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Bullying e capacitismo: é preciso começar pelo respeito
O governo federal sancionou a lei que torna crime o bullying e o cyberbullying. A partir de agora, o Código Penal atribui
penas de multa e prisão para aqueles que cometerem intimidação sistemática em atos de humilhação e discriminação, com
violência física ou psicológica, especialmente contra crianças e adolescentes.
A nova legislação institui também a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e
Adolescente, com medidas como transformar em crime hediondo o estímulo ao suicídio pela internet, sequestro, cárcere
privado ou tráfico de crianças e adolescentes, inclusive responsabilizando aqueles que transmitem ou exibem mensagens que
colocam em risco a integridade dessas pessoas.
Essas medidas são duras, mas necessárias. Em um momento em que a tecnologia promove uma rede social virtual com
enorme influência no comportamento humano, onde a emissão de opiniões é facilitada e sem restrições, precisamos
estabelecer limites. E o limite precisa ser o da civilidade, do respeito, da tolerância, da convivência fraterna e da construção de
uma sociedade mais solidária.
O bullying é um comportamento perverso e destrutivo. É uma prática insistente que deprecia a relação entre as pessoas,
promovendo danos psicológicos que afetam o rendimento escolar, a construção de carreiras profissionais e a própria
participação na família e na sociedade. E essa agressão parte geralmente de detalhes maldosos ou diferenças, geralmente de
características físicas, emocionais ou intelectuais.
Chamamos de capacitismo a discriminação e o preconceito direcionados às pessoas com deficiência, atitude que
desconsidera a individualidade do ser humano e reproduz comentários opressores que classificam e segregam autoritariamente
a sociedade entre os superiores e os inferiores ou subalternos. Isso acontece entre homens e mulheres, entre as etnias e
também entre pessoas sem e com algum tipo de deficiência.
Além do avanço da legislação penal, precisamos internalizar, nas relações sociais, o respeito para com as diferenças. Cada
ser humano tem suas características e potencialidades. É essa diferença e a capacidade de se relacionar com elas que
caracterizam a nossa caminhada civilizatória, uma organização social cada vez mais comprometida com a felicidade humana.
Temos grandes exemplos na história de pessoas com deficiência, intelectual ou física, que deixaram heranças culturais
gigantescas que dignificam nossas vidas até hoje, como Stephen Hawking, Frida Kahlo, Van Gogh, Herbert Vianna ou nosso
supernadador paraolímpico Daniel Dias. A Nona Sinfonia de Beethoven foi produzida quando ele já estava totalmente sem
audição. Hoje, com o apoio da ciência, temos pessoas com deficiência atuando na política, nas artes, no cinema, em cargos de
gestão pública, desempenhando qualquer atividade profissional.
Se antes a piada capacitista na escola era motivo de diversão, agora é crime. O constrangimento sistemático contra uma
pessoa com deficiência é um comportamento que precisa ser banido, eliminado e culturalmente combatido. A zoação contra a
deficiência não é divertida, é cruel e pode causar danos profundos nas pessoas. Se queremos ser pessoas melhores, com uma
sociedade melhor e uma vida melhor para viver bem, precisamos começar pelo respeito às diferenças.
(Ana Paula Lima. Disponível em: correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6789724-bullying-e-capacitismo-e-preciso-comecar-pelo-respeito.html.Acesso em: 03/02/2024.)
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O governo federal sancionou a lei que torna crime o bullying e o cyberbullying. A partir de agora, o Código Penal atribui
penas de multa e prisão para aqueles que cometerem intimidação sistemática em atos de humilhação e discriminação, com
violência física ou psicológica, especialmente contra crianças e adolescentes.
A nova legislação institui também a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e
Adolescente, com medidas como transformar em crime hediondo o estímulo ao suicídio pela internet, sequestro, cárcere
privado ou tráfico de crianças e adolescentes, inclusive responsabilizando aqueles que transmitem ou exibem mensagens que
colocam em risco a integridade dessas pessoas.
Essas medidas são duras, mas necessárias. Em um momento em que a tecnologia promove uma rede social virtual com
enorme influência no comportamento humano, onde a emissão de opiniões é facilitada e sem restrições, precisamos
estabelecer limites. E o limite precisa ser o da civilidade, do respeito, da tolerância, da convivência fraterna e da construção de
uma sociedade mais solidária.
O bullying é um comportamento perverso e destrutivo. É uma prática insistente que deprecia a relação entre as pessoas,
promovendo danos psicológicos que afetam o rendimento escolar, a construção de carreiras profissionais e a própria
participação na família e na sociedade. E essa agressão parte geralmente de detalhes maldosos ou diferenças, geralmente de
características físicas, emocionais ou intelectuais.
Chamamos de capacitismo a discriminação e o preconceito direcionados às pessoas com deficiência, atitude que
desconsidera a individualidade do ser humano e reproduz comentários opressores que classificam e segregam autoritariamente
a sociedade entre os superiores e os inferiores ou subalternos. Isso acontece entre homens e mulheres, entre as etnias e
também entre pessoas sem e com algum tipo de deficiência.
Além do avanço da legislação penal, precisamos internalizar, nas relações sociais, o respeito para com as diferenças. Cada
ser humano tem suas características e potencialidades. É essa diferença e a capacidade de se relacionar com elas que
caracterizam a nossa caminhada civilizatória, uma organização social cada vez mais comprometida com a felicidade humana.
Temos grandes exemplos na história de pessoas com deficiência, intelectual ou física, que deixaram heranças culturais
gigantescas que dignificam nossas vidas até hoje, como Stephen Hawking, Frida Kahlo, Van Gogh, Herbert Vianna ou nosso
supernadador paraolímpico Daniel Dias. A Nona Sinfonia de Beethoven foi produzida quando ele já estava totalmente sem
audição. Hoje, com o apoio da ciência, temos pessoas com deficiência atuando na política, nas artes, no cinema, em cargos de
gestão pública, desempenhando qualquer atividade profissional.
Se antes a piada capacitista na escola era motivo de diversão, agora é crime. O constrangimento sistemático contra uma
pessoa com deficiência é um comportamento que precisa ser banido, eliminado e culturalmente combatido. A zoação contra a
deficiência não é divertida, é cruel e pode causar danos profundos nas pessoas. Se queremos ser pessoas melhores, com uma
sociedade melhor e uma vida melhor para viver bem, precisamos começar pelo respeito às diferenças.
(Ana Paula Lima. Disponível em: correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6789724-bullying-e-capacitismo-e-preciso-comecar-pelo-respeito.html.Acesso em: 03/02/2024.)
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O governo federal sancionou a lei que torna crime o bullying e o cyberbullying. A partir de agora, o Código Penal atribui
penas de multa e prisão para aqueles que cometerem intimidação sistemática em atos de humilhação e discriminação, com
violência física ou psicológica, especialmente contra crianças e adolescentes.
A nova legislação institui também a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e
Adolescente, com medidas como transformar em crime hediondo o estímulo ao suicídio pela internet, sequestro, cárcere
privado ou tráfico de crianças e adolescentes, inclusive responsabilizando aqueles que transmitem ou exibem mensagens que
colocam em risco a integridade dessas pessoas.
Essas medidas são duras, mas necessárias. Em um momento em que a tecnologia promove uma rede social virtual com
enorme influência no comportamento humano, onde a emissão de opiniões é facilitada e sem restrições, precisamos
estabelecer limites. E o limite precisa ser o da civilidade, do respeito, da tolerância, da convivência fraterna e da construção de
uma sociedade mais solidária.
O bullying é um comportamento perverso e destrutivo. É uma prática insistente que deprecia a relação entre as pessoas,
promovendo danos psicológicos que afetam o rendimento escolar, a construção de carreiras profissionais e a própria
participação na família e na sociedade. E essa agressão parte geralmente de detalhes maldosos ou diferenças, geralmente de
características físicas, emocionais ou intelectuais.
Chamamos de capacitismo a discriminação e o preconceito direcionados às pessoas com deficiência, atitude que
desconsidera a individualidade do ser humano e reproduz comentários opressores que classificam e segregam autoritariamente
a sociedade entre os superiores e os inferiores ou subalternos. Isso acontece entre homens e mulheres, entre as etnias e
também entre pessoas sem e com algum tipo de deficiência.
Além do avanço da legislação penal, precisamos internalizar, nas relações sociais, o respeito para com as diferenças. Cada
ser humano tem suas características e potencialidades. É essa diferença e a capacidade de se relacionar com elas que
caracterizam a nossa caminhada civilizatória, uma organização social cada vez mais comprometida com a felicidade humana.
Temos grandes exemplos na história de pessoas com deficiência, intelectual ou física, que deixaram heranças culturais
gigantescas que dignificam nossas vidas até hoje, como Stephen Hawking, Frida Kahlo, Van Gogh, Herbert Vianna ou nosso
supernadador paraolímpico Daniel Dias. A Nona Sinfonia de Beethoven foi produzida quando ele já estava totalmente sem
audição. Hoje, com o apoio da ciência, temos pessoas com deficiência atuando na política, nas artes, no cinema, em cargos de
gestão pública, desempenhando qualquer atividade profissional.
Se antes a piada capacitista na escola era motivo de diversão, agora é crime. O constrangimento sistemático contra uma
pessoa com deficiência é um comportamento que precisa ser banido, eliminado e culturalmente combatido. A zoação contra a
deficiência não é divertida, é cruel e pode causar danos profundos nas pessoas. Se queremos ser pessoas melhores, com uma
sociedade melhor e uma vida melhor para viver bem, precisamos começar pelo respeito às diferenças.
(Ana Paula Lima. Disponível em: correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6789724-bullying-e-capacitismo-e-preciso-comecar-pelo-respeito.html.Acesso em: 03/02/2024.)
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Bullying e capacitismo: é preciso começar pelo respeito
O governo federal sancionou a lei que torna crime o bullying e o cyberbullying. A partir de agora, o Código Penal atribui
penas de multa e prisão para aqueles que cometerem intimidação sistemática em atos de humilhação e discriminação, com
violência física ou psicológica, especialmente contra crianças e adolescentes.
A nova legislação institui também a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e
Adolescente, com medidas como transformar em crime hediondo o estímulo ao suicídio pela internet, sequestro, cárcere
privado ou tráfico de crianças e adolescentes, inclusive responsabilizando aqueles que transmitem ou exibem mensagens que
colocam em risco a integridade dessas pessoas.
Essas medidas são duras, mas necessárias. Em um momento em que a tecnologia promove uma rede social virtual com
enorme influência no comportamento humano, onde a emissão de opiniões é facilitada e sem restrições, precisamos
estabelecer limites. E o limite precisa ser o da civilidade, do respeito, da tolerância, da convivência fraterna e da construção de
uma sociedade mais solidária.
O bullying é um comportamento perverso e destrutivo. É uma prática insistente que deprecia a relação entre as pessoas,
promovendo danos psicológicos que afetam o rendimento escolar, a construção de carreiras profissionais e a própria
participação na família e na sociedade. E essa agressão parte geralmente de detalhes maldosos ou diferenças, geralmente de
características físicas, emocionais ou intelectuais.
Chamamos de capacitismo a discriminação e o preconceito direcionados às pessoas com deficiência, atitude que
desconsidera a individualidade do ser humano e reproduz comentários opressores que classificam e segregam autoritariamente
a sociedade entre os superiores e os inferiores ou subalternos. Isso acontece entre homens e mulheres, entre as etnias e
também entre pessoas sem e com algum tipo de deficiência.
Além do avanço da legislação penal, precisamos internalizar, nas relações sociais, o respeito para com as diferenças. Cada
ser humano tem suas características e potencialidades. É essa diferença e a capacidade de se relacionar com elas que
caracterizam a nossa caminhada civilizatória, uma organização social cada vez mais comprometida com a felicidade humana.
Temos grandes exemplos na história de pessoas com deficiência, intelectual ou física, que deixaram heranças culturais
gigantescas que dignificam nossas vidas até hoje, como Stephen Hawking, Frida Kahlo, Van Gogh, Herbert Vianna ou nosso
supernadador paraolímpico Daniel Dias. A Nona Sinfonia de Beethoven foi produzida quando ele já estava totalmente sem
audição. Hoje, com o apoio da ciência, temos pessoas com deficiência atuando na política, nas artes, no cinema, em cargos de
gestão pública, desempenhando qualquer atividade profissional.
Se antes a piada capacitista na escola era motivo de diversão, agora é crime. O constrangimento sistemático contra uma
pessoa com deficiência é um comportamento que precisa ser banido, eliminado e culturalmente combatido. A zoação contra a
deficiência não é divertida, é cruel e pode causar danos profundos nas pessoas. Se queremos ser pessoas melhores, com uma
sociedade melhor e uma vida melhor para viver bem, precisamos começar pelo respeito às diferenças.
(Ana Paula Lima. Disponível em: correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6789724-bullying-e-capacitismo-e-preciso-comecar-pelo-respeito.html.Acesso em: 03/02/2024.)
I. O capacitismo é uma herança cultural. II. A nova legislação se restringe a crimes praticados virtualmente. III. O bullying se tornou uma prática corriqueira que se limita ao ambiente. IV. O capacitismo e o bullying são conceitos diferentes, mas um pode estimular a prática do outro.
Está correto o que se afirma apenas em
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Ao realizar a limpeza de ambientes, os funcionários frequentemente se deparam com situações imprevistas, como derramamentos
de produtos químicos. Nessas circunstâncias, é fundamental seguir procedimentos adequados para garantir a segurança do ambiente e das pessoas presentes. Trata-se do procedimento que deve ser seguido para garantir a segurança do ambiente
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3201892
Ano: 2024
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
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A ética profissional é um princípio fundamental que norteia as ações e decisões de indivíduos em seu ambiente de trabalho,
promovendo relações saudáveis, respeitosas e responsáveis – um indicador significativo do compromisso de um profissional
com a integridade e o cuidado com o ambiente laboral. Nesse sentido, a atitude ética em relação à conferência dos materiais
de limpeza e alimentação no local de trabalho é:
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Na rotina de limpeza doméstica ou institucional, a escolha dos produtos adequados desempenha um papel crucial na garantia de
ambientes saudáveis e livres de germes. Dentre os diversos tipos de produtos de limpeza disponíveis, um aspecto importante a ser
considerado é a presença de propriedades antimicrobianas, especialmente em locais onde a higiene é fundamental. Neste contexto,
é essencial compreender quais produtos oferecem essa característica e como eles contribuem para a eliminação de micro-organismos
nocivos. Considerando essas informações, o produto essencial para se utilizar na higienização das roupas é:
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3201890
Ano: 2024
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
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A destinação adequada do lixo é um dos pilares da preservação do meio ambiente e da promoção da sustentabilidade. Nesse
contexto, depositar os detritos de acordo com as determinações definidas desempenha um papel crucial. Não se trata apenas de
uma questão de conformidade legal, mas sim de uma prática que impacta diretamente na eficiência dos processos de gestão de
resíduos. Relacione adequadamente a categoria do lixo aos seus respectivos componentes.
1. Lixo orgânico.
2. Lixo reciclável.
3. Rejeito.
( ) Fraldas, papéis com gordura, espumas e pontas de cigarro.
( ) Restos de comidas, cascas de ovos, borra de café, cascas de frutas e legumes.
( ) Pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes e produtos químicos domésticos.
( ) Latas de alumínio, latas de conserva, latas de refrigerante e embalagens de metal.
( ) Jornais, revistas, papel de escritório, caixas de papelão e papel de embrulho.
( ) Folhas secas e aparas de grama de jardim.
A sequência está correta em
1. Lixo orgânico.
2. Lixo reciclável.
3. Rejeito.
( ) Fraldas, papéis com gordura, espumas e pontas de cigarro.
( ) Restos de comidas, cascas de ovos, borra de café, cascas de frutas e legumes.
( ) Pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes e produtos químicos domésticos.
( ) Latas de alumínio, latas de conserva, latas de refrigerante e embalagens de metal.
( ) Jornais, revistas, papel de escritório, caixas de papelão e papel de embrulho.
( ) Folhas secas e aparas de grama de jardim.
A sequência está correta em
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Manter as mãos limpas é uma prática essencial para prevenir a propagação de germes e infecções. No entanto, nem sempre estamos
próximos a uma fonte de água e sabão para lavar as mãos adequadamente. Nessas situações, é importante conhecer a melhor
alternativa para garantir uma higienização eficaz. Sendo assim, a maneira de higienizar as mãos quando não há acesso imediato a
água e sabão é:
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Os serviços oferecidos pelo auxiliar de serviços gerais em relação à copa e cozinha apresentam importância para agilizar as rotinas
internas e responder a pequenas demandas que podem surgir no dia a dia.
(Disponível em: https://viafacilities.com.br/blog/servico-de-copa-o-que-e/. Acesso em: abril de 2024. Adaptado.)
Considerando o exposto e suas principais atividades, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Preparação de lanches e cafés.
( ) Organização e montagem de mesas e bandejas.
( ) Distribuição de refeições para colaboradores, visitas e participantes de eventos, sempre com cortesia e educação.
( ) Planejamento de cardápios, estabelecendo o que será servido, sempre com base no número de colaboradores da empresa ou participantes do evento ou reunião.
( ) Limpeza e conservação da copa, seus utensílios e equipamentos, contribuindo para sua preservação.
A sequência está correta em
Considerando o exposto e suas principais atividades, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Preparação de lanches e cafés.
( ) Organização e montagem de mesas e bandejas.
( ) Distribuição de refeições para colaboradores, visitas e participantes de eventos, sempre com cortesia e educação.
( ) Planejamento de cardápios, estabelecendo o que será servido, sempre com base no número de colaboradores da empresa ou participantes do evento ou reunião.
( ) Limpeza e conservação da copa, seus utensílios e equipamentos, contribuindo para sua preservação.
A sequência está correta em
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