Foram encontradas 824 questões.
Provas
Provas
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
Provas
| CONTAS | R$ |
| Reservas de Capital | 1.600 |
| Receita bruta | 6.000 |
| Banco conta Movimento | 500 |
| Adiantamento a Empregados | 1.000 |
| Debêntures a resgatar para 36 meses | 2.000 |
| Custo dos Produtos Vendidos | 2.500 |
| Impostos sobre vendas | 1.000 |
| Mercadorias | 6.000 |
| Empréstimos de Controladas | 5.000 |
| Despesas com Comissões | 500 |
| Investimentos em outras empresas | 8.000 |
| Capital Social | 15.000 |
| Reservas de Lucros | 3.000 |
| Salários do mês | 700 |
| Aluguéis pagos antecipadamente (90 dias) | 1.500 |
| Marcas e Patentes | 2.000 |
| Duplicatas a Pagar de Longo Prazo | 3.000 |
| Perda pela equivalência patrimonial | 200 |
| Empréstimos bancários para 90 dias | 1.000 |
| Impostos a recolher | 600 |
| Fornecedores | 400 |
| Salários a pagar | 700 |
| Imobilizado | 7.000 |
| Água, luz e telefone gastas no mês | 300 |
| Juros passivos | 100 |
| Clientes | 1.000 |
Provas

Provas
Provas
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
- CPCSujeitos do ProcessoDo JuizDos Poderes, dos Deveres e da Responsabilidade do Juiz (arts. 139 a 143)
Provas
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
O pressuposto que faz com que o ônus da prova em questão de invalidade de um ato administrativo se transfira para quem a invoca, fazendo que o ato seja de imediata execução, mesmo argüido de vícios que o invalidem é chamado de:
Provas
Texto:
Ah, ser somente o presente
Ferreira Gullar
Muito embora alguns de meus poemas falem do passado, viver no passado ou tê-lo presente no meu dia a dia não me agrada. Na verdade, todos nós somos o que vivemos e, de certo modo, o passado constitui também o nosso presente, quer o lembremos ou não. Mas, precisamente porque somos o que vivemos, trazemos conosco lembranças muitas vezes dolorosas, que de repente emergem no presente. Disso, creio que ninguém gosta, à exceção dos masoquistas.
Para falar com franqueza, confesso que sofrer não é a minha vocação, embora nem sempre consiga escapar do sofrimento. Se puder, escapo. Creio mesmo que a vocação do ser humano (de todo ser vivo?) é a felicidade.
Isso é o que todos buscamos, na comida que saboreamos, na bebida que sorvemos, nos momentos de amor, no carinho, na amizade e na alegria de fazer o outro feliz. Sofrer, não. Só quando não tem jeito e a lembrança do passado é quase sempre sofrimento: ou porque voltamos a sentir a dor de outrora, ou porque relembramos a felicidade que houve e se foi para nunca mais.
Por isso foi que, certa manhã, ao entrar na sala vindo do quarto de dormir, deparei-me com o sol matinal que a invadia e me senti feliz como nunca. Nenhum passado, nenhuma lembrança. Eu era ali, então, um bicho transparente, mergulhado na luz matinal. E escrevi estes versos:
“Ah, ser somente o presente, esta manhã, esta sala”.
Essa é uma aspiração certamente impossível de realizar, mas a poesia é, entre outras coisas, viver, com a ajuda da palavra, o impossível, já que aspirar apenas ao possível não tem graça. Pois bem, houve gente que leu esses versos e não apenas gostou deles como concordou com aquela aspiração irrealizável. Essa de que o passado já era.
Mas eis que estou caminhando pela avenida Atlântica quando vem a meu encontro um senhor de óculos, barba e cabelos quase inteiramente brancos.
— Gullar, meu querido, quantos anos faz que a gente não se vê! Lembra daquele dia, na Redação da “Manchete”, quando o Adolpho Bloch só faltou te agredir?
— Me agredir, é? — falei por falar, já que não sabia quem era aquele sujeito que me abordara assim de repente. E ele continuou:
— Você tinha aparecido na televisão, de barba por fazer e sem gravata, falando em nome da revista, o que deixou o Adolpho furioso.
E acrescentou:
— Mas acho que você não está me reconhecendo... Eu sou o Hélio, o fotógrafo.
Só então me lembrei dele. Tínhamos sido amigos e não fui capaz de reconhecê-lo.
— Você pegou um cinzeiro, ia bater com ele na cara do Adolpho e fui eu que te arrastei para fora da Redação, lembra?
A verdade é que nunca fui muito bom de memória. Quando voltei do exílio, uma atriz famosa e linda, companheira na luta contra a ditadura, desceu do carro no meio da rua, em Ipanema, para vir me abraçar. Dois meses depois, estou lançando um livro e ela para em minha frente para que eu lhe autografe o livro, e o nome dela some de minha mente. Entro em pânico. Não poderia perguntar-lhe o nome depois daquele abraço efusivo em plena rua.
A solução que encontrei foi me levantar, sair da livraria, atravessar correndo a rua, entrar no boteco em frente, perguntar à Teresa o nome da atriz e voltar. Sentei-me de novo, ela me olhou sem entender nada. Escrevo, então, no livro: “Para Norma Bengell...”.
Com o passar dos anos, a coisa foi ficando pior. Outro dia, combinei com a Cláudia que iríamos ao cinema. Escolhi o filme, marquei para nos encontrarmos lá mesmo, cheguei antes, comprei as entradas (uma inteira e uma meia, que eu sou idoso) mas, quando o filme começou, ela falou revoltada: “Você ficou maluco? Esse filme nós já vimos!”. E eu: “Você está brincando!”. “Eu, brincando!? Você é que está maluco! Não faz nem um mês que vimos este filme!”
Realmente, após minutos, constatei que já o havíamos visto. Assim está minha memória: tudo o que vejo, leio, ouço ou faço logo esqueço. Não tenho mais passado. Aquilo que escrevi no poema virou verdade: tornei-me apenas o presente, esta manhã, esta sala.
(São Paulo, domingo, 08 de abril de 2012. Jornal Folha de São Paulo. Ilustrada)
Os versos “Ah, ser somente o presente, esta manhã, esta sala” traduz algo impossível de realizar, mas que, segundo o autor, ajuda a viver o impossível porque é:
Provas
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
O princípio administrativo, expresso na Constituição Federal de 1988, cujo núcleo é a obtenção de produtividade e economicidade com redução dos desperdícios de dinheiro público, denomina-se:
Provas
Caderno Container