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Saúde e tecnologia, uma relação complexa
Uma coisa não se pode negar, o mundo evoluiu tecnologicamente nas últimas cinco décadas muito mais que nos demais séculos juntos. E os impactos dessa evolução tecnológica tem transformado a vida em sociedade e acarretado efeitos positivos e negativos.
Se por um lado, com um pequenino delay, se pode conversar por vídeo com alguém que esteja do outro lado do mundo usando um aparelho que muitas pessoas têm no bolso, existem pessoas que estando na mesma mesa não trocam duas palavras durante uma refeição conjunta, pois estão constantemente usando um smartphone.
Viagens de muitos quilômetros que duravam dias, de trem ou carro de boi, hoje podem ser feitas em algumas horas num automóvel comum. Mas há também quem não vá até a padaria ou ao mercadinho a 100 metros de sua residência sem usar um carro ou motocicleta.
A tecnologia, como tudo na vida, tem prós e contras e quem pode maximizar ou minimizar seus impactos somos nós, que decidimos como usá-la. Mas e como saber qual o ponto de equilíbrio? Simples, quando começam a haver prejuízos diretos na saúde pessoal e coletiva, que poderiam ser evitados com mudanças comportamentais no cotidiano.
Quem não conhece pais, professoras e gestores preocupados com uso excessivo de smartphones e mídias sociais entre seus grupos cotidianos, por entenderem que podem trazer prejuízo ao seu desempenho? Ou quem pense em usar menos o automóvel para resolver problemas de excesso de peso e outras doenças que geralmente são associadas a ele?
O fato é que quando o uso de tecnologias passa a prejudicar a saúde, as habilidades sociais e mesmo o desempenho laboral precisam ser revistos. Movimentos nesse sentido têm sido feitos por grupos de amigos que ao se encontrarem, desligam ou guardam os celulares para aproveitar melhor interagir face a face.
Algumas famílias têm colocado regras de uso de celular durante refeições e atividades em conjunto. Empresas têm, quanto ao uso de smartphone durante o expediente, restringido e flexibilizado horários para auxiliar quem utiliza esquemas coletivos de carona ou bicicleta, como formas de transporte no roteiro casa-trabalho-casa.
Duas décadas atrás foi preciso regrar o uso do cigarro e do celular, para manter a convivência coletiva em níveis aceitáveis, privilegiando o bem comum. O caminho agora, também precisa ser construído coletivamente, procurando o equilíbrio e buscando utilizar a tecnologia como instrumento de crescimento e não de deterioração das relações, da saúde e do meio ambiente.
(Fonte: Renan da Cunha Soares Júnior, campograndenews.com.br/artigos/saude-e-tecnologia-uma-relacao-complexa, publicado em 09-06-2017 – texto adaptado.)
Em relação ao vocábulo ‘interagir’, pode-se dizer que exprime ideia de:
I. Ação recíproca.
II. Extrapolação.
III. Ação mútua.
Quais das assertivas NÃO têm relação de sentido com o contexto original?
 

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1422215 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
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Assinale a alternativa INCORRETA de acordo com as terminologias e suas definições.
 

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Considere a Lei Municipal nº 742/2006 e suas alterações posteriores até a Lei Municipal nº 953/2009, que institui o Código de Posturas do Município de Monte Belo do Sul.
O art. 4º estabelece as penas que são impostas pelo não cumprimento das disposições do referido Código. São penas previstas no referido artigo:
I. Multa pecuniária.
II. Apreensão.
III. Advertência por escrito.
IV. Extinção.
Quais estão corretas?
 

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1422019 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Escutatória
Por Rubem Alves
Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.
Faz muito tempo, nunca me esqueci. Eu ia de ônibus. Atrás duas mulheres conversavam. Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia a enfermeira nunca acertava dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra que, supostamente, ouvia. Contudo, o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada…” A segunda iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.
Daí a dificuldade: a gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos iguais às duas mulheres do ônibus. Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos…
Há grupos religiosos cuja liturgia consiste de silêncio. Faz alguns anos passei uma semana num mosteiro na Suíça, Grand Champs. Eu e algumas outras pessoas ali estávamos para, juntos, escrever um livro. Era uma antiga fazenda. Velhas construções, não me esqueço da água no chafariz onde as pombas vinham beber. Havia uma disciplina de silêncio, não total, mas de uma fala mínima. O que me deu enorme prazer às refeições. Não tinha a obrigação de manter uma conversa com meus vizinhos de mesa. Podia comer pensando na comida. Também para comer é preciso não ter filosofia. Não ter obrigação de falar é uma felicidade. Mas logo fui informado que parte da disciplina do mosteiro era participar da liturgia três vezes por dia: às 7 da manhã, ao meio dia e às 6 da tarde. Estremeci de medo. Mas obedeci. O lugar sagrado era um velho celeiro, todo de madeira, teto muito alto. Escuro. Haviam aberto buracos na madeira, ali colocando vidros de várias cores. Era uma atmosfera de luz mortiça, iluminado por algumas velas sobre o altar, uma mesa simples com um ícone oriental de Cristo. Uns poucos bancos arranjados em “U” definiam um amplo espaço vazio, no centro, onde quem quisesse podia se assentar numa almofada, sobre um tapete. Cheguei alguns minutos antes da hora marcada. Era um grande silêncio. Estranhei. Os suíços são sempre pontuais. A liturgia não começava. E ninguém tomava providências. Todos continuavam do mesmo jeito, sem nada fazer. Ninguém que se levantasse para dizer: “Meus irmãos, vamos cantar o hino…” Cinco minutos, dez, quinze. Só depois de vinte minutos é que eu, estúpido, percebi que tudo já se iniciara vinte minutos antes. As pessoas estavam lá para se alimentar de silêncio. E eu comecei a me alimentar de silêncio também. Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Eu comecei a ouvir. Me veio agora a ideia de que, talvez, essa seja a essência da experiência religiosa – quando ficamos mudos, sem fala. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia que de tão linda nos faz chorar. Pra mim Deus é isso: a beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também. Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto…
Disponível em: http://www.institutorubemalves.org.br/rubem-alves/carpe-diem/cronicas/escutatoria-3/ - texto adaptado.
Considerando o correto emprego dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Os travessões destacados, são empregados para inserir uma fala de um personagem do texto.
( ) O emprego da vírgula em destaque deve-se à separação de uma sequência de elementos.
( ) O emprego dos dois pontos em destaque, deve-se à introdução da fala de uma pessoa em discurso direto.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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1422018 Ano: 2018
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
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Em um Aparelho de Amplificação Sonora (AASI), o componente que realiza a transformação do sinal elétrico em onda sonora chama-se:
 

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1422015 Ano: 2018
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
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Analise o seguinte comportamento de uma estrutura de dados: (1) quando é criada, começa vazia; (2) sempre que um elemento é adicionado, é colocado no topo; (3) sempre que um elemento é retirado, é retirado do topo; (4) sempre que um elemento é consultado, é consultado do topo. Trata-se de uma:
 

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1421999 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
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Modernismo: movimento literário
O Modernismo é definido como um movimento literário que teve como características principais as vanguardas artísticas provindas da Europa antes da eclosão da Primeira Grande Guerra Mundial, tais como o futurismo e o cubismo. A língua artística europeia que foi trazida para o Brasil por meio do movimento condensou-se com elementos da cultura Brasileira, fazendo com que o modernismo mantivesse a tradição cultural do Brasil com as linguagens que eram tendências no continente europeu. Graça Aranha, um artista considerado pré-modernista, foi um dos mentores do movimento, que iniciou na década de 1920, com a realização da mostra da Semana da Arte Moderna, que ocorreu em São Paulo.
(Fonte: http://cultura.culturamix.com/literatura/fases-do-modernismo - fragmento)
Considerando a palavra ‘europeia’ e o uso do acento gráfico nos ditongos, analise as afirmações que seguem:
I. A palavra citada não recebe mais acento gráfico em virtude do que determinou o Acordo Ortográfico vigente – Decreto 7.875/2012.
II. Todas as palavras que contêm os ditongos abertos éi e ói não recebem mais acentos gráficos em virtude do Acordo Ortográfico vigente.
III. Apenas as palavras paroxítonas que contêm os ditongos abertos éi, éu e ói, em virtude do Acordo Ortográfico, não devem mais receber os acentos gráficos.
Quais estão INCORRETAS?
 

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1421962 Ano: 2018
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
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Na Internet, a transferência de mensagens de correio eletrônico é realizada através do protocolo:
 

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1421817 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Considere a Lei Municipal nº 13/1993 e suas alterações posteriores até a data do edital do presente concurso, que dispõe sobre os Quadros de Cargos e Funções Públicas do Município e estabelece o Plano de Carreira dos Servidores do Município de Monte Belo do Sul.
Relativamente às disposições expressas na referida Lei, analise as seguintes assertivas:
I. O treinamento será denominado interno quando desenvolvido pelo próprio Município, atendendo as necessidades verificadas, e externo quando executado por órgão ou entidade especializada.
II. A promoção é a passagem do servidor de uma determinada classe para outra imediatamente superior da mesma categoria funcional.
III. O quadro de provimento efetivo é estruturado em sete classes, identificadas pelas letras: "A", "B", "C", "D", "E", "F" e “G” dispostas gradualmente em cada categoria funcional.
Quais estão corretas?
 

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1421816 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
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A Floresta Amazônica, considerada a maior floresta tropical do mundo, apresenta os seguintes tipos de estratos de vegetação:
I. Igapó.
II. Várzea.
III. Caaetê.
Quais estão corretos?
 

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