Foram encontradas 645 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão:
A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
• É sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece. E a maioria dos cidadãos não essa camada.
• A transformação digital é irreversível, mas é preciso que alicerces, embora eles invisíveis à maior parte da sociedade.
• É justamente a base e a fundação invisível que sustentam todo o ecossistema digital. Se não elas, as aplicações mais modernas e inovadoras não ficar de pé.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
• Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida. (3o parágrafo)
• À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade. (5º parágrafo)
As expressões destacadas veiculam, correta e respectivamente, sentidos de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
É uma forma farmacêutica constituída de duas seções
cilíndricas pré-fabricadas que se encaixam e cujas
extremidades são arredondadas. É tipicamente preenchida com princípios ativos e excipientes na forma sólida.
Normalmente é formada de gelatina, mas pode também
ser de outras substâncias. Apresenta liberação modificada que possibilita pelo menos uma redução na frequência de dose quando comparada com o medicamento
apresentado na forma de liberação convencional. Essa
descrição é compatível com
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O inventário físico é uma forma de controle periódico
de estoque, efetuado por meio da contagem física dos
produtos em estoque e no ambiente hospitalar, o inventário pode ser rotativo ou anual. Nesse contexto, é correto
afirmar, com relação a uma característica do inventário
rotativo, entre outras, que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4009460
Ano: 2026
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Provas:
O estoque máximo de um medicamento ou insumo representa a quantidade máxima que deve ser mantida deste
produto, considerando os recursos financeiros existentes.
Para um produto que tem estoque mínimo de 200 unidades, consumo médio mensal de 500 unidades e que o período entre dois pedidos é de 2 meses, o estoque máximo deve ser, em unidades, de
Para um produto que tem estoque mínimo de 200 unidades, consumo médio mensal de 500 unidades e que o período entre dois pedidos é de 2 meses, o estoque máximo deve ser, em unidades, de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um paciente que faz uso de fluoxetina 40 mg/dia recebeu
a orientação de seu médico para realizar a retirada gradual do medicamento, reduzindo a dose em 30%, a cada
duas semanas, com o uso da apresentação de fluoxetina
em gotas 20 mg/mL (1 mL = 20 gotas). Considerando que
o paciente inicie imediatamente a redução da dose, após
duas semanas, quantas gotas o paciente deverá tomar
de fluoxetina?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A bula de ibuprofeno gotas recomenda que a dose para
crianças deve ser de 1 gota/kg de peso, até o máximo de
20 gotas por dose, e de 80 gotas ao dia. Sabendo que
cada mililitro da suspensão corresponde a 10 gotas ou
100 mg de ibuprofeno, uma criança com 4 kg deve tomar
4 gotas ou _________ mg de ibuprofeno.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container