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Foram encontradas 122 questões.

2686868 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nonoai-RS
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Considerando a formação de palavras da língua portuguesa, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Os prefixos são mais independentes que os sufixos, pois se originam, em geral, de advérbios ou de preposições que têm ou tiveram autonomia na língua, especialmente em casos de formação por composição.

( ) O sufixo aumentativo pode juntar-se apenas ao radical de um substantivo, como em caldeirão, dentuço, grandalhão, etc.

( ) Na derivação de palavras conhecida como regressiva, a palavra derivada amplia a primitiva.

 

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2686867 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nonoai-RS
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Em relação ao período e sua construção, assinalar a alternativa que apresenta a classificação CORRETA da oração coordenada sublinhada abaixo:

Comprei um carro novo, mas ele estava com defeito.

 

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2686866 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nonoai-RS
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A respeito das concepções de linguagem, analisar os itens abaixo:

I. Desde uma perspectiva mais filosófica, a linguagem pode ser definida como corpo do pensamento ou espírito encarnado.

II. De acordo com estudos modernos, a linguagem não deve ser vista como uma simples emissão de sons ou como uma tradução imperfeita do pensamento. Ela é a materialização do sentido e, por isso, dá origem à comunicação.

III. A linguagem é um tipo de fixação ou memorização de sentidos, mas ainda assim e, até certo ponto, pode ser criativa.

Está(ão) CORRETO(S):

 

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2686865 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nonoai-RS
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Em relação à diferença entre linguagem e metalinguagem, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Linguagem.

(2) Metalinguagem.

( ) Não apresenta unidades estruturais e não pode ser estruturada no nível do saber idiomático; nem por isso, seu estudo deixa de merecer o cuidado da ciência.

( ) É um meio sistemático de comunicar ideias ou sentimentos por intermédio de signos convencionais, sonoros, gráficos, gestuais etc.

( ) Nela se pode manifestar uma técnica, um saber próprio em uma determinada tradição linguística.

 

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Considerando-se a formação das palavras, assinalar a alternativa que apresenta uma palavra que NÃO é formada por derivação parassintética:

 

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O câncer que afligiu dinossauros e ainda atinge milhares de pessoas todos os anos

Em um dia chuvoso há cerca de 77 milhões de anos, no que hoje é o sudeste de Alberta, no Canadá, certo dinossauro estava passando por momentos difíceis. O Centrosaurus apertus adulto, um primo herbívoro de tamanho médio dos Triceratops maiores que viveram ao lado dos Tyrannosaurus, tinha um câncer ósseo avançado em sua tíbia. A doença possivelmente se espalhou para outras partes de seu corpo e era terminal.

O diagnóstico desse dinossauro em particular de osteossarcoma, um raro câncer ósseo maligno mais comumente encontrado em crianças e diagnosticado em cerca de 25.000 pessoas por ano em todo o mundo, só veio em 2020. Foi a primeira vez que um câncer maligno foi diagnosticado em um dinossauro. A confirmação do caso exigiu uma equipe multidisciplinar.

O osso tinha uma protuberância em uma extremidade que foi rotulada como calo de fratura, mas mesmo à primeira vista havia vários sinais indicadores de câncer ósseo: estava visivelmente malformado e tinha grandes forames não naturais (orifícios abertos) ao redor da protuberância.

A equipe usou todos os meios de que dispunha para confirmar o diagnóstico em seu paciente de 77 milhões de anos. Eles compararam o osso com um osso normal da canela do Centrosaurus e um osso da panturrilha humana com um caso confirmado de osteossarcoma.

Eles também usaram raios-X, tomografia computadorizada (TC) de alta qualidade, juntamente com ferramentas de reconstrução 3D e histologia para criar biópsias para que pudessem estudar o tumor no nível celular.

"Isso nos permitiu fazer um diagnóstico de câncer positivo que está de acordo com o que os médicos da minha equipe sugeriram [que fariam] em um paciente humano", diz Evans. "Na verdade, partimos para seccionar o osso em série. Conseguimos rastrear o tumor cancerígeno abrindo caminho através do osso, do joelho ao tornozelo."

(Fonte: BBC - adaptado.)

Em “A equipe usou todos os meios de que dispunha para confirmar o diagnóstico [...]”, se o termo sublinhado fosse pluralizado, quantos outros termos precisariam ser modificados para que a concordância nominal e verbal se mantivessem?

 

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O câncer que afligiu dinossauros e ainda atinge milhares de pessoas todos os anos

Em um dia chuvoso há cerca de 77 milhões de anos, no que hoje é o sudeste de Alberta, no Canadá, certo dinossauro estava passando por momentos difíceis. O Centrosaurus apertus adulto, um primo herbívoro de tamanho médio dos Triceratops maiores que viveram ao lado dos Tyrannosaurus, tinha um câncer ósseo avançado em sua tíbia. A doença possivelmente se espalhou para outras partes de seu corpo e era terminal.

O diagnóstico desse dinossauro em particular de osteossarcoma, um raro câncer ósseo maligno mais comumente encontrado em crianças e diagnosticado em cerca de 25.000 pessoas por ano em todo o mundo, só veio em 2020. Foi a primeira vez que um câncer maligno foi diagnosticado em um dinossauro. A confirmação do caso exigiu uma equipe multidisciplinar.

O osso tinha uma protuberância em uma extremidade que foi rotulada como calo de fratura, mas mesmo à primeira vista havia vários sinais indicadores de câncer ósseo: estava visivelmente malformado e tinha grandes forames não naturais (orifícios abertos) ao redor da protuberância.

A equipe usou todos os meios de que dispunha para confirmar o diagnóstico em seu paciente de 77 milhões de anos. Eles compararam o osso com um osso normal da canela do Centrosaurus e um osso da panturrilha humana com um caso confirmado de osteossarcoma.

Eles também usaram raios-X, tomografia computadorizada (TC) de alta qualidade, juntamente com ferramentas de reconstrução 3D e histologia para criar biópsias para que pudessem estudar o tumor no nível celular.

"Isso nos permitiu fazer um diagnóstico de câncer positivo que está de acordo com o que os médicos da minha equipe sugeriram [que fariam] em um paciente humano", diz Evans. "Na verdade, partimos para seccionar o osso em série. Conseguimos rastrear o tumor cancerígeno abrindo caminho através do osso, do joelho ao tornozelo."

(Fonte: BBC - adaptado.)

O termo sublinhado em “[...] confirmação do caso exigiu uma equipe multidisciplinar.” poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:

 

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O câncer que afligiu dinossauros e ainda atinge milhares de pessoas todos os anos

Em um dia chuvoso há cerca de 77 milhões de anos, no que hoje é o sudeste de Alberta, no Canadá, certo dinossauro estava passando por momentos difíceis. O Centrosaurus apertus adulto, um primo herbívoro de tamanho médio dos Triceratops maiores que viveram ao lado dos Tyrannosaurus, tinha um câncer ósseo avançado em sua tíbia. A doença possivelmente se espalhou para outras partes de seu corpo e era terminal.

O diagnóstico desse dinossauro em particular de osteossarcoma, um raro câncer ósseo maligno mais comumente encontrado em crianças e diagnosticado em cerca de 25.000 pessoas por ano em todo o mundo, só veio em 2020. Foi a primeira vez que um câncer maligno foi diagnosticado em um dinossauro. A confirmação do caso exigiu uma equipe multidisciplinar.

O osso tinha uma protuberância em uma extremidade que foi rotulada como calo de fratura, mas mesmo à primeira vista havia vários sinais indicadores de câncer ósseo: estava visivelmente malformado e tinha grandes forames não naturais (orifícios abertos) ao redor da protuberância.

A equipe usou todos os meios de que dispunha para confirmar o diagnóstico em seu paciente de 77 milhões de anos. Eles compararam o osso com um osso normal da canela do Centrosaurus e um osso da panturrilha humana com um caso confirmado de osteossarcoma.

Eles também usaram raios-X, tomografia computadorizada (TC) de alta qualidade, juntamente com ferramentas de reconstrução 3D e histologia para criar biópsias para que pudessem estudar o tumor no nível celular.

"Isso nos permitiu fazer um diagnóstico de câncer positivo que está de acordo com o que os médicos da minha equipe sugeriram [que fariam] em um paciente humano", diz Evans. "Na verdade, partimos para seccionar o osso em série. Conseguimos rastrear o tumor cancerígeno abrindo caminho através do osso, do joelho ao tornozelo."

(Fonte: BBC - adaptado.)

Conforme o texto, assinalar a alternativa CORRETA:

 

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O câncer que afligiu dinossauros e ainda atinge milhares de pessoas todos os anos

Em um dia chuvoso cerca de 77 milhões de anos, no que hoje é o sudeste de Alberta, no Canadá, certo dinossauro estava passando por momentos difíceis. O Centrosaurus apertus adulto, um primo herbívoro de tamanho médio dos Triceratops maiores que viveram ao lado dos Tyrannosaurus, tinha um câncer ósseo avançado em sua tíbia. A doença possivelmente se espalhou para outras partes de seu corpo e era terminal.

O diagnóstico desse dinossauro em particular de osteossarcoma, um raro câncer ósseo maligno mais comumente encontrado em crianças e diagnosticado em cerca de 25.000 pessoas por ano em todo o mundo, só veio em 2020. Foi primeira vez que um câncer maligno foi diagnosticado em um dinossauro. confirmação do caso exigiu uma equipe multidisciplinar.

O osso tinha uma protuberância em uma extremidade que foi rotulada como calo de fratura, mas mesmo primeira vista havia vários sinais indicadores de câncer ósseo: estava visivelmente malformado e tinha grandes forames não naturais (orifícios abertos) ao redor da protuberância.

A equipe usou todos os meios de que dispunha para confirmar o diagnóstico em seu paciente de 77 milhões de anos. Eles compararam o osso com um osso normal da canela do Centrosaurus e um osso da panturrilha humana com um caso confirmado de osteossarcoma.

Eles também usaram raios-X, tomografia computadorizada (TC) de alta qualidade, juntamente com ferramentas de reconstrução 3D e histologia para criar biópsias para que pudessem estudar o tumor no nível celular.

"Isso nos permitiu fazer um diagnóstico de câncer positivo que está de acordo com o que os médicos da minha equipe sugeriram [que fariam] em um paciente humano", diz Evans. "Na verdade, partimos para seccionar o osso em série. Conseguimos rastrear o tumor cancerígeno abrindo caminho através do osso, do joelho ao tornozelo."

(Fonte: BBC - adaptado.)

Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:

 

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Assinalar a frase em que a pontuação está INCORRETA:

 

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