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Foram encontradas 40 questões.

1540272 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Desafios no caminho de uma escola para todos
Escolhi o termo desafio como parte do título porque seu significado etimológico indica bem o que quero comentar. Ele vem do latim disfidare ou renunciar à própria fé (dis = afastamento e fides = fé). Na prática, significa aceitar concorrer novamente, mesmo imaginando-se vencedor. Isso acontece, por exemplo, quando se promulgam leis, aceitando-se os obstáculos de sua aplicação. Penso ser esse o caso ao assumirmos que a escola é para todos, quando historicamente ela se destinava à elite de alunos que aprendia e se comportava conforme suas exigências, isto é, quando era para poucos. As políticas públicas, mesmo se pretensamente resolveram o acesso à Educação, não sanaram duas questões primordiais: a aprendizagem e a convivência. Faço uma reflexão sobre alguns desafios para que a escola de hoje cumpra esses propósitos.
Um dos maiores parece ser o de adaptar o currículo do Ensino Fundamental para período integral. Essa mudança supõe rever a quantidade de conteúdos a aprender, criar contraturnos, usar tutorias, diminuir a relação entre o número de alunos e o professor, investir nas séries iniciais, melhorar as condições de trabalho docente. Essas são apenas algumas estratégias entre tantas experimentadas no enfrentamento de um grande problema: a defasagem idade-série.
Ao abrir-se para os “mais fracos”, quando antes era privilégio dos “mais fortes”, a escola deve compartilhar com a família a complexidade da Educação das crianças e dos jovens. Compartilhar significa cooperar fazendo a parte que lhe cabe, sabendo que as outras partes sempre serão da família e de outros agentes sociais ou culturais.
Em uma sociedade orientada por descobertas científicas, reconhecer a importância da tecnologia se torna uma necessidade básica. Mas para não virar refém, as questões o quê, quanto, quando, como e por quê?, relacionadas ao uso de tablet, celular ou computador na sala de aula, são essenciais. Sem negar aos estudantes o uso de seu produto mais complexo e querido, não se pode esquecer que eles precisam do contato direto com a experiência por meio de um professor, suas transmissões, as tarefas propostas por ele e seus modos de ser e de agir.
Observo que os jovens precisam também ser preparados para uma sociedade global, mas, igualmente, para uma vida cada vez mais individual, isto é, gerida por escolhas, valores e responsabilidades assumidas por cada um, ainda que seus efeitos possam alcançar a todos e ao planeta. Penso que a escola ainda não aprendeu a ensinar seus alunos a serem-si-mesmos!
Que ela revise seus hábitos – deixe de ser lugar de homogeneidade e competição, transformando-se em uma escola da diversidade e da cooperação. Que reconheça que as diferenças permitem a abertura para uma pluralidade de valores, costumes, formas de aprendizagem e desenvolvimento. Antes, Educação correspondia ao que o educador transmitia aos educandos (educação = educador). Hoje, trata-se de aprender, o que se aplica tanto a alunos quanto a professores.
É difícil mudar o olhar, comprometendo-se a trabalhar o melhor de cada aluno, professor e gestor dentro de suas possibilidades e necessidades. Para isso, temos de assumir que todos estão na escola – só falta aprenderem; e todos estão juntos – só falta saberem conviver.
(Lino de Macedo. Revista Nova Escola. Fevereiro de 2016. Com adaptações.)
Assinale a afirmativa INCORRETA em relação à regência nominal.
 

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1537944 Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação, em uma seção 11, referente à educação infantil, art. 31, preconiza que “(...) a avaliação far-se-à mediante o acompanhamento e registro do seu desenvolvimento (...)”. Considerando a avaliação na educação infantil, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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1516455 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Desafios no caminho de uma escola para todos
Escolhi o termo desafio como parte do título porque seu significado etimológico indica bem o que quero comentar. Ele vem do latim disfidare ou renunciar à própria fé (dis = afastamento e fides = fé). Na prática, significa aceitar concorrer novamente, mesmo imaginando-se vencedor. Isso acontece, por exemplo, quando se promulgam leis, aceitando-se os obstáculos de sua aplicação. Penso ser esse o caso ao assumirmos que a escola é para todos, quando historicamente ela se destinava à elite de alunos que aprendia e se comportava conforme suas exigências, isto é, quando era para poucos. As políticas públicas, mesmo se pretensamente resolveram o acesso à Educação, não sanaram duas questões primordiais: a aprendizagem e a convivência. Faço uma reflexão sobre alguns desafios para que a escola de hoje cumpra esses propósitos.
Um dos maiores parece ser o de adaptar o currículo do Ensino Fundamental para período integral. Essa mudança supõe rever a quantidade de conteúdos a aprender, criar contraturnos, usar tutorias, diminuir a relação entre o número de alunos e o professor, investir nas séries iniciais, melhorar as condições de trabalho docente. Essas são apenas algumas estratégias entre tantas experimentadas no enfrentamento de um grande problema: a defasagem idade-série.
Ao abrir-se para os “mais fracos”, quando antes era privilégio dos “mais fortes”, a escola deve compartilhar com a família a complexidade da Educação das crianças e dos jovens. Compartilhar significa cooperar fazendo a parte que lhe cabe, sabendo que as outras partes sempre serão da família e de outros agentes sociais ou culturais.
Em uma sociedade orientada por descobertas científicas, reconhecer a importância da tecnologia se torna uma necessidade básica. Mas para não virar refém, as questões o quê, quanto, quando, como e por quê?, relacionadas ao uso de tablet, celular ou computador na sala de aula, são essenciais. Sem negar aos estudantes o uso de seu produto mais complexo e querido, não se pode esquecer que eles precisam do contato direto com a experiência por meio de um professor, suas transmissões, as tarefas propostas por ele e seus modos de ser e de agir.
Observo que os jovens precisam também ser preparados para uma sociedade global, mas, igualmente, para uma vida cada vez mais individual, isto é, gerida por escolhas, valores e responsabilidades assumidas por cada um, ainda que seus efeitos possam alcançar a todos e ao planeta. Penso que a escola ainda não aprendeu a ensinar seus alunos a serem-si-mesmos!
Que ela revise seus hábitos – deixe de ser lugar de homogeneidade e competição, transformando-se em uma escola da diversidade e da cooperação. Que reconheça que as diferenças permitem a abertura para uma pluralidade de valores, costumes, formas de aprendizagem e desenvolvimento. Antes, Educação correspondia ao que o educador transmitia aos educandos (educação = educador). Hoje, trata-se de aprender, o que se aplica tanto a alunos quanto a professores.
É difícil mudar o olhar, comprometendo-se a trabalhar o melhor de cada aluno, professor e gestor dentro de suas possibilidades e necessidades. Para isso, temos de assumir que todos estão na escola – só falta aprenderem; e todos estão juntos – só falta saberem conviver.
(Lino de Macedo. Revista Nova Escola. Fevereiro de 2016. Com adaptações.)
No trecho “Essas são apenas algumas estratégias entre tantas experimentadas no enfrentamento de um grande problema: a defasagem idade-série.”, os dois-pontos têm como finalidade:
 

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1306796 Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)e os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) apresentam como princípios curriculares a interdisciplinaridade e, principalmente, a contextualização, cuja correta aplicação é enfatizada como meio capaz de promover melhorias significativas no ensino da Matemática. É correto afirmar que:
 

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1256736 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Desafios no caminho de uma escola para todos
Escolhi o termo desafio como parte do título porque seu significado etimológico indica bem o que quero comentar. Ele vem do latim disfidare ou renunciar à própria fé (dis = afastamento e fides = fé). Na prática, significa aceitar concorrer novamente, mesmo imaginando-se vencedor. Isso acontece, por exemplo, quando se promulgam leis, aceitando-se os obstáculos de sua aplicação. Penso ser esse o caso ao assumirmos que a escola é para todos, quando historicamente ela se destinava à elite de alunos que aprendia e se comportava conforme suas exigências, isto é, quando era para poucos. As políticas públicas, mesmo se pretensamente resolveram o acesso à Educação, não sanaram duas questões primordiais: a aprendizagem e a convivência. Faço uma reflexão sobre alguns desafios para que a escola de hoje cumpra esses propósitos.
Um dos maiores parece ser o de adaptar o currículo do Ensino Fundamental para período integral. Essa mudança supõe rever a quantidade de conteúdos a aprender, criar contraturnos, usar tutorias, diminuir a relação entre o número de alunos e o professor, investir nas séries iniciais, melhorar as condições de trabalho docente. Essas são apenas algumas estratégias entre tantas experimentadas no enfrentamento de um grande problema: a defasagem idade-série.
Ao abrir-se para os “mais fracos”, quando antes era privilégio dos “mais fortes”, a escola deve compartilhar com a família a complexidade da Educação das crianças e dos jovens. Compartilhar significa cooperar fazendo a parte que lhe cabe, sabendo que as outras partes sempre serão da família e de outros agentes sociais ou culturais.
Em uma sociedade orientada por descobertas científicas, reconhecer a importância da tecnologia se torna uma necessidade básica. Mas para não virar refém, as questões o quê, quanto, quando, como e por quê?, relacionadas ao uso de tablet, celular ou computador na sala de aula, são essenciais. Sem negar aos estudantes o uso de seu produto mais complexo e querido, não se pode esquecer que eles precisam do contato direto com a experiência por meio de um professor, suas transmissões, as tarefas propostas por ele e seus modos de ser e de agir.
Observo que os jovens precisam também ser preparados para uma sociedade global, mas, igualmente, para uma vida cada vez mais individual, isto é, gerida por escolhas, valores e responsabilidades assumidas por cada um, ainda que seus efeitos possam alcançar a todos e ao planeta. Penso que a escola ainda não aprendeu a ensinar seus alunos a serem-si-mesmos!
Que ela revise seus hábitos – deixe de ser lugar de homogeneidade e competição, transformando-se em uma escola da diversidade e da cooperação. Que reconheça que as diferenças permitem a abertura para uma pluralidade de valores, costumes, formas de aprendizagem e desenvolvimento. Antes, Educação correspondia ao que o educador transmitia aos educandos (educação = educador). Hoje, trata-se de aprender, o que se aplica tanto a alunos quanto a professores.
É difícil mudar o olhar, comprometendo-se a trabalhar o melhor de cada aluno, professor e gestor dentro de suas possibilidades e necessidades. Para isso, temos de assumir que todos estão na escola – só falta aprenderem; e todos estão juntos – só falta saberem conviver.
(Lino de Macedo. Revista Nova Escola. Fevereiro de 2016. Com adaptações.)
Considerando o excerto “Ao abrir-se para os ‘mais fracos’, quando antes era privilégio dos ‘mais fortes’, a escola deve compartilhar com a família a complexidade da Educação das crianças e dos jovens.”, é possível inferir que:
 

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873399 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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O processo de planejamento educacional é feito e se desenvolve em vários e bem determinados níveis. Tem-se o planejamento em nível nacional, estadual ou de um sistema determinado através do qual se definem e estabelecem as grandes finalidades, metas e objetivos da educação. Diantedo exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. No Plano Nacional de Educação se reflete toda a política educacional de um povo, inserido em um contexto histórico, que é desenvolvida a longo, médio ou curto prazo.
II. Em um segundo nível, menos abrangente, há os planos das escolas, com os seus respectivos cursos, dos quais decorrem os planos curriculares, que definem e expressam a sua filosofia de ação, os seus objetivos e toda a dinâmica escolar, os quais se fundamentam, naturalmente, na filosofia da educação, expressa nos planos nacional e estadual.
III. A partir dos planos de ensino é planejada, de maneira sistemática e global, toda a ação escolar.
IV. Os planos de ensino, que são os planos de disciplinas, de unidades e experiências propostas pela escola, professores,
alunos ou pela comunidade, surgem como decorrentes dos
planos curriculares.
V. Os planos curriculares são os meios para dinamizar a educação e o ensino, em uma realidade escolar bemconcreta, através do processo de ensino.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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754765 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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A avaliação é um momento muito importante no processo de ensino-aprendizagem. Em relação à avaliação, é possível afirmar que:
 

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638151 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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(...) A criança, a infância e a família foram entendidas de maneiras diferentes no decorrer dos tempos, e sua significação pode mudar ainda hoje, de acordo com a metodologia que fundamenta sua análise, modificando seu conceito conforme olhar que recebe, seja ele histórico, sociológico, antropológico, filosófico ou psicológico.
(Ariès, 2006, p. 19.)
A partir da citação de Ariès, analise as afirmativas a seguir.
I. Na sociedade medieval, o sentimento de infância não existia; por isso, não se considerava a criança com suas características particulares, próprias da sua idade, que a diferem do adulto.
II. A partir do século XVII, houve uma mudança considerável — a criança passou a conviver e aprender a vida através do contato com os adultos.
III. No século XVIII, via-se a criança como um ser primitivo, irracional, não pensante. Atribuia-se a ela modos de pensar e sentimentos anteriores à lógica e aos bons costumes.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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160183 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Para Horn (2007, p. 61), a organização das instituições de educação infantil traduz as concepções de criança, de educação, de ensino e aprendizagem, bem como uma visão de mundo e de ser humano do educador que atua nesse cenário. Sobre a organização do espaço escolar, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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1823716 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Desafios no caminho de uma escola para todos
Escolhi o termo desafio como parte do título porque seu significado etimológico indica bem o que quero comentar. Ele vem do latim disfidare ou renunciar à própria fé (dis = afastamento e fides = fé). Na prática, significa aceitar concorrer novamente, mesmo imaginando-se vencedor. Isso acontece, por exemplo, quando se promulgam leis, aceitando-se os obstáculos de sua aplicação. Penso ser esse o caso ao assumirmos que a escola é para todos, quando historicamente ela se destinava à elite de alunos que aprendia e se comportava conforme suas exigências, isto é, quando era para poucos. As políticas públicas, mesmo se pretensamente resolveram o acesso à Educação, não sanaram duas questões primordiais: a aprendizagem e a convivência. Faço uma reflexão sobre alguns desafios para que a escola de hoje cumpra esses propósitos.
Um dos maiores parece ser o de adaptar o currículo do Ensino Fundamental para período integral. Essa mudança supõe rever a quantidade de conteúdos a aprender, criar contraturnos, usar tutorias, diminuir a relação entre o número de alunos e o professor, investir nas séries iniciais, melhorar as condições de trabalho docente. Essas são apenas algumas estratégias entre tantas experimentadas no enfrentamento de um grande problema: a defasagem idade-série.
Ao abrir-se para os “mais fracos”, quando antes era privilégio dos “mais fortes”, a escola deve compartilhar com a família a complexidade da Educação das crianças e dos jovens. Compartilhar significa cooperar fazendo a parte que lhe cabe, sabendo que as outras partes sempre serão da família e de outros agentes sociais ou culturais.
Em uma sociedade orientada por descobertas científicas, reconhecer a importância da tecnologia se torna uma necessidade básica. Mas para não virar refém, as questões o quê, quanto, quando, como e por quê?, relacionadas ao uso de tablet, celular ou computador na sala de aula, são essenciais. Sem negar aos estudantes o uso de seu produto mais complexo e querido, não se pode esquecer que eles precisam do contato direto com a experiência por meio de um professor, suas transmissões, as tarefas propostas por ele e seus modos de ser e de agir.
Observo que os jovens precisam também ser preparados para uma sociedade global, mas, igualmente, para uma vida cada vez mais individual, isto é, gerida por escolhas, valores e responsabilidades assumidas por cada um, ainda que seus efeitos possam alcançar a todos e ao planeta. Penso que a escola ainda não aprendeu a ensinar seus alunos a serem-si-mesmos!
Que ela revise seus hábitos – deixe de ser lugar de homogeneidade e competição, transformando-se em uma escola da diversidade e da cooperação. Que reconheça que as diferenças permitem a abertura para uma pluralidade de valores, costumes, formas de aprendizagem e desenvolvimento. Antes, Educação correspondia ao que o educador transmitia aos educandos (educação = educador). Hoje, trata-se de aprender, o que se aplica tanto a alunos quanto a professores.
É difícil mudar o olhar, comprometendo-se a trabalhar o melhor de cada aluno, professor e gestor dentro de suas possibilidades e necessidades. Para isso, temos de assumir que todos estão na escola – só falta aprenderem; e todos estão juntos – só falta saberem conviver.
(Lino de Macedo. Revista Nova Escola. Fevereiro de 2016. Com adaptações.)
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e, ainda, a vigência do Novo Acordo Ortográfico, assinale a afirmativa que apresenta ERRO de grafia.
Questão Anulada

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