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O emprego da vírgula está de acordo com a norma-padrão em:
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Assinale a alternativa em que a concordância entre as palavras está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.
Perguntas ao pé da mangueira
A mãe de Leila, Dona Júlia, tinha um hábito que a filha gravou na memória. Quando os problemas em casa se avolumavam e as duas estavam muito tristes, a mãe chamava a filha para conversar no quintal e ambas se sentavam nas raízes de uma mangueira generosa, já acostumada a abrandar choros e a ouvir confidências. Leila era criança, mas a mãe conversava como se a filha fosse adulta – e quase todas as frases terminavam com um ponto de interrogação: “Minha filha, como é que a gente vai fazer? Até quando a gente vai aguentar esta vida? Que eu faço pra te dar uma vida melhor, pra você não sofrer?...”
As perguntas se sucediam. E depois que Dona Julia silenciava, Leila é quem fazia interrogações: “Mãe, por que a senhora estava chorando ontem? Por que a vovó está tão triste? Mãe, como é que a senhora vai fazer pra pagar o armazém?”
Quase não havia respostas na conversa, porque não existiam saídas. Depois que passavam um tempo ali, naquela sombra onde Dona Júlia ensinou todos os filhos a ler desenhando as palavras com pedrinhas no chão, ela se levantava, puxava a filha pela mão e dizia, apontando para a árvore que era o divã delas, a sala de aula e a sala de visitas: “Agora, nós já dependuramos todas as perguntas nos galhos da mangueira. Você vai ver como a gente vai se sentir melhor”. E elas se sentiam melhor. Voltavam, as duas, mais leves para dentro da casa. Para o eterno recomeço.
Leila cresceu consciente da importância das perguntas. E nunca foi cobrar muitas respostas da vida, mas tem a necessidade constante de indagar, quebrar a cabeça, tentar entender ou apenas desabafar o que não entende. Aprendeu a criar mangueiras onde não havia e aprendeu a dialogar com ela mesma, graças aos dias em que a mãe a levava para o pé daquela mangueira.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado).
Na frase contida no terceiro parágrafo − Quase não havia respostas na conversa, porque não existiam saídas. –, os verbos destacados estão no tempo passado. Passando-os para o presente, têm-se, respectivamente:
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Perguntas ao pé da mangueira
A mãe de Leila, Dona Júlia, tinha um hábito que a filha gravou na memória. Quando os problemas em casa se avolumavam e as duas estavam muito tristes, a mãe chamava a filha para conversar no quintal e ambas se sentavam nas raízes de uma mangueira generosa, já acostumada a abrandar choros e a ouvir confidências. Leila era criança, mas a mãe conversava como se a filha fosse adulta – e quase todas as frases terminavam com um ponto de interrogação: “Minha filha, como é que a gente vai fazer? Até quando a gente vai aguentar esta vida? Que eu faço pra te dar uma vida melhor, pra você não sofrer?...”
As perguntas se sucediam. E depois que Dona Julia silenciava, Leila é quem fazia interrogações: “Mãe, por que a senhora estava chorando ontem? Por que a vovó está tão triste? Mãe, como é que a senhora vai fazer pra pagar o armazém?”
Quase não havia respostas na conversa, porque não existiam saídas. Depois que passavam um tempo ali, naquela sombra onde Dona Júlia ensinou todos os filhos a ler desenhando as palavras com pedrinhas no chão, ela se levantava, puxava a filha pela mão e dizia, apontando para a árvore que era o divã delas, a sala de aula e a sala de visitas: “Agora, nós já dependuramos todas as perguntas nos galhos da mangueira. Você vai ver como a gente vai se sentir melhor”. E elas se sentiam melhor. Voltavam, as duas, mais leves para dentro da casa. Para o eterno recomeço.
Leila cresceu consciente da importância das perguntas. E nunca foi cobrar muitas respostas da vida, mas tem a necessidade constante de indagar, quebrar a cabeça, tentar entender ou apenas desabafar o que não entende. Aprendeu a criar mangueiras onde não havia e aprendeu a dialogar com ela mesma, graças aos dias em que a mãe a levava para o pé daquela mangueira.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado).
No trecho do primeiro parágrafo − Quando os problemas em casa se avolumavam e as duas estavam muito tristes, a mãe chamava a filha para conversar no quintal... –, as palavras destacadas estabelecem, respectivamente, sentidos de
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Perguntas ao pé da mangueira
A mãe de Leila, Dona Júlia, tinha um hábito que a filha gravou na memória. Quando os problemas em casa se avolumavam e as duas estavam muito tristes, a mãe chamava a filha para conversar no quintal e ambas se sentavam nas raízes de uma mangueira generosa, já acostumada a abrandar choros e a ouvir confidências. Leila era criança, mas a mãe conversava como se a filha fosse adulta – e quase todas as frases terminavam com um ponto de interrogação: “Minha filha, como é que a gente vai fazer? Até quando a gente vai aguentar esta vida? Que eu faço pra te dar uma vida melhor, pra você não sofrer?...”
As perguntas se sucediam. E depois que Dona Julia silenciava, Leila é quem fazia interrogações: “Mãe, por que a senhora estava chorando ontem? Por que a vovó está tão triste? Mãe, como é que a senhora vai fazer pra pagar o armazém?”
Quase não havia respostas na conversa, porque não existiam saídas. Depois que passavam um tempo ali, naquela sombra onde Dona Júlia ensinou todos os filhos a ler desenhando as palavras com pedrinhas no chão, ela se levantava, puxava a filha pela mão e dizia, apontando para a árvore que era o divã delas, a sala de aula e a sala de visitas: “Agora, nós já dependuramos todas as perguntas nos galhos da mangueira. Você vai ver como a gente vai se sentir melhor”. E elas se sentiam melhor. Voltavam, as duas, mais leves para dentro da casa. Para o eterno recomeço.
Leila cresceu consciente da importância das perguntas. E nunca foi cobrar muitas respostas da vida, mas tem a necessidade constante de indagar, quebrar a cabeça, tentar entender ou apenas desabafar o que não entende. Aprendeu a criar mangueiras onde não havia e aprendeu a dialogar com ela mesma, graças aos dias em que a mãe a levava para o pé daquela mangueira.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado).
No trecho do primeiro parágrafo − ... já acostumada a abrandar choros e a ouvir confidências..., − as palavras destacadas podem ser substituídas, respectivamente, sem alteração de sentido do texto, por
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Perguntas ao pé da mangueira
A mãe de Leila, Dona Júlia, tinha um hábito que a filha gravou na memória. Quando os problemas em casa se avolumavam e as duas estavam muito tristes, a mãe chamava a filha para conversar no quintal e ambas se sentavam nas raízes de uma mangueira generosa, já acostumada a abrandar choros e a ouvir confidências. Leila era criança, mas a mãe conversava como se a filha fosse adulta – e quase todas as frases terminavam com um ponto de interrogação: “Minha filha, como é que a gente vai fazer? Até quando a gente vai aguentar esta vida? Que eu faço pra te dar uma vida melhor, pra você não sofrer?...”
As perguntas se sucediam. E depois que Dona Julia silenciava, Leila é quem fazia interrogações: “Mãe, por que a senhora estava chorando ontem? Por que a vovó está tão triste? Mãe, como é que a senhora vai fazer pra pagar o armazém?”
Quase não havia respostas na conversa, porque não existiam saídas. Depois que passavam um tempo ali, naquela sombra onde Dona Júlia ensinou todos os filhos a ler desenhando as palavras com pedrinhas no chão, ela se levantava, puxava a filha pela mão e dizia, apontando para a árvore que era o divã delas, a sala de aula e a sala de visitas: “Agora, nós já dependuramos todas as perguntas nos galhos da mangueira. Você vai ver como a gente vai se sentir melhor”. E elas se sentiam melhor. Voltavam, as duas, mais leves para dentro da casa. Para o eterno recomeço.
Leila cresceu consciente da importância das perguntas. E nunca foi cobrar muitas respostas da vida, mas tem a necessidade constante de indagar, quebrar a cabeça, tentar entender ou apenas desabafar o que não entende. Aprendeu a criar mangueiras onde não havia e aprendeu a dialogar com ela mesma, graças aos dias em que a mãe a levava para o pé daquela mangueira.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado).
Segundo o texto, é correto afirmar que
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Perguntas ao pé da mangueira
A mãe de Leila, Dona Júlia, tinha um hábito que a filha gravou na memória. Quando os problemas em casa se avolumavam e as duas estavam muito tristes, a mãe chamava a filha para conversar no quintal e ambas se sentavam nas raízes de uma mangueira generosa, já acostumada a abrandar choros e a ouvir confidências. Leila era criança, mas a mãe conversava como se a filha fosse adulta – e quase todas as frases terminavam com um ponto de interrogação: “Minha filha, como é que a gente vai fazer? Até quando a gente vai aguentar esta vida? Que eu faço pra te dar uma vida melhor, pra você não sofrer?...”
As perguntas se sucediam. E depois que Dona Julia silenciava, Leila é quem fazia interrogações: “Mãe, por que a senhora estava chorando ontem? Por que a vovó está tão triste? Mãe, como é que a senhora vai fazer pra pagar o armazém?”
Quase não havia respostas na conversa, porque não existiam saídas. Depois que passavam um tempo ali, naquela sombra onde Dona Júlia ensinou todos os filhos a ler desenhando as palavras com pedrinhas no chão, ela se levantava, puxava a filha pela mão e dizia, apontando para a árvore que era o divã delas, a sala de aula e a sala de visitas: “Agora, nós já dependuramos todas as perguntas nos galhos da mangueira. Você vai ver como a gente vai se sentir melhor”. E elas se sentiam melhor. Voltavam, as duas, mais leves para dentro da casa. Para o eterno recomeço.
Leila cresceu consciente da importância das perguntas. E nunca foi cobrar muitas respostas da vida, mas tem a necessidade constante de indagar, quebrar a cabeça, tentar entender ou apenas desabafar o que não entende. Aprendeu a criar mangueiras onde não havia e aprendeu a dialogar com ela mesma, graças aos dias em que a mãe a levava para o pé daquela mangueira.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado).
Conforme a fala de Dona Júlia, no terceiro parágrafo, pode-se afirmar que predomina
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Perguntas ao pé da mangueira
A mãe de Leila, Dona Júlia, tinha um hábito que a filha gravou na memória. Quando os problemas em casa se avolumavam e as duas estavam muito tristes, a mãe chamava a filha para conversar no quintal e ambas se sentavam nas raízes de uma mangueira generosa, já acostumada a abrandar choros e a ouvir confidências. Leila era criança, mas a mãe conversava como se a filha fosse adulta – e quase todas as frases terminavam com um ponto de interrogação: “Minha filha, como é que a gente vai fazer? Até quando a gente vai aguentar esta vida? Que eu faço pra te dar uma vida melhor, pra você não sofrer?...”
As perguntas se sucediam. E depois que Dona Julia silenciava, Leila é quem fazia interrogações: “Mãe, por que a senhora estava chorando ontem? Por que a vovó está tão triste? Mãe, como é que a senhora vai fazer pra pagar o armazém?”
Quase não havia respostas na conversa, porque não existiam saídas. Depois que passavam um tempo ali, naquela sombra onde Dona Júlia ensinou todos os filhos a ler desenhando as palavras com pedrinhas no chão, ela se levantava, puxava a filha pela mão e dizia, apontando para a árvore que era o divã delas, a sala de aula e a sala de visitas: “Agora, nós já dependuramos todas as perguntas nos galhos da mangueira. Você vai ver como a gente vai se sentir melhor”. E elas se sentiam melhor. Voltavam, as duas, mais leves para dentro da casa. Para o eterno recomeço.
Leila cresceu consciente da importância das perguntas. E nunca foi cobrar muitas respostas da vida, mas tem a necessidade constante de indagar, quebrar a cabeça, tentar entender ou apenas desabafar o que não entende. Aprendeu a criar mangueiras onde não havia e aprendeu a dialogar com ela mesma, graças aos dias em que a mãe a levava para o pé daquela mangueira.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado).
De acordo com o primeiro parágrafo, é correto afirmar que
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Na Atenção Básica, a classificação de risco é uma ferramenta que, além de organizar a fila de espera e propor outra ordem de atendimento que não a ordem de chegada, tem também outros objetivos importantes, como
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É correto afirmar com relação à Atenção Básica:
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