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4009472
Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Januária, 42 anos de idade, trabalha há 12 anos como
cobradora de pedágio e relata discreta perda auditiva
progressiva, bilateral, zumbido constante e, ultimamente,
dificuldade de compreensão de falas. Ela diz não usar o
protetor de ouvido fornecido pela empresa para a qual
trabalha. Após consulta e exames, Januária foi diagnosticada como portadora de perda auditiva induzida por
ruído (PAIR).
Qual é o próximo passo do profissional de saúde que a assistiu?
Qual é o próximo passo do profissional de saúde que a assistiu?
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Em 1948, na cidade de Framingham, Estados Unidos, foi
iniciado um estudo com o objetivo de identificar fatores
comuns e características que contribuem para a incidência de doenças cardiovasculares. O acompanhamento
da população do estudo por mais de 50 anos possibilitou
a identificação de fatores de risco para doenças cardiovasculares, como fumo, obesidade, diabetes, inatividade
física, pressão arterial elevada e colesterol alto.
O caso de Framingham é um exemplo de estudo epidemiológico de que tipo?
O caso de Framingham é um exemplo de estudo epidemiológico de que tipo?
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A maioria dos municípios brasileiros tem menos de
50 mil habitantes. Nesses contextos, a Atenção Básica
assume papel central na garantia do acesso e na organização das ações e serviços de saúde.
De acordo com a Política Nacional de Atenção Básica, quais diretrizes devem ser priorizadas para o fortalecimento da Atenção Básica nesses municípios?
De acordo com a Política Nacional de Atenção Básica, quais diretrizes devem ser priorizadas para o fortalecimento da Atenção Básica nesses municípios?
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Em um dos maiores municípios brasileiros, o prefeito e o
secretário de saúde propuseram medidas para privatizar
a assistência à saúde, que deverão ser analisadas pelo
Conselho Municipal de Saúde.
De acordo com os artigos 196 a 200 da Constituição Federal, assinale a alternativa que apresenta a forma constitucionalmente permitida de participação da iniciativa privada na saúde.
De acordo com os artigos 196 a 200 da Constituição Federal, assinale a alternativa que apresenta a forma constitucionalmente permitida de participação da iniciativa privada na saúde.
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Os princípios da implantação do Sistema Único de Saúde
(SUS) foram estabelecidos na legislação e devem ser
seguidos em todo o país.
Assinale a alternativa que traz um dos princípios originais do SUS e que está de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal.
Assinale a alternativa que traz um dos princípios originais do SUS e que está de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal.
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
• É sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece. E a maioria dos cidadãos não essa camada.
• A transformação digital é irreversível, mas é preciso que alicerces, embora eles invisíveis à maior parte da sociedade.
• É justamente a base e a fundação invisível que sustentam todo o ecossistema digital. Se não elas, as aplicações mais modernas e inovadoras não ficar de pé.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
• Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida. (3o parágrafo)
• À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade. (5º parágrafo)
As expressões destacadas veiculam, correta e respectivamente, sentidos de
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A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
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