Foram encontradas 153 questões.
Leia os itens sobre artigo, veja se são (C) corretos ou (I) incorretos e assinale a alternativa correta.
( ) “Certa vez, passando por uma praça, encontrei um menino chorando. A praça estava deserta e o menino, sozinho, as mãos e os cabelos sujos de terra”. As palavras destacadas são artigos.
( ) Artigo é uma palavra que antepomos aos substantivos para dar aos seres um sentido determinado, ou indeterminado. Indica, ao mesmo tempo, o gênero e o número dos substantivos.
( ) Os artigos indefinidos se antepõem a substantivos que designam seres definidos, determinados. São eles: um, uma, uns, umas.
( ) Os artigos definidos se antepõem a substantivos que designam seres indefinidos, indeterminados. São eles: o, a, os, as.
( ) Os artigos podem unir-se às preposições a, de, em e por, formando combinações e contrações antes de substantivos.
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Quanto ao correto emprego das letras, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa devida.
( ) Dobra-se o “r” e o “s” sempre que a pronúncia o exigir. Exemplos: carro, telerreportagem, missa, telesserviço.
( ) O uso do “ç” [cê-cedilha] foi introduzido na Língua Portuguesa pela necessidade de ajustar a grafia à pronúncia de certas palavras. Exemplos: caço [sem o “ç” ficaria caco; paço [sem o “ç” ficaria paco].
( ) Os verbos que trazem “g” no radical mudam essa letra para “j” nas formas em que se segue “a” ou “o”. Exemplos: agir [aja, ajo, etc.]; corrigir [corrija, corrijo, etc.].
( ) O til foi introduzido na Língua Portuguesa para marcar nasalidade de pronúncia e vale por acento tônico. Exemplos: pão, avelã, cãibra.
( ) Na Língua Portuguesa atual, grafa-se “ã”, e não mais “an” nas palavras oxítonas. Exemplos: Adonirã, fã, Itapuã, Oberdã.
( ) Na Língua Portuguesa, grafa-se “om” nas oxítonas, e não “on”, com exceção das que surgem de marcas registradas. Exemplos: batom, bombom, garçom, marrom, moletom. Ressalta-se, porém, que as palavras paroxítonas e proparoxítonas continuam sendo grafadas com “on” final. Exemplos: Agamênon, Ânderson, Dálton, Denílson, néon.
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Sobre o emprego dos numerais, assinale a alternativa verdadeira.
I- O numeral cardinal indica quantidade, o numeral ordinal indica ordem, posição.
II- O numeral posicionado depois do substantivo até X – lê-se como cardinal, acima de X – lê-se como ordinal.
III- Na leitura e na escrita {por extenso} dos cardinais, usa-se “e” entre as centenas e as dezenas e também entre as dezenas e as unidades.
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Os adjetivos bom, mau, grande e pequeno apresentam algumas formas particulares para o comparativo de superioridade e para o superlativo. Sendo assim, coloque (V) verdadeiro ou (F) falso nos itens e marque a alternativa correta.
( ) Adjetivo bom: comparativo de superioridade (melhor que); superlativo absoluto sintético (ótimo); superlativo relativo de superioridade (0 melhor de).
( ) Adjetivo mau: comparativo de superioridade (pior que); superlativo absoluto sintético (péssimo); superlativo relativo de superioridade (o pior de).
( ) Adjetivo grande: comparativo de superioridade (maior que); superlativo absoluto sintético (máximo); superlativo relativo de superioridade (o maior de).
( ) Adjetivo pequeno: comparativo de superioridade (menor que); superlativo absoluto sintético (mínimo); superlativo relativo de superioridade (o menor de).
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Quanto à correta acentuação das palavras, assinale a alternativa indevida.
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Quanto à conjunção, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) Conjunção é uma palavra invariável que liga orações.
( ) Em muitos casos, a conjunção é constituída por mais de uma palavra. Nesse caso, a expressão denomina-se locução conjuntiva.
( ) Duas orações, dependendo das relações que se estabelecem entre elas, podem se ligar uma à outra, por meio de dois tipos de conjunção: a coordenativa e a subordinativa.
( ) Orações independentes entre si, recebem o nome de orações coordenadas, e a conjunção que as liga, classifica-se como conjunção coordenativa.
( ) As conjunções subordinativas integrantes iniciam orações subordinadas substantivas; as duas palavras que mais comumente exercem o papel de conjunção integrante são que e se.
( ) As conjunções subordinativas adverbiais introduzem orações subordinadas adverbiais e classificam-se de acordo com a relação semântica que estabelecem entre a oração adverbial e sua respectiva oração principal.
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- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
Veja a tirinha e marque a alternativa onde temos uma conjunção coordenativa adversativa.

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O texto a seguir, refere-se às próximas duas questões.
Beijinho, beijinho. (Luís Fernando Veríssimo).

Na festa dos 34 anos da Clarinha, o seu marido, Amaro, fez um discurso muito aplaudido. Declarou que não trocava a sua Clarinha por duas de 17, sabiam por quê? Porque a Clarinha era duas de 17. Tinha a vivacidade, o frescor e, deduzia-se, o fervor sexual somado de duas adolescentes. No carro, depois da festa, o Marinho comentou:
- Bonito, o discurso do Amaro.
- Não dou dois meses para eles se separarem - disse a Nair.
- O quê?
- Marido, quando começa a elogiar muito a mulher…
Nair deixou no ar todas as implicações da duplicidade masculina.
- Mas eles parecem cada vez mais apaixonados - protestou Marinho.
- Exatamente. Apaixonados demais. Lembra o que eu disse quando a Janice e o Pedrão começaram a andar de mãos dadas?
- É mesmo…
- Vinte anos de casados e de repente começam a andar de mãos dadas? Como namorados? Ali tinha coisa.
- É mesmo…
- E não deu outra. Divórcio e litigioso.
- Você tem razão.
- E o Mário com a coitada da Marli? De uma hora para outra? Beijinho, beijinho, “mulher formidável” e descobriram que ele estava de caso com a gerente da loja dela.
- Você acha, então, que o Amaro tem outra?
- Ou outras.
Nem duas de 17 estavam fora de cogitação.
- Acho que você tem razão, Nair. Nenhum homem faz uma declaração daquelas assim, sem outros motivos.
- Eu sei que tenho razão.
- Você tem sempre razão, Nair.
- Sempre, não sei.
- Sempre. Você é inteligente, sensata, perspicaz e invariavelmente acerta na mosca. Você é uma mulher formidável, Nair. Durante algum tempo, só se ouviu, dentro do carro, o chiado dos pneus no asfalto. Aí Nair perguntou:
- Quem é ela, Marinho?
No do texto (34, seu, você, formidável), são respectivamente:
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O texto a seguir, refere-se às próximas duas questões.
Beijinho, beijinho. (Luís Fernando Veríssimo).

Na festa dos 34 anos da Clarinha, o seu marido, Amaro, fez um discurso muito aplaudido. Declarou que não trocava a sua Clarinha por duas de 17, sabiam por quê? Porque a Clarinha era duas de 17. Tinha a vivacidade, o frescor e, deduzia-se, o fervor sexual somado de duas adolescentes. No carro, depois da festa, o Marinho comentou:
- Bonito, o discurso do Amaro.
- Não dou dois meses para eles se separarem - disse a Nair.
- O quê?
- Marido, quando começa a elogiar muito a mulher…
Nair deixou no ar todas as implicações da duplicidade masculina.
- Mas eles parecem cada vez mais apaixonados - protestou Marinho.
- Exatamente. Apaixonados demais. Lembra o que eu disse quando a Janice e o Pedrão começaram a andar de mãos dadas?
- É mesmo…
- Vinte anos de casados e de repente começam a andar de mãos dadas? Como namorados? Ali tinha coisa.
- É mesmo…
- E não deu outra. Divórcio e litigioso.
- Você tem razão.
- E o Mário com a coitada da Marli? De uma hora para outra? Beijinho, beijinho, “mulher formidável” e descobriram que ele estava de caso com a gerente da loja dela.
- Você acha, então, que o Amaro tem outra?
- Ou outras.
Nem duas de 17 estavam fora de cogitação.
- Acho que você tem razão, Nair. Nenhum homem faz uma declaração daquelas assim, sem outros motivos.
- Eu sei que tenho razão.
- Você tem sempre razão, Nair.
- Sempre, não sei.
- Sempre. Você é inteligente, sensata, perspicaz e invariavelmente acerta na mosca. Você é uma mulher formidável, Nair. Durante algum tempo, só se ouviu, dentro do carro, o chiado dos pneus no asfalto. Aí Nair perguntou:
- Quem é ela, Marinho?
De acordo com o texto, assinale a alternativa incorreta.
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Mogi Mirim-SP
Um determinado investimento no banco X, oferece um rendimento de 12% ao ano, sem o desconto do imposto de renda. Sabendo-se que uma pessoa investiu R$ 1.000,00 nessa aplicação, deixando-a exatamente um ano e que ao sacar foi descontado 20%, justamente do imposto de renda; entendendo-se que o investidor sacou todo o dinheiro ao final do ano, ou seja, o valor aplicado acrescido do rendimento em que incidiu o desconto do imposto de renda somente no rendimento, o valor sacado foi?
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