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Empresas que exploram recursos humanos e naturais na sede por lucro são 1 insustentáveis. Tais empresas têm cada vez menos espaço numa época em que a pressão de acionistas e investidores por responsabilidade social e ambiental é cada dia maior. A situação ideal no desempenho de sua empresa, como o “ponto doce” da raquete de tênis, no qual a batida na bola é mais eficaz, é aquela em que os interesses financeiros coincidem com os interesses sociais e ambientais. O movimento em busca desse lugar ideal chama-se sustentabilidade, e muitas empresas da Fortune 100, como DuPont, PepsiCo e Toyota, estão começando a explorá-lo como o mais revolucionário conceito de negócios. Reagindo à pressão crescente dos reguladores, dos ambientalistas e dos acionistas 2 de consciência ambiental, aquelas e outras empresas estão à procura de soluções que proporcionem recompensas ambientais e sociais, além dos resultados financeiros. As empresas que 3 os princípios da sustentabilidade estão sujeitas a sérios 4 em seus objetivos de negócios. ‘A empresa sustentável’ é um livro desbravador que mapeia a 5 da sustentabilidade no mundo dos negócios e mostra por que o sucesso financeiro caminha
cada vez mais de mãos dadas com as realizações sociais e ambientais.
Disponível em https://www.travessa.com.br/ (trecho) Acesso em: 18/11/20
Marque a alternativa em que todas as palavras que completam o texto estão grafadas corretamente:
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Disponível em https://jogadacerta.files.wordpress.com/2011/0 7/lixopq.jpg Acesso: 18/11/20
Marque a alternativa em que a análise gramatical foi feita corretamente em relação ao texto.
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Disponível em https://jogadacerta.files.wordpress.com/2011/0 7/lixopq.jpg Acesso: 18/11/20
Com relação ao conteúdo de tipologia e gênero textual é correto afirmar que o texto é:
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Menos plástico, mais amor

Eu provavelmente estava distraída quando os guardanapos das lanchonetes começaram a vir em invólucros de plástico. Você precisa abri-los antes de sujar as mãos, senão pode ser tarde e complicado demais. Isso me deixa irritada todas as vezes. Embora essa questão de natureza prática seja importantíssima, não é sobre ela que eu gostaria de falar. O que me intriga de fato é em que momento e por que nós começamos a exagerar tanto no uso das coisas plásticas (copos, pratos, mexedores, embalagens para um único canudo). Vou chamar o fenômeno de hiperassepsia. Será que alguém morreu por um guardanapo contaminado, e eu não fiquei sabendo? E quanto ao copo descartável que acompanha a garrafa também descartável, nós precisamos mesmo dele? E do prato de plástico contendo um muffin que, por sua vez, já está devidamente protegido por uma redoma cujo rápido destino é o lixo? E o que dizer dos seis saquinhos de shoyu ofertados por um único temaki? Quando as tele-entregas japonesas me mandam um porte de gosma verde sem perguntar (não gosto de wasabi, eu diria, lamento), tenho pontadas no coração pensando em todo aquele plástico desperdiçado. [...]
O exagero dos plásticos parece estar ligado à tendência de querer agradar a qualquer custo. Pela natureza um tanto infantilizada dessa relação estabelecimento-cliente, talvez seja mais adequado usar a palavra mimar. Só isso pode explicar o que observo cotidianamente nos caixas de supermercado. Embora a maioria de nós seja perfeitamente capaz de pôr objetos dentro de uma sacola, nós temos empacotadores. E você já percebeu que esses empacotadores sãos instruídos a não colocar no mesmo saco uma pasta de dente e um pacote de biscoitos? A consequência disso é o uso de uma quantidade absurda de sacolas. Eu me pergunto que tipo de horror aconteceria caso esses itens, bem seguros dentro de suas respectivas embalagens, dividissem o mesmo espaço.
Na minha sacola de pano, sob os olhos atônitos do empacotador que acabo de dispensar, é claro que tudo vai misturado. Continuo viva.
In: Uma estranha na cidade, de Carol Bensimon, Editora Dubliense, 2016. https://www.escrevendoofuturo.org.br/blog/lit eratura-em-movimento/menos-plastico-maisamor/ (trecho) Acesso em: 18/11/20
Qual a explicação, segundo o texto, para o fato de o empacotador não colocar uma pasta de dentes e um pacote de biscoitos em uma mesma sacola plástica?
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Menos plástico, mais amor

Eu provavelmente estava distraída quando os guardanapos das lanchonetes começaram a vir em invólucros de plástico. Você precisa abri-los antes de sujar as mãos, senão pode ser tarde e complicado demais. Isso me deixa irritada todas as vezes. Embora essa questão de natureza prática seja importantíssima, não é sobre ela que eu gostaria de falar. O que me intriga de fato é em que momento e por que nós começamos a exagerar tanto no uso das coisas plásticas (copos, pratos, mexedores, embalagens para um único canudo). Vou chamar o fenômeno de hiperassepsia. Será que alguém morreu por um guardanapo contaminado, e eu não fiquei sabendo? E quanto ao copo descartável que acompanha a garrafa também descartável, nós precisamos mesmo dele? E do prato de plástico contendo um muffin que, por sua vez, já está devidamente protegido por uma redoma cujo rápido destino é o lixo? E o que dizer dos seis saquinhos de shoyu ofertados por um único temaki? Quando as tele-entregas japonesas me mandam um porte de gosma verde sem perguntar (não gosto de wasabi, eu diria, lamento), tenho pontadas no coração pensando em todo aquele plástico desperdiçado. [...]
O exagero dos plásticos parece estar ligado à tendência de querer agradar a qualquer custo. Pela natureza um tanto infantilizada dessa relação estabelecimento-cliente, talvez seja mais adequado usar a palavra mimar. Só isso pode explicar o que observo cotidianamente nos caixas de supermercado. Embora a maioria de nós seja perfeitamente capaz de pôr objetos dentro de uma sacola, nós temos empacotadores. E você já percebeu que esses empacotadores sãos instruídos a não colocar no mesmo saco uma pasta de dente e um pacote de biscoitos? A consequência disso é o uso de uma quantidade absurda de sacolas. Eu me pergunto que tipo de horror aconteceria caso esses itens, bem seguros dentro de suas respectivas embalagens, dividissem o mesmo espaço.
Na minha sacola de pano, sob os olhos atônitos do empacotador que acabo de dispensar, é claro que tudo vai misturado. Continuo viva.
In: Uma estranha na cidade, de Carol Bensimon, Editora Dubliense, 2016. https://www.escrevendoofuturo.org.br/blog/lit eratura-em-movimento/menos-plastico-maisamor/ (trecho) Acesso em: 18/11/20
Sobre o segundo parágrafo do texto, considere as seguintes afirmativas:
I. É formado, quase que exclusivamente, por questionamentos que não são respondidos ao longo do texto. Sua finalidade, então, é apenas indicar o uso menos frequente do plástico na sociedade brasileira.
II. O pronome “nós” utilizado na primeira indagação faz referência direta apenas às pessoas que usam, demasiadamente, o plástico.
III. A expressão “que” tem a mesma função sintática tanto no primeiro questionamento quanto no segundo do parágrafo em análise.
IV. O uso dos parênteses isola a possível resposta da autora se lhe perguntassem se gostaria de wasabi em sua encomenda.
V. A expressão “pontadas no coração” indica que a autora do texto pode sofrer de problemas cardíacos e assim é uma expressão de sentido conotativo.
Assinale a alternativa correta.
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Menos plástico, mais amor

Eu provavelmente estava distraída quando os guardanapos das lanchonetes começaram a vir em invólucros de plástico. Você precisa abri-los antes de sujar as mãos, senão pode ser tarde e complicado demais. Isso me deixa irritada todas as vezes. Embora essa questão de natureza prática seja importantíssima, não é sobre ela que eu gostaria de falar. O que me intriga de fato é em que momento e por que nós começamos a exagerar tanto no uso das coisas plásticas (copos, pratos, mexedores, embalagens para um único canudo). Vou chamar o fenômeno de hiperassepsia. Será que alguém morreu por um guardanapo contaminado, e eu não fiquei sabendo? E quanto ao copo descartável que acompanha a garrafa também descartável, nós precisamos mesmo dele? E do prato de plástico contendo um muffin que, por sua vez, já está devidamente protegido por uma redoma cujo rápido destino é o lixo? E o que dizer dos seis saquinhos de shoyu ofertados por um único temaki? Quando as tele-entregas japonesas me mandam um porte de gosma verde sem perguntar (não gosto de wasabi, eu diria, lamento), tenho pontadas no coração pensando em todo aquele plástico desperdiçado. [...]
O exagero dos plásticos parece estar ligado à tendência de querer agradar a qualquer custo. Pela natureza um tanto infantilizada dessa relação estabelecimento-cliente, talvez seja mais adequado usar a palavra mimar. Só isso pode explicar o que observo cotidianamente nos caixas de supermercado. Embora a maioria de nós seja perfeitamente capaz de pôr objetos dentro de uma sacola, nós temos empacotadores. E você já percebeu que esses empacotadores sãos instruídos a não colocar no mesmo saco uma pasta de dente e um pacote de biscoitos? A consequência disso é o uso de uma quantidade absurda de sacolas. Eu me pergunto que tipo de horror aconteceria caso esses itens, bem seguros dentro de suas respectivas embalagens, dividissem o mesmo espaço.
Na minha sacola de pano, sob os olhos atônitos do empacotador que acabo de dispensar, é claro que tudo vai misturado. Continuo viva.
In: Uma estranha na cidade, de Carol Bensimon, Editora Dubliense, 2016. https://www.escrevendoofuturo.org.br/blog/lit eratura-em-movimento/menos-plastico-maisamor/ (trecho) Acesso em: 18/11/20
Tomando-se o trecho abaixo retirado do primeiro parágrafo, é correto afirmar: Isso me deixa irritada todas as vezes.
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Asconprev
Orgão: Pref. Moreilândia-PE
De acordo com a Lei Federal 8.069/90, Estatuto da Criança e do adolescente, qual das alternativas abaixo está incorreta?
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Asconprev
Orgão: Pref. Moreilândia-PE
O adolescente que praticar algum ato infracional terá direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, a respeito da prática de ato infracional assinale a alternativa incorreta.
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- Legislação EspecialLei 10.826/2003: Estatuto do DesarmamentoDos Crimes e das Penas (arts. 12 ao 21 da Lei nº 10.826/2003)
O Estatuto do Desarmamento, Lei 10.826/03, traz em seu Capítulo IV- DOS CRIMES E DAS PENAS- alguns crimes aplicados a quem infringir os tipos penais ali descritos. Qual dos tipos penais abaixo se enquadra ao tipo de “Comércio ilegal de arma de fogo”?
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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Asconprev
Orgão: Pref. Moreilândia-PE
O Código de Trânsito Brasileiro determina que haja uma velocidade máxima para cada via, dessa forma, onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima nas vias urbanas será de:
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