o acolhiam de remorso. Porque o Sem-Pernas achava que eles eram todos culpados da situação de todas as crianças pobres. E odiava a todos, com um ódio profundo. Sua grande e quase única alegria era calcular o desespero das famílias após o roubo, ao pensar que aquele garoto esfomeado a quem tinham dado comida fora quem fizera o reconhecimento da casa e indicara a outras crianças esfomeadas onde estavam os objetos de valor.
Mas desta vez estava sendo diferente. Desta vez não o deixaram na cozinha com seus molambos, não o puseram a dormir no quintal. Deram-lhe roupa, um quarto, comida na sala de jantar. Era como um hóspede, era como um hóspede querido. E fumando o seu cigarro escondido (o Sem-Pernas pergunta a si mesmo por que está se escondendo para fumar), o Sem-Pernas pensa sem compreender. Não compreende nada do que se passa. Sua cara está franzida. Lembra os dias da cadeia, a surra que lhe deram, os sonhos que nunca deixaram de persegui-lo. E, de súbito, tem medo de que nesta casa sejam bons para ele. Sim, um grande medo de que sejam bons para ele. Não sabe mesmo por quê, mas tem medo. E levanta-se, sai do seu esconderijo e vai fumar bem por baixo da janela da senhora. Assim verão que ele é um menino perdido, que não merece um quarto, roupa nova, comida na sala de jantar. Assim o mandarão para a cozinha, ele poderá levar para diante sua obra de vingança, conservar o ódio no seu coração.
(Jorge Amado. Capitães de areia. Companhia das Letras, 2008)
No trecho – … ao pensar que aquele garoto esfomeado a quem tinham dado comida fora quem fizera o reconhecimento da casa… –, a expressão em destaque pode ser substituída, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical, por
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Leia o texto para responder às questões de números 08 a 11.
Olhavam-no sempre como a perguntar quando ele iria. E muitas vezes a senhora que se comovera com a sua história, contada na porta em voz soluçante, e o acolhera, mostrava evidentes sinais de arrependimento. Para o Sem-Pernas elas o acolhiam de remorso. Porque o Sem-Pernas achava que eles eram todos culpados da situação de todas as crianças pobres. E odiava a todos, com um ódio profundo. Sua grande e quase única alegria era calcular o desespero das famílias após o roubo, ao pensar que aquele garoto esfomeado a quem tinham dado comida fora quem fizera o reconhecimento da casa e indicara a outras crianças esfomeadas onde estavam os objetos de valor.
Mas desta vez estava sendo diferente. Desta vez não o deixaram na cozinha com seus molambos, não o puseram a dormir no quintal. Deram-lhe roupa, um quarto, comida na sala de jantar. Era como um hóspede, era como um hóspede querido. E fumando o seu cigarro escondido (o Sem-Pernas pergunta a si mesmo por que está se escondendo para fumar), o Sem-Pernas pensa sem compreender. Não compreende nada do que se passa. Sua cara está franzida. Lembra os dias da cadeia, a surra que lhe deram, os sonhos que nunca deixaram de persegui-lo. E, de súbito, tem medo de que nesta casa sejam bons para ele. Sim, um grande medo de que sejam bons para ele. Não sabe mesmo por quê, mas tem medo. E levanta-se, sai do seu esconderijo e vai fumar bem por baixo da janela da senhora. Assim verão que ele é um menino perdido, que não merece um quarto, roupa nova, comida na sala de jantar. Assim o mandarão para a cozinha, ele poderá levar para diante sua obra de vingança, conservar o ódio no seu coração.
(Jorge Amado. Capitães de areia. Companhia das Letras, 2008)
Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado teve sua posição alterada em relação ao trecho original, sem prejuízo da norma-padrão da língua.
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